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	<title>O Caminho Cristão &#187; catolicismo</title>
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	<description>"O cristianismo não é meramente um programa de conduta;é o poder de uma nova vida "</description>
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		<title>Evangélicos com alma Católica.</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 06:26:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os evangélicos no Brasil nunca conseguiram se livrar totalmente da influência do Catolicismo Romano. Por séculos, o Catolicismo formou a mentalidade brasileira, a sua maneira de ver o mundo (&#8220;cosmovisão&#8221;). O crescimento do número de evangélicos no Brasil é cada vez maior &#8211; segundo o IBGE (2008), somos 40 milhões &#8211; mas há várias evidências [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><span style="color: black; font-family: Arial">Os evangélicos no Brasil nunca conseguiram se livrar totalmente da influência do Catolicismo Romano. Por séculos, o Catolicismo formou a mentalidade brasileira, a sua maneira de ver o mundo (&#8220;cosmovisão&#8221;). O crescimento do número de evangélicos no Brasil é cada vez maior &#8211; segundo o IBGE (2008), somos 40 milhões &#8211; mas há várias evidências de que boa parte dos evangélicos não tem conseguido se livrar da herança católica.<span id="more-367"></span></span></p>
<p><span style="color: black; font-family: Arial"><br />
É um fato que a conversão verdadeira (arrependimento e fé) implica uma mudança espiritual e moral, mas não significa necessariamente uma mudança na maneira como a pessoa vê o mundo. Alguém pode ter sido regenerado pelo Espírito e ainda continuar, por um tempo, a enxergar as coisas com os pressupostos antigos. É o caso dos crentes de Corinto, por exemplo. Alguns deles haviam sido impuros, idólatras,adúlteros, efeminados, sodomitas, ladrões, avarentos, bêbados,maldizentes e roubadores. Todavia, haviam sido lavados, santificados e justificados &#8220;em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus&#8221; (1 Co 6.9-11), sem que isso significasse que uma mudança completa de mentalidade houvesse ocorrido com eles. Na primeira carta<br />
que lhes escreve, Paulo revela duas áreas em que eles continuavam a agir como pagãos: na maneira grega dicotômica de ver o mundo dividido em matéria e espírito (que dificultava a aceitação entre eles das relações sexuais no casamento e a ressurreição física dos mortos &#8211; capítulos 7 e 15) e o culto à personalidade mantido para com os filósofos gregos (que logo os levou a formar partidos na igreja em torno de Paulo, Pedro, Apolo e mesmo o próprio Cristo &#8211; capítulos <st1:metricconverter ProductID="1 a" w:st="on">1 a</st1:metricconverter> 4). Eles eram cristãos, mas com a alma grega pagã.</p>
<p>Da mesma forma, creio que grande parte dos evangélicos no Brasil tem a alma católica. Antes de passar às argumentações, preciso esclarecer um ponto. Todas as tendências que eu identifico entre os evangélicos como sendo herança católica, no fundo, antes de serem católicas, são realmente tendências da nossa natureza humana decaída, corrompida e manchada pelo pecado, que se manifestam em todos os lugares, em todos os sistemas e não somente no Catolicismo. Como disse o reformado R.Hooykas, famoso historiador da ciência, &#8220;no fundo, somos todos romanos&#8221; (Philosophia Liberta, 1957). Todavia, alguns sistemas são mais vulneráveis a essas tendências e as absorveram mais que outros,como penso que é o caso com o Catolicismo no Brasil. E que tendências são essas?</p>
<p>1) O gosto por bispos e apóstolos</p>
<p>Na Igreja Católica, o sistema papal impõe a autoridade de um único homem sobre todo o povo. A distinção entre clérigos (padres, bispos, cardeais e o papa) e leigos (o povo comum) coloca os sacerdotes católicos em um nível acima das pessoas normais, como se fossem revestidos de uma autoridade, um carisma, uma espiritualidade<br />
inacessível, que provoca a admiração e o espanto da gente comum,infundindo respeito e veneração. Há um gosto na alma brasileira por bispos, catedrais, pompas, rituais. Só assim consigo entender a aceitação generalizada por parte dos próprios evangélicos de bispos e apóstolos autonomeados, mesmo após Lutero ter rasgado a bula papal que o excomungava e queimá-la na fogueira. A doutrina reformada do sacerdócio universal dos crentes e a abolição da distinção entre clérigos e leigos ainda não permearam a cosmovisão dos evangélicos no Brasil, com poucas exceções.</p>
<p>2) A idéia de que pastores são mediadores entre Deus e os homens</p>
<p>No Catolicismo, a Igreja é mediadora entre Deus e os homens e transmite a graça divina mediante os sacramentos, as indulgências, as orações. Os sacerdotes católicos são vistos como aqueles através de quem essa graça é concedida, pois são eles que, com as suas palavras, transformam, na Missa, o pão e o vinho no corpo e no sangue de Cristo;que aplicam a água benta no batismo para remissão de pecados; que ouvem a confissão do povo e pronunciam o perdão de pecados. Essa mentalidade de mediação humana passou para os evangélicos, com poucas mudanças. Até nas igrejas chamadas históricas, os crentes brasileiros agem como se a oração do pastor fosse mais poderosa do que a deles e como se os pastores funcionassem como mediadores entre eles e os favores divinos. Esse ranço do Catolicismo vem sendo cada vez mais explorado por setores neopentecostais do evangelicalismo, a julgar por práticas já assimiladas como &#8220;a oração dos 318 homens de Deus&#8221;, &#8220;a prece poderosa do bispo tal&#8221;, &#8220;a oração da irmã fulana, que é profetisa&#8221;, etc.</p>
<p>3) O misticismo supersticioso no apego a objetos sagrados</p>
<p>O Catolicismo no Brasil, por sua vez influenciado pelas religiões afro-brasileiras, semeou misticismo e superstição durante séculos na alma brasileira: milagres de santos, uso de relíquias, aparições de Cristo e de Maria, objetos ungidos e santificados, água benta, entre outros. Hoje, há um crescimento espantoso, entre setores evangélicos,do uso de copo d&#8217;água, rosa ungida, sal grosso, pulseiras abençoadas,pentes santos do kit de beleza da rainha Ester, peças de roupa de entes queridos, oração no monte, no vale; óleos de oliveiras de Jerusalém, água do Jordão, sal do Vale do Sal, trombetas de Gideão (distribuídas em profusão), o cajado de Moisés&#8230; é infindável e sem limites a imaginação dos líderes e a credulidade do povo. Esse fenômeno só pode ser explicado, ao meu ver, por um gosto intrínseco pelo misticismo impresso na alma católica dos evangélicos.</p>
<p>4) A separação entre sagrado e profano</p>
<p>No centro do pensamento católico existe a distinção entre natureza e graça, idealizada e defendida por Tomás de Aquino, um dos mais importantes teólogos da Igreja Católica. Na prática, isso significou a aceitação de duas realidades coexistentes, antagônicas e freqüentemente irreconciliáveis: o sagrado, substanciado na Santa Igreja, e o profano, que é tudo o mais no mundo lá fora. Os brasileiros aprenderam durante séculos a não misturar as coisas: sagrado é aquilo que a gente vai fazer na Igreja: assistir Missa e se confessar. O profano &#8211; meu trabalho, meus estudos, as ciências &#8211; permanece intocado pelos pressupostos cristãos, separado de forma estanque. É a mesma atitude dos evangélicos. Falta-nos uma mentalidade que integre a fé às demais áreas da vida, conforme a visão bíblica de que tudo é sagrado. Por exemplo, na área da educação, temos por séculos deixado que a mentalidade humanista secularizada, permeada de pressupostos anticristãos, eduque os nossos filhos, do ensino fundamental até o superior, com algumas exceções. Em outros países, os evangélicos têm tido mais sucesso em manter instituições de ensino que, além de serem tão competentes como as outras, oferecem uma visão de mundo, de ciência, de tecnologia e da história oriunda de pressupostos cristãos. Numa cultura permeada pela idéia de que o sagrado e o profano, a religião e o mundo, são dois reinos distintos e freqüentemente antagônicos, não há como uma visão integral surgir e prevalecer, a não ser por uma profunda reforma de mentalidade entre os evangélicos.</p>
<p>5) Somente pecados sexuais são realmente graves</p>
<p>A distinção entre pecados mortais e veniais feita pelo catolicismo romano vem permeando a ética brasileira há séculos. Segundo essa distinção, pecados considerados mortais privam a alma da graça salvadora e a condenam ao inferno, enquanto que os veniais, como o nome já indica, são mais leves e merecem somente castigos temporais.A nossa cultura se encarregou de preencher as listas dos mortais e dos veniais. Dessa forma, enquanto se pode aceitar a &#8220;mentirinha&#8221;, o jeitinho, o tirar vantagem, a maledicência, etc., o adultério se tornou imperdoável. Lula foi reeleito cercado de acusações de corrupção. Mas, se tivesse ocorrido uma denúncia de escândalo sexual,tenho dúvidas de que teria sido reeleito ou de que teria sido reeleito por uma margem tão grande. Nas igrejas evangélicas &#8211; onde se sabe pela Bíblia que todo pecado é odioso e que quem guarda toda a lei de Deus e quebra um só mandamento é culpado de todos &#8211; é raro que alguém seja disciplinado, corrigido, admoestado, destituído ou despojado por pecados como mentira, preguiça, orgulho, vaidade, maledicência, entre outros. As disciplinas eclesiásticas acontecem via de regra por pecados de natureza sexual, como adultério, prostituição, fornicação,<br />
adição à pornografia, homossexualismo, etc., embora até mesmo esses estão sendo cada vez mais aceitáveis aos olhos evangélicos. Mais um resquício de catolicismo na alma dos evangélicos?</p>
<p>O que é mais surpreendente é que os evangélicos no Brasil estão entre os mais anticatólicos do mundo. Só para ilustrar (e sem entrar no mérito dessa polêmica), o Brasil é um dos países onde convertidos do catolicismo são rebatizados nas igrejas evangélicas. O anticatolicismo brasileiro, todavia, se concentrou apenas na questão das imagens e de Maria e em questões éticas como não fumar, não beber e não dançar. Não foi e não é profundo o suficiente para fazer uma crítica mais completa de outros pontos que, por anos, vêm moldando a mentalidade do brasileiro, como mencionei acima. Além de uma conversão dos ídolos e de Maria a Cristo, os brasileiros evangélicos precisam de conversão na mentalidade, na maneira de ver o mundo.</p>
<p>Temos de trazer cativo a Cristo todo pensamento, e não somente os nossos pecados. Nossa cosmovisão precisa também de conversão (2 Co 10.4-5). Quando vejo o retorno de grandes massas ditas evangélicas às práticas medievais católicas de usar no culto a Deus objetos ungidos e consagrados, procurando para si bispos e apóstolos, imersas em<br />
práticas supersticiosas, me pergunto se, ao final das contas, o neopentecostalismo brasileiro não é, na verdade, um filho da Igreja Católica medieval, uma forma de neocatolicismo tardio que surge e cresce em nosso país, onde até os evangélicos têm alma católica.<o:p></o:p></span></p>
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		<title>Indulgências, o &#8220;Céu&#8221; em saldão de liquidação</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jan 2007 07:12:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O dogma do Purgatório, ensinado pela Igreja Católica (IC), é conhecido como a sua “galinha dos ovos de ouro”. Ensinam os católicos que existem quatro lugares no outro mundo: Céu, Inferno, Purgatório e Limbo. Para o Limbo vão as crianças que morrem sem batismo. E um lugar de sombras, sem penas, sem sofrimento, mas também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O dogma do Purgatório, ensinado pela Igreja Católica (IC), é conhecido como a sua “galinha dos ovos de ouro”. Ensinam os católicos que existem quatro lugares no outro mundo: Céu, Inferno, Purgatório e Limbo.</p>
<p>Para o Limbo vão as crianças que morrem sem batismo. E um lugar de sombras, sem penas, sem sofrimento, mas também sem alegria alguma. Porém, a Bíblia nada diz sobre o Limbo, sendo que o próprio Jesus declarou:<br />
<span id="more-192"></span>Deixai os meninos, e não os estorveis de vir a mim; porque dos tais é o relho dos céus. (Mt 19.14) Para Jesus, os meninos são do reino dos céus, mesmo sem batismo; mas a IC os manda para o Limbo.</p>
<p>Sobre o Purgatório ensinam que: As almas do purgatório padecem um tormento muito semelhante ao das almas do inferno, com a única diferença de que as últimas nunca poderão sair do inferno, enquanto que, as do purga­tório hão de sair de lá. (Concílio de</p>
<p>Florença, em 1439). De acordo com este ensino, as missas celebradas pelos parentes constituem o recurso para que as almas sejam aliviadas e deixem mais depressa o Purgatório. Naturalmente, as missas para sufrágios dos parentes mortos, são cobradas, constituindo-se na “galinha dos ovos de ouro” do Catolicismo —sua rentabilíssíma indústria purgatoriana. A doutrina do Purgatório implica na ad­missão da insuficiência do sangue de Cristo, embora leiamos em 1 Jo 1.7 que o sangue de Jesus Cristo&#8230; nos purifica de todo o pecado. Repetindo: não de alguns pecados, mas de todo o pecado. Será que o fogo do purgatório é mais eficaz do que o sangue de Cristo? Para que serve então o sangue de Cristo’? A “Grande Multidão” de Ap 7.9- 15 possuía algo em comum: todos tinham lavado suas vestiduras no sangue do Cordeiro e, por isso, estavam diante do Trono de Deus no céu. Não foi preciso o fogo de Purgatório para que se purificassem.</p>
<p>INDULGÊNCIAS</p>
<p>Não satisfeita com a sua “galinha dos ovos de ouro” do Purgatório, agora a Igreja Católica, no ano de 2000, verá seus cofres recheados com dinheiro da visita de milhões de pessoas ao Vaticano, as quais entrarão pela porta de São Pedro para receber esse favor católico das “INDULGÊNCIAS”.</p>
<p>A Igreja Católica define como indulgência, a remissão da pena temporal devida pelos pecados já per­doados quanto à culpa, remissão que a Igreja concede fora do Sacramento da Penitência.</p>
<p>Assim, ensinando que o papa é o vigário de Cristo e o cabeça da Igreja, pode ele sacar do “Tesouro da Igreja” os bens de que ela é depositária.</p>
<p>A IC constrói a sua doutrina sobre Mt 16.19, onde se lê: &#8230; o que ligares na terra, terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra, terá sido desligado no céu.</p>
<p>O papa sustenta que tem poder de outorgar qualquer destas indulgências a toda a Igreja ou a qualquer membro da Igreja, individualmente. Em 1903, o papa delegou autoridade a outros sacerdotes, permitindo aos cardeais outorgarem indulgência por duzentos dias, cada um em sua própria diocese; aos arcebispos, por cem dias; aos bispos, por cinqüenta dias, cada um em sua própria diocese.</p>
<p>O PODER DE “LIGAR E DESLIGAR”</p>
<p>O poder de “ligar e desligar”, dado a Pedro, só pode ser exercido segundo as condições que o próprio Jesus estabeleceu: por meio da pregação do Evangelho. O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho. (Mc 1.15)</p>
<p>Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse e ao terceiro dia ressuscitasse dos mortos. E em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão de pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém. (Lc 24.46- 47)</p>
<p>Arrependimento e fé, eis as condições imutáveis mediante as quais o perdão é oferecido ao pecador e pode ser recebido por ele. Pedro, em suas mensagens, pregou-as e insistiu nelas (At 2.38; 3.19; 10.43).</p>
<p>HISTÓRIA</p>
<p>A Bíblia estabelecia para os israelitas O Ano do Jubileu. Diz a Bíblia:</p>
<p>E santificareis o ano qüinquagésimo, e apregoareis liberdade na ter­ra a todos os seus mora­dores; ano de jubileu vos será, e tomareis cada um à sua possessão, e tornareis, cada um à sua família. O ano qüinquagésimo vos será jubileu (Lv 25.10-11). Com base no jubileu bíblico, os católicos estabeleceram o primeiro jubileu relacionado com as peregrinações à Roma. Foi instituído por Bonifácio VIII, em 1300, tomando a forma de indulgência plenária, outorgada a todos os fiéis que visitassem as basílicas romanas de São Pedro, São Paulo, Santa Maria Maior e São João Latrão, e recebessem os Sacramentos da Penitência e da Eucaristia. Os jubileus católicos, a princípio eram celebrados de cem em cem anos, porém, em 1350, os cidadãos de Roma pedi­ram ao papa Clemente VI que declarasse aquele ano santo, ano do jubileu. Assim, o intervalo entre um jubileu e outro passou a ser de cinqüenta anos. Posteriormente, os jubileus foram reduzidos para 33 anos por Urbano VI, em 1389, e a 25 anos, por Paulo II, em 1470. Diz o ensino católico: O Jubileu, que ordinariamente se concede todos os 25 anos, é uma indulgência plenária, à qual es­tão anexos muitos privilégios e concessões particulares, como o poder de obter-se a absolvição de alguns pecados reservados e de censuras, e a comutação de alguns votos.</p>
<p>OS TIPOS DE INDULGÊNCIAS</p>
<p>Existem modalidades diferentes de indulgências: quanto ao tempo de duração e quanto ao lugar. Quanto ao tempo de duração existem as indulgências plenárias ou completas e as indulgências parciais. Nas indulgências plenárias ou completas o pecador é isento das penalidades desta vida e da que há de vir no Purgatório. O ensino católico sobre as indulgências plenárias é: A indulgência plenária é a que perdoa toda a pena temporal devida pelos nossos pecados. Por isso, se alguém morresse depois de ter recebido esta indulgência, iria logo para o céu, inteira­mente isento das penas do Purgatório. Nas indulgências parciais a isenção das penas é dada por um tempo determinado de dez, vinte ou trinta dias.</p>
<p>Quanto ao lugar as indulgências universais são para uso de todas as Igrejas em toda parte. As indulgências particulares são para uso das Igrejas específicas ou de relicários.</p>
<p>PRONUNCIAMENTO DE MARTINHO LUTERO</p>
<p>Muitos historiadores católicos admitem que, no passado, se abusou mui­to grosseiramente da prática da indulgência, fato que deu origem a severas críticas. Foi o que aconteceu em 31 de outubro de 1517, quando Martinho Lutero afixou na Igreja de Wittemberg, na Alemanha, um texto em latim com 95 teses que contrariavam os dogmas da Igreja Católica. Condenava, por exemplo, a “venda” de indulgências que o Papa Leão X estava promovendo para construir a Basílica de São Pedro em Roma. Um dos textos muito lembrado por Lutero era o de Rm 1.17: o justo viverá da fé.</p>
<p>Um dos nomes mais conhecidos em Roma, nessa ocasião da construção da Basílica de São Pedro, foi o do cardeal João Tetzel que viajava pelo mundo católico recolhendo contribuições para essa construção. Uma das suas declarações relacionadas à oportunidade das pessoas escaparem do Purgatório por meio de indulgências se tomou célebre: No momento em que uma moeda tilinta no fundo do gazofilácio, uma alma escapa do purgatório. A IC tem duas inesgotáveis “galinhas dos ovos de ouro”: o Purgatório e as Indulgências — sendo estas para salvar os ricos, os que têm dinheiro com que resgatar os seus pecados. Jesus, quando viu o jovem rico afastar-se dele por não se dispor a vender seus bens para segui-lo, declarou:</p>
<p>Em verdade vos digo que é difícil entrar um rico no reino de Deus. (Mt 19.23). Entretanto, dentro do ensino católico, essa entrada se tomou fácil para os ricos: as indulgências abrem-lhe as portas.</p>
<p>E os pobres que continuem sofrendo neste mundo e que paguem no purgatório por séculos sem fim, o castigo dos seus pecados, porque não têm dinheiro para missas e indulgências, mui­to embora Jesus houvesse dito: &#8230; aos pobres é anunciado o evangelho (Mt 11.5) (A Bíblia e o Catolicismo Romano, p. 113). O Papa Leão X ensinava que uma pessoa rica poderia doar terras e bens materiais à Igreja e assim comprar um lote de terreno no paraíso.</p>
<p>Não é por acaso que a Igreja Católica é um dos maiores proprietários de terras e imóveis em todo o mundo.</p>
<p>Na tese 82, Martinho Lutero declarava: Por que o papa não tira duma só vez todas as almas do purgatório, movido por santíssima caridade e em face da mais premente necessidade das almas, que seria justíssimo motivo para tanto, quando, em troca de vil dinheiro para a construção da Catedral de 5. Pedro, livra um sem-número de almas, logo por motivo bastante insignificante? Martinho Lutero foi excomungado em 1521, mas seu pro­testo virou uma nova denominação — o LUTERANISMO.</p>
<p>O QUE DIZ A BÍBLIA</p>
<p>A Bíblia afirma que após a morte segue-se o juízo (Hb 9.27). Como afirmamos, existem dois lugares apontados para depois desta vida e, num dos dois, todos os homens se encontrarão. Jesus falou do céu ao afirmar: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. E falou do inferno, dizendo: Apartai-vos de mim, mal­ditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos. . . .E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna. (Mt 25.34,41,46). Jesus disse ao ladrão arre­pendido: Hoje estarás comigo no paraíso. (Lc 23.43). À mulher perdida, que ungiu os pés de Jesus com suas lágrimas, arrependida dos seus pecados, ele disse: Os teus pecados te são perdoa­dos. (&#8230;) A tua fé te salvou; vai-te e não peques mais. (Lc 7.48,50)</p>
<p>Paulo não esperava o purgatório nem admitia Indulgências. Falou o seguinte: Para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. (Fp 1.21)</p>
<p>SOBRE O ACORDO RECENTE ENTRE CATÓLICOS E LUTERANOS</p>
<p>O que pretende realmente a IC com o recente acordo firmado com os Luteranos? Renunciar a alguns dos seus dogmas? Certamente que não, pois justamente a prática das indulgências foi o que deu margem ao rompimento de Martinho Lutero com a Igreja Católica. Perguntamos: Foi ela abandonada pela IC? Ao contrário, essa prática da indulgência tem sido amplamente divulgada e o será durante o ano 2000. É o ano do Jubileu Católico quando se oferecerá o perdão de pecados para os que visitarem o Vaticano. O que tem em vista, então, esse acordo? Isto nada mais é do que uma estratégia para silenciar os evangélicos em todo o mundo. É o conhecido Ecumenismo implantado a partir do Concílio Vaticano II pelo papa João XXIII. Alguns luteranos menos afeitos à leitura da Bíblia estão eufóricos com a celebração desse acordo ocorrido em 31 de outubro de 1999. Como título UMA LiNDA FESTA, um leitor do Estadão, edição de 9-11-99, escreveu na coluna FÓRUM DE DEBATES: Quase cinco séculos depois que o monge Martin Luther começou a reforma da Igreja, católicos e luteranos do mundo se uni­ram formalmente com a assinatura da Declaração Conjunta Católica-Luterana, em Augusburg, na Alemanha&#8230; Quero agradecer ao Estadão, em meu nome e no de 58 milhões de luteranos de todo o mundo, pela reportagem sobre um assunto tão importante que é a fraternização universal dos servos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Mas, nem todos os luteranos são desavisados e aceitaram esse acordo. A FOLHA UNIVERSAL, de 14-11-99, declarou que . . .nem to­das as igrejas luteranas aceitaram o acordo e, pelo menos, 22 já manifestaram publicamente a rejeição. A maioria delas, no Brasil, pertence à ramificação da Igreja Evangélica Luterana do Brasil, e tem diferenças importantes de interpretação bíblica da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil. Por meio de um seu representante, a IELB declarou que, na prática, as pendências que separam luteranos e católicos continuarão existindo: O documento afirma que a salvação e o per­dão são graças de Deus, mas não é isso que João Paulo II tem anunciado. A Bíblia deixa aberta a pergunta, difícil de responder: Andarão dois juntos, se não estiverem de acordo? (Am 3.3). Um acordo incoerente, e condenado pela Bíblia em 2 Co 6.16:</p>
<p>E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos?</p>
<p>Porventura a IC abandonou a idolatria? A mariolatria? O dogma do Purgatório? A prática da Indulgência? Certamente que não!</p>
<p>Logo, fica em pé a recomendação de Ap 18.4-5: E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não incorras nas suas pragas. Porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela. O acordo, portanto, é impróprio.</p>
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		<title>Inquisição: Fruto Espiritual Podre</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jan 2007 06:58:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como os livros de história foram em grande parte reescritos, de forma a amenizar os fatos reais, poucas pessoas conhecem os detalhes específicos de uma campanha nefanda que em 1200 anos torturou e matou dezenas de milhões de pessoas. Depois de compreender os horrores da Inquisição, você nunca mais verá o catolicismo romano da mesma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como os livros de história foram em grande parte reescritos, de forma a amenizar os fatos reais, poucas pessoas conhecem os detalhes específicos de uma campanha nefanda que em 1200 anos torturou e matou dezenas de milhões de pessoas. Depois de compreender os horrores da Inquisição, você nunca mais verá o catolicismo romano da mesma forma novamente.</p>
<p>A Inquisição Católica Romana foi uma das maiores desgraças que ocorreram na história da humanidade. Em nome de Jesus Cristo, sacerdotes católicos montaram um esquema enorme para matar todos os &#8220;hereges&#8221; na Europa. A heresia era definida da forma como Roma quisesse definir; isso abrangia desde pessoas que discordavam da política oficial, aos filósofos herméticos (praticantes de Magia Negra), judeus, bruxas, e os reformadores protestantes.</p>
<p><span id="more-190"></span>Chacinar os inimigos é claramente fruto espiritual podre. Durante a primeira parte de seu ministério, Jesus Cristo foi abordado por dois de seus discípulos &#8211; Tiago e João &#8211; que tinham acabado de voltar da pregação da mensagem do evangelho por todo o Israel. Esses dois discípulos estavam aborrecidos, porque algumas cidades inteiras tinham recusado ouvir sua mensagem; eles perguntaram ao Senhor:</p>
<p>&#8220;Senhor, queres que digamos que desça fogo do céu e os consuma, como Elias também fez?&#8221; [Lucas 9:54]</p>
<p>Jesus Cristo ficou horrorizado e respondeu:</p>
<p>&#8220;Vós não sabeis de que espírito sois. Porque o Filho do homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las.&#8221; [Lucas 9:55-56]</p>
<p>Vamos repetir essa frase pertinente: &#8220;o Filho do homem não veio para destruir as almas dos homens&#8221;.</p>
<p>Em nenhum lugar nas Sagradas Escrituras Jesus matou alguém que discordasse dele, tampouco ensinou que seus seguidores fizessem isso. Nenhum dos apóstolos deu essa instrução à igreja mais tarde no Novo Testamento.</p>
<p>Em outra passagem, Jesus Cristo anuncia o tipo de espírito suave que oferece ao mundo. Veja:</p>
<p>&#8220;Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.&#8221; [Mateus 11:29-30]</p>
<p>Nosso precioso Salvador nunca ordenou que alguém seja morto por qualquer razão, especialmente por dureza de coração contra sua mensagem, ou por discordar dele em questões espirituais. No entanto, os pagãos regularmente partem para a matança de seus adversários, normalmente com grande gosto e dureza de coração. Em tais matanças, o assassinato não é o bastante; antes que a vítima morra, os pagãos gostam de infligir a máxima dor em suas vítimas. Os praticantes de Magia Branca e Negra acreditam que a dor infligida antes da morte transfere grande poder ocultista para eles, de modo que tentam prolongar a morte de uma pessoa enquanto for possível, infligindo a máxima dor antes que a morte ocorra. Os hábeis executores da Inquisição levavam a vítima ao ponto da morte muitas vezes, e depois paravam a tortura, de forma que a vítima revivesse e depois pudesse ser torturada novamente.</p>
<p>Portanto, a monstruosidade da Inquisição está diante a humanidade como a maior evidência do satanismo inerente da Igreja Católica Romana. Aqueles que tiverem a coragem para examinar esse &#8220;fruto podre&#8221; final, verão a verdade da Igreja Católica. E não pense que Roma mudou, porque a Bíblia nos diz que um leopardo não muda suas manchas (Jeremias 13:23), e Roma se orgulha de que nunca muda. Uma prova concreta desse fato é que o papa Paulo VI (1963-1978) restaurou o Ofício da Inquisição, renomeado agora como Congregação para a Doutrina da Fé. Hoje, esse nefando Ofício da Inquisição é controlado pelo cardeal Ratzinger.</p>
<p>Por que o papa Paulo VI reinstituiu o Ofício da Inquisição? Será se ele sabe que o Ofício logo poderá ser necessário outra vez? Com todas as profecias sobre o aparecimento do Anticristo ocorrendo quase em conjunto, exatamente como Jesus ratificou (Mateus 24:32-34), o tempo deve ter parecido apropriado para Paulo VI reinstituir esse Ofício sangüinário, pois mesmo apesar de a Inquisição original ter matado dezenas de milhões em 1200 anos, a profecia bíblica nos diz que o Falso Profeta matará bilhões de pessoas em três anos e meio! Visto que o papa católico romano foi escolhido como o futuro Falso Profeta, faz sentido que o Ofício de Inquisição seja reinstalado.</p>
<p>Verdade arrojada ?, ou camuflagem de sensibilidade?.</p>
<p>Lutamos com os detalhes da Inquisição que descobrimos, pois temíamos que ao escrever de forma a expor completamente a barbaridade e a natureza anticristã da Inquisição Católica Romana, poderíamos escandalizar nossos maravilhosos leitores cristãos; temíamos que precisaríamos escrever e mostrar gravuras que ofenderiam as sensibilidades cristãs, para expor completamente a terrível, e freqüentemente pornográfica, verdade. Essa era uma ação que não desejávamos tomar.</p>
<p>Lendo livros de 50-150 anos atrás, vemos autores cristãos lutando com essa mesma questão; eles decidiram &#8220;sanear&#8221; a verdade de forma a não ofender a sensibilidade cristã. Portanto, seus livros escondem o horror verdadeiro da Igreja Católica Romana! Neste fim dos tempos, em que o Anticristo está aparentemente próximo, e em que o Falso Profeta já foi escolhido e é o papa, e quando as igrejas protestantes liberais estão se tornando íntimas da própria besta que matou um número estimado de até 75 milhões de protestantes, concluímos que chegou o tempo de &#8220;tirar fora as viseiras de sensibilidade&#8221;. Citaremos documentos católicos exatamente como eles foram impressos, para que você possa ver a verdadeira face dessa besta que matou entre 75-100 milhões de pessoas ao longo de 1200 anos; se você acha que ficará ofendido, não leia o restante deste artigo (fique seguro de que não exibiremos imoralidade grosseira, pois já filtramos isso).</p>
<p>Apresentamos aqui uma extensa exposição sobre a verdadeira face da prática católica romana de adoração ocultista sob a máscara de cristianismo. No fim deste artigo, você verá como é possível que os escândalos sexuais atuais de padres pedófilos puderam ocorrer e ser ocultados pela hierarquia eclesiástica. Você verá quão duro de coração um sacerdote tinha de ser para ameaçar suas paroquianas com a Inquisição se elas se recusassem a fazer sexo com ele; verdadeiramente, tal sacerdote tinha uma &#8220;consciência cauterizada por um ferro quente&#8221;, e representava a maioria dos sacerdotes católicos.</p>
<p>Esta é a face de Roma:</p>
<p>Mulheres penitentes, eram obrigadas pela inquisição a praticarem sexo com os sacerdotes.</p>
<p>os padres ameaçavam suas penitentes no confessionário que, a menos que fizessem sexo com eles, seriam entregues à Inquisição! Tão efetiva era essa ameaça que um sacerdote agonizante revelou em 1710 que &#8220;por essas persuasões diabólicas elas estavam ao nosso comando, sem medo de revelar o segredo.&#8221;</p>
<p>Visto que tão poucas pessoas hoje estudaram até mesmo os rudimentos de história, a maioria não sabe que a Inquisição foi REAL e VERDADEIRA. A maioria das pessoas hoje não tem nenhuma idéia do barbarismo flagrante e da tortura infligida sobre os infelizes habitantes da Europa durante 1200 anos! A maioria das pessoas não tem nenhuma idéia sobre como a população inteira foi consumida pelo medo, pois batidas na porta de alguém no meio da noite significavam o começo imediato de uma morte torturante nas mãos dos inquisidores.</p>
<p>A acusação era equivalente a culpa</p>
<p>Portanto, se um sacerdote ameaçasse uma mulher dizendo que ele iria mentir sobre ela aos oficiais da &#8220;Santa&#8221; Inquisição, ela sabia o tipo de tortura e morte que a esperava. O sacerdote poderia provavelmente delatar a mulher aos inquisidores como bruxa. Como você verá em instantes, os inquisidores tratavam as mulheres acusadas de bruxaria com especial deleite, júbilo e atenção.</p>
<p>Neste tratado, tentamos andar em uma linha fina entre a modéstia cristã e o desejo ardente de que você conheça toda a verdade com relação à Inquisição. Visto que muitas das vítimas eram deixadas nuas e torturadas publicamente, ou deixadas nuas e estupradas privadamente, tivemos de omitir muitas gravuras que retratavam nudez; entretanto, incluímos um par de gravuras que, ainda que retratem a nudez da vítima, fazem isso de forma a não mostrar as partes sexuais do corpo. Esperamos que sua sensibilidade não fique ofendida. Se você achar que ela possa estar sendo ofendida, pare a leitura agora.</p>
<p>Muitas das vítimas eram simplesmente queimadas na estaca, como você pode ver aqui. Normalmente, essas execuções na fogueira eram realizadas em público, para que a população visse o que acontecia com aqueles que enfrentavam Roma. Entretanto, na maioria das vezes, as pessoas que eram queimadas em público, primeiro eram torturadas privadamente. Em toda a Europa, os reis e seus súditos sabiam que os torturadores do papa eram absolutamente os melhores; eles podiam forçar &#8220;confissões&#8221; por meio de técnicas de tortura hábeis e os reis sabiam que podiam contar com eles, caso seus homens não pudessem extrair as confissões. Veja, as confissões proviam a fina fachada de responsabilidade; o rei poderia mostrar a confissão de uma vítima ao público para convencê-lo que a tortura e a morte eram justificadas.</p>
<p>Um historiador secular &#8211; John J. Robinson &#8211; nos dá uma rápida e singular visão neste mundo papal tenebroso da tortura e do assassinato no ano de 1310. Escrevendo em seu livro, Born In Blood: The Lost Secrets of Masonry [Nascida em Sangue: Os Segredos Perdidos da Maçonaria], Robinson revela:</p>
<p>&#8220;Dois anos se passaram, e os Templários interrogados sem tortura não confessaram nada, constantemente reafirmando sua inocência &#8230; Em resposta a uma exigência papal que a tortura fosse empregada, o rei Eduardo replicou que ela nunca tinha desempenhado um papel na jurisprudência eclesiástica ou secular na Inglaterra, de modo que ele não tinha no reino nem mesmo pessoas qualificadas que soubessem como realizá-la. Exasperado, o papa Clemente V escreveu, advertindo Eduardo que ele devia considerar o destino de sua própria alma ao mofar dessa maneira das ordens diretas do vigário de Cristo na Terra, e dizendo que iria tentar somente mais uma vez, dando ao rei o benefício da dúvida. O papa estava despachando dez torturadores hábeis à Inglaterra sob a responsabilidade de dois experimentados dominicanos; agora Eduardo não teria mais desculpas &#8230;. Diz alguma coisa da resolução do papa que ele separou tempo do seu ofício sagrado na véspera do Natal de 1310, para lidar com o problema dos prisioneiros templários. O presente de Natal dele ao povo inglês foi a introdução da tortura no sistema judicial do interrogatório.&#8221; Embora o imperador Constantino (ano 321) tenha iniciado a política de suprimir todas as pessoas e as doutrinas que não estavam em conformidade com o dogma oficial, a maioria dos estudiosos coloca o começo da Inquisição oficial com o papa Teodoro I (642-649), que iniciou a prática de mergulhar sua pena dentro de vinho consagrado antes de assinar a sentença de morte dos hereges.</p>
<p>Uma vez que os &#8220;hereges&#8221; eram presos e ajuntados no local escolhido para as execuções públicas, histeria pura tomava conta dos soldados do Vaticano, ao iniciarem a matança. Os ocultistas não têm nenhuma dificuldade em ver a influência pesada e penetrante das hordas demoníacas tomando esses soldados. Uma vez que começavam a matar, ficavam repentinamente fervilhando no puro poder dos demônios. O pastor Richard Wurmbrand, narrando suas observações pessoais durante as matanças comunistas na Rússia e na China escreveu:</p>
<p>&#8220;As revoluções não fazem o amor triunfar. Em vez disso, matar torna-se uma mania. Nas revoluções russa e chinesa, depois que os comunistas tinham assassinado dezenas de milhões de inocentes, não podiam parar de assassinar, e brutalmente matavam-se uns aos outros &#8230; O comunismo é uma forma de possessão demoníaca coletiva.&#8221; ["Marx and Satan", Richard Wurmbrand, pg 107-108)</p>
<p>Os praticantes de Magia Negra podem confirmar para você que o período inteiro de 1200 anos da Inquisição representou o ápice da infestação demoníaca em toda a história européia. A "Santa" Inquisição foi "possessão demoníaca coletiva", como você verá após examinar o documento católico que justificou os 1200 anos de assassinato. Fique conosco, pois assim conhecerá a verdade.</p>
<p>O número de mortes foi incomensurável:</p>
<p>"E assim foi infligido no sul da França um dos mais ferozes massacres da história. Grupos de brigadas do norte pilhavam e saqueavam. Na Catedral de Saint-Nazaire, doze mil 'hereges' foram mortos ... Aqueles que tentaram fugir foram cortados e mortos. Milhares mais foram queimados na estaca. Em Toulouse, o bispo Foulque levou à morte dez mil pessoas acusadas de heresia. Em Beziers, a população inteira de mais de vinte mil pessoas foi chacinada. Em Citeau, quando questionado sobre como os soldados deveriam distinguir os católicos dos cátaros gnósticos, o abade respondeu com seu cinismo afamado: 'Matem todos; Deus saberá quais são os seus'."</p>
<p>Não é segredo algum por que os soldados da Inquisição escolhiam queimar na estaca como um de seus métodos favoritos de execução. Satanás literalmente treme de medo ao pensar em seu destino final no Lago de Fogo. Durante este tempo, ele gosta de queimar tantas pessoas quanto puder na estaca. Ele verdadeiramente gostava de queimar os protestantes na estaca, por essa mesma razão.</p>
<p>Durante sacrifícios anuais, como os treze dias do Sacrifício a Besta - de 19 de abril a 1 de maio - os sacrifícios humanos devem ser pelo fogo, e devem produzir tanto terror humano quanto possível. Um sacrifício que é mais agradável ao Senhor Satanás contém os seguintes elementos, cada qual elevado ao mais alto nível possível:</p>
<p>1. Trauma, tensão, e angústia mental, terror puro.<br />
2. O ato final do drama deve ser a destruição pelo fogo, preferivelmente uma conflagração.<br />
3. As pessoas devem morrer como sacrifícios humano.</p>
<p>Depois que a matança começou, o Vaticano decidiu que o esforço era tão válido que precisava ser sistemático, não dependente totalmente dos líderes católicos locais. Nesse tempo, foi estabelecido o Ofício da Inquisição. Não apenas esse Ofício fornecia uma liderança central para a matança, mas também podia usar os recursos da Igreja Católica para melhor treinar os executores e, mais importante de tudo, treinar cuidadosamente homens sádicos selecionados para serem os melhores torturadores do mundo.</p>
<p>Embora a maior parte das execuções fosse realizada publicamente, a tortura para obter "confissões" era realizada em recintos secretos, normalmente em um calabouço em uma igreja, especificamente projetado para a tortura. Nesta gravura, vemos um homem pendurado por cordas amarradas atrás de suas costas, enquanto um oficial da Inquisição se prepara para torturar um prisioneiro usando uma tenaz quente que ele logo colocará na ponta dos dedos do pé do homem. No centro da gravura, um prisioneiro está deitado em uma padiola que está sendo puxada por cordas e correias para uma posição vertical, em que ele permanecerá por várias horas, sujeito a todo tipo de torturas feitas nos ouvidos, olhos, nariz e boca. Nessa posição, bem como no enforcamento que você vê no canto esquerdo superior, as juntas da pessoa podiam facilmente ser deslocadas, produzindo dores terríveis.</p>
<p>Como mencionamos anteriormente, a simples acusação equivalia a ser culpado de um crime. Nenhuma pessoa condenada saía ganhadora da causa, provando sua inocência e saindo livremente. Você pode ver este pobre homem acusado ante os padres que conduzem o espetáculo do julgamento. O crucifixo para o qual o frade está apontando está pendurando à direita do acusado, pois esses homens pensavam que suas atividades de tortura estavam realmente servindo e avançando o reino de Jesus Cristo.</p>
<p>Bem falou Jesus Cristo a respeito desses homens quando disse: "... vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus." [João 16:2]</p>
<p>Essa profecia descreve a Inquisição católica romana perfeitamente! Por 1200 anos, centenas de milhares de católicos leais torturaram e mataram dezenas de milhões de &#8220;hereges&#8221;, pensando que estavam servindo ao Salvador por obedecer aos cruéis ditames do papa. Eles realmente pensaram que estavam fazendo &#8220;um serviço a Deus&#8221;.</p>
<p>Então, Jesus Cristo nos diz por que esses homens podiam fazer tais coisas terríveis aos que criam no nome de Deus.</p>
<p>&#8220;E isto vos farão, porque não conheceram ao Pai nem a mim.&#8221; [João 16:3]</p>
<p>Aí você tem, dos lábios do Salvador; esses pobres iludidos católicos levaram a cabo essas torturas horríveis porque nem eles, nem os bispos, cardeais e o papa conheceram a Jesus Cristo! Eles foram os falsos cristãos acerca de quem Jesus Cristo disse: &#8220;&#8230; tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão&#8221;. [Apocalipse 13:11]</p>
<p>Falsos Cristãos.</p>
<p>Nesta gravura, vemos uma das formas de tortura mais comuns. Este pobre homem foi amarrado com uma corda apertada em torno do pescoço e da cintura, que estão presos em uma tábua no formato de uma porta. Os pés do homem foram colocados em um tronco, e diante das solas dos pés está uma bacia com carvão em brasa. O homem sentenciado será torturado com fogo nos pés enquanto seu pescoço será cada vez mais apertado pela correia que está presa à tábua.</p>
<p>A expressão de terror no rosto do homem diz tudo, você não acha? Lembre-se, na feitiçaria, maior poder oculto flui aos perpetradores do sacrifício satânico se a vítima sofrer horrivelmente. Assim, um bruxo que sacrifique uma vítima procurará de todo o modo inflingir a máxima dor enquanto a vítima morre lentamente sob tortura. Todo esse ódio e toda essa tortura planejada faz muito sentido uma vez que você compreenda esse princípio da feitiçaria.</p>
<p>A tortura torna-se mais sofisticada</p>
<p>À medida que a Inquisição se desenrolou, outro espírito demoníaco varreu a igreja e as pessoas que executavam a Inquisição. Esse espírito era de um absoluto e diabólico ódio à humanidade, acompanhado por um amor correspondente à tortura. Se você olhar atentamente, verá algumas pessoas ricas sentadas do outro lado da vidraça, olhando o pobre homem ser torturado, como se estivessem assistindo a uma ópera! Mulheres e homens estão observando o pobre homem morrer lentamente enquanto ele roda na ponta afiada.</p>
<p>O homem está suspenso por muitas cordas e pode ser girado na ponta afiada que está fincada dentro do seu ânus. A dor era indizível e certamente insuportável. Temos outras gravuras de mulheres sendo suspensas nesse mesmo tipo de ponta afiada, que está fincada dentro de seus genitais!</p>
<p>Na Inquisição, a dor infligida nos órgões sexuais era muito predominante, outro sinal claro da obsessão sexual trazida à luz pelas perversões do celibato. Esse tipo de perversão sexual ocorreu em todas as religiões de mistério em toda a história: os mistérios satânicos babilônios, os mistérios egípcios, os mistérios gregos e os mistérios da Roma Imperial. Os sacerdotes católicos celibatários foram somente os mais recentes a sentir o flagelo da perversão sexual provocada pelo celibato.</p>
<p>Se uma mulher fosse acusada de bruxaria, ficava na iminência de sofrer uma tortura muito especial por parte do clero sedento de sexo. Como você descobrirá ao ler o &#8220;Malleus Maleficarium&#8221;, o manual operacional da Inquisição, as mulheres eram especialmente visadas para perseguição como prováveis bruxas. Se uma mulher fosse meramente lançada de um lugar alto, como vemos aqui, podia chamar a si mesma de sortuda por ter uma morte relativamente rápida e com pouca dor. Como demonstraremos, um espírito demoníaco de obsessão de desvio sexual e luxúria soprou em toda a Inquisição depois da publicação do &#8220;Malleus Maleficarium&#8221;; em 5 de dezembro de 1484, o papa Inocêncio III emitiu a bula papal que estabeleceu esse documento como o padrão pelo qual a Inquisição deveria ser conduzida. O celibato clerical já estava em vigor há 361 anos, tempo bastante para tornar os sacerdotes em verdadeiros desviados sexuais.</p>
<p>Essa obsessão sexual rapidamente cresceu ao ponto em que uma mulher vivia com medo de que um dia, a partir do nada, pudesse ser acusada por alguém de ser uma bruxa; visto que a acusação era equivalente à culpa, aquela mulher podia esperar uma morte lenta sob tortura nas mãos de sacerdotes celibatários e com desvio sexual. Essa declaração é fato histórico, e provaremos isso, por meio do documento oficial da &#8220;Santa&#8221; Inquisição católica romana, o &#8220;Malleus Maleficarium&#8221;.</p>
<p>Decidimos não inserir a maioria das gravuras que temos retratando mulheres desse período histórico sofrendo abuso sexual e sendo humilhadas durante a Inquisição, simplesmente por que não desejamos mostrar partes sexuais neste site; entretanto, esta gravura demonstra o fato que as mulheres sofriam abuso sexual durante a Inquisição, sem ser tão visualmente obscena.</p>
<p>Aqui, vemos uma mulher condenada, acusada de bruxaria, despida e sendo forçada a engatinhar, diante dos olhares lascivos da multidão, para uma gaiola onde ela será colocada e depois pendurada para todos verem. Os padres acreditavam que uma bruxa perdia seus poderes quando era suspensa do chão; portanto, quando os soldados da Inquisição prendiam uma mulher acusada de bruxaria, podiam puxá-la fisicamente do chão e carregá-la à masmorra de confinamento. Essa gravura transmite a essência dessa crença ridícula.</p>
<p>Um dos mais hediondos de todos os instrumentos de tortura utilizados contra as mulheres na Inquisição eram os &#8220;fura-bruxas&#8221;, mostrados em seguida. Como você pode ver, esses instrumentos são na verdade facas. O &#8220;Malleus Maleficarium&#8221; declarava que as bruxas têm uma &#8220;marca do Diabo&#8221; em algum lugar em seu corpo. Isso exigia que o sacerdote investigador fizesse ele mesmo uma inspeção minuciosa no corpo nu da pobre mulher. Essa inspeção era freqüentemente realizada em meio a um grupo de homens que agiam como voyeurs, mas ostensivelmente eram forçados a testemunhar essa &#8220;inspeção&#8221; por causa de seu ofício religioso!</p>
<p>&#8220;Para aumentar o número de toques [perfurações], foi inventada a noção sutil de que a marca do Diabo deixava um ponto insensível à dor, discernível apenas por um inspetor perito com uma ponta afiada [uma dessas facas]. Assim, surgiu uma guilda de &#8216;perfuradores de bruxas&#8217;, que eram remunerados apenas quando descobriam uma bruxa, o que por sua vez levou à &#8216;prova cabal&#8217; do sistema de usar uma ponta retrátil auxiliar. O &#8216;perfurador&#8217; oficial, tendo dolorosa e visivelmente retirado sangue de vários pontos da vítima nua, penetrava o perfurador substituto [a faca] ao máximo, surpreendendo a multidão, e assegurando seus honorários pela bruxa entregue para julgamento.&#8221; [Thomkins, pg 391]</p>
<p>Em outras palavras, essa faca retrátil não penetrava na carne quando era pressionada com força, mas retraía para dentro do cabo. No entanto, a multidão não sabia disso, e acreditaria que a razão por que a mulher não gritava, e por que não jorrava sangue ao ser perfurada, era por que ela era uma bruxa.</p>
<p>Esses &#8220;fura-bruxas&#8221; procuravam também outras &#8220;marcas do Diabo&#8221; no corpo da mulher.</p>
<p>&#8220;Segundo a Igreja, em algum lugar no corpo da bruxa, o Diabo deixava sua marca, a mais óbvia das quais era um mamilo supranumerário &#8211; &#8216;sinal seguro&#8217; de dedicação à deusa Diana, de muitos seios, a rainha das bruxas. E, enquanto a profissão médica moderna estima que três de cada cem mulheres tenham tais vestígios, as chances de &#8216;encontrar&#8217; uma bruxa eram consideráveis. (Nota: O Novo Dicionário Aurélio define &#8220;supranumerário&#8221; como &#8220;que excede o número estabelecido&#8221;; portanto, uma mulher com um mamilo a mais tem um &#8220;mamilo supranumerário&#8221;)</p>
<p>Certamente, os sacerdotes celibatários e &#8220;castos&#8221; estariam muito interessados em examinar cem mulheres para encontrar três que tivessem um &#8220;mamilo supranumerário&#8221;! No entanto, os &#8220;fura-bruxas&#8221; penetravam cada uma dessas &#8220;marcas do Diabo&#8221; com um desses &#8220;perfuradores&#8221;, essas repugnantes facas de exame. Visto que o episódio inteiro era conduzido por um sacerdote celibatário e &#8220;casto&#8221;, eles ficavam excitados sexualmente ao examinar as mulheres dessa maneira. Assim, você pode compreender a próxima revelação de Thomkins.</p>
<p>&#8220;&#8230; havia aquela depravada compulsão, descrita por Wilhelm Reich como a &#8216;praga emocional&#8217;, em que indivíduos sexualmente não-funcionais, incapazes de sentir prazer na prática natural do sexo, começam a aliviar sua sexualidade reprimida cortando, dilacerando e queimando a própria carne que não podem nem beijar, nem acariciar, nem inflamar com prazer.&#8221; [Ibidem]</p>
<p>Assim, o celibato &#8211; a &#8220;doutrina de demônios&#8221; &#8211; invadiu e tomou posse de uma parte enorme da &#8220;Santa&#8221; Inquisição. Para Satanás, foi fácil invadir a Igreja Católica poderosamente, pois já a tinha movido para a prática da feitiçaria desde o ano 321, quando o imperador Constantino afirmou seu comando sobre a igreja. Quando finalmente esse período da Inquisição começou, a Igreja já estava separada da videira verdadeira &#8211; Jesus Cristo &#8211; há mais de 800 anos.</p>
<p>Portanto, a madeira estava muito seca, suscetível ao fogo do Inferno que Satanás soprou, usando a Inquisição. Um praticante de Magia Negra pode confirmar para você que o espírito do demônio sexual, Larz, e suas hordas demoníacas, virtualmente tomaram posse da Inquisição com sua luxúria e suas obsessões sexuais, uma conquista que foi extremamente fácil devido à imposição do celibato. Os sacerdotes católicos tornaram-se assassinos, estupradores e voyeurs. Um número estimado de 75 milhões de pessoas pagou o preço final, enquanto milhões de outras foram intimidadas, torturadas, e forçadas a manter relações sexuais pelos sacerdotes que manejavam essa arma terrível contra as mulheres que queriam levar para a cama!</p>
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		<title>Tradições não Bíblicas</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jan 2007 16:44:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você sabia que existem várias tradições que não tem qualquer apoio Bíblico em nossas Igrejas? Por exemplo: Na Bíblia não existem os três reis magos, que inclusive alguns chamam de Baltazar, Gaspar e Belchior? No texto Bíblico está escrito assim: &#8220;E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que existem várias tradições que não tem qualquer apoio Bíblico em nossas Igrejas? Por exemplo:</p>
<p>Na Bíblia não existem os três reis magos, que inclusive alguns chamam de Baltazar, Gaspar e Belchior? No texto Bíblico está escrito assim: &#8220;E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém&#8221; (Mt 2:1).</p>
<p>Que Jonas não foi engolido por uma baleia? No Livro de Jonas está assim escrito: &#8220;Preparou, pois, o Senhor um grande peixe, para que tragasse a Jonas; e esteve Jonas três dias e três noites nas entranhas do peixe&#8221; (Jn. 1:17). Algumas pessoas deduzem que o &#8220;grande peixe&#8221; era uma baleia, mas isso não está escrito na Bíblia!</p>
<p>.</p>
<p><span id="more-175"></span> Eva não comeu uma maçã e cometeu o pecado que os expulsou do paraíso! No texto lemos o seguinte: &#8220;E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela&#8221; (Gn 3:6). A Escritura nos fala de um fruto, mas não o especifica!</p>
<p>Restaurando as Palavras Bíblicas</p>
<p>Muito se tem falado sobre o vinho, e alguns até afirmam que o vinho consumido na ceia de Jesus com os apóstolos não era realmente vinho, mas sim suco de uvas. Paulo quando fala sobre isso já nos dá o tom de como as coisas aconteciam: &#8220;De sorte que, quando vos ajuntais num lugar, não é para comer a ceia do Senhor. Porque, comendo, cada um toma antecipadamente a sua própria ceia; e assim um tem fome e outro embriaga-se&#8221; (I Co 11:20-21). Seria muito difícil alguém embriagar-se com suco de uvas! Vejamos então do que se tratava:</p>
<p>A palavra grega para vinho é oinos e significa vinho fermentado naturalmente. Ela ocorre em várias passagens do Novo Testamento, a saber: Mt 9:17; Mc 2:22; Mc 15:23;</p>
<p>PARA VOCÊ MEDITAR:<br />
Apocalipse 3:1-22</p>
<p>1 E ao anjo da igreja que está em Sardes escreve: Isto diz o que tem os sete espíritos de Deus, e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives, e estás morto.<br />
2 Sê vigilante, e confirma os restantes, que estavam para morrer; porque näo achei as tuas obras perfeitas diante de Deus.<br />
3 Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o, e arrepende-te. E, se näo vigiares, virei sobre ti como um ladräo, e näo saberás a que hora sobre ti virei.<br />
4 Mas também tens em Sardes algumas pessoas que näo contaminaram suas vestes, e comigo andaräo de branco; porquanto säo dignas disso.<br />
5 O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.<br />
6 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.<br />
7 E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre:<br />
8 Conheço as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a minha palavra, e näo negaste o meu nome.<br />
9 Eis que eu farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e näo säo, mas mentem: eis que eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés, e saibam que eu te amo.<br />
10 Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentaçäo que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra.<br />
11 Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.<br />
12 A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus, e também o meu novo nome.<br />
13 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.<br />
14 E ao anjo da igreja que está em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criaçäo de Deus:<br />
15 Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente!<br />
16 Assim, porque és morno, e näo és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.<br />
17 Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e näo sabes que és um des-graçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu;<br />
18 Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e näo apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.<br />
19 Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te.<br />
20 Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.<br />
21 Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono.<br />
22 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.</p>
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		<title>O papa em Auschwitz</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Oct 2006 14:45:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
				<category><![CDATA[catolicismo]]></category>
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		<category><![CDATA[manifesto]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Domingo, encerrando sua viagem de quatro dias à Polônia, o papa Bento XVI fez uma visita carregada de emoção ao antigo campo de concentração nazista de Auschwitz. O próprio papa disse que fazer tal visita era &#8220;estarrecedor&#8221;para ele, como cristão e alemão, mas não podia deixar de fazê-la. Num gesto de grande sensibilidade, o papa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, encerrando sua viagem de quatro dias à Polônia, o papa Bento XVI fez uma visita carregada de emoção ao antigo campo de concentração nazista de Auschwitz. O próprio papa disse que fazer tal visita era &#8220;estarrecedor&#8221;para ele, como cristão e alemão, mas não podia deixar de fazê-la. Num gesto de grande sensibilidade, o papa optou por falar em italiano, e não em sua língua materna, o alemão, a fim de não ferir os sentimentos dos judeus, para quem a língua alemã está inextricavelmente associada aos horrores da era nazista.</p>
<p><span id="more-79"></span>Ao rezar durante uma cerimônia religiosa em memória das vítimas do Holocausto, o papa perguntou, com a voz embargada:</p>
<p><strong>&#8220;Por que, Deus, o Senhor se calou? Como pôde tolerar tudo isso? Onde estava o Senhor naqueles dias?&#8221;</strong></p>
<p>Quando nos deparamos com o mal e a tragédia no mundo, é natural perguntarmos: <strong>onde está Deus? Como Ele pode deixar que tal coisa aconteça?</strong></p>
<p>A meu ver, porém, não são estas as perguntas primordiais. O que nos devemos perguntar não é onde está Deus, mas, sim, onde está o homem. Não como pode Ele, Deus, permitir que tais coisas aconteçam, mas, sim, por que ele, o homem, permite que essas coisas aconteçam. O que é que o ser humano tem feito para impedir as barbaridades?</p>
<p>O biógrafo de Sigmund Freud conta o caso de um importante cirurgião vienense que, ao se encontrar com Freud pela primeira vez, num corredor do hospital onde ambos trabalham, lhe mostrou um osso corroído pelo câncer, testemunho de uma vida que ele tinha sido incapaz de salvar, e lhe disse sentir-se profundamente magoado: &#8220;Sabe, doutor Freud, se algum dia eu me encontrar frente a frente com Deus, vou sacudir este osso em Sua face e perguntar-Lhe por que Ele permite uma doença destas.&#8221; E Freud respondeu-lhe: &#8220;Se eu, algum dia, tiver essa oportunidade, vou formular a queixa de um modo diferente.Não vou indagar por que Ele permite o câncer, e sim por que Ele não deu a mim, ou ao senhor, ou a qualquer outra pessoa, a inteligência para descobrir a cura desta doença.&#8221;</p>
<p>Antes de perguntarmos &#8220;onde está Deus&#8221;, cabe-nos formular a outra pergunta:&#8221;Onde está o homem?&#8221; O que está fazendo o homem com o mundo que Deus lhe deu?<br />
A 2ª Guerra Mundial e os campos de concentração constituem o maior desafio à teologia em nossa época. Creio que todas as religiões deveriam rever seus conceitos, tendo em vista o que Auschwitz e Treblinka nos ensinaram sobre Deus e o homem.<br />
Quando Hitler proclamava publicamente sua perversa política racial, por que as pessoas concordaram em aceitá-lo como líder? Onde estava o homem quando os eleitores da Alemanha disseram: &#8220;Antes Hitler, com suas idéias esquisitas sobre os judeus, do que a inflação ou o socialismo&#8221;? Onde estava o homem quando Hitler subiu ao poder e começou a concretizar suas loucas ameaças?Onde estavam os advogados, os juízes, os médicos e tantos outros que seguiram e apoiaram passivamente os decretos de Hitler?<br />
Se os advogados tivessem lutado pela dignidade de sua profissão, se os juízes tivessem defendido a justiça, se os médicos se tivessem importado com a vida humana, não haveria necessidade de perguntar mais tarde: <strong>&#8220;O que houve com Deus?&#8221;</strong></p>
<p>Onde estava a Igreja? Onde estavam as autoridades eclesiásticas, tão prontas para exaltar a santidade da vida humana, enquanto milhões e milhões de vidas inocentes estavam sendo aniquiladas? Onde estavam os líderes dos governos aliados que deram um jeito de olhar para o outro lado e não conseguiram encontrar um canto em seus países para os judeus refugiados? Temos, certamente, o direito de perguntar onde estava Deus em 1940, mas temos o dever de perguntar, antes, onde estava o homem em 1940. O que poderia ele, homem, ter feito para impedir o inferno do Holocausto&#8230; e não fez?</p>
<p>Existe uma lenda sobre um rabino que se preparava para viajar de Israel para Roma. Na noite anterior à sua partida, ele teve um sonho no qual viu um mendigo esfarrapado sentado às portas de Roma. No sonho, ele ouviu uma voz que lhe dizia: &#8220;Vê este homem? Este é o Messias vestido de mendigo.&#8221; O rabino acordou e não conseguiu mais esquecer o sonho. Continuou a pensar nele durante toda a viagem. Finalmente, ao aproximar-se de Roma, avistou um homem maltrapilho, sentado exatamente no local que havia visto no sonho. O rabino chegou-se a ele e questionou: &#8220;É verdade que você é o Messias?&#8221; E o homem respondeu: &#8220;Sim.&#8221; O rabino, então, perguntou: &#8220;O que é que você está fazendo às portas de Roma?&#8221; E o homem replicou: &#8220;Estou esperando.&#8221; Ao que o rabino retrucou: &#8220;Esperando?! Num mundo tão cheio de miséria, ódio e guerra, num mundo onde o povo de Israel está disperso e oprimido, num mundo onde existem crianças famintas, você está aqui, sentado, esperando?! Messias, pelo amor de Deus, o que é que você está esperando?&#8221; E o Messias respondeu:&#8221;Tenho esperado por você, para poder lhe perguntar, em nome de Deus, o que é que você está esperando.&#8221;</p>
<p>A visita do papa Bento XVI a Auschwitz, no domingo, o fez reviver um capítulo muito doloroso da História humana. Diante das lápides simbólicas naquele local em que ocorreu o maior massacre de todos os tempos, o papa sentiu a necessidade de perguntar onde estava Deus enquanto a bestialidade nazista agia impune.<br />
Com todo o respeito, permito-me responder ao Sumo Pontífice: Deus estava onde sempre esteve, esperando que os homens assumissem o seu dever.<br />
por Henry I. Sobel</p>
<p>Sugestão ao papa</p>
<p><em>&#8220;Por que o papa Bento 16 não pergunta a Deus onde ele estava quando padres abusavam de meninos inocentes?&#8221; </em>(carta publicada na Folha de S.Paulo).</p>
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