O templo religioso é o útero da grande Mãe
A Marchinha de Carnaval ironiza:
“Mamãe eu quero, mamãe eu quero
Mamãe eu quero mamar!
Dá a chupeta, dá a chupeta, ai, dá a chupeta
Dá a chupeta pro bebê não chorar!”
O ser humano está constantemente diante do inusitado. Angustiado, ele tenta de alguma forma compensar a sua impotência diante da vida, retornando ao colinho da mamãe ou se ainda for possível retornando ao caloroso e confortável útero materno.
O autêntico religioso se presta a adorar o templo para compensar o seu eterno desamparo. O “ambiente templo” é deleite para todo viciado religioso. O fetiche do templo é fruto do profundo desejo regressivo do desesperado religioso em relação ao ambiente uterino da “grande mãe”. O templo religioso é o útero da mamãe – o insaciável religioso busca tão somente o contato originário com a figura materna.
2º Co 6.16 DESAFIA:
“E que consenso tem o Templo de Deus com ídolos?
Pois nós somos o Templo do Deus Vivo,
como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei;
e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.”
PELLEGRINI – Pellegrino / Peregrinus
“Sou peregrino na terra” Salmo 119.19a”