apologética and artigos and bíblia and casamento and jesus and reflexão and vida cristã21 jan 2010 07:45 pm

1 Coríntios 7:39 ordena que se um cristão for se casar, deve fazê-lo “somente no Senhor”. Obviamente isso proíbe o casamento com incrédulos e, portanto, namorá-los,
pois o propósito do namoro é verificar se é a vontade de Deus que você se case com aquela pessoa. O pecado de cristãos professos namorando e se casando com incrédulos
levou à apostasia da igreja existente antes do dilúvio e à destruição do mundo antigo pelo dilúvio (Gênesis 6:1-2)! Desobedecer ao mandamento de Deus casando-se (ou
namorando) um não-cristão é uma das diversas maneiras pelas quais um(a) filho(a) de Deus coloca sobre seus ombros (o doloroso) jugo desigual: “Não vos ponhais em jugo
desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?” (2 Coríntios 6:14).


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artigos and casamento and citações and dons and graça and jesus and manifesto and reflexão21 jan 2010 07:31 pm

Assim como Paulo tinha em mente uma fé que é específica2 – é “fé… em Cristo Jesus” – ele tinha em mente um amor que também é específico – é o “amor
que têm por todos os santos”. Alguns comentaristas observam que nessa passagem fé caracteriza nosso relacionamento “vertical” com Deus, enquanto amor caracteriza
nosso relacionamento “horizontal” com outras pessoas. Isso é verdade na passagem em questão, mas seria um engano inferir a partir disso um amplo
princípio que force rigidamente a distinção. O motivo é que, entre outras coisas, o amor deve caracterizar também nosso relacionamento vertical com Deus.
Embora a fé seja algumas vezes associada com um sentimento de confiança, ela não deve ser identificada com o sentimento em si. Antes, fé é crença nas
proposições divinamente reveladas e é em si mesma independente de sentimentos que podem oscilar. Sentir-se bem sobre uma proposição bíblica é diferente de crer
nela. Da mesma forma, embora o amor seja algumas vezes acompanhado por certas emoções, o amor em si não é uma emoção. A idéia que o amor é uma emoção, ou
está necessária e proporcionalmente associado com certas emoções, tem causado danos desastrosos ao desenvolvimento intelectual e ético de inúmeros crentes.


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artigos and citações and graça and leitura recomendada and manifesto and reflexão and salvação and vida cristã21 jan 2010 07:03 pm

A pergunta que está diante de teus olhos, foi a primeira que Deus fez ao homem depois da queda. É a pergunta que Ele fez a Adão no dia em que comeu do fruto proibido e se converteu em um pecador.Adão e sua esposa trataram em vão de se esconder entre as árvores do jardim do Édem. Foi em vão que tentaram escapar dos olhos de Deus. Ouviram a voz do Senhor andando na viração do dia: “E, ouvindo a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim à tardinha, esconderam-se o homem e sua mulher da presença do Senhor Deus, entre as árvores do jardim”. Mas chamou o Senhor Deus ao homem, e perguntou-lhe: “Onde estás?” (Gn3:8-9) Quão terrível deve ter sido para Adão este momento. Certamente Deus nos faz e nos fara sempre esta pergunta nos confrontando: Onde estas ?, De que modo estas ?, Que veredas escolhestes pra tuda vida e pusestes meu Nome em tuas escolhas ?.


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artigos and bíblia and evangelismo and graça and jesus and reflexão and salvação25 nov 2009 03:42 pm

Como muitos termos da Bíblia, a palavra EVANGELHO tem recebido várias definições contrárias ao seu significado original e apropriado. A palavra tem sua origem “em Cristo antes da fundação do mundo”. Isso estava contido na “promessa” que Deus fez antes da fundação do mundo (Tito 1:2). O  ”evangelho”, as “boas novas” ou “novas de grande alegria” é o cumprimento declarado dessa promessa. Em Isaías 61:1-3 é encontrada a proclamação extraordinária feita pela Soma e Substância das novas de alegria, Jesus Cristo mesmo: “O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos; a apregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes; a ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê glória em vez de cinza, óleo de gozo em vez de tristeza, vestes de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantações do SENHOR, para que ele seja glorificado”.


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John Piper and artigos and leitura recomendada25 nov 2009 03:20 pm

Para muitos, hoje em dia, é intrigante que Jesus coloque tal valor nos direitos soberanos da liberdade eletiva de Deus, a ponto de falar da maneira como o faz àqueles que O rejeitam. Ele fala de maneira a impedi-los de vangloriarem-se, como se pudessem anular os propósitos últimos de Deus. Em João 10.25-26, por exemplo, Jesus respondeu aos céticos que exigiam mais e mais provas: “Já vo-lo disse, e não credes. As obras que eu faço em nome de meu Pai testificam a meu respeito. Mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas”. Pense nisto por um momento. Pense acerca do que significa e no fato que Jesus proferiu tais palavras a pessoas incrédulas. Imagine-se como um fariseu ouvindo a mensagem de Jesus e dizendo a si mesmo: se Ele pensa que eu vou ser sugado para dentro desse movimento junto com coletores de impostos e pecadores, está louco. Eu tenho vontade própria e poder para determinar o meu próprio destino. Em seguida, imagine Jesus, sabendo o que se passa no seu coração e dizendo: “Você se vangloria em seu íntimo porque acha que tem o controle de sua própria vida. Você pensa que pode frustrar os planos máximos de meu ministério. Você imagina que os grandes propósitos de Deus na salvação são dependentes de sua vontade vacilante. Em verdade, em verdade eu lhe digo que a razão final pela qual você não crê é porque o Pai não o escolheu para estar entre as minhas ovelhas”. Em outras palavras, Jesus está dizendo: “O orgulho final da incredulidade é destruído pela doutrina da eleição”. Aqueles a quem Deus escolheu, Ele também os deu ao Filho; e aqueles a quem Ele deu ao Filho, o Filho também os chamou; e para aqueles que foram chamados, Ele deu sua vida; e para esses Ele deu alegria eterna na presença de sua glória. Este é o prazer do Pai.

 

John Piper.

Caio Fábio and apologética and jesus and leitura recomendada and manifesto05 nov 2009 04:47 pm

Nos dias da Reforma Protestante, 95 foram as teses. Hoje a tese é uma só: Se tudo é Graça de Deus, então, não há barganhas a serem nem propostas e nem aceitas, jamais.
Portanto, eis como segue:

 


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artigos and jesus and leitura recomendada and reflexão and salvação and vida cristã02 nov 2009 06:28 pm

Não quero reformar nada! Não quero reformar ninguém! Apenas quero desconstruir minha religião e dar-me a oportunidade de começar novamente. Do zero! Quero aprender a orar porque suspeito que nunca aprendi em todos esses anos de eloquentes orações entonadas no conjunto de súplicas adornadas de lindos verbos. Tenho a ligeira impressão de que todas as vezes em que falei em línguas na roda de oração para fazer notório o meu nível espiritual, não me valeram de edificação alguma. E que minhas devocionais carregadas de desânimo e obrigação para com a minha “consagração” no ministério de louvor não resultaram em nenhuma intimidade com Deus !


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C. S. Lewis and pérolas de sabedoria and reflexão01 nov 2009 09:15 pm

Em se tratando da simplicidade inocente, também nos lembremos da ausência e diluição dela na vida cristã, pois a infância é medida pelos sons, aromas e cenas, antes de surgir a hora sombria da razão e do crescimento. 

C.S. Lewis – Teólogo e Romancista.

apologética and artigos and cotidiano and leitura recomendada and reflexão and vida cristã29 out 2009 09:24 pm

Por vezes os hinos me confundem. Eu me lembro bem, quando garoto, de ficar confuso com dois hinos populares que me pareciam totalmente contraditórios. O primeiro era “Aqui não é meu lar, um viajante sou”, e o outro era “O mundo é do meu Pai”. Se o mundo é do meu Pai, eu pensava, porque estou apenas passando por ele como viajante?  Mas os hinos não eram a única coisa a confundir no negócio de relacionar-me como cristão no mundo. Esperava-se dos cristãos que justificassem tudo nas suas vidas pela sua utilidade espiritual ou evangelística. No máximo, a educação, atividades, vocações ou buscas “seculares” eram um mal necessário — para se ganhar a vida, para ter com que dar o dízimo e dar para missões. Na pior das hipóteses, distraíam da vida cristã. Agiam como a canção da Sirene seduzindo mundaninhos insuspeitos aos recifes da incredulidade e do afastamento de Deus. Assim, os que queriam ser empresários procuravam empregos em organizações e agências cristãs. Se descobríssemos um pequeno Rembrandt num jovem artista da igreja, nós o colocávamos como responsável pelo quadro de avisos e (se ele fosse realmente bom) deixávamos que pintasse o batistério. Esperava-se dos nossos cientistas que promulgassem a causa do criacionismo — mesmo que a cosmologia ou as ciências biológicas e antropológicas não fossem suas especialidades. Dos músicos esperava-se que entrassem (ou formassem) na banda de louvor ou fizesse uma turnê pelas igrejas do país — o tamanho da igreja, claro, dependia do grau de talento do artista. Através dos anos, temos criado os nossos próprios guetos de artistas, super estrelas e apresentadores, com versões cristãs de tudo que há no mundo.


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Mauro Pellegrini27 out 2009 06:54 am

Não sinta vergonha. Sentir vergonha só vai fazer você perder tempo e energia, ao invés disso, movimente-se em Cristo para reparar a causa da sua vergonha.

PELLEGRINI – Pellegrino / Peregrinus
“Sou peregrino na terra” Salmo 119.19a”

John Stott and apologética and graça and leitura recomendada and reflexão and teologia24 out 2009 07:50 pm

O Caminho Cristão traz uma reconsideração do Aniquilacionismo Evangélico: Uma Análise do Pensamento de John Stott sobre a Não-Existência do Inferno. O evangelicalismo é definido de várias maneiras por diversos tipos de pessoas. Eu o defino como a religião dos crentes da Bíblia Trinitariana que se gloriam na cruz de Cristo como a única fonte de paz com Deus e buscam compartilhar a sua fé com os outros; e eu noto que o evangelicalismo ocidental (para não irmos mais adiante), como o liberalismo protestante, o catolicismo romano de toda espécie, e o ortodoxismo oriental, tem um padrão propriamente seu. Dentre os fatores que formaram esse padrão durante os últimos cinqüenta anos incluem-se o ensinamento dogmático, devocional, apologético e ativista ministrado nas igrejas evangélicas e em movimentos paraeclesiásticos; a literatura (livros, jornais, revistas) produzida pelos evangélicos; a sensação de uma fidelidade superior à Bíblia, seu Deus e seu Cristo, que as instituições evangélicas cultivam; uma sensação de estar sendo ameaçado pelos enormes batalhões do protestantismo liberal, catolicismo romano e instituições seculares, que os leva a vociferar quando esses fundamentos ideológicos são discutidos; a obstinação por um evangelismo atuante; e o costume de transformar estudiosos e líderes em gurus, de onde surge um sentimento de ultraje e traição se percebem que eles estão andando fora da linha. Dentro da distintiva identidade corporativa do evangelicalismo introduziram-se uma consciência de privilégio e vocação, uma mentalidade envolvente e persistente, a discussão de temas irrelevantes, uma certa violência verbal e uma tendência de atingir nossos próprios feridos.

 


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Mauro Pellegrini21 out 2009 06:24 am

A Marchinha de Carnaval ironiza:

“Mamãe eu quero, mamãe eu quero
Mamãe eu quero mamar!
Dá a chupeta, dá a chupeta, ai, dá a chupeta
Dá a chupeta pro bebê não chorar!”

O ser humano está constantemente diante do inusitado. Angustiado, ele tenta de alguma forma compensar a sua impotência diante da vida, retornando ao colinho da mamãe ou se ainda for possível retornando ao caloroso e confortável útero materno.

O autêntico religioso se presta a adorar o templo para compensar o seu eterno desamparo. O “ambiente templo” é deleite para todo viciado religioso. O fetiche do templo é fruto do profundo desejo regressivo do desesperado religioso em relação ao ambiente uterino da “grande mãe”. O templo religioso é o útero da mamãe – o insaciável religioso busca tão somente o contato originário com a figura materna.

2º Co 6.16 DESAFIA:

E que consenso tem o Templo de Deus com ídolos?
Pois nós somos o Templo do Deus Vivo,
como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei;
e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.

PELLEGRINI – Pellegrino / Peregrinus
“Sou peregrino na terra” Salmo 119.19a”

pérolas de sabedoria and reflexão17 out 2009 12:25 am

Não há sofrimento na Terra que o Céu não possa curar. 

Ricardo Gondim Rodrigues

artigos and reflexão and vida cristã17 out 2009 12:23 am

Este artigo é minha resposta a um cristão que me escreveu sobre algumaslutas que ele tem experimentado em associação com sua crença na doutrina da soberania divina. A natureza precisa do seu problema se tornará evidente assim que você começar a leitura, de forma que não gastarei tempo para resumir ou explicá-la aqui. Começarei apresentando uma versão alterada do que ele me escreveu. As mudanças incluem o seguinte:


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Mauro Pellegrini and reflexão07 out 2009 06:16 am

Existe por aí um verdadeiro show de milagres. Certamente, alguma coisa em termos de cura vem de fato acontecendo dentro do ambiente religioso…

Mas será mesmo que tudo isso se trata de MILAGRE?

Estabelecendo uma avaliação, reconhecemos o MILAGRE como sobrenatural, ou seja, segundo tais princípios gerais:

    • . É um fenômeno exógeno – a partir de uma ajuda externa.
      . É um fenômeno instantâneo – imediato
      . É um fenômeno sem limites – ex: um membro amputado poderá ser restaurado exatamente como era antes.
      . Não é circunstancial
  • Por outro lado, nos deparamos com o que podemos chamar de cura psíquica, ou seja, uma auto-cura, algo propriamente realizado por meio da pessoa humana:

    • . É um fenômeno endógeno – de dentro para fora (a própria mente impressionando o corpo).
      . É um fenômeno progressivo – desenvolvido pouco a pouco, conforme a pessoa toma consciência da necessidade de cura.
      . É um fenômeno dentro das possibilidades humanas – ex: um membro amputado NUNCA poderá ser restaurado exatamente como era antes.
      . É circunstancial – dependendo da preparação de um ambiente ou da sugestão de uma pessoa.
  • Honestamente, o que mais temos encontrado no ambiente religioso,

    MILAGRE ou cura psíquica?

    PELLEGRINI – Pellegrino / Peregrinus
    “Sou peregrino na terra” Salmo 119.19a”

    pérolas de sabedoria and reflexão08 set 2009 04:49 pm

    Um Deus infinito pode se dar inteiro a cada um de seus filhos. Ele não se distribui de modo que cada um tenha uma parte, mas a cada um ele se dá inteiro, tão integralmente como se não houvesse outros.

    A. W. Tozer

    artigos and leitura recomendada and reflexão07 set 2009 05:16 pm

    Minha esperança e oração é que através da leitura dele você se voltara para Deus. Mas eu estou muito consciente do fato de que não importa quão difícil tentar e não importa quão persuasivos são meus argumentos, por mim mesmo não posso fazer ninguém se tornar um cristão. Isto é uma coisa que somente Deus pode fazer. A Bíblia diz que você deve nascer de novo para ir ao céu. Sem santidade você nunca verá Deus (Hb 12.14). Enquanto você começa a ler, disponha sua mente para procurar Deus. Prepare-se para reconhecer Jesus Cristo como Senhor com todo o seu coração. Submeta-se a ele e viverá !


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    artigos and graça and jesus and leitura recomendada and reflexão and salvação and vida cristã07 set 2009 05:12 pm

    “Então, disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz, e siga-me” — (Mateus 16:24). Antes de desenvolver o tema deste verso, comentemos os seus termos. “Se alguém”: o dever imposto é para todos os que desejam se unir aos seguidores de Cristo e alistar sob a Sua bandeira. “Se alguém quer”: o grego é muito enfático, significando não somente o consentimento da vontade, mas o pleno propósito de coração, uma resolução determinada. “Vir após mim”: como um servo sujeito ao seu Mestre, um estudante ao seu Professor, um soldado ao seu Capitão. “Negue”: o grego significa “negar totalmente”. Negar a si mesmo: sua natureza pecaminosa e corrompida. “E tome”: não passivamente sofra ou suporte, mas assuma voluntariamente, adote ativamente. “Sua cruz”: que é desprezada pelo mundo, odiada pela carne, mas que é a marca distintiva de um cristão verdadeiro. “E siga-me”: viva como Cristo viveu — para a glória de Deus.


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    citações and evangelismo and manifesto and música and reflexão19 ago 2009 05:06 am

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    Convite

    apologética and artigos and heresias and manifesto and reflexão and teologia19 ago 2009 04:54 am

    “Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo”. Colossenses 2.8. Para a maioria das pessoas os termos: seita, heresia, apologética etc, é de difícil elucidação e trazem, na maioria das vezes, confusões e discrepâncias. Talvez por falta de informação e formação teológica, muitos líderes estão ministrando heresias destruidoras no seio da igreja cristã. Isso é deveras preocupante. Termos como: conversão, arrependimento, regeneração, justificação, propiciação, dentre outros, estão sendo substituídos por: decretar, maldição, reivindicar, apossar-se, tomar posse da bênção etc..


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