pérolas de sabedoria and reflexão24 jun 2009 04:54 pm

Um animal sente-se em casa neste mundo porque este é o único mundo em que este viverá. Nós humanos, não nos sentimos em casa neste mundo, porque fomos feitos para um mundo Eternamente melhor.

C.S. Lewis.

 

 

artigos and bíblia and citações and escatologia and estudos diversos and graça and jesus and leitura recomendada and manifesto and reflexão and salvação and vida cristã24 jun 2009 04:36 pm

Ora, que dizer daqueles que nos são mais chegados na terra?

Continuarei tendo uma relação especial com a minha esposa no céu? Você

continuará a tratar os seus progenitores como pai e mãe? Nossos amigos

íntimos aqui serão nossos amigos íntimos lá? Está muito bem esperarmos

encontrar dezenas de milhares. Mas nós não fomos criados de molde a ainda

querermos um círculo mais íntimo? Essas perguntas são naturais, porém não é

fácil respondê-las..

Certamente vamos conhecer uns aos outros no céu…leia:..


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apologética and artigos and bíblia and estudos diversos and graça and jesus and reflexão and salvação and teologia sistemática and vida cristã24 jun 2009 03:39 pm

Nas polêmicas protestantes, este aspecto da obra expiatória de Cristo tem sido orientado contra o conceito romanista, de que a obra de satisfação realizada por Cristo não livra os fiéis da necessidade de fazer satisfação pelos pecados que eles têm praticado. Segundo a teologia romanista, todos os pecados do passado, no que respeita ao seu castigo temporal e eterno, são apagados no batismo, bem assim o castigo eterno dos pecados futuros dos fiéis. Mas, a respeito do castigo temporal dos pecados, depois do batismo, o fiel tem de fazer satisfação, ou nesta vida ou no purgatório. Em oposição a toda e qualquer noção de satisfação humana, os protestantes combatem corretamente, afirmando que a satisfação de Cristo é a única oferecida pelo pecado, e que esta é tão perfeita e final, que não deixa nenhuma obrigação penal por qualquer pecado do crente. É verdade que nesta vida os crentes são castigados por seus pecados, e que tal castigo é corretivo e santificador – “produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça” (Hb 12.11). E este castigo é doloroso. Contudo, assemelhar este castigo com a satisfação pelo pecado é impingir não só a perfeição da obra de Cristo, mas também a natureza da satisfação de Cristo. “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8.1). Não pode haver nenhum abrandamento na polêmica protestante contra esta perversão do evangelho de Cristo. Se permitirmos a entrada, mesmo que seja de uma noção mínima de satisfação humana, em nossa formulação de justificação ou santificação, então teremos poluído o rio cujas correntes alegram a cidade de Deus. E a mais grave perversão que ela impõe é que rouba do Redentor a glória da sua perfeita realização. Ele mesmo fez a purificação dos nossos pecados e assentou-se à direita da Majestade nas alturas (Hb 1.3). Contudo, a situação na qual nos achamos com referência ao debate sobre o tema da expiação, requer de nós que consideremos outros meios pelos quais a doutrina da perfeição da expiação tem sido prejudicada, e é necessário que incluamos neste título outras características da obra consumada de Cristo. vejamos: …


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artigos and leitura recomendada and manifesto and modismos evangélicos and reflexão and vida cristã17 jun 2009 07:57 pm

Algumas considerações minhas, como músico, e servo de Deus a respeito da profissionalização da adoração à Deus praticada estranhamente nas igrejas cristãs de um modo geral. Aprendí muito cedo na vida cristã, que uma igreja dividida e fraturada, jamais poderá ganhar um mundo em crise. A tal adoração exercida pelos crentes de hoje está em crise !. Nada é tão discutido e tão discutível nas nossas comunidades como o chamado “ministério de louvor”. Há uma profissionalização do termo louvor e isto é preocupante. Adoração à Deus é algo tão importante que não deve ser tratado como um objeto de troca. Em algumas comunidades, o líder de louvor, ou o líder geral de ministério de música, tem mais espaço na celebração do que qualquer outra pessoa, e em muitos casos, até mesmo mais espaço do que a própria pessoa do Espírito Santo de Deus.


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Avivamento and artigos and bíblia and graça and jesus and leitura recomendada and reflexão and salvação and santificação and vida cristã17 jun 2009 07:50 pm

“Quando Jesus tomou o vinagre, disse: “Tetelestai” - Está consumado !. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito” - João 19:30. Quão terrivelmente estas benditas palavras de Cristo têm sido mal-entendidas, mal-apropriadas e mal-aplicadas! Quantos parecem pensar que, sobre a cruz, o Senhor realizou uma obra que torna desnecessário que os beneficiários dela viva vidas santas sobre a terra. Muitos têm sido enganados com o pensamento de que, até onde diz respeito, o de se alcançar o céu, não importa como eles andem, desde que eles estejam “descansando sobre a obra consumada de Cristo”. Eles podem ser infrutíferos, desonestos, desobedientes, todavia, conquanto que eles repudiem toda justiça própria e tenham fé em Cristo, eles imaginam que estão “eternamente seguros”.


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citações and cotidiano and manifesto and modismos evangélicos and neopentecostal and reflexão12 jun 2009 07:43 pm

Uma divertida forma de se decifrar termos evangélicos e as verdades praticadas hoje em dia pelos crentes nas “igrejas cristãs neocrentecostais”. Quer ser um crente-evangélico próspero, sem compromisso com a Bíblia Sagrada ?, creia e siga essa cartilha !. 

- Crer absolutamente naquilo que o pastor/apóstolo diga, sem duvidar e sem questionar.

Amor - Atender o chamado do pastor e/ou líder de louvor e dizer para a pessoa ao seu lado: “Eu te amo em Cristo Jesus”.

Promessa - Carro, casa, dinheiro.

Evangelismo - Mandar alguém ir à igreja.

Adorar - Chorar durante horas cantando algum tipo de música lenta e repetitiva e com gestos espontâneos ou koreografados.

Fidelidade - Qualidade mostrada no ato de dizimar/ofertar mensalmente.

Levita - Pseudo-músico que se acha superior aos demais por cantar e tocar.

Perdão - Ficar fora de comunhão sem tomar a ceia, e no banco sem exercer nenhuma atividade na igreja durante um tempo variável de acordo com o tamanho do pecado cometido.

Comunhão - Não ter ninguém te acusando ou falando a seu respeito.

Profeta - Expert em leitura corporal e oratória.

Deus - O cara responsável por abençoar quando mandado.

Espírito Santo - Um Ser que faz as pessoas caírem e receberem novas unções.

Jesus - Um cara que fez o oposto do que deve-se fazer.

Inferno - Lugar para onde os que não estão na igreja(templo) irão.

Diabo - O culpado por TUDO de ruim que aconteça aos crentes e aos ímpios.

Esperança - Ser tão rico quanto os apóstolos, bispos e pastores da TV e do Rádio.

Salvação - “graça” alcançada indo à igreja e sendo fiel (vide Fidelidade).

Unção - Algo que se recebe para se sentir superior aos outros.

Abençoado - Ser cabeça e não cauda.

Pecado - Infração cometida contra a igreja e variável com a cartilha.

Igreja - Templo luxuoso que exige fidelidade para sua manutenção.

 

apologética and heresias and modismos evangélicos and pérolas de sabedoria and reflexão09 jun 2009 11:49 pm

Duvida alimentada, torna-se rapidamente duvida concretizada. Tomemos cuidado com sofismas, heresias e ideologias falaciosas, pois estas destroem !.

 

Frances Ridley Havergal.

apologética and artigos and bíblia and citações and cotidiano and igreja and manifesto and modismos evangélicos and reflexão and vida cristã09 jun 2009 11:19 pm

As Escrituras Sagradas há muito já perderam seu lugar de supremacia. Há uma chuva de visões, sonhos e novas revelações que contradizem totalmente o modelo bíblico de revelação de Deus aos homens. “Está consumado” e “quem adicionar um til a esta palavra” parece ser uma colocação desnecessária para certos lideres da igreja atual. Vive-se uma fase de novas idéias, projetos, ministérios, sem, contudo trazer os mesmos para o centro da Palavra de Deus. Quando se usa o texto sagrado, tem-se o verdadeiro sentido de usar alguma coisa, manipulando o texto de forma a dominar o povo que deseja seguir uma religião de retorno para Deus e não de sacrifícios tolos. Preferindo viver sob revelações de seus profetas modernos e mesmo de anjos (como se fosse possível), a igreja atual segue revivendo a forma fétida de séculos atrás.


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artigos and reflexão and teologia09 jun 2009 10:55 pm

A teologia trata do conhecimento de Deus, e a única fonte fidedigna da teologia verdadeira é a revelação que Deus tem dado de si mesmo. A Criação já traz em si mesma uma revelação geral de Deus. Romanos 1.20 declara que são indesculpáveis os homens que não vêem os atributos invisíveis de Deus, Seu eterno poder e Sua natureza divina. Sabemos que tudo que existe no Universo, o sol, a lua, as estrelas, a Terra, as plantas e animais, assim como as pessoas, são evidência do poder e inteligência de Deus. A teoria da evolução, além de não ser capaz de explicar a origem de nada, tem grandes dificuldades em mostrar como um micróbio pode desenvolver complexidade e crescer para se tornar um peixe ou um mamífero. Entre os incontáveis fósseis já encontrados, ainda não foram encontrados os “elos perdidos”. O fato é que nos mais avançados laboratórios do mundo nunca foi possível criar uma célula viva sem a utilização de outra célula viva.


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artigos and citações and cotidiano and reflexão03 jun 2009 11:37 pm

Neste exato momento em que você lê este artigo, você está fazendo quantas coisas mais? Quantas coisas existem em sua mesa no escritório? Quantas preocupações existem em sua mente? Quantas coisas pra fazer mais tarde… Quantas coisas que você deixou de fazer… Um verdadeiro turbilhão no cérebro!


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Billy Graham and pérolas de sabedoria and reflexão30 mai 2009 02:21 am

Ciúme, não sendo patológico, é um elemento essencial do verdadeiro amor: é o anelo incessante pelo bem-estar e proteção do ser amado.

 

Dr. Billy Graham.

Douglas Vilcinskas and apologética and artigos and citações and história and manifesto and reflexão and vida cristã30 mai 2009 01:50 am

 

 

 

Mauro de Oliveira, o Maurão dos Bonecos, esta semana enviou-me um e-mail. Meu amigo de algumas décadas. Este moço tem um ministério que eu admiro muito, várias gerações passaram por ele e foram impactados com a velha história que ele conta. História que quase já não se conta mais. Pena isso!  É a História da Cruz, da Salvação, do arrependimento, do encontro com Deus. Com seus bonecos que ganham vida em suas mãos, personagens e textos inteligentes que fazem pensar desde a criança até o mais experiente. Numa simplicidade que chega a espantar. O humor na comunicação do evangelho.

 

   Não seriam nada demais os seus feitos, porque qualquer um poderia fazer este trabalho, bastando ter chamado, talento e unção. O agravante está no fato de ele ser um portador de câncer. À base de morfina para aliviar um pouco as suas dores, acompanhado de uma linda mulher, a Bila, a tia Bila, bendita Bila!  Andam pelo Brasil afora contando a velha história. Choro por ele. Não de dó ou pena, porque quase sozinho insiste que a velha história poderá mudar o modo de vida de quem acreditar. E vai continuando a sua missão. Choro por ele, porque não posso fazer nada para tirar-lhe as dores, senão orar. Contudo, me orgulho de ser seu amigo.

   A “nova história”, aquela da “teoria” da prosperidade (me recuso a chamar de teologia), está tentando ofuscar a glória da velha história. Não precisa falar de salvação, basta orar que as pessoas são curadas (creio nisso também), porém, vejo que muitos deles, os curados, irão para o inferno sem nenhuma enfermidade se não houver um conserto com Deus.

   Maurão, por favor, continue contando a velha história. Todos nós precisamos ouvir e aprender. Acima de tudo, aceitar o mesmo desafio que você aceitou, o desafio do “IDE” (se você que está lendo agora esse artigo, não souber de que se trata, pergunte ao Maurão, porque se eu falar que está escrito na Bíblia isso, talvez pare de ler). Conta, Maurão, conta a velha história, moço.

   Eu vou continuar a contar também essa história. Eu sei, eu sei, não dá IBOPE. Mas. Pelo menos cumpro a ordem do Mestre.

 

Douglas Vilcinskas, Pr  

 

douglas@pastordouglas.com.br

 

 

ps: Faço eco com o Pr. Douglas nestas palavras dedicadas ao Maurão.

Figura carismática que tive o prazer de me divertir, ver e ouvir contar a velha e sublime história por muitas vezes.

Claudio E. Fonseca. 

 

 

“Ministério Maurão e os Bonecos” :  http://www.mauraoebonecos.com/

 

 

 

 

 

 

artigos and bíblia and casamento and estudos diversos and reflexão and santificação and vida cristã30 mai 2009 01:15 am

Sexo fora do casamento é pecado; todos os cristãos sabem isso, e os

incrédulos também. Não ter sexo no casamento (sob as circunstâncias

ordinárias) também é pecado; talvez nem todos estejam cientes disso. De

acordo com 1 Coríntios 7:3-5, sexo no casamento é uma dívida. Negligenciar

ou recusar fazer sexo com o seu cônjuge é roubo.


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artigos and citações and estudos diversos and história and leitura recomendada and reflexão29 mai 2009 11:39 pm

Eu não tenho nenhuma competência para discutir o infinito sofrimento psíquico e espiritual do Deus Encarnado que paga pelos pecados do homem caído. Mas parecia a mim que como um ponto de vista mais científico eu poderia procurar de forma mais detalhada os aspectos fisiológicos e anatômicos da paixão de nosso Senhor. O que foi que o corpo de Jesus de Nazaré de fato suportou durante essas horas de tortura?

 

 


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apologética and artigos and citações and cotidiano and história and igreja and manifesto and modismos evangélicos and reflexão and vida cristã26 mai 2009 01:01 pm

   Dia desses, eu estava indo para o céu de trem. Verdade! Dei uma voltinha no passado e lembrei-me de canções que cantava na igreja: ”O trenzinho de Jesus….”, mas as canções não paravam por ai, era uma “briga” de “pentecostais” com “tradicionais” (me desculpem o mau jeito).  Também, em um tempo em que era pecado a bateria na igreja, camisa vermelha, nem pensar. Me lembro saudoso da minha vasta cabeleira (buá, buá) que quase obtive a sentença de já estar no inferno. Os de outros credos religiosos era o próprio diabo e, portanto, nossos inimigos. Não podíamos ter contato com eles. Nesse tempo, ficou para trás oportunidades preciosas de conquistar corações para o Reino de Deus. Ah, Reino de Deus, era utopia! Mas, tínhamos crédito, os “crentes” eram gente boa, honesta trabalhadora. Orgulhávamo-nos disso!.

Hoje, bem, hoje… A facilidade de se “evangelizar” é tão grande que todos os meios de comunicação há um de nós infiltrado e mandando. Parece não existir mais pecado em nada, tudo é permitido, possível. A doutrina do “o que é que tem” está imperando. Se fizer sol, vou à praia, se chover eu não vou ao culto, compromisso?

   O poder do evangelho atual está em ter, ser, estar, status e não se pode sofrer. Não sofra mais!. Eu queria que os meus queridos fossem de Jesus, mas eles agora são de uma Igreja. Com slogans e trejeitos tribais. As canções de hoje? Vende CD e DVD, então é da boa! A Bíblia, só se tiver comentários exaustivos do meu pastor. A fé está mudando? Estou envelhecendo rápido demais? Tô por fora, bicho? Tenho que me tornar mais ligth?. Já não canto aquelas canções, não tenho tanto cabelo como queria ter, as vezes tenho receio de levantar a minha mão, senão o Senhor me avista e me chama puxando-me por ela. Também não quero nenhum Luthero, Calvino, ou qualquer outro colega reformador para mudar isso. Eu tenho que me convencer disso e mesmo me colocar a disposição para possíveis alterações. Posso ir a tua igreja e ver algo diferente, como o amor, por exemplo?. Acho que vou colocar a minha camiseta escrita assim: “Sou cristão, e daí?..

Um abraço, beijo e aperto de mão, tudo despudoradamente gospel ! Amem !.

 

Douglas Vilcinskas, PR.

douglas@pastordouglas.com.br

artigos and citações and graça and reflexão and vida cristã21 mai 2009 03:14 pm

Ter compaixão é algo mais do que ter dó. Ter dó sugere distância, e até uma certa condescendência. Com freqüência, eu atuo por dó. Dou algum dinheiro de esmola a algum pedinte numa avenida, mas não olho para ele - olhos nos olhos; não me sento ao seu lado nem falo com ele. 

Estou demasiado ocupado para prestar realmente atenção à pessoa que me estende a mão. O meu dinheiro substitui a minha atenção pessoal e representa uma desculpa para continuar o meu caminho. 

Ter compaixão significa aproximar-se de quem sofre. Mas só podemos nos aproximar de uma outra pessoa quando estamos dispostos a nos tornar vulneráveis. Uma pessoa compassiva diz: “Eu sou seu irmão; eu sou sua irmã; eu sou humano, frágil e mortal; precisamente como você. Não me escandalizo com as suas lágrimas nem tenho medo da sua dor. Também eu já chorei”. Só podemos estar com o outro quando o outro deixa de ser “outro” para se tornar como nós. 

Esta talvez seja a principal razão porque, por vezes, achamos mais fácil ter dó que compaixão. A pessoa que sofre apela para que nós nos tornemos conscientes do nosso próprio sofrimento. Como posso reagir à solidão de alguém se eu não estiver em contato com a minha própria experiência de solidão? Como posso estar perto de pessoas deficientes se recuso reconhecer as minhas próprias deficiências? Como posso estar com os pobres se não estou disposto a confessar a minha própria pobreza? 

Quando reflito sobre a minha própria vida, compreendo que os momentos de maior conforto e consolação foram os momentos em que alguém disse: “Eu não posso tirar de você o sofrimento, não posso oferecer uma solução ao seu problema, mas posso prometer que não deixarei você sozinho e estarei ao seu lado tanto tempo e tão bem quanto me for possível”. 

Há muita angústia e sofrimento na nossa vida, mas que bênção quando não temos que viver a nossa angústia e sofrimento sozinhos!

Esse é o dom da compaixão.

Henri Nouwen.

 

artigos and manifesto and reflexão21 mai 2009 03:07 pm

Paul Krugman ganhou o Prêmio Nobel de Economia em 2008. Depois, passou a escrever para o jornal “The New York Times”. Em “A Desintegração Americana” (Editora Record), Krugman relata os caminhos que levaram uma economia próspera à bancarrota. A orelha do livro avisa que Krugman “examina como a exuberância cedeu lugar ao pessimismo, como a era dos heróis empreendedores foi substituída pela dos escândalos corporativos e como a responsabilidade fiscal entrou em colapso”. Publicado originalmente em 2003, parece um mapa para o fracasso que agora assombra o mundo inteiro. O capítulo 1 começa com um texto de 29 de dezembro de 1997, que pergunta o que o mercado andava tramando. Busca saber como “homens e mulheres inteligentes — e devem ser inteligentes, porque se não fossem, como ficariam ricos? — podiam fazer tanta bobagem”. Krugman previu que o andar da carruagem da economia acabaria no barranco. E, ironicamente, sugeriu sete posturas para precipitar o mercado no despenhadeiro. Ei-las:


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pérolas de sabedoria and reflexão20 mai 2009 01:28 am

Aqueles que conhecem o grande e terno coração do Senhor Jeová, certamente serão conduzidos a negar seus próprios amores e paixões efêmeras, para participarem da expressão Eterna e inigualável do Seu Amor !.

Jim Elliot.

 

 

 

artigos and casamento and citações and cotidiano and manifesto and reflexão and santificação and vida cristã20 mai 2009 01:21 am

“Tu és toda formosa(o), amada(o) minha (meu), e em tí não há mancha. ”(Cantares 4:7)

 

Hoje o dia amanheceu tão lindo, cheiro de flor, o coração batendo mais forte, e não consigo tirar alguém dos meus pensamentos. Háaaaa. Minha respiração está ofegante, estou desconcentrada (o), um leve (mais que leve) suor nas mãos. Minhas palavras insistem em tremer só de pensar em seu nome. Quando chego perto, que sensação estranha, tremo, fico gelada, e não dá vontade de ir embora.


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artigos and casamento and cotidiano and reflexão18 mai 2009 09:36 pm

 

A ansiedade no coração do homem o abate; mas uma boa palavra o alegra.” (Provérbios 12:25)

 

 

Mesmo vivendo em uma época chamada de moderna, as nossas expectativas em relação a alguns fatos não mudou muito. O casamento é uma delas, muito mais para as mulheres, que são cheias de fantasias, desejos e imagens do momento. Ainda sonham com o príncipe encantado, nada de cavalo branco, isso já é passado. E ser feliz para sempre, mesmo que o amor para muitos é eterno enquanto dure, ou enquanto eu não me apaixono de novo.

 


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