estudos diversos and reflexão and vida cristã14 jun 2007 06:08 am

Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para Deus. (Romanos 7:4)


O Site Caminho Cristão está levando o povo de Deus ao conhecimento para que através deste sejam pessoas livres e confiantes. A tradição emperra o progresso e o crescimento. A igreja atual está baseada em ordenanças e rudimentos da carne que a têm impedido de chegar à perfeição que é Cristo por meio da Graça. Estas ordenanças têm sido motivo de conflitos e múltiplas divisões através da história da Igreja. Tudo isso tem ocorrido por falta de conhecimento.
O velho sistema ou as velhas regras, a chamada tradição religiosa, estabeleceram ensinamentos torcidos que transformaram a pregação de boas novas num catecismo de medo.
O que temos a fazer como trabalho da última reforma protestante é dizer ao povo de Deus que não devemos mais seguir o Cristo nos dias da sua carne. Jesus nos dias da sua carne passou por toda a sorte de sofrimentos para cumprir a Lei. Nós sabemos que o Jesus de hoje não é o Jesus nos dias da sua carne. Hoje, Ele é o ressuscitado!, cheio de Graça e de Verdade.

1. Paulo nos faz um chamado a deixar os princípios elementares da doutrina de Cristo (rudimentos) e caminhar para a perfeição.
a)
Há doutrinas superiores e mais profundas do que as doutrinas de Cristo estando em carne, no cumprimento da lei.
Hb 6:1-3
     “Por isso, pondo de parte os princípios elementares da doutrina de Cristo, deixemo-nos levar para o que é perfeito, não lançando, de novo, a base do arrependimento de obras mortas e da fé em Deus,
     o ensino de batismos e da imposição de mãos, da ressurreição dos mortos e do juízo eterno.
     Isso faremos, se Deus permitir.”
b) Cristo nos trouxe para a liberdade.
Gl 5:1
     “Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão.”
2. Jesus, nos dias de sua carne, chamou judeus.
Judeus pregam para judeus.
Mt 10:5,6
     “A estes doze enviou Jesus, dando-lhes as seguintes instruções: Não tomeis rumo aos gentios, nem entreis em cidade de samaritanos;
     mas, de preferência, procurai as ovelhas perdidas da casa de Israel;”
3. Jesus ressuscitado chama gentios.
Para os gentios, Deus levantou alguém específico.
At 22:21
     “Mas ele me disse: Vai, porque eu te enviarei para longe, aos gentios.”

4. Os rudimentos eram uma sombra do que viria até o tempo da reforma de todas as coisas.
a) Comidas e ordenanças somente até o tempo da reforma.
Hb 9:10
     “os quais não passam de ordenanças da carne, baseadas somente em comidas, e bebidas, e diversas abluções(1), impostas até ao tempo oportuno de reforma.”
b) Ninguém pode julgar por causa de rudimentos.
Cl 2:16,17
     “Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados,
     porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo.”
c) Morremos com Cristo para os rudimentos do mundo.
Cl 2:20
     “Se morrestes com Cristo para os rudimentos do mundo, por que, como se vivêsseis no mundo, vos sujeitais a ordenanças:”
d) Devemos deixar os princípios elementares da doutrina de Cristo e avançar para o que é perfeito.
Hb 6:1
     “Por isso, pondo de parte os princípios elementares da doutrina de Cristo, deixemo-nos levar para o que é perfeito, não lançando, de novo, a base do arrependimento de obras mortas e da fé em Deus,”

5. O rudimento do batismo na água era sombra do verdadeiro batismo no Espírito Santo.
a) O batismo na água era para remissão de pecados.
Mc 1:4
     “apareceu João Batista no deserto, pregando batismo de arrependimento para remissão de pecados.”
b) O batismo no Espírito Santo coloca o crente morto ao pecado.
I Pe 2:24
     “carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados.”
Rm 6:1-14
     “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante?
     De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos?
     Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte?
     Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida.
     Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição,
     sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos;
     porquanto quem morreu está justificado do pecado.
     Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos,
     sabedores de que, havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte já não tem domínio sobre ele.
     Pois, quanto a ter morrido, de uma vez para sempre morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus.
     Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus.
     Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões(2);
     nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniqüidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça.
     Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.”

c) O batismo na água era uma sombra que desapareceria.
Jo 3:25-36
     “Ora, entre os discípulos de João e um judeu suscitou-se uma contenda com respeito à purificação.
     E foram ter com João e lhe disseram: Mestre, aquele que estava contigo além do Jordão, do qual tens dado testemunho, está batizando, e todos lhe saem ao encontro.
     Respondeu João: O homem não pode receber coisa alguma se do céu não lhe for dada.
     Vós mesmos sois testemunhas de que vos disse: eu não sou o Cristo, mas fui enviado como seu precursor(3).
     O que tem a noiva é o noivo; o amigo do noivo que está presente e o ouve muito se regozija por causa da voz do noivo. Pois esta alegria já se cumpriu em mim.
     Convém que ele cresça e que eu diminua.
     Quem vem das alturas certamente está acima de todos; quem vem da terra é terreno e fala da terra; quem veio do céu está acima de todos
     e testifica o que tem visto e ouvido; contudo, ninguém aceita o seu testemunho.
     Quem, todavia, lhe aceita o testemunho, por sua vez, certifica que Deus é verdadeiro.
     Pois o enviado de Deus fala as palavras dele, porque Deus não dá o Espírito por medida.
     O Pai ama ao Filho, e todas as coisas tem confiado às suas mãos.
     Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus.”
Mt 3:11,12
     “Eu vos batizo com água, para arrependimento; mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.
     A sua pá, ele a tem na mão e limpará completamente a sua eira(4); recolherá o seu trigo no celeiro, mas queimará a palha em fogo inextinguível.”

d) Jesus não batizava na água.
Jo 4:2
     “(se bem que Jesus mesmo não batizava, e sim os seus discípulos),”

e) Deus não chamou Paulo para batizar.
I Co 1:17
     “Porque não me enviou Cristo para batizar, mas para pregar o evangelho; não com sabedoria de palavra, para que se não anule a cruz de Cristo.”

f) Todos os crentes foram batizados em Cristo pelo Espírito Santo.
Gl 3:27
     “porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes.”
I Co 12:13
     “Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um só Espírito.”

g) Paulo descartou o batismo na água da lista da Igreja.
Ef 4:5
     “há um só Senhor, uma só fé, um só batismo;”

h) A unção que dEle recebemos permanece para sempre.
I Jo 2:20,27
     “E vós possuís unção que vem do Santo e todos tendes conhecimento.
     Não vos escrevi porque não saibais a verdade; antes, porque a sabeis, e porque mentira alguma jamais procede da verdade.
     Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho.
     Todo aquele que nega o Filho, esse não tem o Pai; aquele que confessa o Filho tem igualmente o Pai.
     Permaneça em vós o que ouvistes desde o princípio. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis vós no Filho e no Pai.
     E esta é a promessa que ele mesmo nos fez, a vida eterna.
     Isto que vos acabo de escrever é acerca dos que vos procuram enganar.
     Quanto a vós outros, a unção que dele recebestes permanece em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina a respeito de todas as coisas, e é verdadeira, e não é falsa, permanecei nele, como também ela vos ensinou.”
Ef 1:11-13
    
“nele, digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade,
     a fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que de antemão esperamos em Cristo;
     em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa;”

Cl 2:20 “Se morrestes com Cristo para os rudimentos do mundo, por que, como se vivêsseis no mundo, vos sujeitais a ordenanças:”
JEJUM – Durante anos nós fazíamos do jejum motivo e arma para pedir a Deus. O espírito que caracteriza o jejum é a lei; ele veio da igreja católica apostólica romana porque faz parte da igreja romana o sacrifício, as novenas, a abstinência de alguns alimentos etc.
A tradição evangélica absorveu o espírito sacrificial, monasteísta e a vida monástica na qual as pessoas ficam isoladas, passam horas de joelhos, se privam de facilidades, bem estar, sacrificam-se muito com votos de pobreza, de celibato etc. Este não é o espírito da Bíblia Sagrada.
Nós não acreditamos no jejum da carne como fonte de poder ou aperfeiçoamento espiritual.
Hoje em dia os crentes jejuam para criar experiências espirituais, fábulas e histórias fantasiosas, e dizem que o jejum é a arma contra Satanás. Mas a arma contra Satanás foi o sacrifício de Jesus no calvário.
Os fariseus também jejuavam para terem experiências espirituais e para terem motivos de se ufanar(5).

6. O jejum era um costume judaico.
a) Os discípulos de Jesus não jejuavam.
Lc 5:33
     “Disseram-lhe eles: Os discípulos de João e bem assim os dos fariseus freqüentemente jejuam e fazem orações; os teus, entretanto, comem e bebem.”

b) Jesus responde aos fariseus.
Lc 5:34,35
     “Jesus, porém, lhes disse: Podeis fazer jejuar os convidados para o casamento, enquanto está com eles o noivo?
     Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo; naqueles dias, sim, jejuarão.”

c) Os discípulos de João Batista seguiam os ritos da lei.
Mt 9:14
     “Vieram, depois, os discípulos de João e lhe perguntaram: Por que jejuamos nós, e os fariseus muitas vezes, e teus discípulos não jejuam?”

d) Jesus vinculou o jejum à tristeza, ao lamento, ao luto, à dor e à crise. Esses eram os motivos pelos quais os judeus jejuavam.
Mt 9:15
     “Respondeu-lhes Jesus: Podem, acaso, estar tristes os convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles? Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo, e nesses dias hão de jejuar(6).”

e) Não se pode misturar o velho sistema de judaísmo com a graça de Deus. O velho pacto não agüenta a força do novo pacto, e o novo pacto não aceita mistura com o velho. Ou estamos na lei ou estamos na graça. Não há lugar para os dois ao mesmo tempo.
Mt 9:16,17
     “Ninguém põe remendo de pano novo em veste velha; porque o remendo tira parte da veste, e fica maior a rotura(7).
     Nem se põe vinho novo em odres(8) velhos; do contrário, rompem-se os odres, derrama-se o vinho, e os odres se perdem. Mas põe-se vinho novo em odres novos, e ambos se conservam.”

7. O jejum que nós adotamos é o jejum bíblico.
Jesus quer que rompamos com tudo que aflige a nossa alma. Este é o verdadeiro jejum que o Senhor decretou.
Is 58:5-7
     “Seria este o jejum que escolhi, que o homem um dia aflija a sua alma, incline a sua cabeça como o junco(9) e estenda debaixo de si pano de saco e cinza? Chamarias tu a isto jejum e dia aceitável ao SENHOR?
     Porventura, não é este o jejum que escolhi: que soltes as ligaduras da impiedade, desfaças as ataduras da servidão, deixes livres os oprimidos e despedaces todo jugo?
     Porventura, não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desabrigados, e, se vires o nu, o cubras, e não te escondas do teu semelhante?”

8. A falta de revelação faz pensar que existe uma espécie de demônio que só sai com oração e jejum.
Jesus ainda não havia derrotado e amarrado o diabo, nem posto os demônios em cadeias para o juízo do grande dia final. A palavra jejum não aparece no original grego.
Mc 9:29
     “Respondeu-lhes: Esta casta(10) não pode sair senão por meio de oração e jejum.”
Ef 2:1,2
     “Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados,
     nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência;”

9. Os jejuns do Apóstolo Paulo faziam parte dos seus sofrimentos por amor do evangelho.
Paulo foi preso, açoitado, fustigado com varas, apedrejado, naufragado, trabalhou forçadamente, vigiliou, passou fome e sede, jejuns, frio e nudez.
Outros versículos:

Tt 1:14
    
“e não se ocupem com fábulas(11) judaicas, nem com mandamentos de homens desviados da verdade.”
I Tm 1:4
    
“nem se ocupem com fábulas e genealogias(12) sem fim, que, antes, promovem discussões do que o serviço de Deus, na fé.”
I Tm 4:8,9
    
“Pois o exercício físico para pouco é proveitoso, mas a piedade para tudo é proveitosa, porque tem a promessa da vida que agora é e da que há de ser.
     Fiel é esta palavra e digna de inteira aceitação.”
Gl 3:10
    
“Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las.”
Hb 13:9
    
“Rogo-vos, com muito empenho, que assim façais, a fim de que eu vos seja restituído mais depressa.”
Gl 2:16
    
“sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, e sim mediante a fé em Cristo Jesus, também temos crido em Cristo Jesus, para que fôssemos justificados pela fé em Cristo e não por obras da lei, pois, por obras da lei, ninguém será justificado.”
Rm 14:23
    
“Mas aquele que tem dúvidas é condenado se comer, porque o que faz não provém de fé; e tudo o que não provém de fé é pecado.”
Rm 11:6
    
“E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça.”

II Co 5:16 “Assim que, nós, daqui por diante, a ninguém conhecemos segundo a carne; e, se antes conhecemos a Cristo segundo a carne, já agora não o conhecemos deste modo.”
Vamos evidenciar aquilo que a Bíblia chama de obras mortas – obra morta é toda aquela ação desprovida de vida e que, por isso, nada acrescenta ao cristão, porque é produto da carne.

Sábado – é o dia do descanso do povo judeu. O nosso shabatum, nosso descanso é Jesus.
Cl 2:16
    
“Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados,”
Hb 4:9,10
    
“Portanto, resta um repouso para o povo de Deus.
     Porque aquele que entrou no descanso de Deus, também ele mesmo descansou de suas obras, como Deus das suas.”

Comidas e alimentos – No mundo só há uma coisa digna de ser buscada: o conhecimento de Deus.
Cl 2:16
     “Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados,”
Hb 9:10
     “os quais não passam de ordenanças da carne, baseadas somente em comidas, e bebidas, e diversas abluções, impostas até ao tempo oportuno de reforma.”

Cerimoniais judaicos.

Lava pés como prova de humildade.
Jo 13:1-20
     “Ora, antes da Festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim.
     Durante a ceia, tendo já o diabo posto no coração de Judas Iscariotes, filho de Simão, que traísse a Jesus,
     sabendo este que o Pai tudo confiara às suas mãos, e que ele viera de Deus, e voltava para Deus,
     levantou-se da ceia, tirou a vestimenta de cima e, tomando uma toalha, cingiu-se com ela.
     Depois, deitou água na bacia e passou a lavar os pés aos discípulos e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido.
     Aproximou-se, pois, de Simão Pedro, e este lhe disse: Senhor, tu me lavas os pés a mim?
     Respondeu-lhe Jesus: O que eu faço não o sabes agora; compreendê-lo-ás depois.
     Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu não te lavar, não tens parte comigo.
     Então, Pedro lhe pediu: Senhor, não somente os pés, mas também as mãos e a cabeça.
     Declarou-lhe Jesus: Quem já se banhou não necessita de lavar senão os pés; quanto ao mais, está todo limpo. Ora, vós estais limpos, mas não todos.
     Pois ele sabia quem era o traidor. Foi por isso que disse: Nem todos estais limpos.
     Depois de lhes ter lavado os pés, tomou as vestes e, voltando à mesa, perguntou-lhes: Compreendeis o que vos fiz?
     Vós me chamais o Mestre e o Senhor e dizeis bem; porque eu o sou.
     Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros.
     Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.
     Em verdade, em verdade vos digo que o servo não é maior do que seu senhor, nem o enviado, maior do que aquele que o enviou.
     Ora, se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as praticardes.
     Não falo a respeito de todos vós, pois eu conheço aqueles que escolhi; é, antes, para que se cumpra a Escritura: Aquele que come do meu pão levantou contra mim seu calcanhar.
     Desde já vos digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, creiais que EU SOU.
     Em verdade, em verdade vos digo: quem recebe aquele que eu enviar, a mim me recebe; e quem me recebe recebe aquele que me enviou.”

Paramentos e colarinhos clericais.

Roupas eclesiais e com estolas.

Unção de enfermos.

Imposição de mãos.

Ritos e sacrifícios – (pagar votos, raspar a cabeça, purificações).
At 21:23,24
     “Faze, portanto, o que te vamos dizer: estão entre nós quatro homens que, voluntariamente, aceitaram voto;
     toma-os, purifica-te com eles e faze a despesa necessária para que raspem a cabeça; e saberão todos que não é verdade o que se diz a teu respeito; e que, pelo contrário, andas também, tu mesmo, guardando a lei.”

Exercícios corporais – (vigílias, jejuns, subidas aos montes, horas de joelhos).
Cl 2:16-23
     “Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados,
     porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo.
     Ninguém se faça árbitro contra vós outros, pretextando(13) humildade e culto dos anjos, baseando-se em visões, enfatuado(14), sem motivo algum, na sua mente carnal,
     e não retendo a cabeça, da qual todo o corpo, suprido e bem vinculado por suas juntas e ligamentos, cresce o crescimento que procede de Deus.
     Se morrestes com Cristo para os rudimentos do mundo, por que, como se vivêsseis no mundo, vos sujeitais a ordenanças:
     não manuseies isto, não proves aquilo, não toques aquiloutro,
     segundo os preceitos e doutrinas dos homens? Pois que todas estas coisas, com o uso, se destroem.
     Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético(15); todavia, não têm valor algum contra a sensualidade(16).”

Dias de festas – (natal, páscoa, pentecostes, festas judaicas).

Luas – (cria superstições).

Cruz com símbolo de Cristo.

Extrema unção – (não tem valor espiritual, é um ritual romano).

Fitinhas – (superstições).

Rosas ungidas, óleos, balas, arrudas, flores, vassouras, sabonetes, roupas ungidas, enxofre, sangue, correntes, sal, pétalas, lenços, água do rio Jordão, semanas de Gideão, Isaque, Josafá, Moisés, Davi - tudo isso são formas espúrias(17) de fazer comércio com o povo de Deus, anulando a graça de Deus e indignando o sangue da Nova Aliança.

Mandamentos de homens – (proibir corte de cabelo, pintura nas unhas, maquiagem, depilação nas mulheres etc).

Ao abrirmos a Bíblia para receber ensinamentos do Senhor, estaremos sedimentando a nossa vida espiritual, e isso nos levará à maturidade.
É importante lembrar que o judaísmo era uma religião de coisas elementares. Mas o cristianismo é muito mais profundo do que a lei judaica, e os ensinamentos de Paulo vieram imprimir um caráter de maturidade espiritual, ultrapassando os princípios legalistas.

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