Diferença, juízo e heresia…conversava com um amigo
Depois de escrever e publicar o texto “Descartar uma pessoa e 1ª Tessalonicenses 5?” no
Caminho Cristão conversava com um pastor amigo muito querido (que prefere nao se identificar),
sobre a intrigante questão das diferenças e do fazer juízo ou não como heresia na Igreja.
Divido com os irmãos a manifestação dele sobre o assunto:
A terceira carta de João diz que devemos acolher pregadores;
A Segunda carta de João diz que NÃO devemos acolher pregadores;
Toda diferença, nós sabemos, está na doutrina que eles pregam.
A igreja tem obrigação, sim, de rejeitar o que ela acredita ser falsa doutrina.
E, ao rejeitá-la, impedir que estes pregadores tenham acesso ao rebanho (2João).
É lógico que há modos e modos de PODAR o pregador de falsa doutrina, também é lógico que a
igreja pode estar errada na poda, e o pregador certo na prosa (isto o Juiz com “J” maiúsculo vai
decidir).
Também a igreja não deve tornar o pregador podado um INIMIGO, UM SANATÁS, UM DEMÔNIO.
Deve manter uma margem para o Senhor.
Foi assim que Paulo orientou em 2Coríntios “entrega a Satanás para destruição do corpo” mas
deixa uma brecha: “para que o espírito seja salvo”.
Enfim, o que tenho estranhado, no pouco que sei, é uma parte das pessoas estranharem a
rejeição ao pregador que, supostamente, estaria mudando o conteúdo básico de sua doutrina.
Se a igreja entender isto, deve fazê-lo, é assim que é o jogo.
É obrigação de todos ter cuidado consigo e com a doutrina.
Assim é possível ampliar ainda mais o assunto em termos bíblicos e práticos.
Compartilhando,
Pr. Mauro Pellegrini