Ciúme, não sendo patológico, é um elemento essencial do verdadeiro amor: é o anelo incessante pelo bem-estar e proteção do ser amado.
Dr. Billy Graham.
Ciúme, não sendo patológico, é um elemento essencial do verdadeiro amor: é o anelo incessante pelo bem-estar e proteção do ser amado.
Dr. Billy Graham.
Mauro de Oliveira, o Maurão dos Bonecos, esta semana enviou-me um e-mail. Meu amigo de algumas décadas. Este moço tem um ministério que eu admiro muito, várias gerações passaram por ele e foram impactados com a velha história que ele conta. História que quase já não se conta mais. Pena isso! É a História da Cruz, da Salvação, do arrependimento, do encontro com Deus. Com seus bonecos que ganham vida em suas mãos, personagens e textos inteligentes que fazem pensar desde a criança até o mais experiente. Numa simplicidade que chega a espantar. O humor na comunicação do evangelho.
Não seriam nada demais os seus feitos, porque qualquer um poderia fazer este trabalho, bastando ter chamado, talento e unção. O agravante está no fato de ele ser um portador de câncer. À base de morfina para aliviar um pouco as suas dores, acompanhado de uma linda mulher, a Bila, a tia Bila, bendita Bila! Andam pelo Brasil afora contando a velha história. Choro por ele. Não de dó ou pena, porque quase sozinho insiste que a velha história poderá mudar o modo de vida de quem acreditar. E vai continuando a sua missão. Choro por ele, porque não posso fazer nada para tirar-lhe as dores, senão orar. Contudo, me orgulho de ser seu amigo.
A “nova história”, aquela da “teoria” da prosperidade (me recuso a chamar de teologia), está tentando ofuscar a glória da velha história. Não precisa falar de salvação, basta orar que as pessoas são curadas (creio nisso também), porém, vejo que muitos deles, os curados, irão para o inferno sem nenhuma enfermidade se não houver um conserto com Deus.
Maurão, por favor, continue contando a velha história. Todos nós precisamos ouvir e aprender. Acima de tudo, aceitar o mesmo desafio que você aceitou, o desafio do “IDE” (se você que está lendo agora esse artigo, não souber de que se trata, pergunte ao Maurão, porque se eu falar que está escrito na Bíblia isso, talvez pare de ler). Conta, Maurão, conta a velha história, moço.
Eu vou continuar a contar também essa história. Eu sei, eu sei, não dá IBOPE. Mas. Pelo menos cumpro a ordem do Mestre.
Douglas Vilcinskas, Pr
ps: Faço eco com o Pr. Douglas nestas palavras dedicadas ao Maurão.
Figura carismática que tive o prazer de me divertir, ver e ouvir contar a velha e sublime história por muitas vezes.
Claudio E. Fonseca.
“Ministério Maurão e os Bonecos” : http://www.mauraoebonecos.com/
Sexualidade : breves orientações !.
Sexo fora do casamento é pecado; todos os cristãos sabem isso, e os
incrédulos também. Não ter sexo no casamento (sob as circunstâncias
ordinárias) também é pecado; talvez nem todos estejam cientes disso. De
acordo com 1 Coríntios 7:3-5, sexo no casamento é uma dívida. Negligenciar
ou recusar fazer sexo com o seu cônjuge é roubo.
Aspectos médicos da Crucificação.
Eu não tenho nenhuma competência para discutir o infinito sofrimento psíquico e espiritual do Deus Encarnado que paga pelos pecados do homem caído. Mas parecia a mim que como um ponto de vista mais científico eu poderia procurar de forma mais detalhada os aspectos fisiológicos e anatômicos da paixão de nosso Senhor. O que foi que o corpo de Jesus de Nazaré de fato suportou durante essas horas de tortura?
Dia desses, eu estava indo para o céu de trem. Verdade! Dei uma voltinha no passado e lembrei-me de canções que cantava na igreja: ”O trenzinho de Jesus….”, mas as canções não paravam por ai, era uma “briga” de “pentecostais” com “tradicionais” (me desculpem o mau jeito). Também, em um tempo em que era pecado a bateria na igreja, camisa vermelha, nem pensar. Me lembro saudoso da minha vasta cabeleira (buá, buá) que quase obtive a sentença de já estar no inferno. Os de outros credos religiosos era o próprio diabo e, portanto, nossos inimigos. Não podíamos ter contato com eles. Nesse tempo, ficou para trás oportunidades preciosas de conquistar corações para o Reino de Deus. Ah, Reino de Deus, era utopia! Mas, tínhamos crédito, os “crentes” eram gente boa, honesta trabalhadora. Orgulhávamo-nos disso!.
Hoje, bem, hoje… A facilidade de se “evangelizar” é tão grande que todos os meios de comunicação há um de nós infiltrado e mandando. Parece não existir mais pecado em nada, tudo é permitido, possível. A doutrina do “o que é que tem” está imperando. Se fizer sol, vou à praia, se chover eu não vou ao culto, compromisso?
O poder do evangelho atual está em ter, ser, estar, status e não se pode sofrer. Não sofra mais!. Eu queria que os meus queridos fossem de Jesus, mas eles agora são de uma Igreja. Com slogans e trejeitos tribais. As canções de hoje? Vende CD e DVD, então é da boa! A Bíblia, só se tiver comentários exaustivos do meu pastor. A fé está mudando? Estou envelhecendo rápido demais? Tô por fora, bicho? Tenho que me tornar mais ligth?. Já não canto aquelas canções, não tenho tanto cabelo como queria ter, as vezes tenho receio de levantar a minha mão, senão o Senhor me avista e me chama puxando-me por ela. Também não quero nenhum Luthero, Calvino, ou qualquer outro colega reformador para mudar isso. Eu tenho que me convencer disso e mesmo me colocar a disposição para possíveis alterações. Posso ir a tua igreja e ver algo diferente, como o amor, por exemplo?. Acho que vou colocar a minha camiseta escrita assim: “Sou cristão, e daí?..
Um abraço, beijo e aperto de mão, tudo despudoradamente gospel ! Amem !.
Douglas Vilcinskas, PR.
Ter compaixão é algo mais do que ter dó. Ter dó sugere distância, e até uma certa condescendência. Com freqüência, eu atuo por dó. Dou algum dinheiro de esmola a algum pedinte numa avenida, mas não olho para ele – olhos nos olhos; não me sento ao seu lado nem falo com ele.
Estou demasiado ocupado para prestar realmente atenção à pessoa que me estende a mão. O meu dinheiro substitui a minha atenção pessoal e representa uma desculpa para continuar o meu caminho.
Ter compaixão significa aproximar-se de quem sofre. Mas só podemos nos aproximar de uma outra pessoa quando estamos dispostos a nos tornar vulneráveis. Uma pessoa compassiva diz: “Eu sou seu irmão; eu sou sua irmã; eu sou humano, frágil e mortal; precisamente como você. Não me escandalizo com as suas lágrimas nem tenho medo da sua dor. Também eu já chorei”. Só podemos estar com o outro quando o outro deixa de ser “outro” para se tornar como nós.
Esta talvez seja a principal razão porque, por vezes, achamos mais fácil ter dó que compaixão. A pessoa que sofre apela para que nós nos tornemos conscientes do nosso próprio sofrimento. Como posso reagir à solidão de alguém se eu não estiver em contato com a minha própria experiência de solidão? Como posso estar perto de pessoas deficientes se recuso reconhecer as minhas próprias deficiências? Como posso estar com os pobres se não estou disposto a confessar a minha própria pobreza?
Quando reflito sobre a minha própria vida, compreendo que os momentos de maior conforto e consolação foram os momentos em que alguém disse: “Eu não posso tirar de você o sofrimento, não posso oferecer uma solução ao seu problema, mas posso prometer que não deixarei você sozinho e estarei ao seu lado tanto tempo e tão bem quanto me for possível”.
Há muita angústia e sofrimento na nossa vida, mas que bênção quando não temos que viver a nossa angústia e sofrimento sozinhos!
Esse é o dom da compaixão.
Henri Nouwen.
Paul Krugman ganhou o Prêmio Nobel de Economia em 2008. Depois, passou a escrever para o jornal “The New York Times”. Em “A Desintegração Americana” (Editora Record), Krugman relata os caminhos que levaram uma economia próspera à bancarrota. A orelha do livro avisa que Krugman “examina como a exuberância cedeu lugar ao pessimismo, como a era dos heróis empreendedores foi substituída pela dos escândalos corporativos e como a responsabilidade fiscal entrou em colapso”. Publicado originalmente em 2003, parece um mapa para o fracasso que agora assombra o mundo inteiro. O capítulo 1 começa com um texto de 29 de dezembro de 1997, que pergunta o que o mercado andava tramando. Busca saber como “homens e mulheres inteligentes — e devem ser inteligentes, porque se não fossem, como ficariam ricos? — podiam fazer tanta bobagem”. Krugman previu que o andar da carruagem da economia acabaria no barranco. E, ironicamente, sugeriu sete posturas para precipitar o mercado no despenhadeiro. Ei-las:
Aqueles que conhecem o grande e terno coração do Senhor Jeová, certamente serão conduzidos a negar seus próprios amores e paixões efêmeras, para participarem da expressão Eterna e inigualável do Seu Amor !.
Jim Elliot.
“Tu és toda formosa(o), amada(o) minha (meu), e em tí não há mancha. ”(Cantares 4:7)
Hoje o dia amanheceu tão lindo, cheiro de flor, o coração batendo mais forte, e não consigo tirar alguém dos meus pensamentos. Háaaaa. Minha respiração está ofegante, estou desconcentrada (o), um leve (mais que leve) suor nas mãos. Minhas palavras insistem em tremer só de pensar em seu nome. Quando chego perto, que sensação estranha, tremo, fico gelada, e não dá vontade de ir embora.
“A ansiedade no coração do homem o abate; mas uma boa palavra o alegra.” (Provérbios 12:25)
Mesmo vivendo em uma época chamada de moderna, as nossas expectativas em relação a alguns fatos não mudou muito. O casamento é uma delas, muito mais para as mulheres, que são cheias de fantasias, desejos e imagens do momento. Ainda sonham com o príncipe encantado, nada de cavalo branco, isso já é passado. E ser feliz para sempre, mesmo que o amor para muitos é eterno enquanto dure, ou enquanto eu não me apaixono de novo.
Dízimo: A galinha dos ovos de ouro da igreja. / E-book.
O Caminho Cristão traz com exclusividade esta obra completa e totalmente autorizada pelo autor, boa leitura:
Sei que por muito menos, muita gente foi queimada na fogueira da inquisição. O que aqui está não é polêmico, porém é esclarecedor. É uma ferida aberta e exposta pelo próprio Cristo, ao expulsar aqueles que faziam comércio na “casa de Deus” É um assunto que os líderes religiosos de vários segmentos evitam tratar, pois expõe o tanto de seguidores de Judas que permearam sorrateiramente no meio Cristão, com o pretexto de praticar o amor e a caridade, mas que na realidade só estão de olho na bolsa das ofertas.
Discussões virtuais entre pastores: O que perturba tanto?
Numa época de silício, nervos e aflições, as discussões virtuais entre alguns pastores evangélicos pela Internet (via blog, site, e-mail ou similares) são cada vez mais constantes e estão cada vez mais ardendo de intensa paixão.
Basta um comentário virtual sobre um deles, e lá vem o direito de resposta do suposto ofendido… lenga, lenga, lero, lero, Blá, blá, blá…
Chega a ser curioso pensarmos, como alguns se sentem desconfortáveis, esses estão mesmo bastante perturbados no ambiente da rede mundial de computadores.
Tá certo, eu entendo, cada um de nós possui o legítimo direito de se sentir incomodado com alguém atrás da gente, com digamos, “um bafo virtual em nossa nuca virtual” esperando apenas uma pequena oportunidade para nos criticar.
É inconveniente, mas veja bem, tudo depende mesmo de como a gente vê e encara o que nos perturba, digo, qual é a causa interna da nossa desconfortável perturbação? Qual é o motivo de tão grande incômodo?
Na verdade a cultura secular que está aí, que nós abraçamos, gera em nós uma grande necessidade de agressiva defesa, de dar uma boa resposta para manter a nossa imagem preservada.
Quando se trata de opinião contrária muitos são os homens (até mesmo os de Deus) que mergulham bem fundo em suas únicas verdades, atribuindo a si mesmos a divina sabedoria e o poder absoluto de não aceitarem nenhuma palavra diferente daquela por eles antes selada.
É mesmo uma caça as bruxas sem propósito pela Internet, é fato incontestável, mas não é preciso ficar assim tão preocupado, pois obviamente que ninguém está aficionado em derrubar o que está a sua frente pela Internet ou fora dela. É apenas a relação humana, como sempre foi, é o agridoce do se relacionar.
Agora alto lá, tem gente muito magoadinha, muito “dói, dói” com o que supostamente andam falando dela…
Penso sinceramente que se não existir espaço para opinião contrária, o caminho se tornará cada vez mais cego e difícil, o que levará a um isolamento e cegueira ainda maior. A vida nos oferece de bandeja várias oportunidades de nos portarmos como cegos, é justamente nos pequenos momentos, até mesmo nesses momentos ordinários pela Internet que nossa cegueira se torna grande.
Faz-se necessária uma franca e honesta reflexão nesse processo de dissolver as perturbações e desilusões, o que envolve dissolver o ego inflamado, e transcender o momento que perturba… Quero dizer que se você se sente perturbado com algo ou alguém pode muito bem significar que o centro do problema não está tão fora de você. De todas as cegueiras que o ser humano conhece, nenhuma pode ser maior do que a que promovemos a nós mesmos quando nos furtamos do outro.
Portanto, na opinião contrária lembre-se muito bem que:
“Na multidão de conselhos há segurança” Provérbios 11.14
AMÉM!
PELLEGRINI – Pellegrino / Peregrinus
“Sou peregrino na terra” Salmo 119.19a”
O cristão deve obedecer a Lei do Velho Testamento ?.
A chave para a compreensão desta questão é saber que a lei do Velho Testamento foi dada à nação de Israel, não aos cristãos. Algumas das leis visavam ao conhecimento, por parte dos Israelitas, de como obedecer e agradar a Deus ( O Decálogo – Os Dez Mandamentos, por exemplo), algumas delas tinham como objetivo mostrar como adorar a Deus (o sistema de sacrifícios), algumas delas simplesmente diferenciar os Israelitas de outras nações (as regras em relação à comida e vestimentas). “Nenhuma” das leis do Velho Testamento se aplica a nós nos dias de hoje. Quando Jesus morreu na cruz, Ele aboliu a lei do Velho Testamento (Romanos 10:4; Gálatas 3:23-25; Efésios 2:15).
Em substituição à lei do “V.T. – Velho Testamento”, nós estamos sob a lei de Cristo (Gálatas 6:2), que é: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos depende toda a lei e os profetas” (Mateus 22:37-40). Se fizermos estas duas coisas, estaremos cumprindo tudo o que Cristo quer que façamos, “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados” (I João 5:3).
Tecnicamente, nem os Dez Mandamentos são aplicáveis aos cristãos. Entretanto, 9 dos Dez Mandamentos são repetidos no Novo Testamento (todos, exceto o mandamento para que se guarde o Sábado). Obviamente, se nós amamos a Deus, não estaremos adorando a outros deuses ou ídolos. Se amamos aos que nos cercam, não os mataremos, não mentiremos para eles, não cometeremos adultério contra eles ou cobiçaremos o que a eles pertencem. Portanto, não estamos sob nenhuma das exigências da lei do Velho Testamento.
Nós devemos sim amar a Deus e ao nosso próximo. Se com fé cumprirmos estes dois preceitos, todo o restante se ajustará, em suma, nossa única e impagável dívida diante de Deus e do nosso próximo é o ato de amar sempre !, isso só é possível de maneira pura e genuína pela Graça de Jesus Cristo em nós revelada e sua morte de Cruz. Deus o abençoe !.
Apologia da pregação Bíblica – John Stott.
Pretendo fornecer uma definição de exposição bíblica e apresentar uma defesa dela. Parece-me que essas duas tarefas pertencem uma à outra pelo fato de que a defesa da exposição bíblica deve ser achada em sua definição. Aqui, então, está a definição: Expor as Escrituras é esclarecer o texto inspirado com tal fidelidade e sensibilidade que a voz de Deus seja ouvida e seu povo lhe obedeça. Agora me permita extrair as implicações dessa definição de tal modo que apresente uma defesa da exposição bíblica. A definição contém seis implicações: duas convicções a respeito do texto bíblico, duas obrigações para expô-lo e duas expectativas como consequência.
Bíblia Sagrada: A ferramenta do Aconselhamento cristão !.
A Bíblia Sagrada é o nosso padrão infalível e inerrante em assuntos de fé e prática. A Palavra de Deus é “perfeita e restaura a alma”; é “fiel e dá sabedoria aos símplices”; é correta e alegra o coração; é pura e “ilumina os olhos”. Seus ensinos são “mais desejáveis do que o ouro, mais do que muito ouro depurado”. Por meio dela, o povo de Deus é advertido, protegido do erro e de angústias, e, “em os guardar, há grande recompensa” (Sl 19.7-11).
Assistam aos domingos no Programa Fantástico da TV Globo a série “Transplante. o dom da vida”, apresentado pelo Dr. Dráuzio Varella. Doe órgãos, doe sangue, doe vida !. Divulguem !. 
Fonte : ttp://especiais.fantastico.globo.com/transplante/
A menos que vocês provem para mim pela Escritura e pela razão que eu estou enganado, eu não posso e não me retratarei. Minha consciência é cativa à Palavra de Deus. Ir contra a minha consciência não é nem correto nem seguro. Aqui permaneço eu. Não há nada mais que eu possa fazer. Que Deus me ajude. Amém.
Martinho Lutero.
Crentes evangélicos em cultos irracionais !.
O filósofo cristão e educador Mortimer J.Adler observou que somente uma pequena minoria dos americanos tem o que poderia ser chamado uma saudável “vida intelectual”. De acordo com Adler, a maioria de nós exercita nossas mentes vigorosamente somente quando forçados a fazê-lo – pelo medo de fracasso ou perda – e mesmo então alguns resistem. Pessoas em todo lugar gastam uma larga proporção de seu tempo livre em entretenimentos extremamente entediantes para a mente. Quantas pessoas (ou quão poucas) você e eu conhecemos que ativamente cultivam uma crescente “vida da mente” – uma busca de conhecimento, entendimento e sabedoria – como uma prioridade diária?. Se esta prioridade é evidenciada em algum lugar, a Escritura sugere que seja entre os seguidores de Cristo, ou aqueles que estão a caminho de se tornar, mas é isto o que as nossas observações confirmam?..
Dízimo evangélico: obedece a tradições ou as Escrituras Sagradas ?.
Seguimos ao Espírito Santo que nos deixou suas Escrituras Sagradas. Como conseqüência, o acúmulo de tradições acrescentadas, e ensinos distorcidos foram adicionados a essa Escritura, e o original ensino de Jesus Cristo foi varrido de sua genuína igreja por Ele criada. Somos filhos dessa fé em Jesus Cristo nosso Mestre, e temos a obrigação de julgar nossas próprias práticas à luz da Bíblia, comparando Escritura com Escritura. Deveríamos hesitar em abolir ensinos que não se respaldam na Revelação? Não há erro quando alguém obriga a si próprio a não comer carne, ou guardar determinados dias, ou se abster de algo, ou colocar sobre si qualquer outra obrigação sobre a qual não há mandamento bíblico (Rm 14.2-6). Porém, o erro passa a existir quando pretendemos impor a outra pessoa exigências que a Bíblia não impôs. Pretendo demonstrar a seguir que o dízimo, conforme tradicionalmente ensinado e praticado nas igrejas evangélicas, enquadra-se nesta definição.