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	<title>O Caminho Cristão &#187; Avivamento</title>
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	<description>"O cristianismo não é meramente um programa de conduta;é o poder de uma nova vida "</description>
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		<title>A Graça do &#8220;Tetelestai&#8221;: Está consumado !.</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 21:50:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Quando Jesus tomou o vinagre, disse: “Tetelestai” &#8211; Está consumado !. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito” - João 19:30. Quão terrivelmente estas benditas palavras de Cristo têm sido mal-entendidas, mal-apropriadas e mal-aplicadas! Quantos parecem pensar que, sobre a cruz, o Senhor realizou uma obra que torna desnecessário que os beneficiários dela viva vidas santas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“Quando Jesus tomou o vinagre, disse: “Tetelestai” &#8211; Está consumado !. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito” - João 19:30. Quão terrivelmente estas benditas palavras de Cristo têm sido mal-entendidas, mal-apropriadas e mal-aplicadas! Quantos parecem pensar que, sobre a cruz, o Senhor realizou uma obra que torna desnecessário que os beneficiários dela viva vidas santas sobre a terra. Muitos têm sido enganados com o pensamento de que, até onde diz respeito, o de se alcançar o céu, não importa como eles andem, desde que eles estejam “descansando sobre a obra consumada de Cristo”. Eles podem ser infrutíferos, desonestos, desobedientes, todavia, conquanto que eles repudiem toda justiça própria e tenham fé em Cristo, eles imaginam que estão “eternamente seguros”.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span id="more-834"></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Ao redor de todos nós há pessoas que são mundanas, amantes do dinheiro, buscadores-do-prazer, quebradores do Dia do Senhor, mas que pensam que tudo está bem com elas, pois “aceitaram a Cristo como seu Salvador pessoal”. Em sua aspiração, conversação e recreação, não há praticamente nada que os diferencie daqueles que não fazem nenhuma profissão de fé. Nem em sua vida familiar ou social há algo, exceto pretensões vazias, para distingui-los dos outros. O temor de Deus não está sobre eles, os mandamentos de Deus não têm autoridade sobre eles, a santidade de Deus não os atrai, os vícios e praticas ainda encontram espaço na vida de muitos que confessam o nome de Cristo, mas estão longe de obedece-lo.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“Tetelestai”, uma expressão do Aramaico, conhecida também no Grego Koinê ( popular ) que quer dizer: “Está consumado”. Quão solene é perceber que estas palavras de Cristo devem ter sido usadas para tranqüilizar milhares com uma falsa paz. Todavia, tal é o caso. Nós temos tido contato próximo com pessoas que não têm nenhuma vida de oração privada, que são egoístas, cobiçosas, desonestas, mas que supõem que um Deus misericordioso fará vistas grossas para tais coisas, desde que eles tenham alguma vez colocado sua confiança no Senhor Jesus. Que horrível perversão da verdade! Que transformação da graça de Deus “em libertinagem”! (Judas 4). Sim, aqueles que agora vivem as vidas mais egoístas e agradáveis à carne, falam sobre sua fé no sangue do Cordeiro, e supõem que estão salvos. Como o diabo os tem enganado!</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“Está consumado”. Estas benditas palavras significam que Cristo satisfez de tal forma o requerimento da santidade de Deus, que mais nenhuma santidade tem qualquer reivindicação real e preeminente sobre nós? Deus não o permita pensarmos tal! Até mesmo para o redimido Deus diz: “Sede santos, assim como Eu sou Santo” (1 Pedro 1:6). Cristo “magnificou a lei e a fez honrosa” (Isaías 42:21), para que pudéssemos ficar sem lei? Ele “cumpriu toda justiça” (Mateus 3:15) para comprar para nós uma isenção de amar a Deus com todo o nosso coração e servi-lo com todas as nossas faculdades? Cristo morreu para assegurar uma divina indulgência, para que pudéssemos viver para agradar a nós mesmos? Muitos parecem pensar assim. Não, o Senhor Jesus deixou ao Seu povo um exemplo para que eles pudessem “seguir (não ignorar) os Seus passos”.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“Está consumado”. O que está “consumado”? A necessidade dos pecadores se arrependerem? Claro que não. A necessidade de se voltar dos ídolos para Deus? Claro que não. A necessidade de mortificar os meus membros que estão sobre a terra? Claro que não. A necessidade de ser santificado completamente, no espírito, alma e corpo? Claro que não. Cristo não morreu para fazer minha tristeza, meu ódio e o meu empenho contra o pecado desnecessários. Cristo não morreu para me absolver de todas as minhas responsabilidades diante de Deus. Cristo não morreu para que eu pudesse continuar retendo a amizade e comunhão do mundo. Quão extremamente estranho é que alguém possa pensar que Ele tenha feito isso. Entretanto, as ações de muitos mostram que esta é a sua idéia.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“Está consumado”. O que está “consumado”? Os tipos sacrificiais foram consumados, as profecias de Seus sofrimentos foram cumpridas, a obra dada a Ele pelo Pai foi perfeitamente realizada, um fundamento certo foi posto, no qual um Deus justo pode perdoar o mais vil transgressor da lei que jogou as armas de sua guerra contra Ele. Cristo já realizou tudo o que era necessário para que o Espírito Santo viesse e operasse nos corações do Seu povo; convencendo-lhes de sua rebelião, destruindo sua inimizade contra Deus, e produzindo neles um coração amoroso e obediente.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Querido leitor do site, não cometa enganos neste ponto. A “obra consumada de Cristo” não lhe beneficia em nada, se o seu coração nunca foi quebrantado através de uma consciência agonizante de sua pecaminosidade. A “obra consumada de Cristo” não lhe beneficia em nada, a menos que você tenha sido salvo do poder e da poluição do pecado (Mateus 1:21). Ela não lhe beneficia em nada, se você ainda ama o mundo (1 João 2:15). Ela não lhe beneficia em nada, a menos que você seja uma “nova criatura” nEle (2 Coríntios 5:17). Se você valoriza sua alma, examine as Escrituras para ver por si mesmo; não tome nenhuma palavra de homem no lugar disso.</span></span></p>
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		<title>Os Moravianos, resgate de um desafio.</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 06:41:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[apologética]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Os Moravianos foram os primeiros protestantes a colocar em prática a idéia de que a evangelizacão dos perdidos é dever de toda a igreja, e não somente de uma sociedade ou de alguns individuos.   Anteriormente, a responsabilidade pela evangelizacão havia sido lançada nos degraus dos governos, através das atividades colonizadoras. Os Moravianos, contudo, criam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Os Moravianos foram os primeiros protestantes a colocar em prática a idéia de que a evangelizacão dos perdidos é dever de toda a igreja, e não somente de uma sociedade ou de alguns individuos. </span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial;"></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span id="more-494"></span></span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial;"> </p>
<p><span style="font-size: small;">Anteriormente, a responsabilidade pela evangelizacão havia sido lançada nos degraus dos governos, através das atividades colonizadoras.<br />
Os Moravianos, contudo, criam que as missões são responsabilidade de toda a igreja local. </span></p>
<p></span></p>
<p> </p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial;"><br />
<span style="font-size: small;">Devido ao seu profundo envolvimento, esse pequeno grupo ofereceu mais da metade dos missionários protestantes que deixaram a Europa em todo o século XVIII<br />
De fato a história dos Moravianos antecede a Reforma.<br />
Conhecidos originalmente como os Unitas Fratrum, ou a Unidade dos Irmãos, esses cristãos Checos foram os seguidores do mártir John Huss, um reformador antes da Reforma.<br />
Ele foi martirizado em 06 de julho de 1415.<br />
Após a morte de Huss, seus seguidores, experimentaram um verdadeiro ressurgimento. </span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial;"><br />
<span style="font-size: small;">Eles se reorganizaram no ano de 1457, e no tempo da Reforma havia entre 150 a 200 mil membros em quatrocentas igrejas por toda a Europa Central. Mas, no levante das guerras dos 1600, a Boêmia e Moravia (República Checa) foram dominadas por um rei católico romano, o qual desencadeou uma terrível perseguição contra os Moravianos. </span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Foram todos espalhados e se tornaram refugiados.<br />
Por quase cem anos procuravam fugir da perseguição.<br />
Por causa disso formaram urna poderosa rede de cristãos clandestinos.<br />
Quando cruzaram a fronteira da Alemanha, ouviram de um lugar conhecido como Herrnhut, uma pequena faixa de terra na propriedade de Zinzendorf, ali se estabeleceram. o trabalho dos Moravianos foi guiado por um número de características que os distinguiram. </span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial;"><br />
<span style="font-size: small;">Primeiro, eram profundamente dedicados ao Senhor Jesus Cristo e a sua causa.</span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial;"><br />
<span style="font-size: small;">Segundo, os Moravianos abriram o ministério aos leigos e a ministração as mulheres, antecipando Hudson Taylor nessa questão mais de cem anos antes; </span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial;"><br />
<span style="font-size: small;">Terceiro, criaram a estratégia missionária de fazedores de tendas. </span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial;"><br />
<span style="font-size: small;">Quarto, os Moravianos por ser pessoas sofredoras, podiam facilmente se identificar com aqueles que sofriam.</span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial;"><br />
<span style="font-size: small;">Quinto, eles se dirigiam às pessoas receptivas ao evangelho. </span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial;"><br />
<span style="font-size: small;">Sexto, eles colocavam o crescimento do Reino de Cristo acima de uma expansão denominacional. </span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial;"><br />
<span style="font-size: small;">Sétimo, a obra missionária Moraviana era regada de oração. </span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial;"><br />
<span style="font-size: small;">Alguém, certa vez, perguntou a um Moraviano o que significa ser um Moraviano.<br />
Ele respondeu: &#8220;ser um Moraviano e promover a causa global de Cristo são a mesma coisa&#8221;. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=DGHfkdC_74Q"></a></p>
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		<title>Charles Grandison Finney: Reavivalista ???.</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 05:56:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A obra de Charles G. Finney pode ser criticada e questionada por muitas razões. Ele era totalmente Pelagiano em sua teologia, não porque era ignorante da fé Reformada, mas porque, embora tenha sido ensinado nela como um jovem e adulto, deliberadamente a abandonou. Ele era um tipo de evangelista autocomissionado e um pregador itinerante que fazia as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="color: black; font-family: Arial">A obra de Charles G. Finney pode ser criticada e questionada por muitas razões. Ele era </span><span style="color: black; font-family: Arial">totalmente Pelagiano em sua teologia, não porque era ignorante da fé </span><span style="color: black; font-family: Arial">Reformada, mas porque, embora tenha sido ensinado nela como um jovem e </span><span style="color: black; font-family: Arial">adulto, deliberadamente a abandonou. Ele era um tipo de evangelista autocomissionado </span><span style="color: black; font-family: Arial">e um pregador itinerante que fazia as coisas do seu jeito, sem </span><span style="color: black; font-family: Arial">prestar contas ou ser responsável a alguém que não ele mesmo. Ele também </span><span style="color: black; font-family: Arial">era, e preeminentemente, um reavivalista, e seu reavivalismo era anti-bíblico </span><span style="color: black; font-family: Arial">em todos os aspectos. Essa última afirmação tem necessidade especial de ser </span><span style="color: black; font-family: Arial">enfatizada, pois o reavivalismo é hoje um elemento primário no pensamento </span><span style="color: black; font-family: Arial">evangelístico e mesmo Reformado. Muitos vêem a única solução para as </span><span style="color: black; font-family: Arial">desgraças da igreja como sendo um reavivamento. Muitos, portanto, esperam </span><span style="color: black; font-family: Arial">confiantemente que ele virá, e oram fervorosamente por isso. Eles oram </span><span style="color: black; font-family: Arial">contra a vontade de Deus, que não trabalha em sua igreja dessa forma.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="color: black; font-family: Arial"></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial"><o:p><span id="more-444"></span> </o:p></span><strong><span style="color: black; font-family: Arial"><o:p> </o:p></span></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><strong><span style="color: black; font-family: Arial"></span></strong></p>
<p><strong><span style="color: black; font-family: Arial">Reavivalismo e o Pacto<o:p></o:p></span></strong><span style="color: black; font-family: Arial">No último artigo2 critiquei o reavivalismo por várias razões. Esperei até </span><span style="color: black; font-family: Arial">minha crítica final para lidar com o que considero a objeção mais importante </span><span style="color: black; font-family: Arial">de todas. Refiro-me ao fato que o reavivalismo não tem e não pode ter </span><span style="color: black; font-family: Arial">nenhuma concepção apropriada do pacto da graça. Essa acusação é verdadeira </span><span style="color: black; font-family: Arial">especialmente por duas razões. Ele não tem nenhuma concepção bíblica do </span><span style="color: black; font-family: Arial">lugar das crianças no pacto, e conseqüentemente, tem uma visão errônea da </span><span style="color: black; font-family: Arial">conversão; e carece de uma concepção apropriada e bíblica de como Deus </span><span style="color: black; font-family: Arial">opera a salvação organicamente na linha do pacto. Devo dizer algo sobre as<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">duas coisas.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">O reavivalismo não tem nenhum conceito bíblico do lugar das crianças<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">no pacto. O ensino da Escritura e das confissões Reformadas é que crianças, </span><span style="color: black; font-family: Arial">bem como adultos, pertencem ao pacto da graça. Isso não significa apenas que </span><span style="color: black; font-family: Arial">crianças de pais crentes nascem exteriormente no pacto e recebem </span><span style="color: black; font-family: Arial">exteriormente os privilégios do pacto. Que crianças bem como adultos </span><span style="color: black; font-family: Arial">pertencem ao pacto de Deus significa que os filhos eleitos de pais crentes </span><span style="color: black; font-family: Arial">então num relacionamento de amizade com Deus e o seu povo, que é a </span><span style="color: black; font-family: Arial">essência da salvação. Deus salva crianças! Embora essa seja a visão </span><span style="color: black; font-family: Arial">Reformada do pacto, muitos não sustentam tal concepção. Eles insistem que </span><span style="color: black; font-family: Arial">os filhos de pais crentes, embora possam pertencer ao pacto exteriormente,<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">não estão verdadeira e internamente no pacto até que se convertam, ou, como </span><span style="color: black; font-family: Arial">alguns dizem, até que aceitem as provisões do pacto. Especialmente na </span><span style="color: black; font-family: Arial">pregação reavivalista, a conversão é uma condição que é requerida para a </span><span style="color: black; font-family: Arial">salvação. Se os reavivalistas falam de um pacto de alguma forma (Finney não<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">o fazia), eles enfatizam que a conversão é necessária para entrar no pacto da </span><span style="color: black; font-family: Arial">graça de Deus.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Essa visão leva a uma atitude muito triste que as pessoas tomam para </span><span style="color: black; font-family: Arial">com as crianças. Talvez uma experiência pessoal ressalte esse ponto. Em </span><span style="color: black; font-family: Arial">nosso trabalho nas Ilhas Britânicas nos deparamos com um fenômeno </span><span style="color: black; font-family: Arial">estranho em conexão com pessoas que estavam preocupadas sobre a obra de </span><span style="color: black; font-family: Arial">salvação. Pessoas estavam constantemente perguntando se seus filhos, </span><span style="color: black; font-family: Arial">conhecidos ou amigos membros na igreja eram convertidos ou não. E, se </span><span style="color: black; font-family: Arial">fossem considerados convertidos, o tempo e lugar e as circunstâncias de sua<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">conversão poderia prontamente ser descrita. Além disso, quanto mais<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">interessante fosse a “história de conversão”, mais provavelmente a conversão </span><span style="color: black; font-family: Arial">era genuína. Isso é especialmente triste na atitude que pais tomam para com </span><span style="color: black; font-family: Arial">seus filhos. Eles procuram avidamente sinais de conversão em seus filhos à </span><span style="color: black; font-family: Arial">medida que crescem, e lidam com eles como não-convertidos até que tais </span><span style="color: black; font-family: Arial">sinais apareçam, freqüentemente apenas após seus filhos casarem e terem suas </span><span style="color: black; font-family: Arial">próprias famílias. Crianças e jovens, cientes que seus pais os consideram nãoconvertidos, começam a se considerarem como tal, e muitos concluem que, visto que não são convertidos, podem muito bem viver dessa forma.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Essa obsessão por caracterizar as pessoas como convertidas ou não nos </span><span style="color: black; font-family: Arial">chocou como algo muito estranho. Mas logo se tornou evidente que toda essa </span><span style="color: black; font-family: Arial">tendência de julgar as pessoas quando não devemos fazê-lo,3 surgiu de uma </span><span style="color: black; font-family: Arial">visão errônea do pacto e da forma como Deus opera a conversão.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">A maioria das pessoas não era convertida, quer na igreja ou fora dela.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">As igrejas eram mortas principalmente porque eram cheias de pessoas, oficiais </span><span style="color: black; font-family: Arial">e até mesmo ministros não-convertidos. Tal estado de não-conversão dentro </span><span style="color: black; font-family: Arial">das igrejas persiste e aparentemente piora. Reavivamento é a única coisa que </span><span style="color: black; font-family: Arial">pode trazer uma mudança. Quando o reavivamento vem, juntamente com ele </span><span style="color: black; font-family: Arial">vêm as conversões <st1:personname ProductID="em massa. Centenas" w:st="on">em massa. Centenas</st1:personname> e milhares são trazidos sob a </span><span style="color: black; font-family: Arial">convicção do pecado e introduzidos à felicidade que o perdão pode trazer. O </span><span style="color: black; font-family: Arial">processo todo, produzido pelos reavivalistas, é acompanhado por reuniões em<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">massa, pregação emocional, e os comportamentos mais estranhos que se </span><span style="color: black; font-family: Arial">possa imaginar. O comportamento estranho e errôneo é considerado como </span><span style="color: black; font-family: Arial">indicativo de verdadeira conversão, embora, mesmo então, experts no que </span><span style="color: black; font-family: Arial">constitui a verdadeira conversão são algumas vezes solicitados a julgar se as </span><span style="color: black; font-family: Arial">experiências de uma pessoa são genuínas ou não, pois é levado em conta o </span><span style="color: black; font-family: Arial">possível engano do diabo, que adora dar às pessoas um falso sentido de ser<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">convertido, pois esse é o caminho mais certo para o inferno.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Adicione a toda essa mistura o evangelho Arminiano de Finney,<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">juntamente com o seu banco dos ansiosos, e você terá uma situação onde a </span><span style="color: black; font-family: Arial">verdadeira conversão é a obra do homem, produzida por reavivalistas que </span><span style="color: black; font-family: Arial">enfatizam as reivindicações do evangelho e demandam uma decisão imediata, </span><span style="color: black; font-family: Arial">mas que lhe asseguram que a decisão final deve ser feita por você.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Quão mais glorificante a Deus é a forma como o Espírito Santo salva.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Sem contestar o fato que conversões súbitas e notáveis podem acontecer no </span><span style="color: black; font-family: Arial">campo missionário, especialmente naqueles campos estrangeiros onde o </span><span style="color: black; font-family: Arial">evangelho nunca foi pregado, insistimos que, mesmo no campo missionário, o </span><span style="color: black; font-family: Arial">Espírito Santo como o Espírito de Cristo salva ordinariamente os crentes e </span><span style="color: black; font-family: Arial">sua semente. Ele salva casas, e não indivíduos. Ele traz à comunhão da igreja </span><span style="color: black; font-family: Arial">famílias do pacto, não almas solitárias.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">E quando, dentro do pacto, o Espírito Santo opera conversão, ele o faz </span><span style="color: black; font-family: Arial">nas crianças eleitas de crentes em sua infância, ou mesmo antes do nascimento </span><span style="color: black; font-family: Arial">(Jeremias 1:5). E quando o Espírito Santo opera a conversão, ele o faz de uma </span><span style="color: black; font-family: Arial">forma que é quieta e tudo menos imperceptível no coração do pecador eleito,<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">e continua por toda a sua vida. Ele opera, não mediante terremotos, fortes </span><span style="color: black; font-family: Arial">ventos, fogo de reavivamentos, mas mediante a voz mansa e suave (1 Reis </span><span style="color: black; font-family: Arial">19:9-18) de poder irresistível de seu Espírito transformando o coração e a </span><span style="color: black; font-family: Arial">mente. Ele opera na vida do crente eleito, de forma que diariamente o crente é </span><span style="color: black; font-family: Arial">trazido à consciência de pecado, corre para a cruz, e encontra paz no sangue </span><span style="color: black; font-family: Arial">de seu Salvador. Ele opera de forma que o crente luta diariamente com o<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">pecado dentro e fora dele, e encontra força para a batalha na cruz. Ele opera </span><span style="color: black; font-family: Arial">como uma samambaia que vi certa vez, a espora da qual foi enterrada debaixo </span><span style="color: black; font-family: Arial">de uma estrada de asfalto, mas que, lentamente, sem crescimento mensurável </span><span style="color: black; font-family: Arial">diário, despercebida e sem atração, foi no entanto capaz de forçar seu </span><span style="color: black; font-family: Arial">caminho por meio de duas polegadas de asfalto.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Essa foi a lição que Elias teve que aprender. Ele pensava que o<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">reavivamento tinha vindo sobre o Monte Carmelo quando todo o povo<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">clamou: “Só o Senhor é Deus”. Mas descobriu que uma vez que o<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">reavivamento do Carmelo terminou, Israel retornou, como os conversos </span><span style="color: black; font-family: Arial">frequentemente fazem após o reavivamento, ao seu estilo de vida pecaminoso.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Ele teve que aprender que fogo, trovões, terremotos e vento não realizam o </span><span style="color: black; font-family: Arial">propósito de Deus. A voz mansa e suave do Espírito Santo reserva para Deus </span><span style="color: black; font-family: Arial">sete mil que recusam dobrar o joelho diante de Baal.<o:p></o:p></span><strong><span style="color: black; font-family: Arial"><o:p> </o:p></span></strong><strong><span style="color: black; font-family: Arial">Reavivalismo e Pregação<o:p></o:p></span></strong><span style="color: black; font-family: Arial">Como é o propósito de Deus salvar na linha de gerações, e assim<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">cumprir seu decreto de eleito, assim também é o propósito de Deus cumprir a </span><span style="color: black; font-family: Arial">reprovação na linha de gerações. Deus visita a iniqüidade dos pais sobre os </span><span style="color: black; font-family: Arial">filhos até a terceira e quarta geração daqueles que o odeiam. Assim, quando o </span><span style="color: black; font-family: Arial">indivíduo esquece a igreja e volta suas costas ao verdadeiro evangelho, isso se </span><span style="color: black; font-family: Arial">espalha em suas gerações. É verdade que, à medida que as gerações se </span><span style="color: black; font-family: Arial">perdem, Deus salva um remanescente do meio dessas gerações. Muito das </span><span style="color: black; font-family: Arial">missões em lares consiste dessa obra. Mas o tempo vem quando uma igreja </span><span style="color: black; font-family: Arial">(ou uma família dentro da igreja), uma vez tendo se apartado do caminho da<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">verdade, se torna a falsa igreja na qual o sangue da expiação é negado. Assim </span><span style="color: black; font-family: Arial">foi no reino norte de Israel; e assim acontece hoje.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Dessa forma Deus completa sua obra. Ele salva a verdadeira raça<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">humana da eleição eterna. Essa raça humana deve ser e é reunida de todas as </span><span style="color: black; font-family: Arial">nações da terra. Jesus aponta para o fato que um dos sinais de sua segunda </span><span style="color: black; font-family: Arial">vinda é que “este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, em </span><span style="color: black; font-family: Arial">testemunho a todas as gentes, e então virá o fim” (Mateus 24:14).<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">O fim vem porque o evangelho, tendo percorrido todas as nações,<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">reúne os eleitos de todas as nações. Mas a obra de Deus é sempre perfeita.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Esse mesmo evangelho realiza o seu propósito soberano de endurecimento, e </span><span style="color: black; font-family: Arial">o mundo todo, mediante sua rejeição do evangelho, se torna maduro para o </span><span style="color: black; font-family: Arial">julgamento.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Deus sempre realiza sua obra de forma ordeira. O que é feito na igreja </span><span style="color: black; font-family: Arial">deve ser feito decentemente e com boa ordem, pois Deus faz todas as coisas </span><span style="color: black; font-family: Arial">ordeiramente. O reavivalismo ensina que Deus, mediante derramamentos </span><span style="color: black; font-family: Arial">especiais do Espírito Santo, retorna continuamente a uma igreja morta para </span><span style="color: black; font-family: Arial">trazer reavivamento. Uma igreja morre, o Espírito Santo traz reavivamento; a </span><span style="color: black; font-family: Arial">mesma igreja morre novamente, e o reavivamento chega de novo. E assim<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">prossegue, continuamente sem fim. Não, Deus não opera dessa forma. Ele faz </span><span style="color: black; font-family: Arial">com que o evangelho seja pregado e salva na linha de gerações, crentes e sua </span><span style="color: black; font-family: Arial">semente. Ele endurece na linha de gerações, incrédulos e sua semente. Dessa </span><span style="color: black; font-family: Arial">forma, a igreja é reunida de todas as nações, tribos e línguas, e os ímpios são </span><span style="color: black; font-family: Arial">endurecidos em seu pecado e se tornam maduros para o julgamento.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Mas o poder é sempre a pregação. Nosso Catecismo de Heidelberg<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">torna parte da confissão de nossa igreja a seguinte declaração: “Creio que o </span><span style="color: black; font-family: Arial">Filho de Deus, por seu Espírito e sua Palavra, reúne, protege e conserva para </span><span style="color: black; font-family: Arial">si uma igreja…” (P. &amp; R. 54). Não é de reavivamento que a igreja precisa, mas </span><span style="color: black; font-family: Arial">de pregação. Não é de derramamentos especiais do Espírito com </span><span style="color: black; font-family: Arial">manifestações horríveis de poder. É da pregação pura do evangelho. É de uma </span><span style="color: black; font-family: Arial">pregação cristocêntrica, bíblica, confessional, expositiva e viva da Palavra que </span><span style="color: black; font-family: Arial">a igreja necessita. Quão triste é quando a igreja espera reavivamentos que<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">nunca virão, exceto numa forma que faça violência a tudo o que a Escritura </span><span style="color: black; font-family: Arial">ensina com respeito à forma como Deus salva sua igreja, tudo enquanto a </span><span style="color: black; font-family: Arial">pregação verdadeira morre nas ruas.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Que a igreja incline-se à sua tarefa de pregação. Quando a igreja prega, </span><span style="color: black; font-family: Arial">ela é fiel à sua comissão divina. Então o Espírito Santo operará, mediante a </span><span style="color: black; font-family: Arial">voz mansa e suave do seu poder eficaz, para salvar aqueles ordenados para a </span><span style="color: black; font-family: Arial">vida eterna. E Deus realizará o seu propósito para a glória do seu nome.<o:p></o:p></span></p>
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		<title>Aculturação indígena e Missões no Brasil.</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 16:59:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É a evangelização indígena, realizada por movimentos cristão-evangélicos, um dos fortes fatores para a aculturação do índio e conseqüente perda de sua identidade ? Esta pergunta me foi feita algumas vezes nos últimos anos, e demonstra por um lado a legítima preocupação com a preservação da identidade cultural indígena, e por outro a ausência de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: black; font-family: Arial">É a evangelização indígena, realizada por movimentos cristão-<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">evangélicos, um dos fortes fatores para a aculturação do índio e <o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">conseqüente perda de sua identidade ? <o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Esta pergunta me foi feita algumas vezes nos últimos anos, e demonstra por <o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">um lado a legítima preocupação com a preservação da identidade cultural <o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">indígena, e por outro a ausência de maior informação quanto à raiz do <o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">movimento missionário evangélico que, quanto à culturalidade, é <o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">preservacionista. Pensemos um pouco sobre esta questão. </span><span style="color: black; font-family: Arial"></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial"><o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial"><span id="more-399"></span></span><span style="color: black; font-family: Arial"></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial">A aculturação é um processo de molde social imposto por uma soc<st1:personname w:st="on">ieda</st1:personname>de<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">distinta, que pode ser objetiva (imposição aberta, colonialista) ou subjetiva<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">(imposição baseada na atração e conseqüente desvalorização do sistema<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">cultural materno em detrimento do apresentado) sendo que ambas são<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">igualmente danosas.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">No presente, entre os indígenas brasileiros, a aculturação ao universo &#8216;branco&#8217;<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">se dá por três pólos de atração: educação, saúde e comércio. No passado,<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">especialmente, a catequese católica seria também um dos fortes pólos de<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">atração. Indigenistas possuem iniciativas a fim de prover, desta forma,<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">educação, saúde e subsistência aos indígenas sem que os mesmos saiam de<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">seus territórios e, consequentemente, sejam envolvidos pela cultura não<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">indígena.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Portanto, a permanência ou não em sua homeland &#8211; território natal &#8211; é vital para<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">a preservação cultural. Tenho observado que as perdas culturais mais<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">profundas, e irrefreáveis, vêm acompanhadas da perda do território e<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">sucessiva troca por outro onde a expressão grupal possui diferentes códigos e,<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">em geral, o estranho passa por um processo que vai da discriminação social<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">até a marginalização.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">A iniciativa missionária evangélica vem cercada por estes cuidados culturais<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">através da defesa do território. Através da análise lingüística e valorização da<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">cidadania indígena dentro da escala cultural nacional (inter-etnica) se promove<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">um menor esvaziamento do território natal indígena. A SIL, por exemplo, é<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">sem dúvida uma entidade colaboradora para a permanência indígena em seu<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">território natal através de seu esforço de não apenas grafar as línguas indígenas<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">mas facilitar a produção de material lingüístico local que venha a saciar a sede<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">do índio pelo registro, produção literária e transmissão de conhecimento em<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">um nível mais amplo. Por si, esta iniciativa já preserva a culturalidade indígena<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">nacional. Também as atividades sociais (médicas, de educação e subsistência)<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">quando desenvolvidas por entidades missionárias evangélicas são, via de regra,<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">2<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">baseadas na própria língua/cultura/território indígena, sendo que as mesmas<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">se enraízam junto a etnias específicas, de forma menos móvel e mais<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">permanente, o que também contribui para a permanência territorial e<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">preservação da cultura.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Em segundo lugar, podemos ver a iniciativa missionária evangélica como<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">promotora da permanência territorial através da apresentação dos direitos<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">humanos universais ao povo indígena. Através do conhecimento dos direitos<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">humanos (do índio em relação ao índio e do índio em relação ao não índio)<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">percebemos positivas e fortes manifestações em defesa do próprio modo de<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">pensar, viver e agir. Esta apresentação dos direitos humanos produz também<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">uma luta pela defesa do respeito às escolhas do índio, o que faz com que este<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">possa se manifestar livremente para dizer sim ou não a qualquer prática que<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">julgue relevante avaliar, seja indígena ou não indígena. A tendência<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">antropológica de engessar o índio à sua própria história não lhe dando a<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">permissão de revisar sua vida e costumes (bem como fazer escolhas que julgue<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">necessárias) como cessar o infanticídio, por exemplo, são questionáveis e, se<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">aplicadas ao Brasil escravagista do passado produziria uma soc<st1:personname w:st="on">ieda</st1:personname>de estática<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">em suas opções sociais e teríamos, hoje ainda, fazendas cheias de gente<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">escravizada e sem voz.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Tendo em mente este cenário podemos pensar no ponto de maior<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">controvérsia quando se trata da atuação missionária evangélica, que é a<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">exposição do evangelho ao índio. A controvérsia se enraíza no pressuposto<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">que a teologia e antropologia possuem em relação ao evangelho. Se por um<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">lado a antropologia clássica o vê como um elemento de literatura religiosa<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">especificamente cristã, e promotor de uma cultura cristã (no presente)<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">ocidentalizada; por outro lado os cristãos vêem o Evangelho como uma<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">palavra inspirada por Deus e transmitida aos homens, a todos os homens, de<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">forma a-cultural e a-temporal, ou seja, que tem a capacidade de comunicar a<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">verdade de Deus a todos os homens em todas as culturas em todos os<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">tempos. São, desta forma, verdades universais. A forma de transmiti-lo, de<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">maneira inteligível e com padrões culturais de compreensão, chama-se<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">contextualização.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Portanto, dentro do pressuposto cristão o evangelho não acultura o indígena,<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">mas vem lhe trazer a verdade universal ainda por ele desconhecida, em sua<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">própria língua e cultura. Igrejas indígenas (cristãs evangélicas) autóctones<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">como os Wai-Wai são um bom exemplo de como o indígena convertido e<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">seguidor de Jesus continua sendo índio, com sua língua, sua cultura e sua<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">compreensão da vida. A conversão interior, porém, provoca efeitos visíveis na<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">interpretação da vida e escolhas diárias, e reside aí, creio eu, a raiz das maiores<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">controvérsias quanto à evangelização indígenas. Estas surgem quando o índio,<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">convertido, passa a revisar a vida e evitar, por exemplo, a participação em ritos<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">e atos normalmente admissíveis e vividos em seu povo e cultura. Seria o caso,<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">por exemplo, de um indígena que descobre o adultério da esposa e, ao<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">3<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">contrário da tradição histórica, resolve não matá-la mas sim perdoá-la. Seria o<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">outro que passa a amar seus inimigos (talvez patrões injustos, exploradores) ao<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">invés de roubá-los e amaldiçoá-los. Seria ainda a mãe que resolve manter sua<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">filhinha viva, ainda que enferma, em lugar de envenená-la como seria o<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">esperado na aldeia. Ou ainda o rapaz que não toma mais caxiri, o ancião que<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">passa a ver na pajelança elementos ruins para o sua vida, a criança que perde o<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">medo do espírito que produz o trovão e assim por diante. Estas mudanças de<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">vida, que geram alterações posteriores na própria cosmovisão, são causadoras<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">de desconforto no mundo acadêmico não cristão.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Antes de prosseguirmos façamos, porém, uma diferença entre cultura e<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">história, pois quando se afirma que o indígena passa a não praticar certas<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">atividades culturais, o que se quer dizer é que este indígena escolheu não<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">praticar certas atividades históricas, visto que todas as atividades da vida<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">humana em uma certa soc<st1:personname w:st="on">ieda</st1:personname>de, incluindo suas escolhas, são atividades<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">culturais. Nenhuma cultura é estática. A isenção da participação em alguns<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">atos e cenários tradicionais não pode ser visto como uma aculturação, mas sim<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">como uma escolha (baseada na conversão) de postura de vida dentro do seu<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">universo local e com base em sua crença, ou fé. O rio Içana, por exemplo,<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">cristão e evangélico, é conhecido como o rio onde &#8216;não se bebe&#8217;. Afirmar que<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">é &#8216;cultural&#8217; beber, como freqüentemente ouvimos, na verdade deveria ser<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">melhor referido como sendo ´histórico´ beber, seja o caxiri ou cachaça. O fato<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">de vários indígenas do Içana não beberem o caxiri ou a cachaça não pode ser<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">visto como um rompimento cultural ou aculturação, por um motivo: beber é<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">cultural da mesma forma que qualquer outra atividade praticada na soc<st1:personname w:st="on">ieda</st1:personname>de<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">como pescar, caçar, casar, adulterar, trair, matar, brincar etc. O fato de uma<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">atividade social ser &#8216;cultural&#8217; sugere apenas que possui raízes de compreensão e<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">prática naquele grupo.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">O Evangelho, assim, não acultura mas sim expõe valores que promovem, de<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">fato, mudança dentro da própria cosmovisão e universo do povo sem lhe<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">retirar aquilo que (ele) julga essencial para viver e ser índio.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Nesta secular controvérsia sobre a presença missionária evangélica entre os<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">índios, a fim de tratarmos os indígenas como moralmente iguais, mesmo que<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">etnicamente distintos, precisaríamos predefinir menos suas escolhas e ouvi-los<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">mais. Outro dia, viajando pelo Alto Rio Negro, ouvi um indígena dizendo:<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Você pode me falar de Jesus ? Daríamos a qualquer um, neste Brasil, o direito<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">de ouvir do que deseja ouvir. Porque não o índio ?</span><span style="font-family: Arial"><o:p></o:p></span></p>
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		<title>&#8220;Armagedons Pessoais&#8221; &#8211; Clássico de Billy Graham.</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 16:55:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Por que existe o sofrimento?   Por que há tanto mal no mundo?  Que posso fazer para diminuir a minha dor, e que futuro espera este mundo? Como irá me afetar pessoalmente? Que posso fazer enquanto esse futuro não chega? Nós não buscamos as tribulações deliberadamente na vida. Elas chegam. O sofrimento é um fato universal. Ninguém [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Por que existe o sofrimento?  </span></span></p>
<p align="left"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Por que há tanto mal no mundo?  </span></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Que posso fazer para diminuir a minha dor, </span></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">e que futuro espera este mundo? </span></span></p>
<p align="left"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Como irá me afetar pessoalmente?</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Que posso fazer enquanto esse futuro não chega?</span></span></p>
<p align="left"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><o:p></o:p></span>Nós não buscamos as tribulações deliberadamente na vida. Elas chegam. O sofrimento é um fato universal. Ninguém pode escapar das suas garras. A chuva cai sobre o justo e o pecador. Todos enfrentamos armagedons pessoais. </span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><o:p><span id="more-378"></span></o:p></span></p>
<p align="center" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p align="center" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p align="center" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p align="center" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p align="center" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p align="center" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Algumas pessoas acreditam, erroneamente, que se tornar um cristão será um abrigo para as tempestades pessoais da vida. Uma história de muitos de nossos hinos religiosos rapidamente desfará tal mito. Um grande número de nossos hinos e canções espirituais favoritos foram compostos nas situações mais penosas da vida de seus autores&#8230;</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Charlotte Elliot escreveu <em>Assim como sou</em> quando era uma inválida desamparada, Frances Ridley Havergal, autora de <em>Tome a minha vida</em> e muitos outros hinos, tinha uma saúde péssima. Fanny Crosby era cega, no entanto, do seu sofrimento, nasceram lindas canções, como <em>A salvo nos braços de Jesus</em>. O hino <em>Deus age de uma maneira misteriosa</em> foi composto pelo poeta William Cowper numa hora de grande aflição mental. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Uma das partes mais lindas da Bíblia é o Livro dos Salmos. Por causa da ampla gama de estados de espírito e de experiências que ele representa, nós procuramos o <em>Livro dos Salmos</em> com muita freqüência. Podemos nos identificar com ele e achar consolo nele porque reflete a vida real, com suas alegrias e tristezas. Muitos dos Salmos foram escritos durante períodos de crises pessoais e nacionais. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">O Salmo 137 expressa a dor e a agonia de um povo banido da sua terra natal: <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">&#8220;Junto aos rios de Babilônia, ali nos assentamos, nos pusemos a chorar, ao recordarmo-nos de Sião. Nos salgueiros que há no meio dela, penduramos as nossas harpas.&#8221; (Salmos 137:1,2) <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Depois de devastar a terra de Israel, o exército babilônio forçara os seus cativos a marcharem para uma terra estranha e um futuro aterrador. Deprimidos e abatidos, os hebreus abandonaram seus instrumentos musicais. Não sobrara canção alguma em seus corações. Este salmo reproduz com agudeza os sentimentos de um povo refugiado. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Muitos dos salmos refletem as crises pessoais enfrentadas por Davi, o maior rei de Israel. Nós o vemos como um homem de êxitos inacreditáveis – sua vitória juvenil sobre Golias, o gigante filisteu, a sua admirável ascensão de pastor a monarca, suas vitórias notáveis sobre os inimigos de Israel. Porém, Davi também foi um homem de tristezas insuportáveis. Acusado injustamente de traição, foi forçado a viver como fugitivo durante anos. Um de seus filhos morreu quando bebê, alguns eram moralmente corruptos, outros foram implacavelmente assassinados. A certa altura de seu reinado, a sua própria nação se voltou contra ele, quando outro de seus filhos tentou dar um golpe de Estado. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Deus chamou Davi de &#8220;um homem que (Me) agrada&#8221; (I Sam. 13:14). Embora fosse óbvio que Deus amava Davi, não o isentou do sofrimento. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Ninguém está isento do toque da tragédia: nem os cristãos nem os não-cristãos; nem os ricos nem os pobres; nem o líder nem o seguidor. Cruzando todas as barreiras raciais, sociais, políticas e econômicas, o sofrimento une toda a humanidade. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><o:p> </o:p></span><span style="font-weight: normal; font-size: 12pt; font-family: Arial"><o:p> </o:p></span><span style="font-weight: normal; font-size: 12pt; font-family: Arial"><o:p> </o:p></span><span style="font-weight: normal; font-size: 12pt; font-family: Arial"><o:p></o:p></span>  <span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><strong>A<span>  </span>Realidade<span>  </span>do<span>  </span>Sofrimento<o:p></o:p></strong></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><o:p><strong> </strong></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><o:p><strong> </strong></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><o:p> </o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><o:p></o:p></span>  <span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">É difícil falar sobre o sofrimento ou escrever sobre ele, pois não é algo que possa ser adequadamente examinado fora da esfera da experiência. Ele não é abstrato nem é filosófico. É real e concreto. Deixa cicatrizes. Quando os ventos da adversidade passam, poucas vezes permanecemos os mesmos. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Só compreende o significado do sofrimento quem já passou por alguma crise. E, muitas vezes, é apenas em retrospecto que nos damos conta do propósito e do valor de nosso sofrimento. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Já notou que aqueles que causam o maior impacto sobre a sociedade são, em geral, aqueles que mais sofreram? <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">O sofrimento na vida fortalece o caráter de uma pessoa, fazendo com que ela procure energias desconhecidas para superá-lo. As pessoas que passam pela vida sem serem marcadas pelo sofrimento ou tocadas pela dor tendem a ser superficiais nas suas perspectivas de vida. O sofrimento, por outro lado, tende a arar a superfície de nossas vidas para deixar à mostra as profundezas que oferecem uma força maior de propósito e realizações. Somente a terra profundamente arada pode dar uma colheita rica. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">A dor tem muitas faces. Pode-se sofrer física, mental, emocional, psicológica e espiritualmente. Nossas dificuldades raramente ficam confinadas a apenas uma dessas áreas; elas tendem a se sobrepor em experiências humanas. Os sofrimentos mais intensivos podem ser induzidos psicologicamente e freqüentemente levarem a complicações na esfera física. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Existem tantas feridas invisíveis quanto visíveis, e pode haver dificuldade <st1:personname ProductID="em diagnosticá-las. Sabemos" w:st="on">em diagnosticá-las. Sabemos</st1:personname> que a parte invisível do homem é muitas vezes a vítima da mais debilitante das dores. Em certas circunstâncias, um homem pode suportar uma dor física cruciante; e, no entanto, pode ser derrubado por uma palavra cruel. Quando ouvimos a história da tortura infligida a um prisioneiro de guerra, ficamos estupefatos com a sua coragem pessoal e a resistência do corpo humano. Porém, a vida desse mesmo homem pode ser devastada por uma única palavra ou ato perpetrado com perversidade. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">As Escrituras têm muito a dizer sobre o poder da língua para infligir crueldade. O salmista escreveu que as palavras amargas são como flechas mortais. Tiago escreveu: &#8220;Assim a língua também é um pequeno membro, mas se gaba de grandes coisas. Vede como um pouco de fogo abrasa um grande bosque! E a língua é um fogo, um mundo de iniqüidade colocado entre os nossos membros, a língua, que contamina o corpo todo e incendeia o curso da vida.&#8221; (Tiago 3:5, 6) <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">O homem é capaz de grandes vitórias e é suscetível a grandes derrotas. O homem é a um só tempo forte e sensível. Como exclamou o salmista: &#8220;Graças te darei, pois sou assombrosa e maravilhosamente feito.&#8221; (Salmos 139:14) <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Precisamos tentar aplicar intensamente esta sensibilidade ao lidar com o sofrimento, em especial ao considerar os sofrimentos dos outros. Não podemos sentir a dor de outrem. Podemos ver a angústia no seu rosto e tentar empatizar com ela. Porém, não temos as suas terminações nervosas. Não podemos conhecer integralmente a magnitude da sua angústia. Jamais devemos minimizar o sofrimento de outrem. A Escritura manda: &#8220;Chora com os que choram.&#8221; (Romanos 12:15) <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Nossos sofrimentos físicos expressam uma grande verdade. Como escreveu convincentemente C.S. Lewis: &#8220;a dor&#8230; finca a bandeira da verdade dentro da fortaleza de uma alma rebelde&#8221;. A verdade é a seguinte: o corpo do homem é mortal, temporal. O homem precisa enxergar além de si mesmo para encontrar a imortalidade.<span>  </span><o:p></o:p></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">O sofrimento é um dos meios de Deus falar conosco. Por intermédio da dor, percebemos a necessidade que temos dEle. Quando estamos em crise, ouvimos as suas chamadas. Citando novamente C.S. Lewis: &#8220;Deus sussurra para nós em nossos prazeres, fala na nossa consciência, mas grita nas nossas dores. O sofrimento é o seu megafone para despertar um mundo surdo.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Se nosso sofrimento nos conduz a Deus, ele se tornou um amigo abençoado e precioso. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Somos gratos à medicina moderna pela descoberta da cura para tantas doenças e pelos enormes passos dados no controle de outras. Através de muita dedicação, fazem-se progressos diários na descoberta de novas maneiras de aliviar os sofrimentos físicos da humanidade. Muitas vidas foram salvas e agora estão sendo mantidas como resultado desses avanços científicos. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">E, no entanto, a dor ainda está conosco. Muitos de vocês conhecem a realidade do câncer, de derrames, infartos, defeitos congênitos, aleijões resultantes de desastres. Muitos de vocês estão acamados e padecendo dores atrozes há anos. Alguns de vocês estão chocados com a descoberta da moléstia terminal de um amigo ou parente. Talvez você próprio esteja enfrentando a perspectiva da morte. Deixe que eu lhe assegure que não precisa enfrentar sozinho essa situação. Deus quer consolá-lo e ajudá-lo. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Certos sofrimentos advêm como resultado natural da deterioração do corpo. Certas formas de sofrimento físico nos são infligidas por outras pessoas. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Por toda a história do cristianismo, os seguidores de Cristo vêm sofrendo perseguições. Num pais africano, um jovem diretor de escola cristão foi arrancado de seu gabinete e levado para a rua, onde seria fuzilado. Os moradores curiosos da cidade amontoavam-se de um lado da rua, os alunos da escola de outro. O jovem diretor perguntou aos seus captores se podiam lhe dar alguns minutos e, quando eles concordaram, ele cantou: &#8220;Da minha servidão, tristeza e noite, Jesus, saio eu; Jesus, saio eu.&#8221; Depois disso, foi morto. O sangue dos mártires é a semente da igreja. Enquanto os cristãos nos Estados Unidos professam a sua crença sem a ameaça de maus tratos físicos, milhares de seus irmãos em Cristo pelo mundo todo foram torturados e martirizados por confessar o nome de Cristo. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><o:p> </o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Pode chegar o dia em que os americanos tenham que enfrentar uma perseguição intensa por sua fé. Você está preparado para enfrentar o martírio? Jesus deu a Sua vida por você. Pode ser que você seja chamado a dar a sua por Ele. Deus tem muitas promessas preciosas para aqueles que sofrem por Cristo. Nós as examinaremos no decorrer deste livro. </span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><strong>Sofrimento<span>  </span>Mental</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">E.Stanley Jones nos conta a história de um pastor que estava preparando uma série de dez sermões sobre o tema &#8220;Como evitar um esgotamento nervoso&#8221;. Antes que o seu trabalho estivesse completo, ele mesmo teve um esgotamento. A pressão de tentar terminar o trabalho dentro do prazo foi demais para ele. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Todos nós experimentamos alguma forma de ansiedade mental durante nossas vidas. O espectro do sofrimento mental é amplo. Vai da preocupação de um jovem que vai conhecer uma pessoa apresentada por um amigo, até o esgotamento nervoso do executivo de uma grande firma. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Todos somos suscetíveis à depressão. Os cristãos não fogem à regra. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Elias</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">, o dinâmico e dedicado profeta de Deus, defendeu valente e eficazmente a causa de Deus em confrontos aterradores com o paganismo. Elias subiu aos píncaros da fé ao resistir às continuadas ameaças do malvado rei Acabe e de sua perversa mulher, Jezabel (1 Reis 19). Porém, chegou a uma certa altura da vida em que quis desistir completamente. Até mesmo as tarefas mais simples da vida tornaram-se <em>grandes demais para serem suportadas</em>. &#8220;Já chega&#8221;, disse ele. &#8220;Agora, Senhor, tira-me a vida.&#8221; Ele estava assoberbado por uma combinação de exaustão e depressão. Deus não atendeu ao seu pedido, nem o repreendeu. Deus sabia que Elias sofria de exaustão e depressão e deu a ele aquilo de que precisava: sono e comida e a reafirmação de que não estava só. Deus enxergou a raiz do problema de Elias; ele esgotara as suas reservas físicas e mentais. Ele ultrapassara o seu ponto crítico. Alguém já disse: &#8220;Muitos problemas são resolvidos por uma boa noite de sono.&#8221; Porém, os problemas que ainda permanecem conosco quando acordamos necessitam do toque especial de Deus. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Uma outra figura importante na história do cristianismo sofreu de modo semelhante. No final de um ministério popular e florescente, <span>João Batista </span>foi aprisionado por Herodes Ântipas, governador da Galiléia. João, o homem do deserto com a sua amplidão e liberdade, e um pedaço de céu sem fim, estava preso numa masmorra escura e úmida. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Durante o tempo em que esteve preso, a fé de João foi abalada até seus alicerces. Este era o mesmo João que dissera: &#8220;Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo?&#8221; (João 1:29) O que o fizera questionar? <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Ele compreendera quando alguns de seus discípulos o abandonaram para seguir a Jesus. E então denunciara Herodes por estar vivendo com a mulher do irmão e foi preso. É Mateus quem nos diz: &#8220;Como João no cárcere tivesse ouvido falar das obras de Cristo, mandou pelos seus discípulos perguntar-lhe: És tu aquele que há de vir, ou é outro o que devemos esperar?&#8221; (Mateus 11:2,3) <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">O que João ouvira contar? Que obras de Jesus? Ouvira contar que Ele comera com os publicamos e os pecadores? Que Ele tivera compaixão de uma mulher adúltera – o mesmo pecado de adultério que João denunciara e que o levara à prisão? Ou ouvira contar de Seus milagres? <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Jesus podia ter salvado João e não o salvou; nenhuma palavra de protesto se erguera contra a gesto de Herodes; a prisão que não se abria – inexplicado. Talvez fosse tudo isso combinado que fizera com que a fé de João fraquejasse. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">A resposta de Nosso Senhor ao profeta aflito é notável. Depois de tranqüilizar João quanto à sua identidade, Ele louvou tanto a João quanto ao seu ministério (Mateus 11:1-11). Vance Havner fez a seguinte observação sobre este episódio: &#8220;Enquanto João falava o pior sobre Jesus, Jesus falava o melhor sobre João.&#8221; <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">As pessoas deprimidas precisam de reafirmação e encorajamento. Jesus sabia disso e agia nesse sentido. Podemos aprender muito com o modo como Deus tratou Elias e como Jesus tratou João Batista. Eles podem servir como modelos para cuidarmos daqueles que sofrem de ansiedades mentais. As pessoas aflitas precisam de uma mão suave e prestativa e de palavras de encorajamento. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Os cristãos são particularmente suscetíveis à exaustão que leva à depressão. Com um sentido de dedicação a Deus que os inspira a trabalhar diligentemente para o Seu reino, eles com freqüência empreendem tarefas imensas e ignoram os sinais de advertência. Sem ninguém para ajudá-los e vendo que o serviço tem que ser feito, eles se excedem no trabalho e acabam nas garras da depressão. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Os que desempenham os papéis de liderança cristã precisam estar alertas para tais casos. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Cada um de nós tem o seu conjunto de capacidades e talentos único e dado por Deus – o seu potencial pessoal de realização. Nem todos trabalhamos à mesma velocidade ou atingimos as mesmas alturas. Deus não quer as pessoas competindo entre si. Ele quer que compitamos contra nós mesmos – para aprender a trabalhar dentro de nossas capacidades individuais. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Jesus narrou uma parábola em que ensinou que chegará o dia em que os feitos de cada cristão serão avaliados por Ele pessoalmente. Jesus explicou que não julgaria um homem pelo que ele faz em comparação com os outros, mas sim pelo que faz com as aptidões que Deus lhe deu. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Deus nos deu a todos capacidades e potenciais especiais e certas <em>limitações</em>. Que desenvolvamos as nossas capacidades e lutemos para trabalhar em direção a nossos potenciais. Mas que aprendamos onde fica o nosso ponto crítico. Às vezes é simplesmente uma questão de seguir em frente, parar para um descanso e depois continuar. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Uma máquina bem ajustada é que tem o seu melhor desempenho. Uma vida cristã bem ajustada e equilibrada é que será a mais produtiva para o reino de Deus.</span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><strong>Sofrimento<span>  </span>Emocional<span>  </span>e<span>  </span>Psíquico</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Todos sofremos desapontamentos na vida. Às vezes, o efeito sobre nós pode ser pequeno. Noutras vezes, nossas vidas podem ser devastadas. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">A <em>solidão</em>, por exemplo, pode ser tão intensa que o funcionamento adequado como homem ou mulher seja quase impossível. Pouco depois do falecimento do príncipe Alberto, a rainha Vitória confidenciou a seu grande amigo Dean Stanley que estava &#8220;sempre desejando consultar uma pessoa que não está aqui, lutando sozinha com uma sensação constante de desolação&#8221;. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Muitos de vocês estão sendo <em>rejeitados</em> e, por causa disso, estão sofrendo muito. Eis aí uma mágoa que causa grandes danos, pois nos afeta bem lá no fundo. Possivelmente, um namorado ou namorada o/a trocou por outra pessoa. Ou o seu casamento está se desmoronando por causa de terceiros. Ou quem sabe foi entrevistado para um emprego importante e não o conseguiu. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Vemos tanto sofrimento emocional e psicológico hoje em dia entre os nossos jovens. A principal causa de morte entre os estudantes universitários é o <em>suicídio</em>. A geração atual pode enfrentar pressões maiores do que qualquer outra geração dos tempos modernos. Academicamente, os estudantes competem desde o ginásio por posições de elite nas universidades. Uma das principais faculdades de medicina americana, para a qual só entram os alunos mais qualificados, tem uma vaga para cada quatrocentos candidatos. É preciso ser muito forte para suportar esse tipo de competição. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Muitos estudantes se preparam para um futuro em determinada carreira e se defrontam com um mercado de trabalho em declínio. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">O custo da instrução está cada vez maior, forçando muitos estudantes a suportarem a responsabilidade de trabalhar enquanto ainda cursam a escola. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">De um modo geral, nas últimas décadas, a nossa sociedade vem desencorajando a juventude a procurar ajuda <st1:personname ProductID="em Deus. Sem Deus" w:st="on">em Deus. Sem Deus</st1:personname> como fonte de orientação e força, os jovens começaram a fugir através das drogas, o que criou novos e profundos problemas. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">As <em>inseguranças</em> podem ser perniciosas. Temos medos que nos atormentam e nos impedem de viver novas aventuras e realizar novos feitos. Muitas vezes hesitamos em ser agressivos em certas situações porque tememos o fracasso. Pode haver um serviço a ser feito, mas não nos sentimos adequados ou qualificados. Ou achamos que não podemos fazer um serviço tão bom quanto nosso antecessor. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Como você se sentiria tomando o lugar de Moisés, aquele homem milagroso que Deus escolheu para conduzir o povo hebreu na sua fuga do cativeiro egípcio? Aparentemente, Josué, o aprendiz bem treinado de Moisés que conduziria os israelitas à Terra Prometida, experimentou uma grande sensação de insegurança. Durante uma &#8220;conversa de estimulo&#8221; que teve com o novo líder, Deus teve que lhe dizer três vezes para não ter medo. E, na terceira vez, Deus explicou por que Josué poderia começar confiante as suas novas responsabilidades: <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">&#8220;Não to mandei eu? Sê corajoso. e forte: não te atemorizes, nem te espantes; <em>porque Jeová teu Deus estará contigo por ande quer que andares</em>.&#8221; (Josué 1:9 – o grifo é meu.) <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Deus prometeu a Sua presença. E onde Deus está, lá também encontramos a Sua paz e o Seu poder – um poder que nos permite sobrepujar o desalento e que nos guia através das derrotas na vida. Como veremos, Deus pode até mesmo usar nossos desapontamentos para trazer o bem para nossas vidas. Deus não pede que sejamos bem sucedidos, mas que sejamos obedientes. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Temos que nos lembrar de que <em>somos</em> vasos fracos, através dos quais Deus pode canalizar Seu poder para realizar Seus propósitos. Como costuma dizer um conferencista: &#8220;Deus, eu não posso, mas o Senhor pode, então, vamos em frente!&#8221; <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Os problemas emocionais e psicológicos podem resultar de coisas que surgem em nossas vidas. Mas também podemos ser prejudicados por aquelas coisas que não surgem em nossas vidas. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Algumas pessoas são emocionalmente incapacitadas por causa de uma ausência de amor em suas vidas – em especial na infância. Os que não receberam amor no começo da vida têm dificuldade em dar amor no decorrer da vida. Apesar disso, não importa o quão desordenadas e confusas possam ser as nossas vidas, Deus é capaz de nos dar a paz e Ele pode padronizar de novo nossas vidas.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><o:p> </o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><o:p> </o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><strong>Sofrimentos<span>  </span>Espirituais</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Nem toda a dor é destrutiva. Há um sentido no qual a dor age como um sistema de alerta, advertindo-nos de que se faz necessária uma assistência médica. Isso também se aplica ao plano espiritual. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Há vezes em que nos agoniamos por causa de pecados inconfessos em nossas vidas. Nossa culpa explode nos relacionamentos tensos, hábitos nervosos, noites insones. Nossas consciências ficam muito pesadas, até buscarmos a cura com o Grande Médico. &#8220;Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e para nos purificar de toda a injustiça.&#8221; (João 1:9) <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">A luta contra o pecado pode produzir uma forma de sofrimento. A Bíblia se refere a isso como uma batalha. Porém, não entramos indefesos na batalha. Deus nos equipa com a Sua &#8220;armadura completa&#8221; (Efésios 6:13). Jesus pode nos libertar do poder de Satanás e do pecado. Não somos obrigados a ceder às nossas tentações. Mas Deus espera que lutemos. Deus não promete livrar-nos da batalha, mas sim livrar-nos pela batalha. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Quando nos tornamos cristãos, ganhamos um amigo, o Senhor Jesus Cristo. Mas também ganhamos um inimigo – Satanás. Satanás tenta desviar-nos da trilha do progresso espiritual. E busca destruir aquilo que nos auxilia. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Mas precisamos nos lembrar do seguinte: Primeiro, <em>Satanás não é onipotente</em>. Não é um equivalente de Deus. Ele é um anjo caído, não um deus caído. Segundo, <em>nada pode surgir em nossas vidas sem o conhecimento e a permissão de Deus</em>. Na verdade, Satanás está sob a autoridade de Deus. Ele teve que receber a permissão de Deus para testar Jó. Terceiro, <em>Deus pode extrair o bem das provações e aflições</em> que Satanás tenta colocar no caminho dos cristãos. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">O Evangelho registra um episódio na vida de Jesus, no qual Ele estava no meio de uma doutrinação na sinagoga. Inesperadamente, um homem possuído pelo demônio se pôs de pé e começou a berrar. Era Satanás tentando perturbar a sessão, pois não queria que o auditório aprendesse sobre o reino de Deus e as verdades da vida eterna. Imediatamente, Jesus expulsou o demônio, demonstrando, assim, a Sua completa autoridade sobre o mundo espiritual. O auditório, que já estava impressionado com a Sua doutrinação, estava agora duplamente impressionado com Seu poder (Marcos 1:21-27). O que Satanás tentou fazer para prejudicar Jesus, na verdade, o auxiliou. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Satanás deve ser a personalidade mais frustrada do universo! O seu exército de demônios é obrigado a obedecer a Jesus, e qualquer coisa que o demônio faça para deixar desanimado um cristão Deus pode utilizar para o beneficio do cristão. Às vezes, Ele permite que soframos para podermos crescer espiritualmente. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Na maioria das vezes, o sofrimento não pode ser exata ou totalmente entendido, exceto <st1:personname ProductID="em retrospecto. Só" w:st="on">em retrospecto. Só</st1:personname> quando o tempo tiver cessado e a eternidade começado, Jó compreenderá por que Deus permitiu que ele fosse testado como foi. Só então o papel desafiador e confortador que ele desempenhou ao longo dos séculos, em inúmeros milhares de vidas, será inteiramente conhecido. <o:p></o:p></span><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><o:p> </o:p></span></strong><strong><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><o:p></o:p></span></strong> <span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><strong>Deus<span>  </span>Quer<span>  </span>Ajudá-lo</strong></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Recentemente, a ciência inventou uma máquina notável, o explorador corporal, que pode detectar no corpo disfunções que escapam até dos raios X. Às vezes, temos feridas que são profundas e sensíveis demais para os outros enxergarem ou ajudarem. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Porém, quem, exceto o próprio Deus, pode explorar o meu eu invisível – meu coração, minha alma, meu espírito? Há feridas em nossas personalidades que são profundas e complicadas demais até para as técnicas modernas mais sofisticadas diagnosticarem ou solucionarem. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Somente o próprio Deus, que nos criou, pode nos compreender inteiramente. Como disse o salmista: &#8220;Jeová, tu me sondas e conheces; tu conheces o meu sentar e o meu levantar, de longe entendes o meu pensamento.&#8221; (Salmos 139:1,2) Somente Deus pode diagnosticar com precisão o nosso problema, e Ele nos mostrará como resolvê-lo. E quando não houver solução, Ele nos dará a graça de viver com o problema. Somente Deus pode responder à nossa pergunta: &#8220;Por quê?&#8221; E, se não houver resposta, dar-nos a Sua paz e a graça de viver com &#8220;o que não tem resposta.&#8221; <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Deus quer nos ajudar quando sofremos. Ele pode dar a Sua <em>presença</em> para o consolo, o Seu <em>poder</em> para a resistência ao sofrimento, o Seu <em>propósito</em> para podermos discernir a nossa situação. E Ele pode produzir dentro de nós qualidades valiosas, que reforçarão e moldarão nossas vidas. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Deus pode nos ajudar porque somente Ele sabe <em>por que</em> estamos sofrendo e <em>aonde </em>o sofrimento pode nos levar. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Ele também pode nos ajudar porque Ele sabe <em>o que</em> significa sofrer. Quando atravessamos épocas difíceis e nos voltamos para alguém em busca de conselho e conforto, procuramos quem possa entender – alguém que já tenha passado por uma situação semelhante e possa sintonizar com nossos sentimentos. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Deus pode nos entender porque sofreu na pessoa de Seu filho. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">O Filho de Deus deixou os reinos dos céus, tornou-se homem e viveu 33 anos num mundo de sofrimento. Pregou para os sofredores. Enfrentou todo o tipo de problemas físicos, mentais, emocionais, psicológicos e espirituais – e demonstrou a Sua capacidade de lidar com cada um deles. O seu problema não é novo para o Senhor Jesus Cristo. Ele não fica nem surpreso nem desconcertado com ele. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Jesus não apenas viu os sofrimentos dos outros – Ele próprio sofreu. Experimentou as mesmas provações e tentações que você enfrenta. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Conheceu o sofrimento <em>físico</em>. Às vezes, sentia que seu sacerdócio era fisicamente exaustivo e precisava buscar um alívio. Quanto a conhecer a intensa dor física, suportou uma tortura cruel e uma morte dolorosa: flagelação e crucificação. Conheceu o sofrimento <em>mental, emocional e psicológico</em>. Muitas vezes, experimentou a <em>rejeição</em> pessoal. Seus irmãos zombavam dEle e de Seu ministério. Quando pregou na Sua cidade natal, as pessoas correram com Ele da aldeia e até tentaram matá-lo. Os líderes religiosos da Sua própria nação acabaram por planejar a Sua morte. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">E Jesus experimentou a <em>solidão</em>. Às vezes, até os Seus apóstolos O entendiam mal. Quem podia se relacionar integralmente numa amizade com alguém que era, a um só tempo, Deus e homem? Após um longo dia de trabalho exaustivo, Jesus não tinha esposa e família para quem Se voltar e encontrar consolo e encorajamento. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">E imaginem o trauma de deixar o ambiente do céu, onde era reconhecido e reverenciado como Filho de Deus por milhares de anjos, e vir para uma terra marcada por pecados onde foi recebido com desprezo e desdém. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Jesus conheceu o sofrimento <em>espiritual</em>. No começo de Seu ministério público, Satanás O tentou impiedosamente por quarenta dias. E Satanás sempre retornou, ao longo do sacerdócio de Jesus, para tentar derrotar o Filho de Deus e desviá-lo de Sua missão. Jesus o enfrentou e venceu a batalha. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">E Jesus experimentou um sofrimento espiritual mais intenso do que você ou eu jamais experimentaremos. Durante um certo tempo, enquanto estava na cruz, sentiu o horror da separação de Deus e gritou: &#8220;Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?&#8221; Para Jesus, esta foi a maior agonia de todas. Ser abandonado pelo Pai que O amava – ver o Pai dar as costas ao Filho –, este foi o sofrimento supremo, a penalidade máxima para o pecado. Você e eu, se tivermos recebido Cristo como Salvador, jamais teremos que nos separar de Deus, porque Jesus pagou a penalidade pelo pecado. É por isso que Paulo pode afirmar, com tanta confiança: <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">&#8220;Pois estou persuadido de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as cousas presentes, nem as futuras, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que é <st1:personname ProductID="em Cristo Jesus" w:st="on">em Cristo Jesus</st1:personname> nosso Senhor.&#8221; (Romanos 8:38,39). <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Nada jamais nos separará de Deus! Como Jesus, no Seu sofrimento, foi separado de Deus para o nosso bem, agora temos a <em>vida eterna</em> ao confiar nEle como Salvador. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">E assim o Filho de Deus pode relacionar-se conosco na hora do nosso sofrimento. Pode relacionar-se com a nossa dor – pode fazer algo por nós. Como expressa com tanta beleza o hino de Thomas Moore: <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Vinde, ó desconsoladas, onde quer que languesçais <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Vinde ao centro da misericórdia. ajoelhai-vos fervorosamente <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Trazei para cá vossos corações feridos, contai aqui a vossa angústia <o:p></o:p></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><em><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">A terra não tem tristeza que o céu não possa curar</span></em><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"><o:p> </o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Deus quer nos ajudar. Você pode estar passando por dificuldades, nesse momento. Ou talvez a sua vida esteja atualmente isenta de tragédias. A despeito das circunstâncias momentâneas, é importante preparar-se para o sofrimento. O sofrimento raramente faz reservas antecipadas. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Este livro irá explorar as maneiras pelas quais você pode se preparar para os seus armagedons pessoais, pela compreensão das doutrinas bíblicas sobre o sofrimento. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Ora, se você é alguém que encara um relacionamento pessoal com Deus como um conceito novo, se desconhece a realidade do Deus vivo residindo dentro da sua vida, se jamais confessou seus pecados e recebeu Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador, eu quero, pessoalmente, convidá-lo a fazer isso agora. <o:p></o:p></span><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Este é o primeiro passo para obter a ajuda de Deus. Ele quer curá-lo por dentro. Ele quer curar primeiro o seu problema mais profundo – o problema do pecado pessoal. <o:p></o:p></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Confesse o seu pecado, receba Jesus como seu Salvador e então comece uma nova vida com ele. Você encontrará a paz de Deus no seu coração, a orientação dEle na sua vida e o conforto da presença dEle ao longo de seus sofrimentos – ao longo de seu Armagedom pessoal, seja qual for a forma que ele tome.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial">Dr. Billy Graham.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 1cm; text-align: justify" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial"></span></p>
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		<title>Clamor a um Avivamento genuíno e pessoal.</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 02:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Avivamento]]></category>
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		<description><![CDATA[O Caminho Cristão traz um texto excelente pelo teólogo Richard Baxter, confira.. Eu não sei o que os outros pensam, mas da minha parte, me envergonho de minha ignorância, e me admiro de mim mesmo, porque não tenho tratado as almas dos outros e da minha como almas que esperam o grande dia do Senhor; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Caminho Cristão traz um texto excelente pelo teólogo Richard Baxter, confira..<span id="more-343"></span></p>
<p><span style="font-family: Arial">Eu não sei o que os outros pensam, mas da minha parte, me envergonho de minha ignorância, e me admiro de mim mesmo, porque não tenho tratado as almas dos outros e da minha como almas que esperam o grande dia do Senhor; e porque tenho espaço para quase qualquer outros pensamentos e palavras; e porque tais assuntos assombrosos não tomam completamente minha mente. Admiro-me de como posso pregar sobre isto desapaixonadamente e descuidadamente; e como posso deixar os homens sozinhos em seus pecados; e como não vou atrás deles, rogando-lhes, pelo amor do Senhor, que se arrependam, não importa a forma que recebam a mensagem, e qual seja a pena e dor que custem a mim.<o:p></o:p></span><span style="font-family: Arial">Muito poucas vezes saio do púlpito sem que minha consciência me golpeie por não ter sido mais fervoroso e sério. Ela não me acusa tanto pela falta de ornamentos e elegância, nem por deixar passar uma palavra errada; mas me pergunta “Como você pode falar de vida e da morte com um coração assim? Como pode pregar sobre o céu e o inferno de uma forma tão relaxada e descuidada? Crê no que disse? Leva a sério ou embroma? Como pode dizer às pessoas que o pecado é algo assim, e que tanta miséria está sobre elas e diante delas, e não ser mais afetado com isto? Você não deveria chorar sobre pessoas assim, e não deveriam tuas lágrimas interromper suas palavras? Você não deveria clamar em alta voz, e mostrar a eles suas transgressões, e implorar a eles e rogá-los como uma questão de vida e morte?<o:p></o:p></span><span style="font-family: Arial">E, por mim mesmo, como estou envergonhado do meu coração descuidado e torpe, e do meu modo de vida inútil e lento, assim como, o Senhor sabe, estou envergonhado de cada sermão que tenho pregado; quando penso sobre o que estou falando, e quem me enviou, e que a condenação e salvação dos homens é completamente relacionada nEle, estou preste a tremer por temor de que Deus me julgará como um mau administrador de Suas verdades e das almas dos homens, e imagino que no meu melhor sermão eu seja culpado pelo sangue deles. Penso que não devemos falar qualquer palavra aos homens, em assuntos de tamanhas conseqüências, sem lágrimas ou com a maior seriedade que possamos alcançar; já que somos tão culpados do pecado que reprovamos, deveria ser dessa forma.<o:p></o:p></span><span style="font-family: Arial">Verdadeiramente, este é o tinir da consciência que soa em meus ouvidos, e apesar disso, minha alma sonolenta não quer ser despertada. Oh! Que coisa é um coração endurecido e insensível. Oh, Senhor, salva-nos da praga da infidelidade e da dureza de coração de nós mesmos! Como poderíamos ser instrumentos aptos para salvar os outros do erro? Oh, faz em nossas almas aquilo que Tu nos usaria para fazer nas almas dos outros.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial">Que possamos nos consumir do verdadeiro significado de avivamento em Deus e pelo Espírito da Graça em Cristo.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial"></span></p>
<p><span style="font-family: Arial"><o:p> </o:p></span><span style="font-family: Arial"><o:p> </o:p></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tratado: Emoção religiosa por Jonathan Edwards</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 02:14:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Avivamento]]></category>
		<category><![CDATA[estudos diversos]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[igreja]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Não há questão de maior importância para a humanidade, e que seja mais concernente a cada pessoa individual para ser bem resolvida, do que esta: Quais são as qualificações distintivas daqueles que estão em favor com Deus, e designadas às Suas eternas recompensas? Ou, o que vem ser a mesma coisa, &#160; Qual é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="color: black; font-family: Arial">Não </span><span style="color: black; font-family: Arial">há questão de maior importância para a humanidade, e que seja mais concernente a cada pessoa individual para ser bem resolvida, do que esta: <span>Quais são as qualificações distintivas daqueles que estão em favor com Deus, e designadas às Suas eternas recompensas? </span>Ou, o que vem ser a mesma coisa, </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="color: black; font-family: Arial">Qual é a natureza da verdadeira religião? <span>E onde descansa as marcas distintivas daquela virtude e santidade que é aceitável aos olhos de Deus? </span>Mas, embora isto seja de tal importância, e apesar de termos clara e abundante luz na Palavra de Deus para nos dirigir neste assunto, todavia não há um ponto em que os Cristãos professos façam mais diferença um do outro. Seria sem fim calcular a variedade de opiniões, neste ponto, que divide o mundo Cristão; fazendo manifesta a verdade da declaração de nosso Salvador: “Estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem”. <span id="more-342"></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="color: black; font-family: Arial"></span><span style="color: black; font-family: Arial"></span><span style="color: black; font-family: Arial"></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="color: black; font-family: Arial"></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial"><o:p> </o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">A consideração destas coisas tem por muito tempo me engajado a atentar para esta matéria com a maior diligência e cuidado, e toda a exatidão de busca e investigação de que eu fui capaz. Este é um assunto sobre o qual minha mente tem sido peculiarmente solícita, desde a primeira vez que entrei no estudo da teologia. — Mas quanto ao <span>sucesso </span>de minhas investigações, isto deve ser deixado ao julgamento do leitor do tratado que se segue. <o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial"></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial">Sou consciente de que é difícil julgar imparcialmente o assunto deste discurso, no meio da poeira e fumaça da presente controvérsia, sobre as coisas desta natureza. Pois, assim como é muito difícil <span>escrever </span>imparcialmente, do mesmo modo é muito difícil <span>ler </span>imparcialmente. — Muitos provavelmente serão magoados, ao encontrar tanto do que pertence às afeições religiosas, aqui condenadas: e talvez indignações e desprezo serão excitados em outros, ao achar tanto justificado e aprovado. </span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial">E pode ser que alguns estarão prontos para acusar-me de inconsistência comigo mesmo, em tanto aprovando algumas coisas, como condenando outras; como tenho encontrado, isto tem sido sempre objetado a mim por alguns, desde o princípio de nossas últimas controvérsias sobre religião. É uma coisa difícil ser um sincero e zeloso amigo do qual tem sido <span>bom </span>e glorioso nas últimas aparências extraordinárias, e regozijar muito nele; e ao mesmo tempo, ver a tendência má e perniciosa dos que tem sido maus, e ardentemente opor a isso. Mas, todavia, estou <span>humildemente, </span>mas <span>inteiramente </span>persuadido que nós nunca estaremos no caminho da verdade, um caminho aceitável a Deus, e tendendo ao avanço do reino de Cristo, até que façamos assim. </span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial">Há certamente algo muito misterioso nisto, esse tão bom e esse tão mau, devem ser misturado juntamente na <span>igreja de Deus</span>: como é uma coisa misteriosa, e que tem embaraçado e assombrado muitos bons Cristãos, que deva existir o que é tão divino e precioso, como a graça salvadora de Deus, residindo no mesmo coração, com tanta corrupção, hipocrisia, e iniqüidade, em <span>um santo <st1:personname productid="em particular. Contudo" w:st="on">em particular<span>. Contudo</span></st1:personname><span>, nenhum destes é mais misterioso do que real. E nenhum deles é uma coisa nova. Não é uma coisa nova, que tanta falsa religião deva prevalecer no tempo de grande reavivamento; e que, ao mesmo tempo, multidões de hipócritas devam brotar entre os verdadeiros santos. </span></span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial"><span><span>Foi assim na grande reforma, e reavivamento da religião, no tempo de Josias; como aparece em Jeremias 3:10, e Jeremias 4:3,4, e também pela grande apostasia que houve na nação, tão logo após seu reinado. Assim foi com o grande derramamento do Espírito sobre os Judeus, nos dias de João Batista; como se mostra pela grande apostasia daquele povo, tão logo depois de tão geral despertamento, e os temporários confortos e alegrias de muitos; João 5:35: “E vós quisestes alegrar-vos por um pouco de tempo com a sua luz”. Assim foi naquelas grandes comoções entre a multidão, ocasionas pela pregação de Jesus Cristo. </span>Muitos são chamados, mas poucos escolhidos </span>; da multidão que foi excitada e afetada pela Sua pregação — e em um tempo ou outro pareciam poderosamente engajados, cheios de admiração por Cristo, e elevados com alegria — mas poucos eram verdadeiros discípulos, que agüentaram os abalos das provas, e perseveraram até o fim. Muitos eram semelhantes a terra <span>pedregosa </span>ou <span>espinhosa</span>; e porém poucos, comparativamente, eram semelhantes a <span>boa </span>terra. </span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial">Do monte inteiro que foi recolhido, grande parte era palha, que o vento mais tarde levou; e o monte de trigo que foi deixado, era comparativamente pequeno; assim como aparece abundantemente pela história do Novo Testamento. Assim foi no grande derramamento do Espírito que houve nos dias dos apóstolos; como se mostra por Mateus 24:10-13; Gálatas 3:1; e 4:11,15; Filipenses 2:21; e capítulo 3:18,19, e as duas epístolas aos Coríntios, e muitas outras partes do Novo Testamento. E assim foi na grande <span>reforma </span>do papismo — Parece claramente ter estado na igreja visível de Deus, nos tempos dos grandes reavivamentos, assim como as árvores frutíferas na primavera; há uma multidão de flores, que parecem legítimas e belas, e há uma aparência promissora de frutos novos: mas muitos delas são de curta duração; elas breve murcharão, e nunca chegarão a maturidade. <o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Não é, contudo, para ser suposto que será <span>sempre </span>assim. </span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial">Porque embora nunca haverá, neste mundo, uma inteira pureza, em cada um dos santos em particular, por uma perfeita libertação das misturas de corrupção, ou na igreja de Deus, sem qualquer mistura de hipócritas com santos — ou religião falsifica e falsas aparências de graça com verdadeira religião e real santidade — todavia é evidente, virá um tempo de pureza muito maior na igreja, do que tem havido nas erras passadas. Isto se mostra claramente por estes textos das Escrituras: Isaías 52:1; Ezequiel 44:6,7,9; Joel 3:17; Zacarias 14:21; Salmos 69:32,35,36; Isaías 35:8,10; capítulo 4:3,4; Ezequiel 20:38; Salmos 37:9,10,11,29. E uma grande razão disto será que naquele tempo, Deus dará uma luz muito maior para Seu povo, para distinguir entre a verdadeira religião e suas falsificações. </span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial">Malaquias 3:3: “E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata; e purificará os filhos de Levi, e os refinará como ouro e como prata; então ao SENHOR trarão oferta em justiça”. Com o versículo 18, que é a continuação da profecia dos mesmos tempos felizes: “Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve”. </span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial"><o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">É pela mistura da falsificada religião com a verdadeira, não discernida e distinguida, que o diabo tem tido suas maiores vantagens contra a causa e o reino de Cristo. É por este meios, principalmente, que ele tem prevalecido contra todos os reavivamentos da religião, desde a fundação da igreja Cristã. Com isto, ele prejudicou a causa do Cristianismo, tanto na era apostólica como depois, tanto mais do que por todas as perseguições tanto de Judeus como de gentios. Os apóstolos, em todas suas epístolas, nos mostram muito mais concernente ao primeiro dano, do que o segundo. </span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial">Com isto, Satã prevaleceu contra o reforma, iniciada por Lutero, Zwínglio, etc., para colocar uma parada em seu progresso, e traze-la à desgraça, dez vezes mais do que por todas aquelas sanguinárias e cruéis perseguições da igreja de Roma. Com isto, principalmente, ele prevaleceu contra os reavivamentos da religião em nossa nação. Com isto ele prevaleceu contra a Nova Inglaterra, apagando o amor e saqueando a alegria de seus matrimônios, aproximadamente cem anos atrás. </span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial">E penso que tive bastante oportunidades para ver claramente, que por isto o diabo tem prevalecido contra o último grande reavivamento da religião na Nova Inglaterra, tão feliz e prometedor em seu princípio. Aqui, mais evidentemente, tem sido a principal vantagem de Satã contra nós; por isto ele tem nos frustrado. É por estes meios que a filha de Sião nesta terra agora descansa no chão, em semelhantes lastimosas circunstâncias, com seus vestuários rasgados, sua face desfigurada, sua nudez exposta, seus membros quebrados, e encapelando no sangue de suas próprias feridas, e de maneira nenhuma capaz de levantar; e isto, tão rapidamente depois de sua última grande felicidade e esperança. Lamentações 1:17: “Estende Sião as suas mãos, não há quem a console; mandou o SENHOR acerca de Jacó que lhe fossem inimigos os que estão em redor dele; Jerusalém é entre eles como uma mulher imunda”. </span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial">Tenho visto o diabo prevalecer pelo mesmo caminho, contra dois grandes reavivamentos de religião neste país. — Satã continua com a humanidade assim como ele começou com eles. Ele prevaleceu contra nossos primeiros pais, e lhes arremessou para fora do paraíso, e subitamente trouxe toda sua felicidade e glória ao fim, aparentando ser um amigo de seu estado feliz, e fingindo avançar-lhes a um degrau mais alto. Assim, a mesma serpente perspicaz que enganou Eva através de sua astúcia, nos apartando da simplicidade que há em Cristo, tem subitamente nos privado daquele justo prospecto que tínhamos, há pouco tempo atrás, de uma espécie de estado paradisíaco da igreja de Deus na Nova Inglaterra. <o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial"></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial">Após a religião reviver na igreja de Deus, e os inimigos aparecer, as pessoas que são engajadas a defender sua causa são comumente mais expostas, onde elas estão sensíveis de perigo. Enquanto elas estão inteiramente atentas sobre a oposição que aparece <span>abertamente </span>diante deles, para fazer cabeça contra esta, e enquanto elas negligenciam cuidadosamente para olhar ao redor, o diabo vem atrás deles, e dá uma punhalada fatal não vista; e ele tem oportunidade para dar uma pancada mais interna, e machucar o profundo, porque ele ataca em seu descanso e não sendo obstruído por nenhuma guarda ou resistência. <o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">E assim provavelmente sempre será na igreja, não importa quando a religião reviver consideravelmente, até que nós tenhamos aprendido bem a distinguir entre a verdadeira e a falsa religião, entre as emoções e experiências salvíficas e aquelas diversas impressões atraentes e aparências brilhantes, pelas quais elas são falsificadas; as conseqüências das quais, quando elas não são distinguidas, são freqüentemente indizivelmente terríveis. <span></span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial"><span>Por estes meios </span>, o diabo gratifica a si mesmo, pois as multidões oferecem uma adoração falsa a Deus sob a ilusão de um culto aceitável, que é na realidade acima de todas as coisas abominável a Ele. <span>Por estes meios</span>, ele ludibriou grandes multidões sobre o estado de suas almas; fazendo-lhes pensar que eles são alguma coisa, quando eles não são nada; e assim eternamente lhes desfazendo; e não somente assim, mas estabelecendo muitos na forte confiança de sua eminente santidade, que, aos olhos de Deus, são alguns dos vis hipócritas. <span></span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial"><span>Por este meios</span>, ele muitas vezes desanimou e feriu a religião nos corações dos santos, obscureceu e deformou-a pelas misturas corrompidas, fez com que suas emoções religiosas tristemente se degenerassem, e algumas vezes, por um considerável tempo, ser como o maná que produziu vermes e fedor; e terrivelmente enlaçou e confundiu as mentes de outros, trazendo-lhes à grandes dificuldades e tentações, e embaraçando-lhes em uma vastidão, dentre os quais eles não podiam de forma alguma se desembaraçar. <span></span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial"><span>Por estes meios</span>, Satanás poderosamente encoraja os corações dos inimigos explícitos, fortalecendo suas mãos, enchendo-lhes com armas, e fortalecendo suas fortalezas; quando ao mesmo tempo, a religião e a igreja de Deus permanece exposta a eles, como uma cidade sem muralhas. <span></span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial"><span>Por estes meios</span>, ele faz com que os homens ímpios pequem na ilusão de estarem servindo a Deus; e portanto, pecam sem restrições, sim, com ardente solicitude e zelo, e com todo sua força. <span></span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial"><span>Por estes meios</span>, ele faz que até os amigos da religião, insensivelmente, façam o trabalho de seus inimigos, destruindo a religião em uma maneira mais eficaz do que os inimigos declarados podem fazer, na ilusão de o estarem fazendo progredir.</span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial"> <span>Por estes meios</span>, o diabo dispersa o rebanho de Cristo, e colocá-os uns contra os outros com grande calor de espírito, sob uma noção de zelo por Deus; e a religião, gradualmente, degenera em vãs disputas. </span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial">Durante os conflitos, Satanás conduz ambas as partes para fora do caminho correto, dividindo cada um em grandes extremos, um na mão direita, e o outro na esquerda, conforme ele os encontra mais inclinados, ou mais facilmente movidos e oscilantes, até que o caminho correto no meio é quase completamente negligenciado. No meio desta confusão, o diabo tem grande oportunidade para avançar em seu próprio interesse, para fazê-lo forte de inumeráveis modos, de obter o governo de todas as coisas em suas próprias mãos, e operar sua própria vontade. E pelo que é visto das terríveis conseqüências desta falsificação, quando não distinguida da verdadeira religião, o povo de Deus em geral têm suas mentes perturbadas na religião, e não sabem onde colocar os seus pés, ou o que pensar, e muitos são trazidos à duvidar de o quer que seja na religião; e heresia, infidelidade, e ateísmo prevalece grandemente. <o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial"></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial">Conseqüentemente, é vital que nos esforcemos ao máximo para claramente discernir, e ter bem assentado e estabelecido, no que consiste a verdadeira religião. Até que isto seja feito, não podemos esperar que grandes avivamentos de religião tenham longa duração; até que isto seja feito, não podemos esperar muito proveito de todos nossos calorosos debates, em conversação e a partir da impressa, não sabendo claramente e distintivamente o que devemos contender. <o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial"></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial">Meu propósito é contribuir com o meu pouco, e usar o meu melhor (embora débil) esforçando-me para este fim, no subseqüente tratado: no qual deve ser notado que é um tanto diferente do propósito de que eu tinha anteriormente publicado, que foi para mostrar <span>As marcas distintivas da obra do Espírito de Deus</span>, incluindo tanto suas operações comuns e salvifícas. O que tenciono agora, é mostrar a natureza e sinais das <span>graciosas operações do Espírito de Deus</span>, pelas quais elas são distinguidas de todas as outras — sejam quais forem &#8211; que não são de uma natureza salvífica. Se eu for sucedido nesta minha intenção, em qualquer medida tolerável, espero que tenda a promover o interesse da religião. E se eu for sucedido em trazer alguma luz para este assunto ou não, e embora meus esforços possam ser reprovados, nestes tempos ardilosos e censuradores, espero na misericórdia da graça e justiça de Deus, para aceitação da sinceridade de meus esforços; e espero também pelo candor e orações dos verdadeiros seguidores do manso e benevolente Cordeiro de Deus. <o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial"> <o:p></o:p></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="color: black; font-family: Arial"></p>
<hr style="width: 150pt" align="left" size="2" width="200" /></span></p>
<p><span style="font-family: Arial"><o:p> </o:p></span></p>
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		<title>Avivamento</title>
		<link>http://www.caminhocristao.com/2007/11/avivamento/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Nov 2007 12:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avivamento]]></category>
		<category><![CDATA[protestante]]></category>
		<category><![CDATA[vida cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[O termo “avivamento” tem sido usado para designar momentos específicos na história da Igreja em que Deus visitou seu povo de maneira especial, pelo Espírito, trazendo quebrantamento espiritual, arrependimento dos pecados, mudança de vidas, renovação da fé e dos compromissos com ele, de tal forma que as igrejas, assim renovadas, produzem um impacto distinto e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O termo “avivamento” tem sido usado para designar momentos específicos na história da Igreja em que Deus visitou seu povo de maneira especial, pelo Espírito, trazendo quebrantamento espiritual, arrependimento dos pecados, mudança de vidas, renovação da fé e dos compromissos com ele, de tal forma que as igrejas, assim renovadas, produzem um impacto distinto e perceptível no mundo ao seu redor. Entre os exemplos mais conhecidos está o grande avivamento acontecido na Inglaterra e Estados Unidos durante o século XVIII, associado aos nomes de George Whitefield, João Wesley e Jonathan Edwards.</p>
<p><span id="more-320"></span> Há registros também de poderosos avivamentos ocorridos na Coréia, China, África do Sul. Há vários livros que trazem o histórico dos avivamentos espirituais mais conhecidos.</p>
<p>“Avivamento” é uma palavra muito gasta hoje. Ela está no meio evangélico há alguns séculos. As diferentes tradições empregam-na de várias formas distintas. O termo remonta ao período dos puritanos (séc. XVII), embora o fenômeno em si seja bem mais antigo, dependendo do significado com que empregarmos o termo. O período da Reforma protestante, por exemplo, pode ser considerado como um dos maiores avivamentos espirituais já ocorridos.</p>
<p>Há diversas obras clássicas que tratam do assunto. Elas usam a palavra “avivamento” no mesmo sentido que “reavivamento”, isto é, a revivificação da religião experimental na vida de cristãos individuais ou mesmo coletivamente, em igrejas, cidades e até países inteiros. Vários puritanos escreveram extensas obras sobre o assunto, como Robert Fleming [1630-1694], The Fulfilling of the Scripture, Jonathan Edwards [1703-1758] em várias obras e um dos mais extensos e famosos, John Gillies [1712-1796], Historical Collections Relating to Remarkable Periods of the Success of the Gospel [Coleção de Registros Históricos de Períodos Notáveis do Sucesso do Evangelho].</p>
<p>Mas, não foi por ai que eu comecei. O primeiro livro que li sobre avivamento foi Avivamento: a ciência de um milagre, da Editora Betânia. Eu era recém convertido e o livro me foi doado por um pastor que percebeu meu interesse pelo assunto. O livro tratava do ministério de Charles Finney, que ministrou nos Estados Unidos no século XIX, e registrava eventos extraordinários que acompanhavam as suas pregações, como conversões de cidades inteiras. Além das histórias, o livro trazia extratos de obras do próprio Finney onde ele falava sobre avivamento. Para Finney, um reavivamento espiritual era o resultado do emprego de leis espirituais, tanto quanto uma colheita é o resultado das leis naturais que regem o plantio. Não era, portanto, um milagre, algo sobrenatural. Se os crentes se arrependerem de seus pecados, orarem e jejuarem o suficiente, então Deus necessariamente derramará seu Espírito em poder, para converter os incrédulos e santificar os crentes. Para Finney, avivamento é resultado direto do esforço dos crentes em buscá-lo. Se não vem, é porque não estamos buscando o suficiente.</p>
<p>As idéias de Finney marcaram o início de minha vida cristã. Hoje, muitos anos e muitos outros livros depois, entendo o que não poderia ter entendido à época. Finney era semi-pelagiano e arminiano, e muito do que ele ensinou e praticou nas reuniões de avivamento que realizou era resultado direto da sua compreensão de que o homem não nascia pecador, que era perfeitamente capaz de aceitar por si mesmo a oferta do Evangelho, sem a ajuda do Espírito Santo. As idéias de Finney sobre avivamento, principalmente o conceito de que o homem é capaz de produzir avivamento espiritual, influenciaram tremendamente setores inteiros do evangelicalismo e do pentecostalismo. Hoje, tenho outra concepção acerca do assunto.</p>
<p>Eu uso o termo avivamento no sentido tradicional usado pelos puritanos. E portanto, creio que é seguro dizer que apesar de toda a agitação em torno do nome, o Brasil ainda não conheceu um verdadeiro avivamento espiritual. Depois de Finney, Billy Graham, do metodismo moderno e do pentecostalismo em geral, “avivamento” tem sido usado para designar cruzadas de evangelização, campanhas de santidade, reuniões onde se realizam curas e expulsões de demônios, ou pregações fervorosas. Mais recentemente, após o neopentecostalismo, avivamento é sinônimo de louvorzão, dançar no Espírito, ministração de louvor, show gospel, cair no Espírito, etc. etc. Nesse sentido, muitos acham que está havendo um grande avivamento no Brasil. Eu não consigo concordar. Continuo orando por um avivamento no Brasil. Acho que ainda precisamos de um, pelos seguintes motivos:</p>
<p>1. Apesar do crescimento numérico, os evangélicos não têm feito diferença na sociedade brasileira quanto à ética, usos e costumes, como uma força que influencia a cultura para o bem, para melhor. Historicamente, os avivamentos espirituais foram responsáveis diretos por transformações de cidades inteiras, mudanças de leis e transformação de culturas. Durante o grande avivamento em Northampton, dois séculos atrás, bares, prostíbulos e casernas foram fechados, por falta de clientes e pela conversão dos proprietários. A Inglaterra e a Escócia foram completamente transformadas por avivamentos há 400 anos.</p>
<p>2. Há muito show, muita música, muito louvor – mas pouco ensino bíblico. Nunca os evangélicos cantaram tanto e nunca foram tão analfabetos de Bíblia. Nunca houve tantos animadores de auditório e tão poucos pregadores da palavra de Deus. Quando o Espírito de Deus está agindo de fato, ele desperta o povo de Deus para a Palavra. Ele gera amor e interesse nos corações pela revelação inspirada e final de Deus. Durante os avivamentos históricos, as multidões se reuniam durante horas para ouvir a pregação da Palavra de Deus, para ler as Escrituras, à semelhança do avivamento acontecido na época de Esdras em Israel, quando o povo de Deus se quedou em pé por horas somente ouvindo a exposição da Palavra de Deus. Não vemos nada parecido hoje. A venda de CDs e DVDs com shows gospel cresce em proporção geométrica no Brasil e ultrapassa em muito a venda de Bíblias.</p>
<p>3. Há muitos suspiros, gemidos, sussurros, lágrimas, olhos fechados e mãos levantadas ao alto, mas pouco arrependimento, quebrantamento, convicção de pecado, mudança de vida e santidade. Faz alguns anos recebi um convite para pregar numa determinada comunidade sobre santidade. O convite dizia em linhas gerais que o povo de Deus no Brasil havia experimentado nas últimas décadas ondas sobre ondas de avivamento. “O vento do Senhor tem soprado renovação sobre nós”, dizia o convite, mencionando em seguida como uma das evidências o surgimento de uma nova onda de louvor e adoração, com bandas diferentes que “conseguem aquecer os nossos ambientes de culto”. O convite reconhecia, porém, que ainda havia muito que alcançar. Existia especialmente um assunto que não tinha recebido muita ênfase, dizia o convite, que era a santidade. E acrescentava: “Sentimos que precisamos batalhar por santidade. Por isto, estamos marcando uma conferência sobre Santidade&#8230;” Ou seja, pode haver avivamento sem santidade! Durante um verdadeiro avivamento, contudo, os corações são quebrantados, há profunda convicção de pecado da parte dos crentes, gemidos de angústia por haverem quebrado a lei de Deus, uma profunda consciência da corrupção interior do coração, que acaba por levar os crentes a reformar suas vidas, a se tornarem mais sérios em seus compromissos com Deus, a mudar realmente de vida.</p>
<p>4. Um avivamento promove a união dos verdadeiros crentes em torno dos pontos centrais do Evangelho. Historicamente, durante os avivamentos, diferenças foram esquecidas, brigas antigas foram postas de lado, mágoas passadas foram perdoadas. A consciência da presença de Deus era tão grande que os crentes se uniram para pregar a Palavra aos pecadores, distribuir Bíblias, socorrer os necessitados e enviar missionários. Em pleno apartheid na África do Sul, estive em Kwasizabantu, local onde irrompeu um grande avivamento espiritual em 1966, trazendo a conversão de milhares de zulus, tswanas e africaners. Foi ali que vi pela primeira vez na África do Sul as diferentes tribos negras de mãos dadas com os brancos, em culto e adoração ao Senhor que os havia resgatado.</p>
<p>5. Um avivamento dissipa o nevoeiro moral cinzento em que vivem os cristãos e que lhes impede de ver com clareza o certo e o errado, e a distinguir um do outro. Durante a operação intensa do Espírito de Deus, o pecado é visto em suas verdadeiras cores, suas conseqüências são seriamente avaliadas. A verdade também é reconhecida e abraçada. A diferença entre a Igreja e o mundo se torna visível. Fazem alguns anos experimentei um pouco disso, numa ocasião muito especial. Durante a pregação num domingo à noite de um sermão absolutamente comum em uma grande igreja em Recife fui surpreendido pelo súbito interesse intenso das pessoas presentes pelo assunto, que era a necessidade de colocarmos nossa vida em ordem diante de Deus. Ao final da mensagem, sem que houvesse apelo ou qualquer sugestão nesse sentido, dezenas de pessoas se levantaram e vieram à frente, confessando seus pecados, confissões tremendas entrecortadas por lágrimas e soluços. O culto prolongou-se por mais algumas horas. E era um culto numa igreja presbiteriana! O clima estava saturado pela consciência da presença de Deus e os crentes não podiam fazer outra coisa senão humilhar-se diante da santidade do Senhor.</p>
<p>6. Um avivamento espiritual traz coragem e ousadia para que os cristãos assumam sua postura de crentes e posição firme contra o erro, levantando-se contra a tibieza, frouxidão e covardia moral que marca a nossa época.</p>
<p>7. Um avivamento espiritual desperta os corações dos crentes e os enche de amor pelos perdidos. Muitos dos missionários que no século passado viajaram mundo afora pregando o Evangelho foram despertados em reuniões e pregações ocorridas em tempos de avivamento espiritual. Os avivamentos ocorridos nos Estados Unidos no século XIX produziram centenas e centenas de vocações missionárias e coincidem com o período das chamadas missões de fé. Em meados do século passado houve dezenas de avivamentos espirituais em colégios e universidades americanas. Faz alguns anos ouvi Dr. Russell Shedd dizer que foi chamado para ser missionário durante seu tempo de colégio, quando houve um reavivamento espiritual surpreendente entre os alunos, que durou alguns dias. Naquela época, uma centena de jovens dedicou a vida a Cristo, e entre eles o próprio Shedd.</p>
<p>Não ignoro o outro lado dos avivamentos. Quando Deus começa a agir, o diabo se alevanta com todas as suas forças. Avivamentos são sempre misturados. Há uma mescla de verdade e erro, de emoções genuínas e falsas, de conversões verdadeiras e de imitações, experiências reais com Deus e mero emocionalismo. Em alguns casos, houve rachas, divisões e brigas. Todavia, pesadas todas as coisas, creio que um avivamento ainda vale a pena.</p>
<p>Ao contrário de Finney, não creio que um avivamento possa ser produzido pelos crentes. Todavia, junto com Lloyd-Jones, Spurgeon, Nettleton, Whitefield e os puritanos, acredito que posso clamar a Deus por um, humilhar-me diante dele e pedir que ele comece em mim. Foi isso que fizeram os homens presbiterianos da Coréia em 1906, durante uma longa e grave crise espiritual na Igreja Coreana. Durante uma semana se reuniram para orar, confessar seus pecados, se reconciliarem uns com os outros e com Deus. Durante aquela semana Deus os atendeu e começou o grande avivamento coreano, provocando milhares e milhares de conversões genuínas meses a fio, e dando início ao crescimento espantoso dos evangélicos na Coréia.</p>
<p>Só lamento em tudo isso que os abusos para com o termo “avivamento” tem feito com que os reformados falem pouco desse tema. E pior, que orem pouco por ele.</p>
<p>Autor: Rev. Augustus Nicodemus Lopes<br />
Retirado de: http://tempora-mores.blogspot.com/2007/11/creio-em-avivamento.html</p>
<p>ps:</p>
<p>2 Crônicas 7.14<br />
&#8220;<em>E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.</em>&#8220;</p>
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