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	<title>O Caminho Cristão &#187; reflexão</title>
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	<description>"O cristianismo não é meramente um programa de conduta;é o poder de uma nova vida "</description>
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		<title>Apelo: Casa do Pedro</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 22:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
		<category><![CDATA[oração]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[vida cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[Amigos. Estamos fazendo campanha para doação de medula óssea. Pedro tem 1 ano e 3 meses e precisa de um doador. Mas não é só ele que aguarda essa bênção. Milhares de crianças e adultos esperam um atitude sua para conseguir a cura de doenças hematologicas. Ajude a quem precisa. Seja um dador de medula. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos.<br />
Estamos fazendo campanha para <strong>doação de medula óssea</strong>.<br />
<strong>Pedro tem 1 ano e 3 meses e precisa de um doador</strong>. Mas não é só ele que aguarda essa bênção. Milhares de crianças e adultos esperam um atitude sua para conseguir a cura de doenças hematologicas.<br />
Ajude a quem precisa. <strong>Seja um dador de medula</strong>.<br />
Como fazer? Se<strong> cadastre no hemocentro de sua cidade</strong>, não custa nada. <strong>Será colhido apenas 5 ml de sangue para realização do cadastro</strong>, você então será incluido no REDOME , e assim que <strong>alguém geneticamente compatível com você precisar, eles entrarão em contato</strong> para realizar a coleta da medula e assim fazer o transplante.<br />
Viu como <strong>é fácil e rápido.</strong></p>
<p>Neste sábado, dia 10/09/2011, os amigos do Pedro irão ao INCA se cadastrar no banco de dados, quem sabe não encontramos o doador.<br />
Então se você é amigo do Pedro vá até lá.<br />
O INCA fica Praça Cruz Vermelha, 23, 7º andar &#8211; Centro<br />
20230-130 &#8211; Rio de Janeiro &#8211; RJ<br />
Não se esqueça de lavar um documento com foto !<br />
A gente se encontra lá ! Um abraço a todos e o Pedro conta com você !</p>
<p><a href="http://casadopedro.blogspot.com">http://casadopedro.blogspot.com/</a></p>
<p>Não deixe de divulgar e principalmente, seja um doador!</p>
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		<title>Kit Gay: Nota e Abaixo Assinado contra distribuição nacional.</title>
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		<pubDate>Sun, 22 May 2011 05:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
		<category><![CDATA[manifesto]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
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		<description><![CDATA[Nota: O website Caminho Cristão, defende a proibição da divulgação do tal &#8220;Kit Gay&#8221; a ser distribuído em Escolas Estaduais e Municipais de todo Brasil. Somos terminantemente contra toda forma filosófica que apoiam as idéias do &#8220;homossexualismo&#8221; e suas práticas que fogem ao padrão estabelecido originalmente por Deus, quando Homem e Mulher os criou para se amarem mutuamente, tendo a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nota: O website Caminho Cristão, defende a proibição da divulgação do tal &#8220;Kit Gay&#8221; a ser distribuído em Escolas Estaduais e Municipais de todo Brasil. Somos terminantemente contra toda forma filosófica que apoiam as idéias do &#8220;homossexualismo&#8221; e suas práticas que fogem ao padrão estabelecido originalmente por Deus, quando Homem e Mulher os criou para se amarem mutuamente, tendo a benção de gerar filhos em sua nata constituição fisiológica, tendo o privilégio de viverem juntos nesta instituição divina vivendo em família preservando a célula máter da sociedade.</p>
<p>Em detrimento de todo esse assunto controverso, vale ressaltar que  refutamos qualquer disseminação de ideologias do homossexualismo, entretanto, nós os cristão, devemos amar e respeitar a pessoa homossexual incondicionalmente, pelos quais Jesus Cristo também morreu e os inclui prontamente em sua maravilhosa Graça a aqueles que o querem como Deus e Senhor.</p>
<p>Segue link para Assinatura neste Abaixo Assinado:  ﻿</p>
<p>Acesse &#8211; ﻿﻿<a href="http://www.peticaopublica.com.br/?pi=PROL">http://www.peticaopublica.com.br/?pi=PROL</a></p>
<p>Pariticipe e divulgue a todos os seus contatos !,</p>
<p>Deus te abençoe !.</p>
<p>por Equipe do Caminho Cristão</p>
<p>*********************************************************************</p>
]]></content:encoded>
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		<title>PLC 122-2006 &#8220;A verdadeira face desta Lei&#8221;.</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 00:49:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
		<category><![CDATA[manifesto]]></category>
		<category><![CDATA[protestante]]></category>
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		<description><![CDATA[“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resistem à ordenação de Deus.” Rm 13.1,2  Se Vossas excelencias foram constituidas por Deus, da mesma forma obedeceram a vontade de Quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resistem à ordenação de Deus.” Rm 13.1,2</strong></p>
<p> <strong>Se Vossas excelencias foram constituidas por Deus, da mesma forma obedeceram a vontade de Quem vos constituiu&#8230; O Deus Todo Poderoso.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span id="more-1158"></span></strong></p>
<p> <br />
Venho atraves deste destacar a  inconstitucionalidade do PL 5003-b/2001, oriundo da Câmara dos Deputados, e que passou a ser designado, no Senado, por PLC (Projeto de Lei da Câmara) n.º 122/2006.Esse projeto de lei acaba com a liberdade de pensamento e de crença, e que leva  pena de reclusão de até cinco anos para qualquer manifestação, ainda que de ordem <strong><span style="text-decoration: underline;">religiosa</span></strong> ou <strong><span style="text-decoration: underline;">filosófica</span></strong>, de oposição ao homossexualismo.<br />
 <br />
O projeto de lei referido não é neutro, científico ou imparcial, mas alicerçado na ideologia marxista; que ele conta com o apoio decisivo do governo federal e dos partidos de esquerda. Diante disso, sublinho, é compreensível a hostilidade dos seus defensores a valores próprios da civilização ocidental, judaico-cristã.<br />
 <br />
O que está por trás realmente do projeto de lei de homofobia? A resposta é bem simples,  a tentativa de impor a todos o dogma da moralidade ou naturalidade do homossexualismo, que não é científico, mas de origem ideológica, marxista, tornando-se penalmente punível a contestação a essa pretensa verdade. Nada mais truculento. Nada mais inadmissível. Trata-se de evidente policiamento ideológico.<br />
Ocorre, porém, que muitos juristas e parte significativa da sociedade já incorporaram, inconscientemente, após anos e anos de bombardeio dos deformadores da opinião pública, o modo de pensar da Escola de Frankfurt, de sorte que julgam tratar-se a moralidade e naturalidade do homossexualismo verdades de fé absolutas, incontrastáveis, até mesmo no campo das idéias ou das crenças. Por certo, a lei não poderia obrigar quem quer que fosse a aceitar o dogma da infalibilidade papal. Todavia, almeja-se impor aos brasileiros o dogma da infalibilidade de Erich Fromm e Herbert Marcuse.<br />
Assinalo que já reputo inconstitucional a Lei 7.716, de 1989, com as alterações procedidas pela Lei 9.459, de 13 de maio de 1997, ao tratar da mesma forma o racismo e a discriminação por motivos religiosos. Com efeito, na Constituição <sup>[03]</sup>, o racismo mereceu um tratamento severíssimo, não podendo outras formas de discriminação serem a ele igualados. Os crimes de racismo são inafiançáveis e imprescritíveis, sempre punidos com reclusão.<br />
Ocorre que a não-aceitação da prática homossexual como moral e natural, por razões de ordem religiosa e filosófica, não configura um preconceito. Preconceituoso é tachar de preconceito visões amadurecidas, sopesadas ao longo de milênios, sobre a homossexualidade. <br />
 <br />
 As crenças e convicções filosóficas dos grupos homossexuais não devem gozar do privilégio da infalibilidade, da imutabilidade, da intangibilidade. Todos podem ser passíveis de crítica, inclusive os homossexuais. Todas as crenças e convicções filosóficas e éticas merecem idêntico tratamento pelo direito positivo. A lei não deve impor a todos o modo marxista de enxergar o mundo.<br />
Aliás, não creio que haja suporte jurídico e moral para a realização das paradas gays ou paradas do orgulho gay, mormente com dinheiro público. Trata-se de promoção explícita e irresponsável da imoralidade. Concordem ou não, a Constituição assegura-me o direito de pensá-lo e afirmá-lo, sem ser punido por isso.<br />
 <br />
Acrescente-se que o entendimento da Organização Mundial de Saúde acerca da homossexualidade não é critério decisivo para defini-la ou não como doença (e, muito menos, como moral ou imoral). Primeiro, porque em ciências biológicas não existem verdades definitivas. Segundo, porque tal entendimento não é unânime entre os especialistas . Terceiro, porque as causas da homossexualidade ainda não são suficientemente conhecidas. Quarto, porque é evidente o lobby dos militantes gays e da esquerda internacional nos organismos internacionais, como o é para a aprovação do projeto de lei de que se cuida.<br />
Somente no dicionário dos militantes gays<strong> pederastia e homossexualismo não são sinônimos</strong>.<br />
 <br />
Servindo-se de um método dos pensadores de esquerda, o desconstrucionismo, Com efeito, no desconstrucionismo, destrói-se o sentido original de um texto, para, em seguida, conferir-lhe o sentido desejado ou almejado. Foi o que os teólogos da libertação fizeram com os textos bíblicos, desconstituindo o seu sentido original para imprimir-lhes uma chave de interpretação marxista.<br />
 <br />
Ora, alterando-se o significado das palavras e dos textos, de acordo com o que é conveniente, pode-se justificar qualquer coisa.<br />
É utilizando-se o desconstrucionismo que os defensores da causa gay, servindo-se dos princípios da igualdade, da dignidade humana etc., destruindo o seu conteúdo e sentido real, atribuem-lhes o significado que lhes interessa, para abonar as suas propostas de inovação legislativa. Prossegue o texto da:</p>
<p><strong>&#8220;Para o marxista cultural, o método é o desconstrucionismo. O desconstrucionismo remove todo o sentido de um texto, substituindo-o por qualquer sentido desejado. Então se descobre, por exemplo, que toda a obra de Shakespeare é sobre a opressão das mulheres, ou a Bíblia é sobre raça e sexo. Todos esses textos tornaram-se úteis para provar que ´´toda a História é sobre quais grupos têm poder sobre os outros´´.&#8221;  </strong><strong>Dra. Marli Nogueira </strong></p>
<p>  De todo pertinentes, portanto, as seguintes ponderações da:</p>
<p><strong>&#8220;Daí a natureza ideológica e potencialmente totalitária dessas manifestações. Totalitária porque a essência de todas as ideologias consiste em espremer a realidade para dentro de uma teoria – como ocorre, por exemplo, com a idéia de que toda a história de nossa cultura se resume à opressão das mulheres. Como a realidade contradiz essa teoria, ela mesma deve ser proibida, o que é feito pelos Estados que se tornaram reféns das ideologias. É por isso que as ideologias são potenciais geradoras de Estados totalitários.&#8221; </strong><strong>Dra. Marli Nogueira </strong><br />
 <br />
<strong><span style="text-decoration: underline;">O que a Biblia Diz a respito da homossexualidade</span></strong><br />
 <br />
<strong>A Criação da Ordenança do Casamento </strong></p>
<p>Ao invés de se ter um entendimento próprio da sexualidade humana, é preciso voltar à origem da humanidade. No princípio Deus criou um homem (Adão) e uma mulher (Eva). Deus não criou dois homens (e.g., Adão e Antônio) ou duas mulheres (e.g., Eva e Tereza). Deus criou primeiro Adão do pó da terra; Então criou Eva da costela de Adão. Eva foi criada para ser esposa de Adão. A Bíblia diz que eles estavam nus e contudo não se envergonhavam. A criação de Deus de um homem e uma mulher para serem marido e esposa é o padrão ou paradigma para a sanção de Deus das relações sexuais normais, morais e abençoadas. “A união do matrimônio é ordenada por Deus, e estes preceitos sagrados não devem ser poluídos pela intromissão de uma terceira parte, de qualquer sexo” (F.F. Bruce).</p>
<p>Jesus Cristo citou Gênesis 2:24 como uma prova clara de que a poligamia (ter mais de uma esposa) e o divórcio (exceto em caso de adultério) são condenados por Deus (Mt. 19:5). O apóstolo Paulo, escrevendo sob inspiração do Espírito Santo, disse que há somente uma saída moral e legítima para o caminho deixado por Deus para o sexo – o casamento (1 Cor. 7:2). Monogâmico e heterossexual, o casamento é a única maneira de se ter sexo sem pecado e culpa. “Honrado entre todos seja o matrimônio, e o leito [matrimonial] sem mácula; mas Deus irá os fornicadores e adúlteros” (Heb. 13:4 [todas as versões NKJV]). Qualquer coisa contrária a ordenança da criação do casamento entre um homem e uma mulher é pecaminoso e inaceitável perante Deus. A Bíblia condena toda atividade sexual fora do casamento monogâmico e heterossexual: homossexualismo, sexo antes do casamento, poligamia, adultério, bestialismo e assim por diante. “Não deixeis que vos enganem com palavras vãs,” diz Paulo, “porque é em razão destas coisas sobrevêm a ira de Deus sobre os filhos da desobediência” (Ef. 5:6).<br />
<strong>A Lei de Deus </strong></p>
<p>A lei moral de Deus claramente condena todo tipo de homossexualismo: “Não te deitarás com um homem como se fosse uma mulher. Isto é abominação&#8230; Se um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável. Devem ser mortos. Seu sangue cairá sobre eles” (Lev. 18:22, 20:13). Defensores do homossexualismo tentam evitar as claras e inequívocas declarações da lei de Deus com desculpas esfarrapadas e descarada distorção da Bíblia.</p>
<p>Alguns questionam se a lei de Deus condena o homossexualismo; eles ensinam que a lei de Deus é só um escrito humano com antigos costumes judaicos preconceituosos. Essas pessoas condenam a autoria mosaica da lei e são relativistas éticos. Seus argumentos devem ser rejeitados porque Cristo e os apóstolos aceitaram a autoria divina, infalibilidade e absoluta autoridade do Velho Testamento (Mt. 22:39-40; Jo. 10:35; 2 Tim. 3:16-17). Se você rejeitar a lei de Deus alegando que ela não passa de idéias humanas de judeus antigos, então você não pode reivindicar que Cristo é seu salvador. Você deve pensar que ou Jesus se enganou em Sua visão da lei de Deus ou que Ele era um mentiroso. Não esqueça: Jesus Cristo é Deus (Jo 1:1; 8:58-59); Ele não pode se enganar ou mentir (Num. 23:19).</p>
<p>Outros ensinam que as leis que condenam o homossexualismo se aplicavam somente à nação de Israel. As leis do Velho Testamento caducaram com a vinda de Jesus Cristo. Essa visão é popular entre aqueles que reivindicam ser “homossexuais evangélicos.” Essa visão é totalmente anti-bíblica. Quando o Novo Testamento diz que os cristãos estão mortos para a lei, significa que Cristo cumpriu a lei (o pacto das obras) pelos crentes, e removeu a maldição da lei por meio de Sua morte sacrificial. Cristãos que estão unidos a Jesus Cristo em Sua vida perfeita sem pecado e Sua morte sacrificial são elevados com Cristo e capacitados por Seu Espírito a viver para Deus. Paulo disse que “a lei é santa, e o mandamento santo e justo e bom” (Rom. 7:12). Cristo não liberta da lei moral. Ele obedeceu a ela perfeitamente para os crentes. Ele morreu para remover a culpa do pecado e enviou o Espírito Santo para que os crentes tenham poder para obedecer à lei de Deus. Se Cristo abolisse a lei no sentido que os apologistas do homossexualismo afirmam, então Ele precisaria morrer, porque se não há lei, não há pecado nem culpa. As únicas leis que não possuem mais validade são as que estão atreladas especificamente à terra de Israel (e.g., o jubileu) e as leis cerimoniais. As leis cerimoniais apontavam para Jesus Cristo e Sua obra por meio de tipos e figuras. A lei moral de Deus e o caso das leis civis baseadas sob a lei moral ainda estão em vigor. A lei de Deus é baseada sob Sua natureza e caráter; portanto, é absoluta, imutável e eterna.</p>
<p>É óbvio que a proibição contra o homossexualismo nada tem a ver com o sistema sacrificial; ela claramente não é cerimonial em sua natureza. Além do mais, se as leis contra o homossexualismo foram somente restritas à nação de Israel, então porque o homossexualismo é condenado em Sodoma, cerca de quatrocentos anos antes de a nação de Israel existir: “como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregado à imoralidade sexual e seguindo após outra carne [homossexualismo], foram postos para exemplo, sofrendo a vingança do fogo eterno” (Judas 7)? Embora Sodoma fosse genericamente caracterizada pela maldade, Gênesis 19 apresenta o homossexualismo como o último estágio da devassidão. Os homens de Sodoma desejaram ter relações homossexuais com os convidados de Ló e estavam dispostos a estuprá-los, se necessário. Deus enviou total destruição sobre Sodoma. Sodoma não foi destruída porque seus habitantes não eram hospitaleiros, como alguns afirmam. Simplesmente não ser hospitaleiro não explicaria um tal julgamento de Deus. Deus aniquilou a cidade; somente Ló e sua família foram poupados.</p>
<p>Alguns apologistas do homossexualismo argumentam que a lei de Deus condena somente a prostituição ritual masculina. Eles argumentam que o moderno homossexualismo não tem nada a ver com o homossexualismo pagão e idólatra praticado nos tempos antigos. Deus claramente condena a prostituição masculina e os ritos culticos de fertilidade associados a ela; Deuteronômio 23:17-18 se aplica à prostituição cultica. Mas Levítico 18:22 e 20:13 não mencionam a prostituição cultica em lugar algum. “se um homem se deitar com outro homem como se fosse mulher, ambos cometeram abominação. Devem ser mortos. Seu sangue cairá sobre eles” (Lev. 20:13).</p>
<p>A tentativa de consolidar todas as proibições contra o homossexualismo dentro de algo que somente concorde com a antiga prostituição cultica revela um óbvio viés pró-homossexual por parte destes intérpretes. Eles forçam o texto bíblico à um molde pró-homossexual. Eles estão sendo desonestos com a clara intenção da Palavra de Deus. Eles estão lendo suas próprias pressuposições pró-homossexuais na lei de Deus. É ilegítimo condensar três proibições distintas (Lev. 18:22, 20:13; Dt. 23:17-18) em apenas uma. Interpretes pró-homossexuais sabem disto mas não se importam, porque eles não estão interessados na verdade; eles estão interessados somente em justificar seu comportamento mau e pervertido. Além disso, sua interpretação pode ser usada para justificar a relação sexual com ovelhas e cabras, porque a bestialidade também era parte dos ritos culticos de fertilidade. Não se engane. Deus é contra o homossexualismo em todas as suas formas, tanto ritual quando pessoal.</p>
<p>Os argumentos em favor do homossexualismo são nada mais que lamentáveis desculpas para um comportamento que Deus condena e irá claramente julgar. “Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis. Nem fornicadores, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais , nem somoditas , nem ladrões, avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” (1 Cor. 6:9-10). Homossexualismo foi condenado por Deus, séculos antes da chegada da lei (e.g., Gen. 19). Ele é explicitamente condenado pela lei de Deus (Lev. 18:22, 20:13). Como será mostrado, ele é também claramente condenado no Novo Testamento pelo apóstolo Paulo.<br />
<strong>O Novo Testamento </strong></p>
<p>O Novo Testamento concorda com, e confirma, a condenação do Velho Testamento da homossexualidade. Alguma passagem da Bíblia pode ser mais clara na condenação do homossexualismo do que a afirmação de Paulo encontrada no primeiro capítulo de Romanos: “Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e adoraram e serviram a criatura mais do que o Criador, o qual é bendito eternamente. Amém. Por essa razão Deus os entregou a paixões infames. Pois até mesmo as mulheres mudaram o modo natural pelo que é contra a natureza. Do mesmo modo os homens, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, homens com homens cometendo o que é torpe, e recebendo em si mesmos a penalidade devida pelo seu erro. E por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes&#8230; os quais, sabendo do justo juízo de Deus, de que aqueles que praticam tais coisas são passíveis de morte, não somente as fazem, mas também aprovam os que as praticam” (Rom. 1:24-28,32).</p>
<p>Defensores do comportamento homossexual tentam driblar Romanos 1 alegando que Paulo estava condenando somente a luxúria e promiscuidade homossexual e não as amáveis e monogâmicas relações homossexuais. O problema com essa interpretação pró-homossexual é que Paulo nem sequer sugere tal idéia no texto. Essa idéia, que era pra estar no texto, claramente não está lá. Paulo era um expert em complexos problemas éticos. Sua condenação abrange todas as formas de comportamento homossexual: seja promiscuo, seja monogâmico. Se a homossexualidade é permissível sob certas condições, então a mentira, assassinato, difamação, e outros pecados listados por Paulo também são permitidos sob certas condições? Poderia um apologista do homossexualismo argumentar que o sexo com cabras e ovelhas é permitido desde que o relacionamento seja amoroso e monogâmico?</p>
<p>Outros apologistas dizem que Paulo estava somente se referindo à prostituição cultica grega. Mas o texto não diz nada sobre a prostituição cultica grega. Paulo estava focado sobre o que acontece quando as pessoas enxotam Deus de seus pensamentos e adoram ídolos. Paulo estava discutindo o comportamento pessoal moral. Quando as pessoas abandonam Deus, seu comportamento pessoal se torna perverso. Se Paulo condenou somente a prostituição ritual grega, então porque a igreja primitiva condenou todas as formas de homossexualismo? Por que é que toda congregação de igreja cristã e todas as denominações cristãs condenaram todas as formas de homossexualismo durante quase dois mil anos? Foi só nos anos 1970 que o homossexualismo começou a receber aceitação na sociedade. E não é acidental que as igrejas que mudaram suas visões geralmente façam parte de denominações liberais que rejeitaram a autoridade divina da Bíblia. Se Cristo e os apóstolos aceitaram a homossexualidade monogâmica, então por que ela foi universalmente condenada na igreja apostólica?<br />
<strong>A Teoria da Pederastia </strong></p>
<p>A tentativa mais sagaz de repudiar a condenação de Paulo da homossexualidade é a teoria da pederastia. Essa visão afirma que Paulo, seguindo a cultura grega, somente estava condenando a exploração sexual e emocional de jovens por parte de homens. Esta visão assume que Paulo era somente um produto da cultura grega pagã de seu tempo. Mas a Bíblia claramente ensina que Paulo escreveu sob a sobrenatural direção do Espírito Santo (2 Pe. 3:15-16). Para entender a visão de mundo de Paulo, não se deve olhar para a Grécia ou Roma pagãs, mas para o Velho Testamento, os ensinos de Jesus Cristo e dos outros apóstolos. A condenação de Paulo da homossexualidade é totalmente consistente com, e uma continuação da, lei de Deus revelada a Moisés. A pederastia é errada e é condenada por Deus porque é uma forma ou tipo de homossexualidade. É também pecaminosa e perversa porque é uma forma de sexo fora dos laços do matrimônio legal, monogâmico e heterossexual. O homossexualismo é perverso, não interessa a idade dos participantes. A idéia de que pelo fato de dois homens terem alcançado a idade de 18 anos, Deus aprova o sexo oral e anal que eles fazem é absurda. Paulo condena tal pensamento perverso e tolo há muito tempo: “Mas sabemos que a lei é boa e aquele que a utiliza de modo legítimo, mas sabeis disto: que a lei não foi feita para o que é íntegro, mas para os transgressores e rebeldes, para os irreverentes e pecadores, para os ímpios e profanos, para os assassinos de pais e mães, homicidas, para os fornicadores, para os sodomitas , raptores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para tudo quanto seja contrário à sã doutrina” (1 Tim 1:8-10).<br />
<strong>Ato e Orientação </strong></p>
<p>Qualquer discussão da homossexualidade será incompleta sem estabelecer a diferença entre ato e orientação. Muitos homossexuais irão dizer, “Eu nasci homossexual – Deus me faz assim; por isso, meus pensamentos, desejos, e modo de vida não devem ser condenados.” Se algumas pessoas nascem com uma predisposição para o comportamento homossexual, isto faz de alguma forma os desejos e o comportamento homossexual deles aceitável a Deus? Absolutamente não!</p>
<p>A doutrina bíblica do pecado original ensina que todos os homens nascem com uma natureza ou disposição pecaminosa. O primeiro homem, Adão, era o cabeça do pacto e representante de toda a raça humana perante Deus. Quando Adão pecou, a culpa e poluição do pecado passaram à toda a raça humana (Rom. 5:12, 17, 19). Cada pessoa (exceto Jesus Cristo que foi concebido pelo Espírito Santo) é nascida com uma natureza pecaminosa. É errado dizer, “Deus me faz um homossexual (ou um mentiroso, ou um assassino),” porque o pecado não se originou com Deus, mas com o homem (i.e., Adão, nosso antepassado).</p>
<p>O fato de que todos os seres humanos nascem com um orientação (ou inclinação) para o pecado não justifica desejos ou comportamento pecaminosos. A Bíblia diz que todos os homens nascem mentirosos (Sl. 58:3). A Bíblia também diz que mentir é pecado (Ex. 20:16, Dt. 5:20); e adiante diz que os mentirosos não entrarão no reino de Deus (Ap. 21:27). Se algumas pessoas nascem com uma inclinação para o roubo, homossexualismo, assassinato, bestialidade, sadomasoquismo, mutilação, etc., isto de forma alguma justifica seu comportamento pecaminoso. O argumento de que a orientação para a homossexualidade de alguma forma a faz aceitável a Deus pode ser usado para justificar qualquer comportamento pecaminoso. Um tal argumento destrói a responsabilidade pessoa; ele tornaria a lei de Deus sem sentido e desnecessária a salvação por meio de Cristo. Todos os homens certamente serão responsabilizados perante Deus por cada pensamento, palavra e ação pecaminosas que cometam, sem importar suas orientações. Culpar Deus pelo comportamento pecaminoso de alguém pode fazer o homossexual se sentir melhor, mas isto irá ser ineficiente no dia do juízo, quando todos os impenitentes homossexuais serão lançados no inferno (1 Cor. 6:9-10, Ap. 21:27). Além disto a Bíblia ensina que nenhum homem pode culpar Deus por seu comportamento pecaminoso, porque Deus não pode tentar o homem. O homem é tentado por seus próprios desejos: “Ninguém ao ser tentado diga, “Fui tentado por Deus&#8217;; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, nem a ninguém tenta. Mas casa um é tentado quando engodado e atraído por seus próprios desejos. Então, quando o desejo concebe dá à luz ao pecado, que quando consumado, gera a morte. (Tg. 1:13-15).</p>
<p>Alguns afirmam que os atos homossexuais são de fato imorais, mas sentimentos e desejos homossexuais para alguns são inatos e, portanto, inevitáveis e não pecaminosos. A Bíblia ensina que não é pecado ser tentado (Cristo foi tentado, embora nunca tenha cometido pecado, Heb. 2:18). O que é pecaminoso é quando uma pessoa abriga aquilo que o tenta, fantasia e faz planos para praticar aquele comportamento pecaminoso. A Bíblia claramente ensina que não somente é um pecado cometer atos maus, mas é também pecado ter desejos e pensamentos imorais, luxuriosos.</p>
<p>Jesus Cristo proibiu a luxúria heterossexual em Mateus 5:27-29. Jesus disse que quando um homem olha para uma mulher com desejo lascivo, ele já cometeu adultério com ela em seu coração (Mt. 5:28). A idéia de condenar só o ato externo mas não a luxúria interna era uma doutrina dos Fariseus; Cristo condenou veementemente esse falso ensino (Mt. 5:21-22, 15:19-20). O apóstolo Paulo proibiu fantasias perversas, luxúria, e maus desejos (Col. 3:5). Paulo disse que os cristãos devem santificar (i.e., fazer santo) os seus próprios pensamentos (Fl. 4:8). Tiago disse que se os desejos não forem controlados, o pecado irá seguí-lo (Tg. 4:1). O desejo homossexual está condenado dentro de Romanos 1:24, 26, 27. O profeta Isaías disse que o arrependimento de alguém deve ser estendido aos “pensamentos” e aos “caminhos” (Is. 55:7). Uma vez que a Bíblia condena os desejos e atos pecaminosos, não pode existir tal coisa como um cristão homossexual – ou um cristão assassino ou um cristão ladrão. Se um homossexual se torna um cristão, ele deve deixar de lado tanto atos quanto pensamentos homossexuais; portanto, quando se torna um cristão, ele deixa de ser um homossexual. Ele deve ainda às vezes ser tentado mas ele se recusa a abrigar, a flertar com, e a cometer tais ações abomináveis. “Finalmente, irmão, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é digno de honra, tudo o que é justo, todo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude e se algum louvor existe; pense sobre estas coisas” (Fl. 4:8). “Não devemos cobiçar as coisas más, como eles também cobiçaram” (1 Cor. 10:6).<br />
<strong>Conclusão </strong></p>
<p>A condenação bíblica da homossexualidade é muito clara e bastante forte. Deus disse que o homossexualismo é uma “abominação”; o que significa que Deus aborrece, odeia e detesta completamente o comportamento homossexual. O Antigo Testamento ensina que as pessoas que são condenadas pelo crime de se envolver em um procedimento homossexual deve ser mortas (Lev. 18:22, 20:13). O Novo Testamento está em total acordo: o apóstolo Paulo disse que o comportamento homossexual é “digno de morte” (Rom. 1:32). Essa não é a opinião do homem, mas é o claro ensino da Palavra de Deus.</p>
<p>As pessoas que reivindicam serem compassivas com os homossexuais pela justificativa e aprovação de seu comportamento perverso são mentirosos e falsos mestres. Suas tentativas de reinterpretar a Bíblia para fazê-la aceitar o homossexualismo são nada mais que desculpas esfarrapadas criadas para aqueles que não querem se arrepender. Eles estão conduzindo os homossexuais ao caminho que leva à destruição (Mt. 7:13). Eles são os verdadeiros inimigos da comunidade homossexual.</p>
<p>Sua única esperança é aceitar o que Deus diz com respeito ao seu comportamento pecaminoso. Se você for se arrepender dos seus pecados e crer em Jesus Cristo, você deve se convencer de que seu procedimento é errado, perverso e digno de juízo. Depois de dizer que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, Paulo diz, “Tais foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, mas vocês foram santificados, mas vocês foram justificados em o nome do Senhor Jesus e pelo Espírito do nosso Deus” (1 Cor. 6:11). Havia cristãos na igreja de Corinto que rejeitavam seu anterior estilo de vida homossexual e abandonaram seus pecados. Eles se arrependeram e creram em Jesus Cristo.</p>
<p>Jesus Cristo, como Ele é apresentado nas Escrituras, é a única esperança de salvação dos pecadores: “Nem há salvação em nenhum outro, pois não há nenhum outro nome debaixo do céu, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (At. 4:12). Se você crê nEle, todos os seus pecados serão perdoados. “Se com a boca confessares o Senhor Jesus e creres em teu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, você será salvo. Porque com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. Porque a Escritura diz, ‘Qualquer que crê nEle não será confundido&#8217;” (Rom. 10:9-11).</p>
<p>O sangue sem pecado de Cristo removeu a culpa e a maldição do pecado. Sua vida perfeita e sem pecado é dada como um presente àqueles que crêem nEle. Quando os cristãos se apresentarem perante Deus no dia do julgamento, eles serão vestidos com a perfeita justiça de Cristo. Os crentes irão para o céu tão-somente em razão dos méritos de Jesus Cristo. Quando Cristo ascendeu da morte ao terceiro dia, isto provou que Seu sacrifício era aceitável a Deus o Pai. Cristo ascendeu vitorioso sobre o pecado, a culpa, a morte e o inferno para todos que põe sua confiança nEle. Após sua ressurreição, Cristo, como o mediador divino-humano, foi feito rei e Senhor sobre todas as coisas no céu e na terra. “Arrependei-vos, portanto, e convertei-vos, para que seus pecados possam ser cancelados, a fim de que tempos de refrigério possam vir da presença do Senhor” (At. 3:19-20a).</p>
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		<title>Ele está &#8220;as portas&#8221;, vamos em frente !.</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 20:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;..E, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz.&#8221; (Colossenses 2.15).Não erramos ao constatar que nossas tentações e provações, tanto no sentido físico como na área emocional se intensificam grandemente nos últimos tempos. E nem pode ser de outra forma, pois, com a aproximação da vinda do Senhor, as ondas da atmosfera celestial se movimentam em direção à terra. Assim &#8220;os principados e potestades&#8230; dominadores deste mundo tenebroso &#8230;as forças espirituais do mal nas regiões celestes&#8221; (Ef 6.12) têm cada vez menos espaço e são tomados de claustrofobia, se rebelam contra essa situação, porém continuam sendo os senhores do espaço físico aéreo. Esses movimentos no mundo invisível são percebidos especialmente pelos santos em Cristo. Agora urge mais do que nunca direcionar firme e constantemente nosso olhar cheio de fé para nosso Senhor Jesus. Como membros da Igreja de Jesus, estamos hoje muito próximos da nossa transformação e arrebatamento. Em vão, Satanás se opõe a isso, e por essa razão os verdadeiros filhos de Deus se encontram progressivamente em fortes tentações e provações. Mas seja confiante e resoluto, pois a eterna transformação da nossa personalidade espiritual está por acontecer quando Jesus vier! Continue firme! Pois assim diz o Senhor: &#8220;&#8230;aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo.&#8221;</p>
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		<title>Jesus Cristo: A verdadeira razão da Páscoa.</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Apr 2011 05:39:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não negue a Jesus. Nessa páscoa, aproveite para fazer o que muitos não fizeram quando tiveram a oportunidade, na crucificação de Jesus. Não faça parte da mesma multidão que preferiu Barrabás, ao invés de nosso Mestre (João 18.40) Lembre-se de que tudo aquilo que não vem da fé, não edifica, e tudo o que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não negue a Jesus.</p>
<p>Nessa páscoa, aproveite para fazer o que muitos não fizeram quando tiveram a oportunidade, na crucificação de Jesus. Não faça parte da mesma multidão que preferiu Barrabás, ao invés de nosso Mestre (João 18.40) Lembre-se de que tudo aquilo que não vem da fé, não edifica, e tudo o que não edifica destrói. O mundo diz que a páscoa é para se confraternizar, e presentearmos uns aos outros com chocolates e etc. mas não é isso que a Bíblia nos ensina&#8230;não é isso que Deus nos passa (pois a Bíblia é a pura palavra dele). A palavra Dele diz que na páscoa Jesus realizou a ceia, foi crucificado e ao terceiro dia ressuscitou, não é isso? Então QUALQUER palavra que vá contra isso, vai contra a palavra de nosso Pai, e se nós aceitamos o ganhar e receber chocolates  como verdade principal,ou seja, se por um momento deixamos isso ser superior ao que o nosso próprio Criador nos fez questão de deixar, é porque estamos indo contra a palavra de Deus, e ir contra, meu amado, é negar. Quantas vezes em nossas vidas deixamos Jesus em primeiro lugar? Não sei, porém te suplico uma coisa, em nome de nosso salvador, não deixe de lembrar o que Jesus Cristo fez por nós, não vire as costas para a sua palavra e por fim:</p>
<p>NÃO DEIXE AS VERDADES DO MUNDO SEREM MAIS FORTES DO QUE A VERDADE DE DEUS NA SUA VIDA, se não fez, comece a fazer nessa páscoa, e QUE DEUS TE ABENÇOE.</p>
<p>Texto de autoria de Silair Rosa Junior.</p>
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		<title>Os construtores da anti-Graça !.</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Mar 2011 09:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São aqueles que segundo Paulo em “Atos dos Apóstolos”, já estão no meio de nós como lobos que não poupam o rebanho de Deus, fazendo negócio em nome da Fé, e que são os exterminadores da liberdade alheia, que excluem sumariamente as pessoas e se afastam delas, achando que são muito melhores do que elas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São aqueles que segundo Paulo em “Atos dos Apóstolos”, já estão no meio de nós como lobos que não poupam o rebanho de Deus, fazendo negócio em nome da Fé, e que são os exterminadores da liberdade alheia, que excluem sumariamente as pessoas e se afastam delas, achando que são muito melhores do que elas. São os que usam luvas de assepsia e jogam no lixo os diferentes, os quais diferem deles quanto ao estilo, conceitos, doutrina, postura moral, ética e religiosa. São os que têm “complexo de São Pedro” por se julgarem acima da Lei, se achando no direito de abrir ou fechar as portas do céu de acordo com seu julgamento distorcido, separando antes do tempo determinado o joio do trigo, quem é salvo ou não, quando Jesus proíbe veementemente tal atitude. São os que pensam que estão sozinhos no mundo, e acham que eles e sua igreja, serão os únicos que vão ser salvos, e sua doutrina, teologia, liturgia e preceitos morais são os únicos certos e todos ao redor estão errados. São os que se prendem a teias de legalismos tentando comprar a Graça de Deus com obras humanas e ofertas de desempenho e performances pessoais.</p>
<p><span id="more-1145"></span></p>
<p>Estes, na prática, esperam ainda obter o favor de Deus, com boa moralidade e com bom comportamento, pretextando santificar-se a si mesmos com orações religiosas com coreografias de “avivamento” anulando assim, completamente o sacrifício de Cristo na cruz, nesta categoria circula nos corredores de tais crentes-evangélicos, toda antítese da Graça. São os que colam máscaras de religiosidade, e que carregam troféus, notoriedade e status por cargos eclesiásticos alcançados e salários explendorosos as custas da boa fé na fé, e não em obras redimidas da genuína fé em Deus. Na cara para impressionar o mundo, assumindo ridículas atitudes de bajulação e arrotando vantagens, tecem grandes relatos de proezas espirituais exacerbadas, sem nexo e sem embasamento, caminhando assim, cada vez mais na contra-cultura que propõe “O Evangelho” simples, puro e amoroso de Jesus Cristo, onde a Graça repousa sobre toda a humanidade sem acepções, e isso, pasmem !, fora dos templos. São os que ficam à espreita da liberdade dos outros, criticando e disseminando suspeitas de todo tipo, visando salvar sua própria reputação e expondo à vergonha aos incontáveis pelados nos telhados de quem não concordam com seus modus-operandis. Se nos tempos de Cristo os fariseus eram os líderes religiosos de sua época, os anciãos do povo, os que cpmpunham o Sinédrio, os líderes que detinham o poder religioso e mantinham o status quo econômico da nação, os fariseus de hoje também compõem a grande parte esmagadora da liderança das igrejas de hoje. Eles são os que se assentam nos concílios, nas juntas administrativas, nas comissões gestoras das organizações eclesiásticas, e se reúnem como donos, caciques, pagés e os chefes das grandes corporações da fé. São, no entanto, aos olhos infalíveis de Jesus, hipócritas ! cujos atores atuam com máscaras, que disseminaram ervas danosas no meio do trigo Da Igreja. Sua atitude, apesar do alto teor moral, é tida diante de Deus, como palha que queima e que, ao passar pelo crivo do fogo purificador dos olhos do Rei, só sobrarão cinzas e poeira. São os que ainda hoje Jesus chama de cobras&#8230;serpentes, víboras venenosas, sepulcros caiados, bonitos por fora, mas por dentro estão cheios de ossos secos com todo tipo de imundície e podridão das mais fétidas, estes que coem um mosquito e engolem um camelo, guia de cegos. São esses aos quais Jesus disse que o honram com os lábios mais seu coração está longe Dele, e que adoram a Deus em vão, e cujos ensinos não passam de regras ensinadas por homens. Meros personagens fabricados em suas denominações religiosas multiplicando seus dogmas, sugando ovelhas sem o mínimo escrúpulo. Fico pensando em quão inconsistente é, para Jesus, tanta pompa, tantas construções, tantos cursos infindáveis de educação religiosa, tantas regras proibitivas, tantos sistemas complexos, tantos preceitos inócuos, tantas falácias heréticas, tanto circo, tanto discurso vazio, e que no final pouca coisa sobrará de útil para o Reino, e quase nada que perdurará para Vida Eterna. Estes tais, como bem advoga a carta de Judas, são estrelas errantes, andando após Caim, aventurando-se no erro de Balaão, e embalando-se na revolta de Core. Não sejas nem consintas ser como um fariseu de hoje. Saia das fileiras da hipocrisia, e venha se alistar no exército dos filhos da Luz, que andam na verdade, na simplicidade do Reino e que não tem outra motivação que não seja agradar ao Rei oferecendo um coração sincero e transparente, cujas motivações fluem do coração, por saber que o Pai celestial em quem não há mudança e nem sombra de variação, e que tudo é nú e patente aos seus olhos, a quem cada um de nós lhe prestaremos contas, e que se alegra sobremaneira da verdade no íntimo, e que não despreza um coração contrito e quebrantamento, e jamais rejeitará um genuíno ser arrependido. Nele, toda misericórdia há, e se renova de manhã após manhã para sempre !, Aleluia !.</p>
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		<title>Muro de fogo por David Wilkerson.</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 21:35:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quero contar como esta profecia me foi revelada. Gwen minha esposa, e eu, tínhamos recém retornado ao hotel em Sacramento, na Califórnia, após uma reunião da cruzada. Liguei a TV, buscando encontrar um canal de notícias. Um dos canais estava exibindo o musical de um jovem cantor de rock. Era tão diabólico que não pude [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quero contar como esta profecia me foi revelada. Gwen minha esposa, e eu, tínhamos recém retornado ao hotel em Sacramento, na Califórnia, após uma reunião da cruzada. Liguei a TV, buscando encontrar um canal de notícias. Um dos canais estava exibindo o musical de um jovem cantor de rock. Era tão diabólico que não pude desligar o aparelho &#8211; fiquei completamente atordoado com o que vi. Chamei Gwen para ver, e ela, igualmente ficou horrorizada. Demônios acariciavam o jovem cantor. Esqueletos levantavam de túmulos. Sadomasoquistas espancavam suas vítimas, terríveis criaturas do ocultismo dançavam com as pessoas, sangue jorrava e havia muita demonstração de violência. Era uma visão vinda diretamente do inferno. Simplesmente não conseguíamos acreditar que a TV estava exibindo uma imundície tão demoníaca.</p>
<p><span id="more-1133"></span></p>
<p>Desliguei a TV com ira santa, entrei no banheiro, e me ajoelhei clamando. Um terrível presságio de trevas se assolou sobre mim. Pensei em meus netos. Como será quando eles chegarem à adolescência, se hoje já está tão diabólico?</p>
<p>Minha mente se inundou de trágicas imagens da decadência moral na sociedade americana: esta nação se entregou ao sexo, à violência, derramamento de sangue, satanismo, sadismo e iniqüidade.</p>
<p>Na mesma semana, os jornais publicaram matéria dando conta que crianças pequenas são molestadas em creches por todo o país. Um funcionário de uma creche, com 85 anos de idade, foi indiciado por molestar sexualmente tanto meninos como meninas. Até mesmo pais estavam sendo presos por abusarem sexualmente dos próprios filhos. As histórias pareciam muito terríveis, muito aterrorizantes para estarem acontecendo aqui em nosso país.</p>
<p>Naquele mesmo dia, fui informado que a polícia de uma pequena cidade à noroeste do país desmanchou uma grande cadeia de tráfico de drogas, liderada pelos mais respeitáveis médicos, advogados e empresários da pequena cidade. Eles estavam enviando jovens para o inferno por causa do todo-poderoso dólar.</p>
<p>Uma senhora idosa em Chicago perdeu 44.000 dólares &#8211; tudo que economizou na vida &#8211; para se livrar do assim chamado &#8220;câncer dos tijolos&#8221;. Pelo país todo, milhares de idosos têm sido surrupiados e enganados, ficando amargurados e sem um tostão. Os trapaceiros saem livres e vivem como reis com o dinheiro roubado. Todos os dias as manchetes falam do número crescente de idosos que apanham, são roubados e mortos em suas casas. Como uma mente pode ser tão pervertida a ponto de cometer tamanha violência com avózinhos tão frágeis e débeis?</p>
<p>Pensei nas milhares de crianças, vítimas do divórcio e da separação dos pais. Que acontecerá quando estas crianças, daqui há dez anos, extravasarem sua hostilidade contra a sociedade? Que será daquela menininha de 3 anos que eu vi sentada nos degraus da frente de sua casa &#8211; uma casa caindo aos pedaços &#8211; tentando espetar um palito de dentes no braço como se fosse uma agulha, querendo imitar seu irmão mais velho, um viciado em drogas?</p>
<p>E a onda de homossexualismo? Terão nossos netos que freqüentar escolas que ensinam que homossexualismo é um meio decente de vida, ou até mesmo o meio preferível? Será que Deus não tolerando mais isso, liberou uma maldição para todo esse grupo? A AIDS tem pela menos dois anos de incubação, o mesmo período que a Lepra. Essa Lepra moderna com o tempo destruirá mais homossexuais que o fogo e o enxofre de Sodoma.</p>
<p>Depois do que vi na televisão, do quadro mental que tive da decadência moral de nosso país, não me lembro de anteriormente ter me sentido tão deprimido, desesperançado quanto ao futuro, tão preocupado com o que meus filhos e netos enfrentarão.</p>
<p>Mas o Espírito Santo veio sobre mim, pôs-me de pé e derramou uma encorajadora palavra de profecia em meu coração. Foi uma experiência maravilhosa. Não ouvi voz nenhuma, a não ser no homem interior &#8211; e era clara e divina. O que eu ouvi do Espírito removeu todo o terror das trevas, e desfez todas as minhas preocupações e temores sobre o futuro. Desejo compartilhar o que vi e ouvi.</p>
<p>A Profecia</p>
<p>A palavra clara e profética soou em minha alma: &#8220;DEUS VAI SALVAR VOCÊ, SEUS FILHOS E TODO O SEU POVO; ELE TORNAR-SE-Á UM MURO DE FOGO AO REDOR DELES&#8221;.</p>
<p>Esse Muro de Fogo ficará mais alto, amplo e mais intenso à medida em que o mal for crescendo. Deus vai levantar a geração mais santa, mais justa, mais dedicada e mais consagrada de toda a história. Onde abunda o pecado superabunda a graça.</p>
<p>Deus vai preparar para Si mesmo um povo santo, protegido por um Muro de Fogo &#8211; tão intenso, que o diabo e suas hordas satânicas serão lançados ao caos, incapazes de alcançar aqueles que estiverem atrás do Muro de Fogo de Deus. .</p>
<p>Fui lembrado de que Deus não fora tomado de surpresa pela presente deterioração do mundo.</p>
<p>Não nos tinha Deus advertido na Palavra que os maus se tornariam cada vez piores,enganando e sendo enganados? Que viria uma grande degradação; que os homens se tornariam mais amantes dos prazeres do que de Deus? Deus seria zombado, líderes seriam ridicularizados. Os homens se entregariam à disposição mental reprovável; homens buscando homens, e mulheres buscando mulheres para prazeres sexuais.</p>
<p>Os homens se tornariam rebeldes, arrogantes, presunçosos e ébrios; os filhos se tornariam desobedientes aos pais. Os adúlteros e fornicadores exibiriam livremente seus pecados; até cristãos se entregariam ao adultério e à fornicação, ao mesmo tempo que na Igreja derramariam lágrimas. Os homens desmaiariam de terror quando vissem as calamidades que iriam cair sobre a terra.</p>
<p>Quando o inimigo vier como uma enchente, o Espírito de Deus levantará uma barreira. Essa barreira é um MURO DE FOGO. Fui levado pelo Espírito a ler o profeta Zacarias. Como foi glorioso encontrar ali estas palavras surpreendentes: &#8220;Pois eu lhe serei, diz o Senhor, um muro de fogo em redor e eu mesmo serei, no meio dela, a sua glória&#8221; (Zc 2.5).</p>
<p>Esta profecia diz claramente o que Deus vai fazer por nós, pelos nossos filhos e netos. Enquanto tardar o Senhor, Ele protegerá Seus filhos com um Muro de Fogo que Satanás e suas hordas demoníacas não poderão penetrar. Nunca mais haverá apenas dois vencedores a entrarem na Terra Prometida, como Josué e Calebe. Deus vai guardar e proteger um certo grupo de crentes. Nem todos os que dizem: &#8220;Senhor, Senhor&#8221;, entrarão nessa Muralha de Fogo.</p>
<p>Quem são esses que serão protegidos por esse grande MURO DE FOGO? Não há como não saber quem são eles. Um anjo foi enviado para marcá-los, e produzir um inventório sobre aqueles que se entristecem e sofrem com o pecado, tanto pessoal quanto nacional.</p>
<p>Zacarias disse: &#8220;Tornei a levantar os meus olhos, e, vi, e eis um homem que tinha na mão um cordel de medir. Então perguntei: Para onde vais tu? Ele me respondeu: Medir Jerusalém&#8221; (2.1,2).</p>
<p>Ezequiel nos conta mais sobre a missão do anjo: &#8220;E o Senhor disse: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal a testa dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela&#8221; (Ezequiel 9.4).</p>
<p>A Igreja é a Nova Jerusalém, a cidade de Deus. Deus agora mesmo está tirando suas medidas, separando os que têm odiado o pecado &#8211; aqueles que deploram o mal na terra e choram por isso.</p>
<p>O anjo recebeu mais duas instruções. Deus, na Sua determinação de levantar uma cidade santa (um povo) e povoá-la com uma multidão santa, mandou essa mensagem em duas partes.</p>
<p>1. Fuja da Terra do Norte!</p>
<p>&#8220;Fugi agora da terra do norte&#8221; (Zc 2.6).</p>
<p>0 norte é símbolo do mal, do comunismo e de seu humanismo afilhado. Do norte marcharão os exércitos do mal contra Israel.</p>
<p>Sofonias adverte: &#8220;Estenderá também a sua mão contra o norte&#8221; (Sofonias 2.13).</p>
<p>Jeremia profetiza: &#8220;Disse-me o Senhor: Do norte se derramará o mal sobre todos os habitantes da terra&#8221; (Jeremias 1.14).</p>
<p>Isaías clamou: &#8220;Uiva&#8230; grita&#8230; porque do norte vem uma fumaça&#8221; (ou má influência) (Isaías 14.31).</p>
<p>Jeremias falando por Deus disse: &#8220;Arvorai a bandeira no caminho para Sião, fugi para vossa segurança, não pareis! Eu trago do norte um mal, e uma grande destruição&#8221; (4.6).</p>
<p>Que vento mau é este que vem do norte, e contra o qual o anjo de Deus nos manda fugir? É mais do que o comunismo; é mais do que o humanismo secular &#8211; esses não são males que se infiltraram na casa de Deus. O cuidado maior de Deus tem a ver com o evangelho centralizado no homem, que hoje está sendo pregado por pastores e evangelistas influenciados por este vento que &#8220;vem do norte&#8221;.</p>
<p>Há um vento maligno vindo do &#8220;norte&#8221;, soprando sobre a casa de Deus, enganando multidões do povo escolhido. É um tipo de humanismo, mas vem com capa &#8220;bíblica&#8221;. É um arremedo das Escrituras, com enfoque &#8220;bíblico&#8221; do livro &#8220;Think and Grow Rich&#8221; (Pense e Fique Rico), de Napoleon Hill.</p>
<p>Esse evangelho pervertido endeusa o homem. Eles pregam: &#8220;O destino está no poder da sua mente.O que você puder imaginar é seu. Realize-o através do poder da palavra. Crie através de um pensamento positivo. Sucesso, felicidade, saúde perfeita, tudo é seu &#8211; se você usar sua mente com criatividade. Transforme seus sonhos em realidade usando o poder da mente&#8221;.</p>
<p>Que seja conhecido de uma vez por todas: Deus não vai abdicar do Seu senhorio em favor do poder de nossas mentes, negativo ou positivo. Devemos buscar apenas a mente de Cristo, e a Sua mente não é materialista; não está centrada no sucesso ou na riqueza. A mente de Cristo se concentra somente na glória de Deus e na obediência à Sua Palavra.</p>
<p>Nenhum outro ensino ignora tanto a cruz e a corrupção da mente humana. Ele deixa de lado a malignidade de nossa natureza adâmica, remove o olhar do cristão que tem de estar focalizado no evangelho de Cristo, evangelho de redenção eterna, e o direciona aos ganhos terrenos. Santos de Deus, fujam deste vento que vem do norte! Ele os levará ao desespero e ao vazio.</p>
<p>Outro vento que vem do norte é a televisão sensual e pornográfica. Ouço agora tantas confissões de cristãos e de ministros que se viciaram em pornografia, filmes imorais, cassettes, e em programas sujos de televisão.</p>
<p>Anos atrás em meu livro &#8220;A VISÃO&#8221;, adverti que nossos lares se transformariam em centros de pornografia, onde o povo de Deus estragaria a alma através das imoralidades da TV. Breve, antenas parabólicas de baixo custo trarão para dentro dos lares todos os programas via satélite do tipo Playboy.</p>
<p>Profetizo neste instante: está perto o tempo em que um cristão realmente consagrado ao Senhor Jesus Cristo não poderá mais ter uma TV em casa. Breve, somente cristãos desviados poderão ter um aparelho em casa &#8211; e aqueles que assistirem a seus programas imundos se tornarão como Ló em Sodoma: oprimidos, imorais, e insensíveis a tudo que é espiritual e santo.</p>
<p>O anjo do Senhor brada: &#8220;Fugi do espírito do norte &#8211; saí e respirai somente o ar puro da santidade e da separação&#8221;.</p>
<p>II. Separe-se de Babilônia!</p>
<p>&#8220;Salva-te, ó Sião, tu que habitas com a filha de Babilônia&#8221; (Zc 2.7).</p>
<p>Sião é a Igreja; Babilônia é o mundo. Deus não mais permitirá que a filha de Sião ande de mãos dadas com a filha de Babilônia.</p>
<p>A Israel foi ordenado possuir a terra que ia do Jordão até o Eufrates. Deus fechou as águas do mar Vermelho para que não pudessem voltar ao Egito. Mas o problema deles não era voltar &#8211; mas ultrapassar os limites!</p>
<p>Quando Deus me revelou estas coisas, vi que o problema da Igreja hoje não é se desviar &#8211; isto é, voltar aos ousados e terríveis pecados do passado. O problema é ultrapassar os limites, abusando de Deus. Veja, Babilônia ficava outro lado do Eufrates, perto da fronteira da Terra Santa. Os israelitas cruzavam para Babilônia, andando com as prostitutas, e voltavam à casa de Deus, para cobrir o altar com suas lágrimas. Deus lhes disse:</p>
<p>&#8220;Os teus filhos me deixaram&#8230;Depois de eu os ter fartado, adulteraram, e em casa de meretrizes se ajuntaram em bandos&#8230;rinchando cada um à mulher do seu companheiro&#8221; (Jeremias 5:7-8).</p>
<p>&#8220;Feriste-os (à Jerusalém), mas não lhes doeu&#8230;não quiseram receber a correção. Endureceram a sua face mais do que uma rocha, e não quiseram arrepender-se&#8221; (Jeremias 5:3).</p>
<p>Não é preciso muito discernimento para saber que nosso país está se tornando uma grande casa de prostituição. Você sabia que a casa de Deus agora está poluída com adultério, homossexualismo, e fornicação? Homens de Deus, bem conhecidos, agora deixam suas mulheres e famílias, se juntam com outra mulher, e são tidos como heróis: amados e aplaudidos.</p>
<p>Graças a Deus pelo número crescente de cristãos e ministros que têm rejeitado o canto da sereia da carne, e estão crescendo em santidade e pureza. Mas Deus está expondo agora mesmo aqueles que estão envolvidos em casos secretos. Profetizo que breve todos os pastores e evangelistas homossexuais, e que dizem ser cheios do Espírito serão expostos e expulsos do ministério. Alguns destes têm vivido uma mentira há tanto tempo, que agora estão mortos espiritualmente. Eles podem ter multidões, podem fazer muito barulho e parecerem muito espirituais &#8211; mas breve o Espírito Santo de Deus trará seus segredos à luz. O profeta Malaquias fala de um fogo refinador que vem para purificar os filhos de Levi &#8211; ou seja, o ministério.</p>
<p>Por que estão se rebelando os filhos? Por que estão abandonando o Senhor? Zacarias diz que é resultado do adultério e do engano.</p>
<p>Pastor, evangelista, cristão &#8211; cuidado! O seu pecado logo vai lhe denunciar! À filha de Sião não mais será permitida amizade com a filha de Babilônia. Você está indo longe demais! Abandone isso! Sáia! Senão, o Muro de Fogo não será para você. Em lugar da sagrada marca de Deus em sua testa, enfrentará a marca da Besta.</p>
<p>Mais Uma Palavra Sobre o Muro de Fogo</p>
<p>Deus vai combater o fogo com fogo! Quando os bombeiros combatem incêndio numa floresta, eles se adiantam e queimam partes inteiras, criando intervalos de fogo. O incêndio então se acaba porque não há mais nada para queimar.</p>
<p>Nosso Deus é fogo consumidor. Para aqueles que quiserem entrar nesse muro em chamas, todo o pecado e ego serão consumidos por Seu fogo santo. Quando os pecados mundanos da luxúria, adultério e sensualidade vierem rugindo, não encontrarão nada para consumir. Você será capaz de dizer com Cristo: &#8220;Aí vem o príncipe do mundo; e ele nada tem em mim&#8221;.</p>
<p>A prece de todos os consagrados filhos de Deus deve ser: &#8220;Oh Deus &#8211; consuma-me.Que Tuas chamas santas ardam intensamente através de mim, devorando toda cobiça do mundo, todo orgulho, todo desejo terreno separado de Cristo. Prepara-me para as lutas e provações que breve se tornarão tão intensas e poderosas. Refina-me em Teu fogo santo&#8221;.</p>
<p>A glória do Senhor estará dentro da Muralha de Fogo! &#8220;Eu mesmo serei no meio dela a sua glória&#8221; (Zc 2.5). Satanás vai rugir de raiva. Ele e os demônios do inferno estarão confusos e frustrados por não saberem o que há dentro do círculo formado pelo Muro de Fogo. Eles não podem tocá-lo, vê-lo ou interrompê-lo. Aqueles que estiverem dentro do muro de fogo não estarão somente seguros &#8211; eles estarão em glória.</p>
<p>Os bens de Deus estão dentro desse muro. Fora do Muro de Fogo haverá confusão e caos. Quanto pior ficar a situação, mais alto e mais intenso se tornará o Muro de Fogo. Cristo se tornará para Seus devotos um círculo protetor &#8211; um Muro de Fogo que nunca se apagará.</p>
<p>Deixe que os homossexuais e os sádicos exaltem seus caminhos maus! Deixe que os roqueiros zombem da sociedade com seus modos loucos e maliciosos. Deixe que o diabo venha à terra com grande fúria, sabendo que tem pouco tempo! Deixe que o ímpio se enfureça!</p>
<p>Deixe que os comunistas e os humanistas preguem e pratiquem suas doutrinas ateístas. Deixe que as nações se preparem para a guerra! Deixe que a sociedade se entregue às paixões, como fez Roma no passado! Deixe que as massas desvairadas sejam consumidas pelos cuidados e honras deste mundo condenado!</p>
<p>Nada disso agora é importante para aqueles que estão dentro do Muro de Fogo! Tudo que importa para estes é a glória de Deus. Esses que vêem e tocam essa glória, irão por todo o mundo &#8211; ainda dentro do círculo de fogo &#8211; e levarão vida real a todos em que tocarem.</p>
<p>Dez homens, de todas as nações e línguas, se apegarão a eles dizendo: &#8220;Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco&#8221; (Zc 8.23).</p>
<p>Que testemunhas irresistíveis serão os que viverem dentro do Muro de Fogo do Senhor! Homens importantes (&#8220;de alta estatura&#8221;) virão a eles; prostrar-se-ão em busca de ajuda e consolação, fazendo-lhes súplicas, &#8220;dizendo: Deveras Deus está em ti&#8221; (Is 45: 11,14).</p>
<p>&#8220;Virão a ele&#8221; &#8211; a ele que em Cristo achou retidão e força (Isaías 45:24). O que estiver dentro do Muro de Fogo será buscado pelos necessitados. Ele não terá de procurar as pessoas que estiverem em desespero &#8211; elas é que o procurarão.</p>
<p>O futuro é brilhante e glorioso para aqueles que cobram Sua promessa de Ele ser um Muro de Fogo! Deus removeu para sempre meus temores ou preocupações quanto ao futuro de meus filhos. Se o Senhor tardar, nossos filhos e netos terão em redor de si um muro mais alto, mais largo e mais ardente do que o de qualquer outra geração.</p>
<p>Está chegando um novo espírito de pioneirismo na obra do Senhor entre a geração jovem. No momento casais jovens estão voltando aos centros urbanos para estabelecerem igrejas. Um de meus próprios filhos agora pastoreia uma igreja num bairro central de Detroit. Em quase todas as cidades grandes, agora, dezenas de lares estão se transformando em igrejas. Com ousadia, sem medo, consagrados e ardentes em zelo por Cristo, os jovens casais estão dando tudo pelo Evangelho. Fico maravilhado com o que está acontecendo. As igrejas antigamente fugiam para os subúrbios &#8211; agora Deus está levantando evangelistas de rua que estão afugentando o diabo em nossas cidades corruptas. Eles sabem o que é estar cercado pelo Muro de Fogo de Deus.</p>
<p>Uma Palavra Final</p>
<p>&#8220;Assim diz o Senhor dos Exércitos: Se andares nos meus caminhos, e se observares as minhas ordenanças, também tu julgarás a minha casa, e também guardarás os meus átrios, E TE DAREI LUGAR ENTRE OS QUE ESTÃO AQUI&#8221; (Zacarias 3:7).</p>
<p>Esse Muro de Fogo não é estático. Deus promete ao obediente um lugar para caminhar entre os que estão ao seu lado. O Muro de Fogo é aquela força invisível ao redor daqueles que andam em temor santo de Deus, e que vivem em obediência e em total dependência do Senhor.</p>
<p>Busque o Senhor hoje, e reclame Sua promessa de Ele ser um Muro de Fogo em torno de si. Fique na expectativa da revelação da Sua glória.Ore por seus filhos! Creia e invoque essa promessa para eles. Isso é exatamente o que o Espírito Santo me levou a fazer. Eu, pela fé, verei minha posteridade atrás daquele Muro de Fogo.</p>
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		<title>Anti-Cristo, quem ele é ?.</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 20:01:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agoramuitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora. Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agoramuitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora. Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós”.</p>
<p>1 JOÃO 2:18-19</p>
<p> <span id="more-1129"></span></p>
<p>Por séculos os cristãos têm especulado sobre a identidade do Anticristo. Candidatos prováveis têm incluído príncipes e papas, bem como potências e presidentes dos dias atuais. Ao invés de se unir ao jogo sensacionalista de alfinete-a-cauda-sobre-o-Anticristo, os cristãos precisam ir apenas às Escrituras para encontrar a resposta. Primeiro, o apóstolo João expôs a identidade do Anticristo quando ele escreveu: “Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho. Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai” (1 João 2:22-23). Em sua segunda epístola, João dá uma advertência similar: “Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o anticristo” (2 João 7). Além do mais, João ensinou que todos os que negam a encarnação, o papel messiânico e a divindade de Jesus são exemplos de anticristo. Como tal, o termo <em>anticristo </em>não somente refere-se à apostasia de indivíduos, mas à apostasia de instituições e ideologias também. Nesse sentido, instituições tais como as seitas modernas e as religiões do mundo, além de ideologias como o evolucionismo e o comunismo, podem ser corretamente consideradas anticristos.</p>
<p>Finalmente, no livro de Apocalipse, João identifica tanto um indivíduo como uma instituição que representam a personificação final do mal – o anticristo arquétipo. Ele refere-se a esse anticristo arquétipo como uma besta que “engana os que habitam na terra” (Apocalipse 13:14). Utilizando a descrição apocalíptica de Daniel sobre os poderes mundiais do mal (Apocalipse 13; cf. Daniel 7-8), João descreve um imperador, da sua época,que arrogantemente coloca a si mesmo e ao seu império contra Deus (13:5-6), perseguindo violentamente os santos (13:7), e violando de maneira grosseira os mandamentos mediante várias e longas demonstrações repugnantes de depravação, inclusive demandando ser adorado como Senhor e Deus (13:8,15).</p>
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		<title>Intercessão pelo povo.</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Feb 2011 08:39:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nada faço senão por mim mesmo, nada faço por ninguém, o meu egoístico mundinho não me permite que pense nos outros senão em mim mesmo. Ainda assim clamo ao deus de israel a que nos abençoe a todos, a que abençoe com bençãos sem medida sobre tudo o que se move sobre o céu. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nada faço senão por mim mesmo, nada faço por ninguém, o meu egoístico mundinho não me permite que pense nos outros senão em mim mesmo. Ainda assim clamo ao deus de israel a que nos abençoe a todos, a que abençoe com bençãos sem medida sobre tudo o que se move sobre o céu. Não porque eu seja altruísta, senão porque não tenho nenhum outro caminho, a não ser o de seguir o que diz a santa palavra; e a santa palavra diz que devemos orar e interceder uns pelos outros: &#8220;E eu dirigi o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração, e rogos, e jejum, e pano de saco, e cinza.&#8221; (Dn 9:3)</p>
<p><span id="more-1116"></span></p>
<p>Apesar de eu ver apenas o que é aparente, apesar de eu não saber absolutamente nada de justiça, de amor, de paz e de harmonia, ousei apresentar-me ante ti senhor</p>
<p>&#8220;E orei ao SENHOR, meu Deus, e confessei, e disse: Ah! Senhor! Deus grande e tremendo, que guardas o concerto e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos; pecamos, e cometemos iniqüidade, e procedemos</p>
<p>impiamente, e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos;</p>
<p>e não demos ouvidos aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, nossos príncipes e nossos pais, como também a todo o povo da terra.</p>
<p>A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós, a confusão do</p>
<p>rosto, como se vê neste dia; aos homens de Judá, e aos moradores de Jerusalém, e a todo o Israel; aos de perto e aos de longe, em todas as terras por onde os tens lançado, por causa da sua prevaricação, com que prevaricaram contra ti.</p>
<p>Ó SENHOR, a nós pertence a confusão do rosto, aos nossos reis, aos nossos príncipes e a nossos pais, porque pecamos contra ti.</p>
<p>Ao Senhor, nosso Deus, pertence a misericórdia e o perdão; pois nos rebelamos contra ele e não</p>
<p>obedecemos à voz do SENHOR, nosso Deus, para andarmos nas suas leis, que nos deu pela mão de seus servos, os profetas.</p>
<p>Sim, todo o Israel transgrediu a tua lei, desviando-se, para não obedecer à tua voz; por isso, a maldição, o juramento que está escrito na Lei de Moisés, servo de Deus, se derramou sobre</p>
<p>nós; porque pecamos contra ele.</p>
<p>E ele confirmou na sua palavra, que falou contra nós e contra os nossos juízes que nos julgavam, trazendo sobre nós um</p>
<p>grande mal; porquanto nunca debaixo de todo o céu aconteceu como em Jerusalém.</p>
<p>Como está escrito na Lei de Moisés, todo aquele mal nos sobreveio; apesar disso, não suplicamos à face do SENHOR, nosso Deus, para nos convertermos das nossas iniqüidades e para nos aplicarmos à tua verdade.</p>
<p>Por isso, o SENHOR vigiou sobre o mal e o trouxe sobre nós; porque justo é o SENHOR, nosso Deus, em todas as suas obras, que fez, pois não obedecemos à sua voz. Na</p>
<p>verdade, ó Senhor, nosso Deus, que tiraste o teu povo da terra do Egito com mão poderosa e ganhaste para ti nome, como se vê neste dia, pecamos; procedemos impiamente.</p>
<p>Ó Senhor, segundo todas as tuas justiças, aparte-se a tua ira e o</p>
<p>teu furor da tua cidade de Jerusalém, do teu santo monte; porquanto, por causa dos nossos pecados e por causa das iniqüidades de nossos pais, tornou-se Jerusalém e o teu povo um opróbrio para todos os que estão em redor de nós.</p>
<p>Agora, pois, ó Deus nosso, ouve a oração do teu servo e as suas súplicas e sobre o teu santuário assolado faze resplandecer o teu rosto, por amor do Senhor.</p>
<p>Inclina, ó Deus meu, os teus ouvidos e ouve; abre os teus olhos e</p>
<p>olha para a nossa desolação e para a cidade que é chamada pelo teu nome, porque não lançamos as nossas súplicas perante a tua face fiados em nossas justiças,</p>
<p>mas em tuas muitas misericórdias.</p>
<p>Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó Senhor,</p>
<p>atende-nos e opera sem tardar; por amor de ti mesmo, ó Deus meu; porque a tua cidade e o teu povo se chamam pelo teu nome.&#8221; (Dn 9:4-19)</p>
<p>&#8220;Estando eu ainda falando, e orando, e confessando o meu pecado e o pecado do meu povo Israel, e lançando a minha súplica perante a face do SENHOR, meu Deus,</p>
<p>pelo monte santo do meu Deus,</p>
<p>estando eu, digo, ainda falando na oração, o</p>
<p>varão Gabriel, que eu tinha visto na minha visão ao princípio, veio voando rapidamente e tocou-me à hora do sacrifício da tarde.</p>
<p>E me instruiu, e falou comigo, e disse: Daniel, agora, saí para fazer-te entender o sentido.</p>
<p>No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado; toma, pois, bem sentido na palavra e entende a visão.&#8221; (Dn 9:20-23)</p>
<p>&#8220;E disse o SENHOR: Conforme a tua palavra, lhe perdoei.&#8221; (Nm 14:20)</p>
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		<title>Pastores versus Lobos &#8211; A azeda realidade dos nossos dias</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 22:02:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pastores e lobos tem algo em comum: ambos se interessam por ovelhas, gostam e vivem perto delas. Assim, muitas vezes, pastores e lobos nos deixam confusos ao tentarmos saber quem é quem. Isso porque os lobos desenvolveram uma astuta técnica para se disfarçarem de ovelhas interessadas no cuidado de outras ovelhas.Parecem ovelhas, mas são lobos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pastores e lobos tem algo em comum: ambos se interessam por ovelhas, gostam e vivem perto delas. Assim, muitas vezes, pastores e lobos nos deixam confusos ao tentarmos saber quem é quem. Isso porque os lobos desenvolveram uma astuta técnica para se disfarçarem de ovelhas interessadas no cuidado de outras ovelhas.Parecem ovelhas, mas são lobos. No entanto, não é difícil distinguir entre pastores e lobos. O discernimento não é um expediente passivo como dom dado a poucos indivíduos, mas é importante arma de defesa que deve ser exercitada.</p>
<p>Observe estes comparativos, e tire suas próprias conclusões: &#8230;</p>
<p><span id="more-1102"></span></p>
<p>Pastores buscam o bem das ovelhas. Lobos buscam <strong>os bens</strong> das ovelhas.Pastores gostam de convívios. Lobos gostam de <strong>reuniões</strong>.Pastores vivem à sombra da cruz. Lobos vivem sob os <strong>holofotes</strong>Pastores choram por suas ovelhas. Lobos fazem suas ovelhas <strong>chorar.</strong>Pastores possuem autoridade espiritual. Lobos são <strong>autoritários e dominadores</strong>.Pastores têm esposas. Lobos tem <strong>coadjuvantes</strong>Pastores tem fraquezas. Lobos são <strong>poderosos</strong>Pastores olham nos olhos. Lobos <strong>contam cabeças</strong>.Pastores apaziguam as ovelhas. Lobos as <strong>intrigam</strong>.Pastores possuem senso de humor. Lobos se <strong>levam a sério</strong>.Pastores são ensináveis. Lobos são <strong>donos da verdade</strong>.Pastores colecionam amigos. Lobos possuem <strong>admiradores.</strong>Pastores se extasiam com o ministério. Lobos aplicam <strong>técnicas religiosas</strong>.Pastores se relacionam com outros pastores. Lobos <strong>competem entre si</strong>.Pastores são pastoreados por mentores. Lobos <strong>rejeitam o pastoreamento</strong> de suas almas.Pastores vivem o que pregam e pregam o que vivem. Lobos pregam o que <strong>não vivem</strong>Pastores vivem de salários e recursos que lhe são repartidos. Lobos <strong>enriquecem.</strong>Pastores ensinam com a vida. Lobos pretendem ensinar com <strong>discursos.</strong>Pastores sabem orar no secreto. Lobos gostam e <strong>só oram em publico</strong>Pastores vivem para suas ovelhas. Lobos se <strong>abastecem </strong>das ovelhas. Pastores são humanos, reais. Lobos são <strong>personagens religiosos, caricaturas</strong>. Pastores vão para o púlpito. Lobos vão para <strong>o palco.</strong> Pastores são apascentadores. Lobos <strong>são marqueteiros</strong>. Pastores são servos humildes. Lobos são <strong>chefes orgulhosos</strong> Pastores se interessam, pelo crescimento das ovelhas e da ovelha. Lobos se interessam pelo <strong>crescimento das ofertas</strong> Pastores apontam para Cristo e sua cruz. Lobos apontam para <strong>si e para as instituições religiosas, ou, seus impérios religiosos.</strong> Pastores são usados por Deus. Lobos usam as ovelhas em nome de Deus. Pastores falam da vida cotidiana. Lobos discutem o <strong>sexo dos anjos e etc…</strong> Pastores  se deixam conhecer. Lobos se distanciam e se <strong>escondem.</strong> Pastores sujam os pés na estrada. Lobos vivem em <strong>palácios e templos.</strong> Pastores alimentam as ovelhas. Lobos se <strong>alimentam de ovelhas.</strong> Pastores buscam a discrição. Lobos buscam <strong>a auto-promoção.</strong> Pastores conhecem, vivem e pregam a graça. Lobos vivem <strong>sem lei e pregam a lei.</strong> Pastores usam as escrituras como texto. Lobos as usam como <strong>pretexto pra tudo.</strong> Pastores se comprometem com o projeto do reino. Lobos tem <strong>projetos pessoais.</strong> Pastores vivem uma fé encarnada. Lobos vivem uma <strong>fé mística-espiritualizada.</strong> Pastores ensinam as ovelhas a se tornarem adultas. Lobos perpetuam a <strong>infantilidade das ovelhas</strong> Pastores lidam com a complexidade da vida sem respostas prontas. Lobos lidam com <strong>técnicas pragmáticas e jargões religiosos</strong>. Pastores confessam seus pecados. Lobos <strong>expõe os pecados dos outros.</strong> Pastores pregam O Evangelho. Lobos fazem <strong>propaganda de um evangelho.</strong> Pastores são simples e comuns. Lobos são <strong>vaidosos e especiais.</strong> Pastores lideram igrejas-comunidades. Lobos lideram <strong>igrejas-empresas</strong>, Pastores pastoreiam as ovelhas. Lobos <strong>seduzem as ovelhas</strong> Pastores sabem dividir poder com outros pastores. Lobos <strong>não dividem poder com ninguém.</strong> Pastores trabalham em equipe. Lobos são <strong>prima-donas e exercem monopólio.</strong> Pastores ajudam as ovelhas seguirem livremente a Cristo. Lobos geram ovelhas <strong>dependentes e seguidoras deles próprios.</strong> Pastores constroem vínculos de interdependência. Lobos <strong>aprisionam em vínculos de co-dependência. </strong>Pastores se ocupam de pessoas e pregam A Palavra. Lobos se ocupam com <strong>coisas e pregam idéias. </strong>Bem, os lobos estão entre nós e em nós. </p>
<p>Que o Espírito de Deus nos ajude a discernir quem é quem, e a sermos quem Ele quer que sejamos.</p>
<p>Texto de Osmar Ludovico.</p>
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		<title>PLC 122 &#8211; A Lei da Mordaça, o perigo dessa legalização !.</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 21:55:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
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		<description><![CDATA[O Website “O Caminho Cristão” apenas se solidariza a uma só voz acerca deste assunto que segue: Há um atentado à vida e a família bem mais iminente do que a legalização do aborto, e que tem suscitado tímidas reações entre os cristãos. Trata-se do projeto de incriminar a ‘homofobia’, ou seja, de punir como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Website “O Caminho Cristão” apenas se solidariza a uma só voz acerca deste assunto que segue: Há um atentado à vida e a família bem mais iminente do que a legalização do aborto, e que tem suscitado tímidas reações entre os cristãos. Trata-se do projeto de incriminar a ‘homofobia’, ou seja, de punir como criminosos todos aqueles que criticam o homossexualismo.</p>
<p><strong>Romanos 1:24-32. / Salmos 149:4-9</strong>.</p>
<p> <span id="more-1099"></span></p>
<p><strong>A história do projeto</strong></p>
<p>No dia 07/08/2001, a deputada Iara Bernardi (PT/SP) apresentou na Câmara um projeto que ‘<em>determina sanções às práticas discriminatórias em razão da orientação sexual das pessoas</em>‘. Em 23/11/2006, ele foi aprovado pela Câmara e encaminhado ao Senado. Ao chegar ao Senado, o projeto recebeu o número PLC 122/2006 e, no dia 07/02/2007, foi encaminhado ao gabinete da Senadora Fátima Cleide (PT/RO), designada como relatora na Comissão de Direitos Humanos (CDH). No dia 07/03/2007, a relatora apresentou voto <em>favorável</em> à aprovação do projeto. A proposição já estava pronta para a pauta quando a relatora, em 15/03/2007, pediu a sua retirada para ‘reexame da matéria’. Foi uma retirada estratégica, pois o Senado estava recebendo várias mensagens de protesto. No entanto, o projeto pode ser votado — <em>e aprovado </em>— a qualquer momento. O presidente Lula tem especial interesse em sancioná-lo, uma vez que, quando candidato, dedicou 14 páginas a um caderno em que se comprometia promover o homossexualismo, caso fosse reeleito. O perigo é iminente, mas parecemos estar ‘deitados eternamente em berço esplêndido’.</p>
<p><strong>O que já está acontecendo</strong> Muito diferentes dos homossexuais que, angustiados, procuram o sacerdote para obter o perdão de seus pecados e o auxílio para abandonar seu vício, os homossexuais militantes orgulham-se de sua prática antinatural e têm sido autores de graves perseguições religiosas. Em 10 de abril deste ano, a BBC noticiou que o arcebispo de Gênova (Itália), presidente da CEI (Conferência Episcopal Italiana) foi colocado sob escolta policial depois de ter recebido ameaças de morte de ativistas homossexuais. Na Inglaterra, o bispo anglicano de Hereford, Anthony Priddis, está sendo processado por ter-se recusado a empregar um homossexual declarado (lá foi aprovada a ‘Lei de Orientação Sexual’, semelhante àquela que nosso presidente pretende sancionar).Na Suécia, em julho de 2004, o pastor Ake Green foi condenado a um mês de prisão por ter feito um sermão contra o homossexualismo. No Brasil, em 2004, o arcebispo emérito do Rio de Janeiro Dom Eugênio Sales foi ameaçado com uma enxurrada de processos vindos de homossexuais, incomodados por artigos de jornal que criticavam suas condutas. Logo no primeiro dia da visita do Santo Padre ao Brasil (09/05/2007), ‘cerca de 350 integrantes de movimentos de gays e simpatizantes da Bahia, liderados pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) [...] ocuparam as escadarias da Catedral da Sé, no Centro da Capital Baiana, e queimaram uma foto ampliada do pontífice. Além disso, promoveram um apitaço, estendendo faixas com mensagens de protesto contra a presença do pontífice. Na maior das faixas, lia-se: ‘Papa Bento XVI, chega de inquisição! O amor não tem sexo!’. O governo Lula tem empregado maciçamente o nosso dinheiro para a promoção do homossexualismo. A frase a seguir é de um líder homossexual e refere-se ao montante investido no programa ‘Brasil sem homofobia’: ‘<em>Da proposta inicial do governo de R$ 400 mil, nós conseguimos aumentar este valor para R$ 8 milhões. Atualmente, esse é o orçamento inteiro do programa, mas que ainda é insuficiente para atender a demanda que temos no país</em>‘.</p>
<p><strong>O que está para acontecer</strong> A lei que pretende conceder privilégios ao homossexualismo, criando a figura penal da ‘homofobia’, está muito longe de ser inofensiva. Já agora os homossexuais militantes, organizados em associações, com o apoio do governo e o aplauso dos meios de comunicação social, vêm obtendo, junto ao Judiciário, indenizações por ‘danos morais’, pensão alimentícia após a morte do ‘companheiro’ e inclusive o direito de adotar crianças! Há juízes e tribunais decidindo contra a lei, à semelhança daqueles que ‘autorizam’ a prática de um aborto de bebê anencéfalo. O PLC 122/2006, se convertido em lei, conforme compromisso do presidente, acarretará uma perseguição religiosa sem precedentes em nosso país. Vejamos:</p>
<ul>
<li>A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno (‘manifestação de afetividade’) por homossexuais (art. 7°).</li>
<li>Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°).</li>
<li>A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo 8°, (‘ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica’).</li>
<li>A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5°)</li>
</ul>
<p><strong>O cerne da questão</strong> No entanto, as conseqüências acima (que já são realidade em países que aprovaram leis semelhantes) <em>não são</em> o principal motivo pelo qual o PLC 122/2006 deve ser rejeitado. O cerne da questão <em>não está</em> nas perseguições que hão de vir caso a proposta seja convertida em lei. O motivo central pelo qual esse projeto deve ser totalmente rejeitado é que ele <em>pretende dar direitos ao vício</em>. O homossexualismo não acrescenta direitos a ninguém. Se um homossexual praticante tem algum direito, conserva-o <em>apesar de ser homossexual</em>, e não por ser homossexual. O mesmo se pode dizer de qualquer outro vício. O bêbado, o adúltero, a prostituta… só têm direitos <em>como pessoas</em>, mas não por causa da embriaguez, do adultério ou da prostituição. O homossexual, por ter escolhido livremente praticar esse vício, deve arcar com o ônus de sua opção. Não pode exigir que um seminário o acolha para que ele se torne sacerdote. Nem pode querer impedir que, em uma homilia, um pregador reprove sua conduta. Não pode queixar-se de seu empregador querer demiti-lo temendo a corrupção moral de sua empresa. Não pode exigir que um juiz da infância lhe dê uma criança para adotar. Não pode obrigar uma mãe de família a confiar nele para cuidar de seus bebês. Não pode forçar a população a tolerar seus atos de obscenidade praticados em público. A simples promulgação dessa lei (Deus não o permita!), independentemente de qualquer efeito persecutório, será uma horrenda mudança <em>qualitativa</em> em nossa legislação. Se aprovada essa lei, por ação ou omissão dos brasileiros, este país ter-se-á rebelado contra Deus, transformando em direito aquele pecado ‘muito grande’ (Gn 18,20) que clamava aos Céus por castigo. É de se temer que nossa pátria tenha um destino semelhante ao que teve a cidade de Sodoma (Gn 19).</p>
<p>Na verdade, a deputada não percebeu que só existe uma ‘orientação’ sexual: a de um homem por uma mulher. Entre dois homens ou entre duas mulheres, não há ‘orientação’, mas <em>desorientação</em> sexual.  Ao contrário do que alguns pensam, PLC não significa ‘projeto de lei complementar’. Significa projeto de lei (ordinária) de iniciativa da Câmara, agora em apreciação pelo Senado. <strong>Estimados leitores de nosso site</strong></p>
<p>Informo que o PLC 122/2206 (que institui o crime de homofobia) é o item nº 1 da pauta prevista para o dia <strong>15 de maio (quinta-feira)</strong> da Comissão de Assuntos Socias do Senado Federal. ( a princípio foi adiada para essa semana ).</p>
<p>Portanto, vamos começar a mobilização.</p>
<p>Telefone hoje ao Senado Federal dirigindo mensagem ao senador do seu estado para que assume posição irrestrita a favor da família brasileira e contra a privilegiação da sodomia nas leis. O telefone gratuito do Senado é <strong>0800 61 22 11</strong>.</p>
<p>A telefonista perguntará o seu CEP para fazer o seu cadastro. Depois disso, ela perguntará qual a sua mensagem. Pode ser algo como:</p>
<p> <em>Peço a Vossa Execelência que vote NÃO ao PLC 122/2006, que pretende glorificar o homossexualismo e instaurar a perseguição religiosa no país.</em><br />
A telefonista perguntará a quem você quer enviar a mensagem. Pode ser:</p>
<p> <em>A todos os Senadores do meu Estado</em> (que são três).</p>
<p>Pronto. A ligação é gratuita.</p>
<p>Deus tenha Misericórdia do seu Povo !. </p>
<p>por Claudio Fonseca / Christian Reichel.</p>
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		<title>Que importam as placas ?.</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 04:22:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que diremos, pois? Que há injustiça da parte de Deus? De maneira nenhuma! Pois diz a Moisés: Compadecer-me-ei de quem me compadecer e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia. Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece. Porque diz a Escritura a Faraó: Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que diremos, pois? Que há injustiça da parte de Deus? De maneira nenhuma! Pois diz a Moisés: Compadecer-me-ei de quem me compadecer e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia. Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece. Porque diz a Escritura a Faraó: Para isto mesmo te levantei, para em ti mostrar o meu poder e para que o meu nome seja anunciado em toda a terra. Logo, pois, compadece-se de quem quer e endurece a quem quer.&#8221; (Rm 9:14-18) o que importa é o divino e santo nome &#8220;yhwh&#8221; ser divulgado, como assim determina a sagrada escritura: &#8220;E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.&#8221; (Mc 16:15) queres dizer a deus como ele deve proceder para que a obra dele seja feita? ora, então te preocupas a que estejam surgindo outras e outras denominações? te preocupas que estejam surgindo dissidencias destas e daquelas? de qual a tua foi dissidente? ela representa algo importante para ti? se ela não houvesse surgido teria feito alguma diferença em tua vida? pelo visto, não prestou atenção a que se a tua igreja não houvesse surgido de algum ponto, ela não teria feito a diferença que fez em tua vida. sabe, contenha-se.</p>
<p><span id="more-1081"></span></p>
<p>&#8220;Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus.&#8221; (Mt 22:29). Não estás sendo um cristão atento à santa palavra, primeiro porque queres basear o mundo de teu ponto de vista ótico e ético. não vês que o próprio Deus, aquele que é eterno, deu a ti e a tantos outros teus irmãos o livre-arbítrio?</p>
<p>e curiosamente ele te manda amar, indiscriminadamente amar.e manda amar principalmente aos teus inimigos. veja, nesses teus inimigos ele está colocando aqueles que não pensam exatamente como você, aqueles que pensam em linhas diametralmente opostas às tuas linhas de pensamento.</p>
<p>&#8220;Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem,&#8221; (Mt 5:44), nesses teus inimigos estão colocados os que te odeiam, os que te maldizem, os que te aborrecem, os que te maltratam.</p>
<p>que coisa curiosa, exatamente o que nos está faltando. sim, nos está faltando, porque ao me apresentar a ti, o senhor me mostra que esses pontos também estão falhos em mim. Dessa forma, te agradeço, por me fazer ver que estou sendo tão falho com o mando que deus me deu, o de amar aos meus semelhantes como a mim mesmo.</p>
<p>e falando mais, me diz o senhor: mal consegues dirigir teu próprio carro. mal consegues dirigir-se ao banheiro com segurança. ou ainda não percebeu que esses simples atos, como o de dirigir um carro, ou mesmo o de ir ao banheiro, o fazes pela infinita misericórdia do deus todo poderoso. talvez te equipares ao sena quando este ainda vivia e era um excelente piloto de corridas. mas não te esqueças que esse piloto, no auge, encontrou uma curva. uma curva que para a tarimba daquele profissional, &#8211; provavelmente ele não considerava aquela curva capaz de fazer com ele o que ela fez. &#8211; seria digamos assim um gesto banal, como o de levantar-se e dar uma chegadinha ao banheiro. e assim muitos outros momentos poderiam ser citados. idas ao banheiro em que um pé falseia e pronto, lá se foi o tempo daquele cujo pé falseou. uma corrida que notei em um dos jogos da copa, em que o jogador corria para alcançar a bola, e de repente ele sentiu a virilha, ou a perna, e pronto, ali ele ficou estatelado no gramado, à espera do socorro que viria em seguida. e ainda, inúmeros casos, de pessoas que se acham suficientes demais e não admitem que outros possam sequer estar sendo guiados pelo divino espírito santo de Deus. &#8220;E também o Espírito Santo no-lo testifica, porque, depois de haver dito: Este é o concerto que farei com eles depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seu coração e as escreverei em seus entendimentos, acrescenta: E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades.</p>
<p>Ora, onde há remissão destes, não há mais oblação pelo pecado.&#8221;</p>
<p>(Hb 10:15-18) talvez aches que o senhor não é capaz de honrar àquilo que ele mesmo escreveu, ou talvez não ache que o que está escrito provenha do punho de Deus. &#8220;pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão.&#8221; (Mc 16:18)  </p>
<p>&#8220;Eis que vos dou poder para pisar serpentes, e escorpiões, e toda a força doInimigo, e nada vos fará dano algum.&#8221; (Lc 10:19).</p>
<p>creia, e deixa deus agir, creia, e deixa deus guiar, não somente teus passos, como os passos daqueles a quem ele chamou, e que ele mesmo capacitou para a obra que ele próprio dirige. Não tires das mãos de Deus o que é de Deus.</p>
<p> &#8221;Disse-lhes, então: Dai, pois, a César o que é de César e a Deus, o que é de</p>
<p>Deus.&#8221; (Lc 20:25) deixa deus decidir quem presta e quem não presta, deixa deus escolher aos seus santos, não importando se estes tem bom comportamento ou não. lembra-te de paulo, que, não fosse a pronta intervenção do divino espírito santo, ele poderia ter sido morto pelos próprios cristãos. pois, os cristãos tinham motivo de sobra para não confiar em paulo&#8230; e os conterrâneos de paulo, também estavam já prontos a matar a paulo da mesma forma como o faziam com os cristãos.  </p>
<p>&#8220;Disse-lhe, porém, o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhidopara levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis, e dos filhos de Israel.&#8221; (At 9:15).</p>
<p> &#8221;Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas e nos debatesacerca da lei; porque são coisas inúteis e vãs.&#8221; Tito 3:9 </p>
<p>&#8220;Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes.&#8221; (1 Co 1:27).  </p>
<p>&#8220;Nisto conhecereis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus;&#8221; (1 Jo 4:2).</p>
<p> &#8221;Amados, amemo-nos uns aos outros, porque a caridade é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.&#8221; (1 Jo 4:7).  </p>
<p>&#8220;e vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo.&#8221; (1 Jo 4:14).  </p>
<p>&#8220;Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.&#8221; (Jo 3:17).  </p>
<p>&#8220;E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seuFilho, que clama: Aba, Pai.&#8221; (Gl 4:6). </p>
<p>por isso louvo, honro e glorifico ao deus que é eterno, ao deus que é absoluto, ao deus que é soberano e portanto suficientemente forte, majestoso e sublime para realizar em qualquer tempo, tudo o que tem sonhado para nossas vidas.  Por isso louvo ao grande e maravilhoso &#8220;el-shadday&#8221; por tua vida, e clamo pela misericórdia sobre todos nós, porque não somos nada, mas a eterna graça nos basta e, na unção que me foi conferida na qualidade de pastor e profeta entre as nações, eu te abençoo em nome do pai &#8220;yahweh tsidkenu&#8221;, do filho &#8220;yehoshua ha maschiach&#8221; e do espírito santo &#8220;ruach ha kodesch&#8221;, amém!!!.</p>
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		<title>Sexualidade: Uma benção em crise !.</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 04:05:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A completa permissividade que vemos hoje é, certamente, conseqüência da Revolução Sexual iniciada da década de 1960. Os apelos sexuais da mídia geral levam muitas pessoas (principalmente adolescentes e jovens) a praticarem o sexo sem compromisso. Mas levam-nas também, inconscientemente, a sentirem nojo, aversão e culpa por essas práticas &#8211; e essa é uma estratégia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A completa permissividade que vemos hoje é, certamente, conseqüência da Revolução Sexual iniciada da década de 1960. Os apelos sexuais da mídia geral levam muitas pessoas (principalmente adolescentes e jovens) a praticarem o sexo sem compromisso. Mas levam-nas também, inconscientemente, a sentirem nojo, aversão e culpa por essas práticas &#8211; e essa é uma estratégia diabólica para ofuscar a beleza do sexo, uma das coisas mais santas e prazerosas que Deus criou.</p>
<p><span id="more-1078"></span></p>
<p>Os jovens evangélicos têm sobre si duplo peso: viver num contexto pós-moderno onde não há absolutos morais e os chavões mais populares (“Ah, o que é que tem?!” e “Isso não tem nada a ver!”) nasceram dos pensamentos acadêmicos relativizados e onde pais e líderes evangélicos não assumem a responsabilidade de desmistificar, des-satanizar e des-sujar a bênção do sexo.</p>
<p>Um dever bíblico e cívico que os pais e líderes têm é o de ensinar princípios morais aos adolescentes e jovens. Exigências podem ser feitas quando os direitos não são respeitados. Acredito que os jovens deveriam exigir dos pais e líderes maior atenção na área da sexualidade. Os pais, por outro lado, deveriam reconhecer humildemente seu erro de omissão e mudar de atitude. Ouvi uma frase, recentemente, que está reverberando em minha mente: “Não devemos ter vergonha de falar daquilo que Deus não envergonhou de criar.” (Clemente de Alexandria)</p>
<p>Os jovens estão escalando sozinhos montanhas íngremes e geladas sem conseguir conciliar os valores éticos bíblicos, a verdadeira ciência e o lixo da mídia. É essa mídia que ensina a excluir e rotular de quadrados todos aqueles que lutam para guardar os valores que conduzem à “boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.</p>
<p>Nos atendimentos do Movimento pela Sexualidade Sadia (MOSES) temos recebido muitos jovens (rapazes e moças) sinceros que envolveram-se no homossexualismo a partir de sugestões externas (como apelidos na infância e na adolescência, por exemplo) ou abuso sexual, quando eles não tinham com quem desabafar e tirar suas dúvidas, pois “falar sobre sexo é senvergonhice”. Alguns desses jovens derramam lágrimas de vergonha e culpa pela humilhação que sofreram porque não sabiam como se defender.</p>
<p>Contudo, uma coisa é interessante nas respostas: a certeza que a maioria tem de que sexo antes do casamento e homossexualismo não são os ideais de Deus para a humanidade &#8211; por isso as conseqüências estão aí com as mães solteiras sofrendo as juras de amor não cumpridas, as doenças sexualmente transmissíveis e o total desconhecimento de verdades que nos preservam física, espiritual e socialmente .</p>
<p>As campanhas que só ensinam a usar preservativo para o “sexo seguro” são superficiais e incentivam a prática do sexo sem amor e compromisso. Nesse contexto, muitas autoridades da área de saúde já reavaliaram sua posição sobre essas campanhas e, hoje, afirmam que o mais importante no que se refere às DSTs – principalmente a AIDS &#8211; é uma mudança de comportamento. À nossa sociedade promíscua e perversa não interessa divulgar essa verdade.</p>
<p>Outro ponto que desperta nossa atenção é o enfoque “espiritualizado” que a maioria dá para o homossexualismo, como se só ele fosse alvo das influências de satanás. Ora, a Bíblia diz em Romanos 11.32 que “Deus a todos encerrou na desobediência, a fim de usar de misericórdia para com todos” e em 1 Coríntios 6.9 a 11 que adúlteros, mentirosos, idólatras, avarentos e bêbados são tão pecadores e alvos do diabo quanto os homossexuais. Acredito que os evangélicos deveriam ler mais livros cristãos sobre o assunto para ter uma visão de mais compaixão e menos preconceito com aqueles que sofrem com tendências homossexuais. O apóstolo Paulo nos mostra no último texto citado que, na igreja de Corinto, havia vários ex-homossexuais libertos pelo Sangue de Jesus e santificados pelo Espírito de Deus.</p>
<p>Outra coisa que observar é o ranço machista que também contaminou a igreja. Percebe-se claramente nas entrelinhas que a responsabilidade maior sobre a virgindade é da mulher. Ora, quando a Bíblia exige pureza, exige de homens também.</p>
<p>Graças a Deus, porém, que “se alguém está em Cristo, é nova criatura: as coisas antigas já passaram” (2 Co 5.17) O passado não pode mais escravizar nossa consciência e em Cristo todos temos possibilidade e motivação para mudar constantemente.</p>
<p>João Luiz Santolin (Coordenador do MOSES).<br />
Texto escrito para um periódico da CPAD.</p>
<p>Link fonte : <a href="http://www.sexocristao.com/ver-destaque.asp?id=163">http://www.sexocristao.com/ver-destaque.asp?id=163</a></p>
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		<title>Apologética e sua importância !.</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 20:22:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O termo deriva da palavra grega “apologeisthai”, que expressa a noção central da idéia de “defesa”. Em sua aplicação atual, entretanto, seu significado foi de alguma forma alterado, e nós afirmamos isso em uma comparação feita entre os termos apologética e “apologies” (desculpas ou justificação na língua inglesa) em contraste uma com a outra. A relação entre essas duas expressões não é de teoria e prática, nem também de gene e espécie. Pode-se dizer que apologética não é uma ciência formal na qual os princípios exemplificados e justificados são também investigados, como, por exemplo, os princípios de pregação são investigados pela homilética. Nem tampouco ela é meramente a soma de todas as defesas possíveis para a teologia, ou suas explicações cientificas assim como a dogmática é a ciência que explica os dogmas. Apologética é a defesa do Cristianismo em sua inteireza, sua essência, ou, de uma forma ou outra é a defesa de seus elementos de pressuposições contra seus usurpadores, atuais ou possíveis, de forma a se defender de algum ataque em particular; embora, obviamente, por melhor que sejam as defesas que alguém possa levantar com o intuito único de defender uma tese se tornam meras justificativas. Apologética toma para si, não um aspecto exclusivo de defesa, nem mesmo uma justificativa, mas o estabelecimento, diretamente falando, do Cristianismo, mas ao invés, é o conhecimento de Deus que o Cristianismo professa para incorporar e buscar tornar eficiente no mundo, o qual é o oficio da teologia explicar cientificamente. Pode até, obviamente, se ater em defesas e justificações quando isso se fizer necessário.</p>
<p><span id="more-1068"></span></p>
<p> Isso vai de encontro com pontos de vista opostos e requer o estabelecimento de seus próprios pontos de vista e conclusões. Defesas podem, entretanto, serem incorporadas à apologética, e formar porções auxiliares de sua estrutura, quando elas também fazem em qualquer outra área ou disciplina teológica. Ela é, mas freqüentemente, é inevitável que um ou outro elemento ou aspecto da apologética seja mais enfatizado ou cultivado, de acordo com a necessidade que aparece de tempos em tempos. No entanto, a apologética não deriva seu conteúdo, ou toma forma, ou empresta valores de algum tipo de oposição que prevaleça; mas preserva por todo tipo de circunstância seu caráter como qualquer outra ciência construtiva – como refutação de pontos de vista contrários se tornam de tempos em tempos um certo empecilho para a construção e o progresso. É pequena a defesa ou justificativa da essência da apologética que haveria a mesma razão por esta existência e a mesma necessidade de seu trabalho, não haveria oposição no mundo ou contradição para ser sobreposta. A apologética encontra seu fundamento, em outras palavras, não nos acidentes que acompanham os esforços da verdadeira religião de plantar, sustentar, e propagar a ela mesma nesse mundo; nem mesmo no mais PERVASIVO e no mais PORTENTOSO desses acidentes, o erro do pecado; mas nas necessidades fundamentais do espírito humano. Se for sua incumbência fazer o crente capaz de dar razão a sua própria fé, seria impossível para ele ser um crente sem a razão da fé que há nele mesmo, e é tarefa da apologética trazer essa razão claramente em sua consciência, e faz disso um plano válido. Ela é, em outras palavras, a função da apologética investigar, explicar, e estabelecer os fundamentos nos quais a teologia, a ciência, ou o conhecimento sistematizado de Deus é possível; e partindo do pressuposto que toda ciência que tem Deus como seu alvo deve repousar, se é uma ciência verdadeira que afirma estar colocada em um circulo de estudos realmente científicos. Ela necessariamente toma seu lugar, então, à frente do departamento de ciências teológicas e encontra sua tarefa no estabelecimento da validade desse conhecimento de Deus que forma o alvo de estudos desse departamento; que nós possamos proceder através dos demais departamentos nas áreas exegéticas, históricas, sistemáticas, e práticas, para explicar, apreciar, sistematizar e propagar ao mundo.<br />
<strong>II. O LUGAR ENTRE AS DISCIPLINAS TEOLÓGICAS</strong></p>
<p>Deve ser admitido que uma considerável confusão tem reinado com respeito à concepção e função da apologética e seu lugar entre as disciplinas teológicas. Quase todo escritor tem uma definição própria e descreve a função da disciplina de uma forma mais peculiar para ele mesmo; e lá está escassamente em um canto da enciclopédia teológica. Planck deu um lugar entre as disciplinas exegéticas; outros discutiam se sua essência era histórica; muitos queriam designá-la como sistemática ou teologia prática. Nosselt nega seu direito de existência; Palmer confessa sua falta de habilidade para classificar tal disciplina, Rabiger tirou formalmente de sua enciclopédia, mas a reintroduz com um nome diferente de “teoria da religião”, Tholuck propõe que deveria ser dividida em partes por diversos departamentos; e Cave de fato distribui o material da apologética por três departamentos diferentes. Muito dessa confusão se deve à persistente confusão entre apologética e apologia. Se apologética é a teoria de justificação, e sua função é ensinar a homens e mulheres como defender o Cristianismo, seu lugar é, obviamente, junto com homilética, catequese, e poimênica, no departamento de Teologia Pratica (ou teologia pastoral). Se for simplesmente, de forma eminente, a justificação do Cristianismo em um formato organizado sistematicamente num formato de justificativa para o Cristianismo com todos seus elementos e detalhes, contra toda oposição, ou em sua essência totalmente contra uma única oposição destrutiva, ela obviamente pressupõe um completo desenvolvimento do Cristianismo através das disciplinas exegéticas, históricas, e sistemáticas, e deve estabelecer ou como o ponto culminante do ensino da teologia sistemática, ou como área intelectualista da teologia prática, ou como uma disciplina independente colocada entre essas duas. Nesse caso pode ser artificialmente separada de uma teologia polêmica e outras disciplinas similares, se a análise for levada longe o suficiente, pode-se criar, como feito por F. Duilhe de Saint-Projet que distinguiu entre teologia apologética, controversa e polêmica, direta e respectivamente contra descrentes, hereges, e companheiros cristãos, e por A. Kuyper que distinguiu entre polêmica helenista e apologética que iria contra heterodoxia, paganismo, falsa filosofia. Não será estranho, então, mesmo separado dessa família de disciplinas, ou algumas delas, seria unida com elas novamente, ou com algumas disciplinas, para tomar um formato mais abrangente as quais podem criar uma enciclopédia. Isso é feito, por exemplo, por Kuyper que junta as teologias polêmicas helenistas e apologéticas para formar seu grupo de disciplinas denominadas “dogmatologia antitética”, e Patton que, depois de ter distribuído o material da apologética em duas disciplinas separadas como teologia racional e filosófica, na qual uma disciplina teísta foi colocada no início do sistema, e a apologética se une mais tarde com as disciplinas polemicas para constituir uma disciplina antitética, enquanto a teologia sistemática sucede as duas como parte de uma disciplina sintética.<br />
<strong>III. PONTOS DE VISTA DIVERGENTES </strong></p>
<p>Muito da diversidade em questão se deve também, entretanto, a vários pontos de vista sobre em que aspecto deve a apologética ser estabelecida, se deve ser considerada, por exemplo, a verdade da religião cristã, ou a validade do conhecimento de Deus a qual a teologia apresenta em um formato sistematizado. E ainda mais se deve por conceitos profundamente divergentes sobre a natureza do assunto em questão, sobre esta “teologia”, de que a apologética faz parte. Se nós pensarmos que apologética age tomando defesa ou justificação da “religião cristã”, esse é um ponto, se nós pensarmos que ela assume o formato com intenção de validar o conhecimento de Deus, o qual é sistematizado pela “teologia”, temos um ponto totalmente diferente. E mesmo se existir concordância em uma concepção mais recente, ainda permanecem divergências profundas as quais definem a “teologia” como ela realmente é, não devemos esperar um acordo sobre a natureza e a função de nenhuma dessas disciplinas. Se “teologia” é a ciência de fé ou de religião, é o assunto em questão que se torna subjetivo de experiências do coração humano, e a função da apologética é inquirir se essas experiências subjetivas têm algum objetivo válido. Obviamente, entretanto, ela segue uma elucidação sistemática sobre essas experiências subjetivas e constitui uma disciplina final da “teologia”. Similarmente, se a “teologia” é a ciência da religião cristã, ela investiga a questão histórica pura sobre em que aqueles que são chamados Cristãos realmente acreditam; e obviamente a função da apologética é seguir essa investigação com um inquérito sobre se os Cristãos são justificados por crer nessas coisas. Mas se a teologia é a ciência de Deus, ela lida não como uma massa de experiências subjetivas, não em uma seção da história dos pensamentos, mas com o corpo de fatos objetivos; e é absurdo dizer que esses fatos precisam ser assumidos e desenvolvidos até sua última conseqüência, antes que nós deixemos de perguntar se eles são realmente fatos. Então assim que se chega a um acordo que teologia é uma disciplina cientifica e tem seu alvo principal o conhecer a Deus, nós precisamos reconhecer que deve ser através do estabelecimento da realidade como fatos objetivos das informações nas quais sua tese está baseada. Alguém pode realmente chamar o departamento de teologia ao qual essa tarefa está comprometida com qualquer nome que lhe parecer apropriada: Ela pode ser chamada “teologia geral”, ou “teologia fundamental”, ou “teologia principal”, ou “teologia filosófica”, ou “teologia racional” ou qualquer outro dos inumeráveis nomes que têm sido usados pra descrevê-la. Apologética é o nome que mais naturalmente sugere a matéria em si, e é o nome o qual, com maior ou menor precisão do ponto de vista que trata da natureza e do compasso dessa disciplina, tem sido consagrado para esse propósito por um grande número de escritores como Schleiermacher, Twesten, Swetz, Ottiger, Knoll, Maissoneuve. Isso recomenda de forma poderosa uma indicação decisiva sobre a natureza dessa disciplina, enquanto se aplica igualmente a qualquer que seja o foco da teologia a qual subentende-se plantar em uma base segura. Se essa teologia não reconhece outro conhecimento de Deus, além daquele dado na constituição e curso da natureza, ou deriva sua informação da total revelação de Deus como documentada nas Escrituras, apologética se oferece com total prontidão para designar a disciplina pela qual a validade do conhecimento de Deus foi estabelecida. É necessário explicitar nada mais que naturalmente a teologia requer como sua base; quando a teologia a qual nos serve é, entretanto, a teologia completa da revelação cristã, ela guarda sua unidade e se mantém protegida da fatalidade da concepção dualística a qual coloca a teologia natural e a teologia revelada separadas em entidades diferentes, cada uma com sua própria pressuposição separada, requerendo um estabelecimento pelo qual a apologética seria dividida em duas disciplinas diversas, dando colocações bem diferentes dentro da enciclopédia teológica.</p>
<p><strong>IV. A VERDADEIRA FUNÇÃO DA APOLOGÉTICA</strong></p>
<p>Já foi tratada o quão extensa pode a apologética ser definida, de acordo com um costume muito preponderante como “a ciência que estabelece a verdade do Cristianismo como uma religião absoluta”. Apologética certamente estabelece a verdade sobre o Cristianismo como uma religião absoluta. Mas a questão de importância aqui é como isso é feito. Ela certamente não é da alçada da apologética tomar para si cada princípio do Cristianismo no desejo de buscar estabelecer sua verdade através de uma direta apelação à razão. Qualquer tentativa de fazer isso, não importa em qual base filosófica de trabalho ou de demonstração, começa, ou através de qual método deve-se seguir, isso nos transferiria de uma só vez para uma atmosfera e nos trairia em dispositivos deturpados do velho e vulgar racionalismo, o erro primário o qual foi questionado em uma demonstração diretamente racional da verdade a qual o Cristianismo ensina em troca. A função da apologética é estabelecer a verdade da Cristandade como a religião absoluta em sua íntegra, e seus detalhes de forma indireta. Isso serve para afirmarmos que, nós não devemos começar desenvolvendo o Cristianismo em pequenos detalhes, e somente depois que esta tarefa for terminada, deveremos perguntar se existe alguma verdade em tudo isso. Nós devemos começar estabelecendo a verdade do cristianismo por inteiro, e somente então explicar em detalhes, cada qual, se devidamente explicado tem sua verdade garantida em seu devido lugar como detalhe em uma entidade já estabelecida em sua inteireza. Apesar de sermos esclarecidos sobre o que é provavelmente a questão mais complicada a qual tem irritado durante toda a história da disciplina. Ao estabelecer a verdade do Cristianismo, tem sido permanentemente perguntado, devemos lidar com todos os detalhes, ou meramente com a essência do Cristianismo? A verdadeira resposta é nenhum dos dois. Apologética não pressupõe nem o desenvolvimento do Cristianismo em detalhes, ou a extração de sua essência. Os detalhes do Cristianismo estão todos contidos no próprio Cristianismo: O mínimo retirado do Cristianismo é somente o Cristianismo em si. O que a Apologética toma para si estabelecer é somente o Cristianismo puro, incluindo todos seus “detalhes” e envolvendo toda sua “essência”, em sua inexplicável e incompreensível inteireza, como a religião absoluta. Ela tem como objetivo de solidificar as fundações nas quais o “Templo” da teologia é construído e pela qual toda estrutura da teologia é determinada. É o departamento da teologia que estabelece os princípios constitutivos e regulamentares da teologia como ciência, e em estabelecendo isso serão estabelecidos todos os detalhes, os quais derivam deles pela secessão de departamentos, em suas vastas explicações e sistematizações. Mesmo isso sendo estabelecido como um todo e o todo sendo estabelecido na massa, então deve se dizer, e não em detalhes, mas ainda em sua forma completa e não em um elemento separado.</p>
<p><strong>V. DIVISÃO DA APOLOGÉTICA</strong></p>
<p>Sendo o assunto principal da apologética definido, sua distribuição em partes se torna basicamente um assunto óbvio. Tendo definido a Apologética como a prova da verdade da religião cristã, muitos escritores naturalmente confinam isso àquilo que é comumente conhecido de forma mais informal como “teologia fundamental”, igualmente natural é confinar isso aos primeiros princípios da religião em geral. Outros mais justos combinam os dois conceitos e então obtêm ao menos duas divisões principais. Como Hermann Schultz prova “o direito do conceito religioso do mundo, contra as tendências de negar a religião, e o direito do Cristianismo como uma manifestação absolutamente perfeita, estando contra os oponentes da sua significância permanente”. Ele então divide em duas grandes seções com uma terceira interposta entre eles: O primeiro “A defesa do conceito religioso do mundo”, o último, “A defesa do Cristianismo” e entre esses dois foi colocado “A filosofia da religião, religião em sua manifestação histórica”. De forma menos satisfatória, porque com uma firmeza menor sobre sua idéia de disciplina, Henry B. Smith, encarando a apologética como “Dogmática Histórico-Filosófica”, foi em defesa “da unidade de conteúdo e substância da fé Cristã”, dividindo o material para o mesmo efeito o qual ele chamou de apologética fundamental, histórica, e filosófica. A primeira assume o papel de demonstrar o ser e a natureza de Deus; o segundo, a divina origem e autoridade do Cristianismo, e a terceira, de alguma forma defeituosa forma uma conclusão para tão importante argumento, a superioridade do Cristianismo frente a todos os outros sistemas religiosos. De forma bem similar, Francis R. Beattie dividiu em: (1) Apologética Fundamental, ou Filosófica, que trata sobre o problema de Deus e a religião, (2) Apologética Cristã, ou Histórica, a qual trata do problema da revelação e das Escrituras, e (3) Apologética Aplicada, ou Prática, que lida com a eficiência prática do Cristianismo no mundo. A verdade fundamental desses esquemas está na percepção de que o assunto principal da apologética envolve os dois grandes fatos sobre Deus e o Cristianismo. Existem algumas falhas na unidade desses conceitos, entretanto, sobressaindo aparentemente de um ponto deficiente sobre a peculiaridade da apologética como um departamento da ciência da teologia, e uma inabilidade conseqüente de permitir isso como também determinar seu próprio conteúdo e a ordem natural de suas partes e divisões.</p>
<p><strong>VI. O CONCEITO DA TEOLOGIA COMO UMA CIÊNCIA </strong></p>
<p>Se a teologia é uma ciência, existe envolvido neste fato, como também em todas as outras ciências, pelo menos três pontos: A realidade do assunto em questão, à capacidade da mente humana receber em si mesma e racionalizar para refletir o assunto em questão e a existência de uma comunicação entre o assunto em questão e a mente de forma a receber e compreender o assunto. Não poderia haver psicologia onde não houvesse uma mente para ser investigada, uma mente para investigar, e uma autoconsciência por meio dos quais a mente como um objeto, pode ser trazida debaixo da inspeção da mente como sujeito.</p>
<p>Não haveria astronomia se não houvesse corpos celestiais para serem investigados, nem uma mente capaz de compreender as leis da existência e dos movimentos celestes, ou não houvesse formas de observar sua estrutura e movimento. Da mesma forma, não pode haver teologia, concebida de acordo com seu próprio nome, como a ciência de Deus, a menos que haja Deus para formar o assunto alvo, uma capacidade na mente humana para compreender a Deus, e algum tipo de comunicação na qual Deus se faz conhecido aos homens. Essa teologia, como a ciência de Deus, pode existir, então, deve começar por estabelecer a existência de Deus, a capacidade humana de conhecê-Lo, e um acesso de conhecimento sobre Deus. Em outras palavras, a principal idéia da teologia como ciência de Deus nos da esses três tópicos incríveis os quais precisam ser tratados em seu departamento fundamental, no qual as fundações para toda estrutura está firmado em Deus, religião, revelação. Com esses três fatos estabelecidos, uma teologia como ciência de Deus se torna possível, com ela então, uma apologética se torna completa. Mas isso, somente firmado nesses três pontos, todas as pressuposições da ciência de Deus, construídas em nossa teologia podem ser estabelecidas, por exemplo, prover para que todas as fontes e significados sobre o conhecimento de Deus sejam extinguidos. Nenhuma ciência pode arbitrariamente limitar a informação concernente a sua esfera a qual ela atende. Na pressa de deixar de ser a ciência que professa ser, ela precisa extinguir os meios de informação abertos a ela, e reduzir a um sistema unitário todo o corpo de conhecimento em sua esfera. Nenhuma ciência pode representar a si mesmo como a astronomia, por exemplo, a qual se confina arbitrariamente a informação de que concernem os corpos celestiais vistos somente a olho nu, o que descarta, sem dúvida, a ajuda de algo como um espectroscópio. Na presença do Cristianismo no mundo que clama por uma revelação presente de Deus que se adapte às condições e necessidades dos pecadores, e documentado nas Escrituras, teologia não pode tomar um passo sequer até que se examine esse desejo, e se o desejo for substancial, esta substanciação deve formar uma parte do departamento fundamental da teologia na qual estão firmados os fundamentos para toda sistematização do conhecimento de Deus. Nesse caso, dois novos tópicos são adicionados ao assunto principal na qual a apologética precisa lidar construtivamente, Cristianismo e a Bíblia. Isso está firmado na verdadeira natureza da apologética como departamento fundamental da teologia, concebido como a ciência de Deus, isso deveria encontrar sua tarefa no estabelecimento da existência de Deus, quem é capaz de ser conhecido pelo homem, pois Ele se fez conhecido, não somente através da natureza, mas nas revelações de sua graça para com os pecadores, documentada nas Sagradas Escrituras. Quando a apologética tem colocado esses fatos grandiosos em nossas mãos, Deus, religião, revelação, Cristianismo, a Bíblia, e não até esse fato ocorrer, nós estaremos preparados para explicar o conhecimento de Deus como este foi trazido a nós, traçando a historia de seus feitos no mundo, sistematizando e propagando isso ao mundo.<br />
<strong>VI. AS CINCO SUBDIVISÕES DA APOLOGÉTICA </strong></p>
<p>As subdivisões primarias da apologética são cinco, a não ser por conveniência no tratamento se preferir condensar uma delas com outra que tiver maior proximidade de conceitos. (1) A primeira, a qual pode talvez ser chamada apologética filosófica, toma sobre si o estabelecimento do ser de Deus, como um espírito pessoal, o criador, preservador e governador de todas as coisas. A ela pertence o grande problema do teísmo, envolvido em discussões sobre as teorias antiteistas. (2) O segundo, o qual pode talvez ser chamado de apologética psicológica, que toma para si o estabelecimento da natureza religiosa do homem e a validade de seu senso religioso. Ele envolve a discussão parecida com a psicologia, filosofia e a pneumatologia da religião, e inclui então aquilo que é chamado de “religião comparativa” ou de “história das religiões”. (3) Sobre o terceiro ponto está a responsabilidade de estabelecer a realidade do fator sobrenatural na história, com a determinação envolvida da real relação com a qual Deus se apresenta a Seu mundo, e o método de Seu governo sobre Suas criaturas racionais e especialmente o modo de se fazer conhecido a seu povo. Isso lança sobre o estabelecimento do fato da revelação com a condição de todo o conhecimento de Deus, quem como um Espírito Pessoal pode ser conhecido somente à medida em que Ele se expressa a nós, para que a teologia defira de todas as outras ciências no fato de que seu objeto de estudos não está à disposição do sujeito, e sim o processo é inverso. (4) O quarto ponto, o qual pode ser chamado de apologética histórica, a qual toma para si o estabelecimento da origem divina do Cristianismo como a religião da revelação no significado especial dessa palavra. Ele discute todos os tópicos que naturalmente caem sobre os pontos de vista popular sobre “as evidencias do Cristianismo”. (5) O quinto ponto, que pode ser chamado de apologética bibliológica, está encarregado de estabelecer a veracidade das Escrituras Sagradas como a documentação da revelação de Deus para a redenção dos pecadores. Ele está engajado especialmente com tópicos tais como a divina origem das Escrituras, os métodos da divina operação em sua organização, seu lugar na série de atos redentivos de Deus, e o processo da sua revelação, a natureza, modo e efeito da inspiração.<br />
<strong>VII. O VALOR DA APOLOGÉTICA </strong></p>
<p>A estimativa que é colocada sobre a apologética por estudiosos naturalmente varia com o conceito que está relacionado com sua natureza e função. No despertar do subjetivismo introduzido por Schleiermacher, tornou-se muito comum falar de um tipo de apologética assim como já foi descrito acima, sem nenhum tipo de desdém. É uma herança diabólica, nós ouvimos dizer, do antigo supranaturalismus vulgaris, o qual “se firmou não nas Escrituras, mas acima das escrituras, e imaginando que poderia fazê-lo, com conceitos formais, desenvolveu um ‘fundamento para a divina autoridade do cristianismo’(Heubner), e então ofereceu provas para a divina origem do Cristianismo, a necessidade da revelação e a credibilidade das Escrituras” (Lemme). Reconhecer que nós podemos tomar nossa posição nas Escrituras somente depois de termos as Escrituras, autenticadas como tal, firmar nossa posição, é, nos parece, um desgaste prejudicial. A experiência subjetiva de fé é concebida para ser o fator final, e a única apologética legitimada, somente a auto justificação da fé em si. Pois a fé nos parece, depois de Kant, não pode mais ser vista com um algo que compõe nossa razão e não pode ser colocado em nenhuma fundamentação racional, mas é um assunto concernente ao coração, e se manifesta de forma mais efetiva quando não há razão alguma senão nela mesma (Brinetiere). Se repetição tivesse alguma força de prova, teria sido estabelecida há muito tempo atrás que fé, religião, teologia, estão fundamentadas por completo fora do domínio da razão, prova e demonstração.<br />
Ela é, entretanto, do ponto de vista do racionalismo e misticismo que o valor da apologética é muito desprezado. Quando preconceitos racionalistas penetrarem, ali, obviamente, a validade das provas apologéticas foi de uma forma ou outra questionados.</p>
<p>Quando um sentimento místico já se infiltrou, então a validade da apologética pode ser de uma forma ou de outra questionada com certa ênfase. No momento atual, a tendência racionalista é mais ativa, talvez, na forma apresentada por Albrecht Rtischl. Na sua forma ela ataca a apologética direto em sua raiz, pela distinção de que se ergue entre o conhecimento teórico e o conhecimento religioso. O conhecimento religioso não é o conhecimento do fato, mas a percepção da utilidade, e então, uma religião positiva, enquanto possa talvez estar historicamente condicionada, não tem uma base teórica, e está de acordo não com o objeto de prova racional. Em um paralelismo significante com o fato acima, a tendência mística é manifestada nos nossos dias de forma bem distinta em uma inclinação bem diversificada para colocar de lado a apologética em favor do “testemunho do Espírito”. As convicções do Cristão, nós aprendemos, não são produto da razão direcionada ao intelecto, mas a criação imediata do Espírito Santo em seu coração. Então, é algo íntimo. Nós podemos nos sair muito bem sem essas “razões”, se de fato elas não são realmente nocivas, porque a tendência é de substituir um racionalismo árido por uma fé viva. Parece-nos que foi esquecido aquele pensamento que a fé é um ato moral e uma dádiva de Deus, ainda é uma convicção formal passando por crença, e que todas as formas de convicção devem se firmar na evidência como seu fundamento. “Aquele que crê”, diz Tomás de Aquino, em palavras que se transformaram comuns como uma suposição básica, “não creria a não ser que ele visse que aquilo em que ele crê é digno de confiança”. Apesar da fé ser uma dádiva de Deus, isso não implica que a fé dada a nós por Deus é uma fé irracional, isso é, uma fé sem um fundamento cognitivo na razão. Nós cremos em Cristo porque é algo racional crer NEle, nem mesmo que se fosse irracional. Obviamente mero reconhecimento racional não torna alguém um cristão, mas isso não é porque a fé não é resultado de evidencia, mas porque uma alma morta não pode responder à evidência. A ação do Espírito Santo nos dando fé não está separada das evidências, mas vem junto com as evidencias, e em primeira instancia consiste em preparar a alma para aceitar as evidências.<br />
<strong>VIII. A RELAÇÃO DA APOLOGÉTICA COM A FÉ CRISTÃ </strong></p>
<p>Não devemos discutir se pela ação da apologética é que homens e mulheres tornam-se cristãos, mas que a apologética supre o Cristão com uma base sistematicamente organizada na qual a fé do crente pode descansar. Tudo o que a apologética nos explica no formato de prova sistematizada está implícito em todo ato de fé do crente. Toda vez que um pecador aceita a Jesus Cristo como seu Salvador, está implícita nesse ato uma condição de vida que demonstra que existe um Deus, que é conhecido por homens e mulheres, pois se fez conhecido ao ser humano pela sua revelação nas Escrituras e pela redenção em Jesus Cristo, assim como nos afirmam as Escrituras Sagradas. Não é necessário para esse ato de fé que todos os fundamentos dessa convicção sejam demonstrados em sua total consciência e dados de forma a concordar explicitamente com seu entendimento, mesmo sendo necessário que para sua fé esse fundamento seja suficiente para sua convicção ser ativamente presente e trabalhando em seu espírito. Mas é necessário para a defesa de sua fé raciocinar em um formato de julgamento cientifico, para que os fundamentos nos quais ele descansa sejam explicados e estabelecidos. A teologia como uma ciência, apesar dela incluir tão importante disciplina, uma exposição de como esse conhecimento de Deus, com o qual ela trabalha objetivamente pode de melhor forma se tornar possessão subjetiva do homem, não é um instrumento de propaganda, o que ela se propõe a fazer é o desenvolver sistematizadamente o conhecimento de Deus como objeto de contemplação racional. E como ela tem desenvolvido como conhecimento, ele deve obviamente estar existindo pelo estabelecimento seu direito tal como necessário. Se ele não o fizer, o todo de seu trabalho estará como suspenso no ar, e a teologia apresentaria uma aberração entre todas as ciências que buscam um lugar entre uma série de sistemas de conhecimento para uma elaboração de pura dedução.</p>
<p><strong>IX. OS PRIMEIROS ESTUDOS APOLOGÉTICOS </strong></p>
<p>Compreendendo que a apologética supre a necessidade insistente do espírito humano, que o mundo tem, obviamente, nunca estando sem a apologética.</p>
<p>Sempre quando o ser humano tem pensado totalmente sobre Deus e a ordem sobrenatural, lá tem estado presente em suas mentes uma variedade de mais ou menos razões sólidas por crer em sua realidade. A retirada do núcleo dessas razões em um corpo de provas sistematicamente organizado esperou então uma cultura mais avançada. Ma o advento da apologética não esperou o advento do Cristianismo, nem existem traços desse departamento de pensamento compreensível somente nas regiões acesas por uma revelação especial. O sistema filosófico de antiguidades, especialmente aqueles que derivam de Platão, estão longe de estarem vazios de elementos apologéticos, e quando em seus estágios mais avançados de seu desenvolvimento, filosofia clássica se torna peculiarmente religiosa, expressando material apologético que se torna quase predominante. Com a vinda do Cristianismo ao mundo, entretanto, à medida que os elementos da teologia foram se tornando mais ricos, então os esforços para substanciá-los se tornaram mais férteis nos elementos apologéticos. Nós não devemos confundir a apologética do inicio da era Cristã com a apologética formal. Como os sermões daqueles dias, eles contribuíam para a apologética sem ser apologética. O material apologético desenvolvido por aquilo que nós podemos chamar de os mais filosóficos dos apologistas (Aristides, Atenagoras, Teófilo, Tertuliano) já foi considerável, ele era grandemente suplementado pelos trabalhos teológicos de seus sucessores. Em um primeiro instante o Cristianismo mergulhou em um ambiente politeísta e tomou para si o conflito com sistemas de pensamento firmados em filosofias panteístas ou dualistas, requereu-se o estabelecimento de seu ponto de vista monoteísta, e indo contra a amargura dos Judeus e as zombarias dos gentios, para evidenciar sua origem divina como ação da graça ao homem pecador. Junto com Tertuliano os grandes “alexandrinos”, Clemente e Orígenes, estão os depósitos mais ricos do pensamento apologético do primeiro século. Os maiores dos apologistas da era patrística foram, entretanto, Eusébio de Cesárea e Agostinho. O primeiro foi o mais aprendido e o segundo o mais profundo dos defensores do Cristianismo entre os Pais da igreja. Em Agostinho, em particular, não meramente em seu livro “Cidade de Deus” mas em seus escritos controversos, acumulando uma vasta massa de material apologético o qual está distante de ter perdido seu significado.<br />
<strong>X. A APOLOGÉTICA ATUAL </strong></p>
<p>Não foi, entretanto, até a era escolástica que a apologética atingiu seus direitos como uma ciência construtiva. Todas as atividades teológicas da Idade Média foram até então antecessoras da apologética, para que seu esforço primário fosse a justificação pela fé para a compreensão. Não era somente rica em apologistas (Abelardo, Raimundo, Martini), mas todo teólogo era de alguma forma um apologeta. Anselmo no seu início, Aquino em seu auge, são tipos de uma série completa, tipos nos quais todas as suas excelências são somadas. A Renascença com seu ressurgimento do paganismo, naturalmente destaca uma série de novos apologétas (Savanarola, Marsílio, Ludovico), mas a Reforma forçou polemicas nesse fundo e colocou a apologética longe de tudo, apesar, obviamente, dos grandes teólogos da reforma terem trazido ricas contribuições que se acumularam ao material apologético. Quando, no fim do século dezessete, o ateísmo começou se espalhar entre as pessoas e o indiferentismo rasgando o naturalismo entre os lideres e pensadores, a correnteza do pensamento apologético mais uma vez começou a jorrar, tornando-se uma grande enchente à medida que a descrença prevalecente se intensificou e se espalhou. Com seu precursor em Filipe de Mornay (1581), Hugo Grocio (1627) tornando-se apologistas como os pioneiros dessa época da história, enquanto em sua porção média foi humilhada por pensadores como Pascal e a analogia apologética dessa época culminou com a “Grande Analogia” de Butler e a poderosa argumentação de Paley. À medida que o assalto contra o Cristianismo mudou suas bases para o deísmo inglês da primeira metade do século dezoito pelo racionalismo alemão da segunda metade desse mesmo século, o idealismo que dominou a primeira metade do século dezenove, e a tendência do materialismo de sua segunda metade, período após período foi marcado na história da apologética, e os elementos particulares da apologética que foram especialmente cultivados e adaptados de acordo com a mudança do pensamento. Mas nenhuma época foi marcada na história da apologética, até que, liderados pela tentativa de Schleiermacher de traçar o organismo dos departamentos de teologia, K.H. Sack resumiu para tornar cientificamente organizada “Apologética Cristã” (Hamburgo, 1829). Desde então, uma série de sistemas científicos de apologética tem jorrado das editoras. Eles diferem um do outro em quase todo conceito possível, de seus conceitos a sua natureza, tarefa, alvo, colocação nas enciclopédias científicas e teológicas, em seus métodos de lidar com seu material, em sua concepção de Cristianismo, religião e Deus, como também sobre a natureza sobre a evidencia na qual a crença deve descansar. Mas elas concordam em um ponto fundamental, que a apologética foi concebida por todos como um departamento especial da ciência teológica, capaz de o retirar e demandando um tratamento separado. Nesse sentido a apologética tomou finalmente, nos últimos dois terços do século dezenove, sua forma verdadeira e de direito.</p>
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		<title>Programa Fiscais da Natureza.</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 19:13:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caminhocristao.com/wp-content/uploads/2010/07/PRI-ALLT-V1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1064" title="PRI ALLT V" src="http://www.caminhocristao.com/wp-content/uploads/2010/07/PRI-ALLT-V1.jpg" alt="" width="480" height="539" /></a></p>
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		<title>Nada por obras, Tudo pela Graça !.</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 18:31:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Se te fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com cavalos? Se tão-somente numa terra de paz estás confiado, que farás na enchente do Jordão? Porque até os teus irmãos e a casa de teu pai, eles próprios se hão deslealmente contigo; eles mesmos clamam após ti em altas vozes. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Se te fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com cavalos? Se tão-somente numa terra de paz estás confiado, que farás na enchente do Jordão? Porque até os teus irmãos e a casa de teu pai, eles próprios se hão deslealmente contigo; eles mesmos clamam após ti em altas vozes. Não te fies neles ainda que te digam coisas boas.&#8221; (Jr 12:5-6),<br />
assim diz o Senhor Deus de Israel&#8230; aquele que é forte, aquele que é único,<br />
aquele que é poderoso e que nada nem ninguém consegue ou ousa fazer-lhe<br />
sombra. diz o deus eterno e maravilhoso: segue em frente, filho meu, segue em frente e confia somente em mim, confia em mim porque eu sou o que te sustenta, o que te levanta, o que te eleva e que coloca teus inimigos sob teus pés. Não  te glories, porque bem sabes que não há mérito algum de tua parte.</p>
<p><span id="more-1055"></span></p>
<p>&#8220;Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas.<br />
Mas o que se gloriar glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o SENHOR, que faço beneficiência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR.<br />
Eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que visitarei a todo circuncidado<br />
com o incircunciso. Ao Egito, e a Judá, e a Edom, e aos filhos de Amom, e a<br />
Moabe, e a todos os que cortam os cantos do seu cabelo, que habitam no deserto; porque todas as nações são incircuncisas, e toda a casa de Israel é incircuncisa de coração.&#8221; (Jr 9:23-26)<br />
bem sabes que isso faço, apenas para a glória e a honra de meu sagrado e<br />
santo nome. não por obras para que ninguém se glorie, porque não haverá<br />
frente a mim, ser humano qualquer que se vanglorie por obras, porque vossas obras para mim são como trapos de imundícia.<br />
&#8220;Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; e todos nós caímos como a folha, e as nossas culpas, como um vento, nos arrebatam.&#8221; (Is 64:6), aquilo que pensas como sendo justiça, ou mesmo, como sendo injustiça, não passa de uma nesga do ponto de vista dos mais egoístas. Porque jamais conseguirão vocês, com a limitação que lhes é peculiar, ver um palmo adiante de seus próprios narizes. não vêem vocês que a cada vacina criada, que a cada<br />
avanço dado, rumo aos seus malfadados &#8220;sucessos&#8221;, retrocedendo estão na<br />
caminhada rumo à salvação. não porque eu seja contrário ao conhecimento ou à sabedoria, não, muito pelo contrário.<br />
&#8220;Jesus, porém, respondendo,disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus.&#8221; (Mt 22:29).<br />
&#8220;Escutai, e inclinai os ouvidos, e não vos ensoberbeçais; porque o SENHOR<br />
falou. Dai glória ao SENHOR, vosso Deus, antes que venha a escuridão e antes que tropecem vossos pés nos montes tenebrosos; antes que, esperando vós luz, ele a mude em sombra de morte e a reduza à escuridão.<br />
E, se isso não ouvirdes, a minha alma chorará em lugares ocultos, por causa da vossa soberba; e amargamente chorarão os meus olhos e se desfarão em lágrimas, porquanto o rebanho do SENHOR foi levado cativo.&#8221; (Jr 13:15-17)<br />
quando tudo foi criado, tudo foi deixado para que tua vida fosse boa na<br />
terra. animais, vegetais e minerais, tudo criado para silenciosamente<br />
frutificar, cumprindo o &#8220;crescei e multiplicai&#8221; e, nessa escala, um dar proteção e continuidade ao outro. Mas, que fizeste? ou, que fazes?<br />
na pior das hipóteses, quando cruzas os braços, deixas que, estabanadamente, teus irmãos corrompam e destruam tudo em volta, numa corrida desenfreada, cujo único objetivo é negar o meu santo e sagrado nome. Como se estivessem a dizer:<br />
&#8220;que Deus é este que permite o câncer?&#8221; &#8220;pois bem, já que ele permite o câncer, mostrarei ao mundo o quanto sou maravilhoso, pois descobrirei<br />
a cura para o câncer.&#8221; hipócrita, não está atento ao que tu mesmo já<br />
criaste? não percebes o quanto aumentas o lôdo e a lama, as doenças e as<br />
maldades à tua volta, apenas porque te julgas o máximo?<br />
não percebes o quanto aumentas isso tudo amparado por tua ganância, por tua soberba, por tua jactância? olhas para os lados meneando a cabeça ao ver atrocidades, ao ver crianças famintas dormindo ao relento, ao ver mulheres desesperadas matando seus filhos, ao ver pais abandonando lares; mas não olhas para teu próprio rabo e mesmo que olhasse não verias o quanto ele está sujo. Não vês que não aprendeste sequer a limpar o próprio rabo? pois bem, te posso afirmar que longe estás cada vez mais de conseguir o passe para a entrada na bela Jerusalém. E não porque eu não te queira ver entrando belo e formoso. quero sim, mas você não poderá entrar pura e tão simplesmente porque você não consegue aquietar teu ego, que ousa a todo instante te engrandecer aos teus olhos. é, meu filho, enquanto isso, aqui estou aguardando apenas que olhes para a cruz.<br />
Aguardando apenas que não te glories em ser forte, inteligente, grande,<br />
poderoso, rico, ou mesmo em alguns poucos casos, bondoso para com teu<br />
semelhante.<br />
&#8220;Jurou o SENHOR pela glória de Jacó: Eu não me esquecerei de todas as suas obras para sempre!&#8221; (Am 8:7)<br />
&#8220;Não vem das obras, para que ninguém se glorie.&#8221; (Ef 2:9),<br />
lembra-te de que em relação a tudo isso já te falei, e fartamente falei, pela<br />
santa palavra que te dei para que seja luz para teus pés, como também pela boca dos profetas que cuidadosamente coloquei à tua volta.<br />
mas que fizeste? em não raros casos, utilizaste a palavra que te entreguei para enriquecimento próprio; o que te interessava, muito bem, já ia sendo larga e fartamente utilizado, e o que não ia de encontro aos teus interesses, apenas foi sendo deturpado de forma a que servisse aos teus interesses.<br />
defraudaste o que deixei dito em proveito próprio.<br />
tiraste da viúva, e ao órfão deixaste sem comida.<br />
conseguiste chegar em casa com os vidros de seus carros bem fechados<br />
e após o lanchinho, dormiste em uma cama quentinha, enquanto muito próximo a ti, alguém não tinha ou não teria onde dormir.<br />
mas nem isso te abala mais, porque afinal de contas estás acima do bem e do mal. Já tens a quem culpar, se não podes culpar ao país, culparás ao governo, se nem um nem outro, então irás baixando, culpando ao governador, prefeito, delegado, síndico, padeiro, até chegar ao lixeiro, ou a qualquer um, menos a você, porque tu és intocável e único perfeito na natureza. Não te esqueças que assim mesmo foi a revolta de satanás, e por isso de príncipe de luz chegou a príncipe das trevas. &#8220;Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, e, acima das estrelas de Deus, exaltarei o meu trono, e, no monte da congregação, me assentarei, da banda dos lados do Norte. Subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo.&#8221; (Is 14:12-14). Assim, filho meu, não te iludas com as glórias deste mundo, pois não passarão despercebidas as tuas obras e ainda que por elas não venhas a ser salvo, pelas mesmas poderás ser condenado, e lembre-se que caberá a mim o salvar-te.<br />
&#8220;Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos<br />
livrará do forno de fogo ardente e da tua mão, ó rei. E, se não, fica<br />
sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste.&#8221; (Dn 3:17-18)<br />
assim diz o que é santo e poderoso para cumprir tudo o que escrito<br />
está. assim diz o que é maravilhoso eterno, sempre fiel e justo para cumprir<br />
tudo o que escrito está, porque tudo já desde sempre programado está.<br />
e somente um nome é que foi determinado em cima nos céus e embaixo na terra, pelo qual importa que sejamos salvos.<br />
Portanto para cumprimento da eterna fonte de justiça, louvado seja o doce, gracioso e maravilhoso nome de nosso senhor e salvador jesus cristo de nazaré&#8230; amém e amém!!!</p>
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		<title>Pérolas de sabedoria</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 23:19:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em nosso passado, não cabe absolutamente nada !, sejam nossas mais intensas nostalgias de recordações e lembranças dolorosas ou vitoriosas. No entanto, num singelo presente, tudo que planejamos, investimos e realizamos com a sabedoria do Alto, cabem e transbordam de Graça o nosso amanhã. Isso sim, se resume na simplicidade de ser !, e nos levam a estarmos sempre presentes no dia que se chama &#8220;hoje&#8221;, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em nosso passado, não cabe absolutamente nada !, sejam nossas mais intensas nostalgias de recordações e lembranças dolorosas ou vitoriosas. No entanto, num singelo presente, tudo que planejamos, investimos e realizamos com a sabedoria do Alto, cabem e transbordam de Graça o nosso amanhã. Isso sim, se resume na simplicidade de ser !, e nos levam a estarmos sempre presentes no dia que se chama &#8220;hoje&#8221;, plenos pra sonharmos cada vez mais, realizando futuros !</p>
<p>paráfrase por Caio Fabio.</p>
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		<title>Perdão Divino versus Vingança humana</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 23:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. 1João 1.8,9. O Nosso Senhor Jesus Cristo nos ensinou a orar em Mateus 6.12 assim: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.<br />
1João 1.8,9. O Nosso Senhor Jesus Cristo nos ensinou a orar em Mateus 6.12 assim: perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores. Ou: perdoa as nossas ofensas como também nós perdoamos as pessoas que nos ofenderam. Isto significa que nós, mesmo justificados, somos devedores, ofensores e pecadores. Ainda que os justificados nunca poderão (jamais!) cair do estado de justificação, pecam. O nosso Deus Santo abomina o pecado, mas continua a perdoar os pecados daqueles que são justificados. E mais: ainda que um justificado não caia da sua justificação – porque nunca existiu um “desjustificado” na história -, ele poderá cair, com certeza, no desprazer do Pai. Como Deus é um Pai amoroso, naturalmente disciplina, corrige, instrui e consola. Vinde, e tornemos para o SENHOR, porque ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará. Esta passagem em Oséias 6:1 exemplifica bem como Deus trata o seu povo. Em outras palavras o povo de Israel estava dizendo: —Venham, voltemos todos para Deus, o SENHOR. Ele nos feriu, mas com certeza vai nos curar; ele nos castigou, mas certamente nos perdoará. Este é o amor paternal de Deus.</p>
<p><span id="more-1034"></span></p>
<p>A Confissão de Westminster, capítulo XI, seção V, Da Justificação, expõe: Deus continua a perdoar os pecados dos que são justificados. Embora eles nunca poderão decair do estado de justificação, poderão, contudo, incorrer no paternal desagrado de Deus e ficar privados da luz do seu rosto, até que se humilhem, confessem os seus pecados, peçam perdão e renovem a sua fé e o seu arrependimento. Ref. Mat. 6:12; I João 1:7, 9, e 2:1-2; Luc. 22:32; João 10:28; Sal. 89:31-33; e 32:5.</p>
<p>Por mais que venhamos a agir – e muitas vezes agimos – como ímpios, Deus não nos trata como um juiz cheio de ira, mas como um Pai. Todo aquele que é justificado é tratado como filho; há um pacto eterno inquebrável. É uma nova relação. Porém, quando Deus chama seus filhos rebeldes para uma conversa de “Pai para filhos”, sai de baixo que vem castigo paternal. Não se trata aqui de uma disciplina de um Pai tirano e carrasco, mas de um Pai amoroso que quer corrigir os erros dos Seus e restabelecer Sua graça.</p>
<p>Como não há filho pecador que não retorne arrependido ao Pai (tendo fé em Cristo). O Pai bondoso que está nos Céus, com o Seu olhar perdoador, sempre inclina os Seus a voltar-se para Ele, continuamente, depois de cada deslize, para encontrar perdão. Embora, Sua mão seja pesada, Ele nos diz: se violarem os meus preceitos e não guardarem os meus mandamentos, então, punirei com vara as suas transgressões e com açoites, a sua iniqüidade. Mas <strong>jamais retirarei dele a minha bondade</strong><strong>,</strong> nem desmentirei a minha fidelidade. Sl 89.31-33.</p>
<p>Se você se encontra como filho à beira da disciplina paternal, humilhe-se, confesse o seu pecado, abandone o erro, peça perdão e levante-se para um novo dia de fé e arrependimento. Deus nos perdoa continuamente, por isso nós O tememos.</p>
<p>A expressão “olho por olho, dente por dente”, tornou-se proverbial. Ela é conhecida pelo o nome de Lei de Talião. Poucos são aqueles que sabem que ela provém da Bíblia, mais especificamente do livro de Êxodo, capítulo 21, versículo 24. Esta passagem faz parte das leis sobre agressão, leis através das quais, sentenças, julgamentos, condenações e absolvições são prescritos em função da natureza ou gravidade do ato cometido. Mas leiamos juntos, se vocês desejarem, a passagem em questão: “Se homens brigarem, e ferirem mulher grávida, e forem causa de que aborte, porém sem maior dano, aquele que feriu será obrigado a indenizar segundo o que lhe exigir o marido da mulher; e pagará como os juízes lhe determinarem. Mas, se houver dano grave, então, darás vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, queimadura por queimadura, ferimento por ferimento, golpe por golpe”. Notemos, primeiramente, que a vítima que esta lei procura compensar é a mulher grávida e a criança, ou as crianças que ela carrega em seu ventre. A Bíblia, portanto, leva a sério a proteção das mulheres na sociedade, ao contrário do que comumente se alega. Não se pode impunemente ferir uma mulher grávida. A lei em questão prescreve a pena devida ao culpado, e fazendo assim ela também opera de maneira dissuasiva.</p>
<p>Se há ferimento, o culpado deve esperar receber o mesmo golpe infligido àquela mulher. Pode parecer, a priori, estranho que uma lei do Antigo Testamento contemple um caso como este, a saber, um golpe, talvez até involuntariamente, sobre uma mulher grávida, durante uma disputa violenta entre dois homens. Compreenderemos melhor a necessidade de tal lei, se levarmos em conta a possibilidade de a mulher querer se interpor entre os dois homens para os separar. Mas, vocês me perguntariam, se trata de uma vingança prescrita pela Bíblia e por Aquele que inspirou as palavras? De maneira nenhuma. No capítulo 19 do livro de Levítico, que segue o livro de Êxodo no Antigo Testamento, nós lemos nos versos 17 e 18: “Não aborrecerás teu irmão no teu íntimo; mas repreenderás o teu próximo e, por causa dele, não levarás sobre ti pecado. Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor”. As leis do Antigo Testamento sobre golpes e ferimentos, ou mesmo assassinatos, foram instituídas para que a justiça seja feita, sem que a gravidade dos feitos seja encoberta ou diminuída, mas também sem que nenhum excesso de ódio ou de vingança substitua uma justiça equilibrada. Ninguém podia tomar um braço, ou mesmo a vida do culpado, se este tinha feito alguém perder um olho ou um dente. Um princípio de proporcionalidade ou de equivalência na sentença devia prevalecer sobre toda a emoção, todo o sentimento de ódio. Visava também impedir que qualquer rancor fosse mantido.</p>
<p>Neste aspecto, a lei e sua observância testemunhavam da presença de Deus no meio de seu povo. Foi ele que, tendo dado Sua Lei por Moisés, prescreveu a norma do que é justo e equânime, a fim de evitar todo excesso. Como dissemos, este princípio de proporcionalidade na sentença, era também suficientemente dissuasivo. Notem, igualmente, que no caso de uma indenização contra o autor do golpe sobre a mulher grávida, golpe este que teria provocado o parto prematuro sem danos maiores, o valor da indenização era proposto pelo marido da mulher; mas um terceiro partido independente, constituído por juízes, deveria intervir para avaliar se o valor da indenização era justo. De fato, em sua cólera ou sua emoção, talvez mesmo por cobiça de um ganho não esperado, o marido poderia reclamar uma soma elevada demais. Assim, o princípio de proporcionalidade procurava evitar tanto quanto uma punição desproporcional, como uma pena que esquecesse a vítima e se ocupasse antes de tudo de poupar o culpado do dano. Um outro exemplo muito explícito deste princípio nos é dado no livro de Deuteronômio, capítulo 19, versos 16 a 21. Esta passagem retoma o princípio de Talião tal como acabamos de ver no nosso primeiro exemplo: “Quando se levantar testemunha falsa contra alguém, para o acusar de algum transvio, então, os dois homens que tiverem a demanda se apresentarão perante o Senhor, diante dos sacerdotes e dos juízes que houver naqueles dias. Os juízes indagarão bem; se a testemunha for falsa e tiver testemunhado falsamente contra seu irmão, far-lhe-eis como cuidou fazer a seu irmão; e, assim, exterminarás o mal do meio de ti; para que os que ficarem o ouçam, e temam, e nunca mais tornem a fazer semelhante mal no meio de ti. Não o olharás com piedade: vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé”.</p>
<p>Encontramos aqui, novamente, o princípio de proporcionalidade, aquele da pena merecida pelo culpado &#8211; pena não somente pronunciada, mas também aplicada -, o valor dissuasivo da pena e os efeitos positivos no conjunto da sociedade; o mal na sociedade é extirpado. Notamos também a insistência sobre a seriedade no inquérito a ser investigado pelos juízes em serviço.</p>
<p>Estes exemplos podem servir de norma para a sociedade de hoje? Podemos atribuir-lhes algum valor, num mundo que parece tão diferente daquele do Antigo Testamento? Nossa sensibilidade não se adapta mais a castigos corporais, ainda mais que vemos certas sociedades muçulmanas aplicar da maneira mais bárbara, amputações de mãos e de pés para punir pequenos furtos. Em alguns países do Islam, não é raro ver mulheres brutalmente lapidadas porque tiveram a infelicidade de mostrar acidentalmente um centímetro quadrado de sua pele. Aqui, não se busca a proteção da mulher, mas sua opressão sob as formas mais extremas. Mas, amigos ouvintes, voltando ao Antigo Testamento, um cristão que lê a Bíblia seriamente sabe que, definitivamente, ele não pode interpretar corretamente o Antigo Testamento, a menos que leve em conta a luz trazida pelo Novo Testamento e pela pessoa de Jesus Cristo, aquele que, segundo seu próprio testemunho, é “a luz do mundo” (João 9:5). Ora, lemos no evangelho segundo Mateus, (cap. 5 versos 38 a 41) que Jesus Cristo declara: “Ouvistes que foi dito: olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra; e, ao que quer demandar contigo e tirar-te a túnica, deixa-lhe também a capa. Se alguém te obrigar a andar uma milha, vai com ele duas. Dá a quem te pede e não voltes as costas ao que deseja que lhe emprestes”. Que novo princípio Jesus Cristo ensina aqui a seus discípulos? Alguém poderia pensar, a priori – Ele está rejeitando todo o ensino do Antigo Testamento? No entanto, tal não é o caso. Primeiro, porque Jesus põe ênfase sobre a atitude pessoal do que foi lesado, e não sobre o sistema judiciário em si e sua validade. A questão aqui é a reação pessoal manifestada pela pessoa lesada em relação à pessoa que provocou o mal. Contra aqueles que não veriam mais do que a aplicação estrita da pena prescrita, endurecendo-se em um legalismo estreito, Jesus ensina a mansidão, a recusa à vingança, o perdão das ofensas. De fato, ele revela um aspecto que, como vimos, é belo e está contido na Lei: a recusa à vingança, o amor ao próximo. Jesus revela este aspecto porque mesmo que ele fale tão claramente e com sua autoridade divina, a plenitude deste princípio está ainda velada aos homens pecadores.</p>
<p>De fato, a aplicação estrita do princípio de proporcionalidade segundo a lei mosaica, não significa em si mesma que se viva uma relação harmoniosa com o Deus da Graça. Este princípio de proporcionalidade está bem estabelecido por Deus, mas ele não implica absolutamente em uma pureza automática do coração e das intenções daqueles que o aplicam. Ora, importa aqui sublinhar que Jesus Cristo pode proferir as palavras que lemos no evangelho segundo Mateus, porque Ele é a manifestação da Graça divina por excelência, a expressão da magnanimidade de Deus que tem perdoado o pecador, e não tem levado em conta seus pecados. Segundo a Bíblia, de fato todo o homem ou toda a mulher se acha em estado de desobediência para com Deus, e por isso merece a morte. Para deixar bem claro este ensino fundamental da Bíblia, leiamos juntos uma passagem crucial na carta do apóstolo Paulo aos Romanos, capítulo 3, versos 23 a 26: “pois todos pecaram e estão privados da gloriosa presença de Deus, sendo justificados gratuitamente , por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar da sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; tendo em vista a manifestação da sua justiça no tempo presente, e para ele mesmo ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus”. Note bem, esta magnanimidade de Deus manifestou-se principalmente no sacrifício de Jesus Cristo sobre a cruz, segundo o princípio de proporcionalidade da pena.</p>
<p>Relembre as palavras de Deuteronômio: “Vida por vida”. É unicamente porque Cristo dá sua vida por aqueles que Deus comprou, que estão isentos desta pena. Mas alguém pagou o resgate, alguém sofreu a pena, “vida por vida”: e este alguém é Deus mesmo, na pessoa de Seu Filho Jesus Cristo. Eis aqui a expressão mais perfeita da magnanimidade de Deus, da misericórdia divina. É por ser o portador dessa misericórdia divina em si mesmo, que Jesus Cristo detém a autoridade para falar como está registrado no evangelho segundo Mateus. Ele chama aqueles que querem ser seus discípulos a exercerem uma magnanimidade semelhante àquele que ele demonstrará ao longo de todo o seu ministério, e mais particularmente no momento da entrega total de Sua pessoa sobre a Cruz do Gólgota. Porque sobre a Cruz, Deus perdoou na pessoa de Jesus Cristo, aquele cujos inimigos dividiram sua túnica; aquele que antes não tinha respondido às injúrias, bofetadas, golpes; aquele que jamais desobedeceu à Lei que manda amar a Deus e seu próximo. Ele, portanto, cumpriu esta Lei em seus atos por toda a sua vida. Mas ao oferecer esta mesma vida sobre a Cruz, ele cumpriu a Lei de uma maneira suplementar: ela exigia a vida de cada pecador, e exprimia esta exigência requerendo os sacrifícios rituais de animais, símbolos da vida exigida em pagamento do pecado. Cristo pagou uma vez por todas o resgate exigido, não de maneira simbólica, mas de maneira real, total e definitiva. Podemos, então, compreender com a maior clareza as palavras de Jesus registradas pelo evangelista Mateus no mesmo capítulo 5 que lemos há pouco algumas frases:</p>
<p>“Não penseis que eu vim abolir a lei ou os profetas. Eu vim não para abolir, mas para cumprir”. Revelando assim seu amor por seu povo, Deus mostra a extensão de sua magnanimidade, e ensina a seus filhos comprados, a lhe imitarem. Ele lhes ensina a compreender uma dimensão que nenhum humano pôde perceber antes: amor e justiça, proporção na pena e perdão, misericórdia e castigo, são possíveis no plano divino sem se excluírem mutuamente. Eles encontraram sua expressão perfeita na pessoa e obra de Jesus Cristo.</p>
<p>Quando de nossa próxima transmissão, nós refletiremos juntos sobre as implicações para a sociedade e para nossa conduta pessoal do ensino de Jesus sobre a misericórdia e a justiça.</p>
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		<title>Leituras Culturais &#8211; por Ed René Kivitz</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 01:32:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[citações]]></category>
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		<category><![CDATA[igreja]]></category>
		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
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		<description><![CDATA[As culturas devem ser lidas nas linhas e entrelinhas. As linhas falam da coisa em si. As entrelinhas falam do espírito da coisa. As entrelinhas podem distorcer e até mesmo destruir o que está dito nas linhas. Com a cultura cristã não é diferente. Veja o exemplo da assinatura da Igreja Universal do Reino de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As culturas devem ser lidas nas linhas e entrelinhas. As linhas falam da coisa em si. As entrelinhas falam do espírito da coisa. As entrelinhas podem distorcer e até mesmo destruir o que está dito nas linhas.</p>
<p><span id="more-1026"></span></p>
<p>Com a cultura cristã não é diferente. Veja o exemplo da assinatura da Igreja Universal do Reino de Deus, a saber, Jesus Cristo é o Senhor. De acordo com o Novo Testamento, isso significa que devemos viver como escravos dos propósitos de Jesus Cristo: ele manda e a gente obedece, ele propõe e a gente executa, ele dirige e a gente segue, pois afinal de contas, Ele é o Senhor. Mas na cultura da IURD, as entrelinhas dessa afirmação fazem com que ela signifique que Jesus pode realizar todos os seus desejos, afinal de contas Ele é o Senhor. A relação fica invertida: você clama e ele responde, você reivindica e ele atende, você pede com fé e ele lhe dá o que foi pedido, você participa da corrente de oração e se submete aos 318 pastores e Jesus faz a sua vida próspera e confortável, pois Jesus Cristo é o Senhor e você é “filho do rei”, de modo que não há qualquer motivo para que você continue nessa vida miserável, daí a segunda convocação da IURD: “para de sofrer”. Percebe como as linhas dizem uma coisa e as entrelinhas dizem outra?</p>
<p>O movimento evangélico é mestre em fazer confusão e promover distorção do Evangelho em virtude desse jogo de linhas e entrelinhas. Um exemplo disso é a mensagem VAI DAR TUDO CERTO, que recebi essa semana.</p>
<p>SALMO 22<br />
VAI DAR TUDO CERTO</p>
<p>DEUS me pediu que te dissesse que tudo irá bem contigo a partir de agora.<br />
Você tem sido destinado para ser uma pessoa vitoriosa e conseguirá todos teus objetivos.<br />
Nos dias que restam deste ano se dissiparão todas as tuas agonias e chegará à vitória.<br />
Esta manhã bati na porta do céu e DEUS me perguntou&#8230;<br />
&#8216;Filho, que posso fazer por você ?&#8217;<br />
Respondi:<br />
&#8216;Pai, por favor, protege e bendiz a pessoa que está lendo esta mensagem&#8217;.<br />
DEUS sorriu e confirmou: &#8216;Petição concedida&#8217;.<br />
Leia em voz baixa&#8230;<br />
&#8216;Senhor Jesus :<br />
Perdoa meus pecados.<br />
Amo-te muito, te necessito sempre, estás no mais profundo de meu coração, cobre com tua luz preciosa a minha família, minha casa, meu lugar, meu emprego, minhas finanças, meus sonhos, meus projetos e a meus amigos&#8217;.<br />
Passe esta oração a 5 pessoas, no mínimo.<br />
Receberás um milagre amanhã.<br />
Não o ignore.</p>
<p>Deus tem visto suas Lutas.<br />
Deus diz que elas estão chegando ao fim.<br />
Uma benção está vindo em sua direção.<br />
Se você crê em Deus, por favor envie esta mensagem para 20 amigos.<br />
Se acredita em Deus envia esta mensagem a 20 pessoas,<br />
se rejeitar lembre Jesus disse:<br />
“se me negas entre os homens, te negarei diante do pai” Dentro de 4 minutos te dirão uma notícia boa</p>
<p>Deixo de lado a crítica gramatical e o péssimo uso da lingua portuguesa. Dedico minha atenção ao conteúdo da mensagem que, travestida de cristã, é absolutamente anti-cristã: mentirosa, fantasiosa, desprovida de qualquer sentido bíblico, desalinhada com o todo do ensino e experiência de Jesus, seus apóstolos, e seus primeiros seguidores, totalmente alinhada com os dircursos baratos da auto-ajuda e da enganação religiosa, enfim, uma versão barata e piedosinha da superstição sincrética do espiritualismo popular.</p>
<p>A afirmação “vai dar tudo certo”, lida de acordo com as linhas do Novo Testamento, significaria, por exemplo, que os propósitos de Deus prevalecerão, a marcha da igreja de Jesus Cristo contra os poderes do mal será vitoriosa, a vontade de Deus será um dia feita na terra como o céu. Mas também significaria que os seguidores de Jesus seriam sempre ovelhas em meio aos lobos [Mateus 10.16], odiados pelo sistema sócio-político-econômico anti reino de Deus, ameaçados de morte, rejeitados, caluniados, e perseguidos por causa do nome de Jesus [Mateus 5.10-12], e passariam por muito sofrimento e tribulação antes de receberam a vitória plena no reino eterno de Deus [Atos 14.22]. Isto é, antes de dar tudo certo, daria tudo errado.</p>
<p>A convicação de que “em Cristo somos mais que vencedores” [Romanos 8.37], e que “em Cristo Deus sempre nos conduz em triunfo” [2Coríntios 2.14], é também acompanhada de uma profunda compreensão a respeito dos custos de se colocar ao lado de Deus e do reino de Deus, em oposição à injustiça e aos agentes promotores e mantenedores da morte no mundo.</p>
<p>Porque me parece que Deus nos colocou a nós, os apóstolos, em último lugar, como condenados à morte. Viemos a ser um espetáculo para o mundo, tanto diante de anjos como de homens. Nós somos loucos por causa de Cristo, mas vocês são sensatos em Cristo! Nós somos fracos, mas vocês são fortes! Vocês são respeitados, mas nós somos desprezados! Até agora estamos passando fome, sede e necessidade de roupas, estamos sendo tratados brutalmente, não temos residência certa e trabalhamos arduamente com nossas próprias mãos. Quando somos amaldiçoados, abençoamos; quando perseguidos, suportamos; quando caluniados, respondemos amavelmente. Até agora nos tornamos a escória da terra, o lixo do mundo.<br />
[1Coríntios 4.9-13]<br />
Fica, portanto, muito evidente que quando os cristãos do Novo Testamento diziam que “vai dar tudo certo” estavam afirmando coisas completamente diferentes dessas afirmadas na mensagem que recebi pela internet, que diz:</p>
<p>Tudo irá bem contigo a partir de agora.</p>
<p>Você tem sido destinado para ser uma pessoa vitoriosa e conseguirá todos teus objetivos.</p>
<p>Nos dias que restam deste ano se dissiparão todas as tuas agonias e chegará à vitória.</p>
<p>Cobre com tua luz preciosa a minha família, minha casa, meu lugar, meu emprego, minhas finanças, meus sonhos, meus projetos e a meus amigos&#8217;.</p>
<p>Receberás um milagre amanhã.</p>
<p>Uma benção está vindo em sua direção.</p>
<p>Dentro de 4 minutos te dirão uma notícia boa.</p>
<p>Meu amigo, minha amiga, não é verdade que “tudo irá bem contigo a partir de agora”, e também não é verdade que “você tem sido destinado para ser uma pessoa vitoriosa e conseguirá todos teus objetivos”. Não se iluda, pois não é verdade que “nos dias que restam deste ano se dissiparão todas as tuas agonias e chegará à vitória”. Preste atenção: o compromisso cristão não suplica que Deus cubra com sua luz “minha família, minha casa, meu lugar, meu emprego, minhas finanças, meus sonhos, meus projetos e a meus amigos”. Na verdade, o compromisso cristão exige que você deixe de viver para seus sonhos, seus planos e seus projetos e passe a viver para Deus, pois, como ensina a Bíblia, “o amor de Cristo nos constrange, porque estamos convencidos de que um morreu por todos; logo, todos morreram. E ele morreu por todos para que aqueles que vivem já não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou“ [2Coríntios 5.14,15], e justamente por isso é que quem deseja seguir a Jesus deve lmebrar o que Jesus disse:</p>
<p>&#8220;Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida a perderá, mas quem perder a sua vida por minha causa, a encontrará. Pois, que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou, o que o homem poderá dar em troca de sua alma?” [Mateus 16.24-26]</p>
<p>Também não é verdade que “receberás um milagre amanhã” e que “dentro de quatro minutos te dirão uma notícia boa”.</p>
<p>Pelo amor de Deus, jogue fora esse evangelho açucarado, que promete o que Deus jamais prometeu, e gera falsas esperanças nas pessoas. Respeite o sofrimento e a dor das milhares de pessoas que, apesar de sua fé, e talvez justamente por causa de sua fé, passam fome, não têm mínimas condições de sobrevivência, sofrem as consequências de tragédias pessoais e fatalidades naturais, são vítimas de um sistema mundano cruel, que as condena à escravidão e a uma vida sem futuro. Lembre dos cristãos que vivem na África, na Índia, na América Latina, e nos rincões miseráveis do Brasil. Seja solidário com as minorias: os negros escravizados, as mulheres violentadas, as crianças abusadas, as populações indígenas dizimadas, os refugiados de guerra, os perseguidos políticos, os desaparecidos. Respeite a grandeza dos cristãos perseguidos e mortos sob a tirania do fundamentalismo islâmico e dos regimes políticos ateístas. Pense um pouco se essa mensagem “vai dar tudo certo, todos os seus sonhos se realizarão, você vai receber um milagre amanhã” faz algum sentido na ala infantil do Hospital do Câncer, no campo de refugiados (mutilados) de Angola, ou nos casebres secos do sertão brasileiro.</p>
<p>Construa sua fé sobre um alicerce mais sólido. Por exemplo, o Salmo 22, aviltado com essa mensagenzinha “vai dar tudo certo”. Aliás, é bom lembrar que Bíblia não é um livro que pode ser manuseado por qualquer pessoa, de qualquer jeito. Da mesma maneira que não é qualquer pessoa que pode dar palpite a respeito do direito, de medicina, da engenharia, ou do marketing, também a teologia exige um mínimo de preparo, senão, muito preparo mesmo. Digo isso porque talvez o autor dessa mensagenzinha não saiba que o Salmo 22 é um dos Salmos messiânicos, que profetiza o sofrimento e o fracasso do Messias, que foi (1) abandonado por Deus e pelos homens [Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste? Por que estás tão longe de salvar-me, tão longe dos meus gritos de angústia? Meu Deus! Eu clamo de dia, mas não respondes; de noite, e não recebo alívio! Não fiques distante de mim, pois a angústia está perto e não há ninguém que me socorra], (2) rejeitado [Mas eu sou verme, e não homem, motivo de zombaria e objeto de desprezo do povo], (3) insultado [Caçoam de mim todos os que me vêem; balançando a cabeça, lançam insultos contra mim], (4) dilacerado pela dor que lhe foi brutalmente imposta [Como água me derramei, e todos os meus ossos estão desconjuntados. Meu coração se tornou como cera; derreteu-se no meu íntimo. Meu vigor secou-se como um caco de barro, e a minha língua gruda no céu da boca; deixaste-me no pó, à beira da morte. Cães me rodearam! Um bando de homens maus me cercou! Perfuraram minhas mãos e meus pés], e por fim (5) cuspido na cara e crucificado como impostor.</p>
<p>Para esse Messias não deu nada certo. Ele não recebeu uma boa notícia quatro minutos após sua agonia no Getsêmani, e também não recebeu um milagre no dia seguinte. No dia seguinte foi crucificado.</p>
<p>Mas esse Messias, apresentado pelo profeta como “homem de dores, que sabe o que é padecer” [Isaías 53], “Deus exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai” [Filipenses 2.9-11]. Isso sim é dar tudo certo.<br />
Provavelmente alguém vai dizer que é isso o que a mensagenzinha da internet quis dizer. Mas não foi. Nas linhas, pode ter sido. Mas no contexto da religiosidade popular e da subcultura evangélica, a mensagenzinha sugeriu que “os seus sonhos e os seus projetos” darão certo, e que você pode esperar para amanhã aquela resposta milagrosa de Deus para resolver seus problemas e dificuldades particulares, e que em quatro minutos você vai receber uma notícia boa, muito provavelmente trazendo a você uma benção na forma de conforto e prosperidade.</p>
<p>Em síntese, a mensagenzinha pode ser interessante, pode trazer uma esperança e um conforto para quem está lutando contra um sofrimento ou uma dificuldade medonha, e pode até mesmo trazer um alívio do tipo “eu sei que não é bem assim, mas é bom pensar que é, ou acreditar que pode ser”. Mas definitivamente essa mensagenzinha não tem nada a ver com o Evangelho de Jesus Cristo.</p>
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		<title>A.W.Tozer &#8211; Breve Consideração Bibliográfica</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 00:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[A. W. Tozer]]></category>
		<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
		<category><![CDATA[manifesto]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[teologia]]></category>

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		<description><![CDATA[ Aiden Wilson Tozer nasceu em 21 de abril de 1897 em La Jose na Pensilvania, EUA, e foi para o Senhor em 12 de maio de 1963 aos 66 anos de idade. Foi um pastor na Aliança Cristã e Missionária de 1919 a 1963 e editor da publicação Alliance weekly (Aliança semanal) agora conhecido como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Aiden Wilson Tozer nasceu em 21 de abril de 1897 em La Jose na Pensilvania, EUA, e foi para o Senhor em 12 de maio de 1963 aos 66 anos de idade. Foi um pastor na Aliança Cristã e Missionária de 1919 a 1963 e editor da publicação Alliance weekly (Aliança semanal) agora conhecido como Alliance life (Vida de Aliança) de 1950 a 1963. Durante sua vida, Tozer escreveu muitos livros e artigos, esses publicados enquanto esteve vivo. Não freqüentou seminário, mas adquiriu grande conhecimento bíblico. Suas pregações causavam forte impacto nas pessoas. Os mais de 40 livros escritos lhe renderam dois doutorados honorários.</p>
<p><span id="more-1022"></span></p>
<p>Os livros de A. W. Tozer não são apenas livros, mas ensinamentos práticos e sérios para quem quer viver uma vida cristã séria e parecida com Jesus. As mensagens de Tozer não falam sobre como conseguir bênçãos e prosperidade, mas sobre viver impactado pela Bíblia e a vida de Cristo.</p>
<p>Tozer ganhou uma reputação lendária como uma voz profética e ele continua sendo um autor best-seller quase 50 anos depois de sua morte. Suas palavras desafiam os leitores a um relacionamento profundo e de adoração a Deus em reverência e adoração. Poucos autores tem demonstrado um impacto tão profundo como Tozer e seus livros.</p>
<p>Algumas frases célebres de Tozer:</p>
<p>“O cristianismo de hoje não transforma as pessoas. Pelo contrário, está sendo transformado por elas. Não está elevando o nível moral da sociedade; está  descendo ao nível da própria sociedade, congratulando-se com o fato de que conseguiu uma vitória, porque a sociedade está sorrindo enquanto o cristianismo aceita a sua própria rendição!”.</p>
<p>“Existe uma maldição antiga que permanece conosco até hoje – a disposição da sociedade humana de ser completamente absorvida por um mundo sem Deus.”</p>
<p>“se o barro não se entregar totalmente, o oleiro nada pode fazer”.</p>
<p>“para orar com eficiência, precisamos querer o que Deus quer – isso e somente isso é orar conforme a vontade de Deus”.</p>
<p>“é muito improvável que Deus use uma pessoa que nunca sofreu profundamente uma dor”.</p>
<p>“A oração em seu momento mais santo é o entrar na presença de Deus, num momento de bendita união, de uma forma que faz com que os milagres pareçam enfadonhos e as respostas extraordinárias às orações algo muito menos admirável por comparação”.</p>
<p>“Por sermos espiritualmente preguiçosos, tendemos a gravitar na direção mais fácil a fim de esclarecer nossas questões religiosas, tanto para nós mesmos como para outros; assim sendo, a fórmula “Aceite Cristo” tornou-se uma panacéia de aplicação universal, e acredito que tem sido fatal para muitos”.</p>
<p>“O que vem à nossa mente quando pensamos em Deus é o que existe de mais importante a nosso respeito”.</p>
<p>“Há no cosmos, vivo e que respira, algo misterioso, maravilhoso e tremendo, acima da compreensão de todas as mentes. O crente não alega entender tudo. Ele cai de joelhos e sussurra: Deus!”</p>
<p>“Enquanto a liderança espiritual não voltar a ser ocupada por homens que preferem a obscuridade, continuaremos a presenciar uma constante deterioração da qualidade do cristianismo popular, e possivelmente chegaremos ao ponto em que o Espírito Santo, entristecido, se retirará, como a glória de Deus se apartou do templo”.</p>
<p>“Adoração é a jóia perdida da Igreja Evangélica”.</p>
<p>“Deus prefere adoradores a trabalhadores; de fato, os únicos trabalhadores aceitáveis são aqueles que aprenderam a arte da Adoração”.</p>
<p>“A vida em que o Espírito habita não é uma edição de luxo do cristianismo que deve ser desfrutada por determinados cristãos extraordinários e privilegiados que, por acaso, são melhores e mais sensíveis do que o restante. Ao contrário, é o estado normal para todo o homem e mulher remido em todo o mundo”.</p>
<p>“Deus não se curvou à nossa pressa nervosa, nem adotou os métodos de nossa era imediatista. O homem que deseja conhecer a Deus precisa dedicar-lhe tempo. Muito tempo”.</p>
<p>“Encontrar-se com o Senhor, e mesmo assim continuar a buscá-lo, é o paradoxo da alma que ama a Deus”.</p>
<p>“Estar crucificado implica em três coisas: Primeiro, o crucificado tem os olhos sempre voltados para uma só direção; segundo, ele não pode voltar atrás; terceiro, ele não tem mais planos próprios”.</p>
<p>“Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”.</p>
<p>“O homem que está crucificado tem os olhos voltados para uma só direção… Ele não pode olhar para trás. O homem crucificado está olhando apenas uma direção, que é a direção de Deus, de Cristo e do Espírito Santo …. O homem na cruz não tem mais planos para si … Mas alguém fez planos para eles, e quando eles o pregaram naquela cruz, todos os seus planos desapareceram. Quando você se dispõe a morrer na cruz, você diz adeus – você não vai voltar!”</p>
<p>“O primeiro sinal da decadência de uma igreja é o abandono do alto conceito de Deus”</p>
<p>“Por causa do que tenho pregado não sou bem recebido em quase nenhuma igreja na América do Norte”.</p>
<p>“Se as insondáveis riquezas de Cristo não merecem que por elas soframos, é bom saber disso agora e parar de brincar de religião”.</p>
<p>“Se enxergo corretamente, a cruz do evangelicalismo popular não é a mesma cruz que a do Novo Testamento”.</p>
<p>“Um cristão verdadeiro é uma pessoa estranha em todos os sentidos. Ele sente um amor supremo por alguém que ele nunca viu; conversa familiarmente todos os dias com alguém que não pode ver; espera ir para o céu pelos méritos de outro; esvazia-se para que possa estar cheio; admite estar errado para que possa ser declarado certo; desce para que possa ir para o alto; é mais forte quando ele é mais fraco; é mais rico quando é mais pobre; mais feliz quando se sente o pior. Ele morre para que possa viver; renuncia para que possa ter; doa para que possa manter; vê o invisível, ouve o inaudível e conhece o que excede todo o entendimento”.</p>
<p>“Um cristianismo sem poder não faz nenhuma diferença fundamental na vida de um homem. A água pode mudar de líquido para vapor, de vapor para neve e de novo para líquido, e continua fundamentalmente sendo a mesma coisa. Assim, o cristianismo sem poder faz no homem diversas mudanças superficiais, porém, deixando-o exatamente igual ao que era antes”.</p>
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		<title>Pérolas de sabedoria.</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 05:32:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[pérolas de sabedoria]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando o &#8220;eu&#8221; não é negado, ele é necessariamente adorado. Osmar Ludovico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o &#8220;eu&#8221; não é negado, ele é necessariamente adorado.</p>
<p>Osmar Ludovico.</p>
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		<title>A Graça de se repartir e a benção do suprimento &#8211; por Carlos Bregantim.</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 21:28:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paulo, o apóstolo, em resposta à generosidade dos irmãos Filipenses, expressa sua gratidão com uma palavra das mais graciosas que se lê no texto do Novo Testamento:      &#8220;O MEU DEUS, SUPRIRÁ TODAS AS NECESSIDADES DE VOCÊS DE ACORDO COM AS SUAS GLORIOSAS RIQUEZAS EM CRISTO JESUS&#8221; Filipenses 4.19 . Lendo mais uma vez, lenta e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo, o apóstolo, em resposta à generosidade dos irmãos Filipenses, expressa sua gratidão com uma palavra das mais graciosas que se lê no texto do Novo Testamento: </p>
<p><strong> <span id="more-1017"></span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>&#8220;O MEU DEUS, SUPRIRÁ TODAS AS NECESSIDADES DE VOCÊS DE ACORDO COM AS SUAS GLORIOSAS RIQUEZAS EM CRISTO JESUS&#8221; Filipenses 4.19</strong> .</p>
<p>Lendo mais uma vez, lenta e calmamente a carta deliciosa de Paulo aos queridos filipenses, a carta da alegria, a carta da gratidão, descanso nesta promessa que o apóstolo profere a favor de todos os que se repartem generosamente. Sim, é no contexto da generosidade que Paulo acalma e gera esperança nos corações dos doadores. </p>
<p>Sim, irmãos que sem nenhum tipo de barganha, se repartiram com Paulo, provendo-lhe o suficiente para aquele tempo. </p>
<p>Repetem o mesmo gesto dos irmãos macedónios  de II Corintios 8.4, que entendiam que se repartirem com os irmãos em Jerusalém era uma graça a ser conquistada.</p>
<p>Para mim, os textos mais estimulantes e que me encorajam a doar, a me repartir são estes que junto ao da multiplicação dos peixes e pães. Lucas 9.10-17. </p>
<p>É assim que o suprimento acontece entre os que amam ao Senhor e se repartem com o outro, o próximo, os necessitados. </p>
<p>Entendo que só podem se apropriar desta promessa de suprimento que Paulo profere a favor dos irmãos filipenses, os que se lançam neste ambiente da generosidade.  </p>
<p>Gente que antes de quererem tudo pra si, repartem o que tem com o outro. Gente que tem olhos pra ver os que estão a sua volta e não encolhem suas mãos. Gente que sem qualquer barganha suprem a mesa de muitos com sua generosidade.</p>
<p>Gente que trabalha duro, mas, faz do fruto do seu trabalho instrumento de bênçãos nas vidas de muitos. Gente que, as vezes, não tem o suficiente pra si, mas, seus corações são tão agradecidos que mesmo assim, doam-se, repartem-se. </p>
<p>Conheço gente assim. Gente que passou a vida toda trabalhando para poder se repartir com os que servem ao Senhor em frentes as mais variadas. </p>
<p>Gente como Febe, mantenedora de Paulo que tinha seu próprio negocio e que parte dos seus recursos adquiridos eram para que o Evangelho chegasse alem das fronteiras. </p>
<p>Gente como Aquila e Priscila que eram fabricantes de tendas e eram parceiros de Paulo, tanto para abrigá-lo, quanto para permitir-lhe buscar seu próprio sustento trabalhando com eles. É para esta gente. É pra este tipo de contexto. É pra os que assim procedem que há esta promessa de suprimento, sobretudo, suprimento nas riquezas que há em Cristo Jesus. Há esta garantia de segurança pra alem da materialidade, da efemeridade.</p>
<p>É óbvio, uma promessa que garante riquezas eternas, não excluí os cuidados terrenos, pois, um Deus que se propõe cuidar de nós por toda eternidade, claro, é Deus pra cuidar de nós aqui. </p>
<p>O que desejo com esta palavra é encorajar você a visitar este ambiente da GRAÇA DE SE REPARTIR. </p>
<p>Desejo estimular você a frequentar este ambiente da generosidade. Digo isto porque visitando e frequentando este ambiente, você é automaticamente remetido para o ambiente da generosidade do Eterno sobre sua vida. </p>
<p>Vai aqui uma orientação.  </p>
<p>Reparta-se com o que, e quem você conhece de preferência.</p>
<p>Informe-se sobre as pessoas com as quais você reparte seus recursos. </p>
<p>Busque se repartir com os que de alguma forma de fato estão contribuindo para que as pessoas sejam melhores. Melhores seres humanos. Melhores umas as outras. </p>
<p>Contribua com pessoas que podem ser auditoradas com facilidade, isto é, da pra saber onde elas estão aplicando os recursos que recebem. </p>
<p>Contribua com quem esta cuidando de gente e gasta o mínimo em estrutura. </p>
<p>Contribua com gente que não esteja a serviço de suas instituições gananciosas que os torna gananciosos também ou vive-versa. </p>
<p>Não deixe os de sua casa passarem necessidades se você tem como ajudar. </p>
<p>Pais, cuidem de seus filhos.  </p>
<p>Filhos, cuidem de seus pais. </p>
<p>Cuidem dos de sua família.  </p>
<p>Observe na sua vizinhança e, havendo necessitados, cuide deles. </p>
<p>Se você faz parte de alguma comunidade que busca cuidar um do outro, contribua com ela. </p>
<p>Valorize os que vão aos hospitais, cadeias, velórios, pois, estes é que te visitarão na hora da dor. </p>
<p>É isto, reparta-se com consciência, liberalidade, generosidade e responsabilidade. </p>
<p>Nunca, nada faltará aos que se doam, se repartem, e se deixam levar pela generosidade. </p>
<p>Obrigado por voce que tem agido assim comigo, isto é, com generosidade, pois, minha mesa e a de muitos tem sido suprido com o que voce tem repartido comigo. </p>
<p>A voce repito as palavras de Paulo, o apóstolo:</p>
<p> <strong>&#8220;O MEU DEUS, SUPRIRÁ TODAS AS NECESSIDADES DE VOCÊS DE ACORDO COM AS SUAS GLORIOSAS RIQUEZAS EM CRISTO JESUS&#8221; Filipenses 4.19</strong> </p>
<p>Graça, paz &amp; bem a voce e a sua casa e todos os seus queridos. </p>
<p>Bjo carinhoso. </p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Carlos Bregantim.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><br />
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		<title>Arrependa-se ou pereça eternamente.</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 13:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estas foram as palavras do Filho encarnado de Deus. Elas nunca foram canceladas; e não serão, enquanto este mundo durar. O arrependimento é absoluto e necessário se é para o pecador fazer paz com Deus (Isaías 27:5), porque arrependimento é o lançar fora as armas da rebelião contra Ele. O arrependimento não salva, todavia nenhum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estas foram as palavras do Filho encarnado de Deus. Elas nunca foram canceladas; e não serão, enquanto este mundo durar. O arrependimento é absoluto e necessário se é para o pecador fazer paz com Deus (Isaías 27:5), porque arrependimento é o lançar fora as armas da rebelião contra Ele. O arrependimento não salva, todavia nenhum pecador jamais foi ou será salvo sem ele. Nada senão Cristo salva, mas um coração impenitente não pode recebê-LO.</p>
<p><span id="more-1011"></span></p>
<p>Um pecador não pode crê verdadeiramente até que ele se arrependa. Isto é claro a partir palavras de Cristo concernente o Seu precursor, &#8220;Pois João veio a vós no caminho da justiça, e não lhe deste crédito, mas os publicanos e as meretrizes lho deram; vós, porém, vendo isto, nem depois vos arrependestes para crerdes nele&#8221; (Mateus 21:32). Isso é também evidente a partir de Sua chamada como trombeta em Marcos 1:15, &#8220;Arrependei-vos, e crede no evangelho&#8221;. Isto é o porque o apóstolo Paulo testificava &#8220;o arrependimento para com Deus e a fé em nosso Senhor Jesus&#8221; (Atos 20:21). Não faça confusão neste ponto querido leitor, Deus &#8220;ordena agora que todos os homens em todo lugar se arrependam&#8221; (Atos 17:30).</p>
<p>Em requerer arrependimento de nós, Deus está pressionando Suas justas reivindicações sobre nós. Ele é infinitamente digno de supremo amor e honra, e de universal obediência. Isto nós temos impiamente Lhe negado. Tanto um reconhecimento como uma correção disto é requerido de nós. Nossa desafeição por Ele e nossa rebelião contra Ele devem ser reconhecidas e exterminadas. Dessa forma, o arrependimento é uma compreensão profunda de quão terrivelmente tenho falhado, durante toda minha vida, em dar a Deus Seu justo lugar em meu coração e em meu andar diário.</p>
<p>A justiça da demanda de Deus por meu arrependimento é evidente se considerarmos a natureza hedionda do pecado. Pecado é uma renúncia dAquele que me fez. É Lhe recusar Seu direito de me governar. É a determinação de agradar a mim mesmo; assim, é uma rebelião contra o Altíssimo. O pecado é uma ilegalidade espiritual, e uma indiferença absoluta à autoridade de Deus. Ele está dizendo em meu coração: Eu não me importo com o que Deus requeira, eu vou seguir o meu próprio caminho; eu não me importo com o que Deus reivindique de mim, eu serei o senhor de mim mesmo. Leitor, você não percebe que é assim que você tem vivido?</p>
<p>O arrependimento verdadeiro origina-se a partir de uma compreensão no coração, operado neste pelo Espírito Santo, da excessiva malignidade do pecado, do terror de ignorar as reivindicações dAquele que me fez, de desafiar Sua autoridade. Ele é conseqüentemente um santo ódio e horror do pecado, uma profunda tristeza por ele, e o reconhecimento dele diante de Deus, e um completo abandono dele de coração. Até que isto tinha sido feito, Deus não nos perdoará. &#8220;O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia&#8221; (Provérbios 28:13).</p>
<p>No verdadeiro arrependimento o coração se volta para Deus e reconhece: Meu coração tem sido posto sobre um mundo vão, que não pode satisfazer as necessidades de minha alma; eu Te abandonei, a fonte de águas vivas, e me voltei para cisternas rotas que nada retêm: eu agora reconheço e lamento minha tolice. Ele ainda diz mais: eu tenho sido uma criatura desleal e rebelde, mas eu não mais serei assim. Eu agora desejo e determino com todo meu poder servir e obedecer a Ti como meu único Senhor. Eu me entrego a Ti como minha presente e eterna Porção.</p>
<p>Leitor, seja você um Cristão professante ou não, é arrepender ou perecer. Para cada um de nós, membro de igreja ou não, é voltar ou queimar; voltar da direção da obstinação e auto-satisfação; voltar para Deus com um coração quebrantado, procurar Sua misericórdia em Cristo; voltar com total propósito de coração de Lhe agradar e servir: ou ser atormentado dia e noite, para sempre e sempre, no Lago de Fogo. Qual deve ser sua porção? Oh, ajoelhe-se agora mesmo e implore a Deus que te dê o espírito de verdadeiro arrependimento.</p>
<p>&#8220;Sim, Deus, com a sua destra, o elevou a Príncipe e Salvador, para dar a Israel o arrependimento e remissão de pecados&#8221; (Atos 5:31).</p>
<p>&#8220;Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, o qual não traz pesar; mas a tristeza do mundo opera a morte&#8221;. (2 Coríntios 7:10).</p>
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		<title>A Graça da providência Divina</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 12:53:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A obra preservadora de Deus necessita ser diferenciada da obra da criação, ainda que sejam inseparáveis. A preservação é uma obra divina grande e grandiosa, não menor do que criar novas coisas do nada. A criação produz a existência; a preservação é persistência na existência. A providência é conhecida por todas as pessoas de alguma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A obra preservadora de Deus necessita ser diferenciada da obra da criação, ainda que sejam inseparáveis. A preservação é uma obra divina grande e grandiosa, não menor do que criar novas coisas do nada. A criação produz a existência; a preservação é persistência na existência. A providência é conhecida por todas as pessoas de alguma forma, ainda que não como o cuidado misericordioso e amoroso de um Pai Celestial. A providência não é meramente presciência, mas envolve a vontade ativa de Deus governando todas as coisas e inclui a preservação, a concorrência e o governo. A noção de concorrência foi desenvolvida para se prevenir do Panteísmo por um lado, e do Deísmo por outro. No primeiro, a providência coincide com o curso da natureza como uma necessidade cega; no último, a providência acontece por pura casualidade e Deus é removido do mundo. Dessa forma, se intenta exaltar a autonomia humana; para que a humanidade tenha liberdade, Deus deve estar ausente ou ficar sem poder. A soberania de Deus é vista como uma ameaça para a humanidade. Ainda que a doutrina da providência de Deus cubra de maneira lógica o alcance total de todos os decretos de Deus, estendendo-se a todos os tópicos cobertos na dogmática, é preferível limitar a discussão à relação de Deus com Sua criação e Suas criaturas. A providência inclui o cuidado de Deus através da causalidade secundária de ordem da lei criada, tal e como Ele o sustenta. Assim, pois, o milagre não é uma violação da lei natural, posto que Deus não está menos envolvido em manter a ordem ordinária do mundo natural criado. É o elevado respeito que o Cristianismo tem pela ordem natural da criação que alentou a ciência e a tornou possível. A postura Cristã para com a ordem da criação nunca é um fatalismo; a astrologia é superstição vergonhosa. A providência de Deus não anula as causas secundárias ou a responsabilidade humana. O governo aponta para a meta final da providência: a perfeição do governo majestoso do Rei. Ainda que seja correto em certas ocasiões falar em “permissão” divina, esta não deve ser interpretada de tal maneira que negue a soberania ativa de Deus sobre o pecado e o juízo. Ainda que sobrem enigmas para o entendimento humano da providência, esta doutrina oferece consolação e esperança ao crente. Deus é o Pai Todo-Poderoso: Ele é capaz, e está desejoso, de fazer com que todas as coisas cooperem para o nosso bem.</p>
<p><span id="more-1007"></span></p>
<p>Quando Deus completou a obra que tinha feito, Ele descansou no sétimo dia de toda Sua obra (Gênesis 2:2; Êxodo 20:11; 31:17). Desta maneira, a Escritura descreve a transação da obra da criação para obra da preservação. Como a Escritura também esclarece (Isaías 40:28), este descanso não foi ocasionado por fatiga, nem consistia em que Deus estava ali fazendo nada. O criar, para Deus, não é trabalho, e o preservar não é descanso. O “descanso” de Deus indica unicamente que Ele cessou de produzir novas classes de coisas (Eclesiastes 1:9,10); que a obra da criação, no sentido limitado e verdadeiro de produzir coisas do nada (<em>productio rerum ex nihilo</em>), havia terminado; e que Ele se deleitava em Sua obra completada com satisfação divina (Gênesis 1:31; Êxodo 31:17; Salmos 104:31). [1] A criação agora passa a ser preservação.</p>
<p>As duas coisas são tão fundamentalmente distintas que podem ser comparadas como labor e descanso. Ao mesmo tempo estão tão intimamente relacionadas e unidas uma a outra, que a própria preservação pode ser chamada “criação” (Salmos 104:30; 148:5; Isaías 45:7; Amós 4:13). A própria preservação, no final das contas, é também uma obra divina, não menor e nem menos gloriosa do que a criação. Deus não é um Deus ocioso (<em>deus otiosus</em>). Ele sempre trabalha (João 5:17) e o mundo não tem existência por si mesmo. Desde o momento que chegou a existir, tem existido somente em e através e para Deus (Neemias 9:6; Salmos 104:30; Atos 17:28; Romanos 11:36; Colossenses 1:15; Hebreus 1:3; Apocalipse 4:11). Ainda que distinto do Seu Ser, não tem uma existência independente; a independência equivale à não-existência. Todo o mundo com tudo o que há e ocorre nele, está sujeito ao governo divino. O verão e o inverno, o dia e a noite, os anos frutíferos e os não frutíferos, a luz e as trevas — tudo é Sua obra e tudo é formado por Ele (Gênesis 8:22; 9:14; Levítico 26:3ss; Deuteronômio 11:12ss; Jó 38; Salmo 8, 29, 65, 104, 107, 147; Jeremias 3:3; 5:24; Mateus 5:45, etc.). A Escritura nada conhece de criaturas independentes; isso seria uma incongruência. Deus cuida de todas as Suas criaturas: dos animais (Gênesis 1:30; 6:19; 7:2; 9:10; Jó 38:41; Salmos 36:7; 104:27; 147:9; Joel 1:20; Mateus 6:26, etc.) e particularmente dos seres humanos. Ele contempla todas elas (Jó 34:21; Salmos 33:13, 14; Provérbios 15:3); forma o coração de todas elas e observa todos os seus feitos (Salmos 33:15; Provérbios 5:21); todas elas são a obra de Suas mãos (Jó 34:19), o rico tanto quanto o pobre (Provérbios 22:2). Ele determina os limites de Sua habitação (Deuteronômio 32:8; Atos 17:26), inclina os corações de todos (Provérbios 21:1), dirige os passos de todos (Provérbios 5:21; 16:9; 19:21; Jeremias 10:23, etc.), e opera, segundo Sua vontade, com os exércitos do céu e os habitantes da terra (Daniel 4:35). Eles são em Sua mão como barro nas mãos do oleiro, e como uma serra na mão de quem a usa (Isaías 29:16; 45:9; Jeremias 18:5; Romanos 9:20, 21).</p>
<p>O governo providencial de Deus se estende mui particularmente sobre Seu povo. Toda a história dos patriarcas, de Israel, da Igreja, e de cada crente, é prova disto. O que outras pessoas explicam como sendo um mau contra elas, Deus o transforma em bem (Gênesis 50:20; nenhuma arma forjada contra eles prosperará (Isaías 54:17); até o cabelo de sua cabeça estão todos contados (Mateus 10:20); todas as coisas cooperam para o seu bem (Romanos 8:28). Assim, todas as coisas criadas existem pelo poder e debaixo do governo de Deus; nem a casualidade nem a sorte são conhecidas pelas Escrituras (Êxodo 21:13; Provérbios 16:33). É Deus quem faz com que todas as coisas operem segundo o conselho de Sua vontade (Efésios 1:11) e faz com que todas as coisas estejam ao serviço da revelação de Seus atributos, para a honra de Seu nome (Provérbios 16:4; Romanos 11:36). A Escritura resume tudo isto de maneira formosa ao falar repetidamente de Deus como um Rei que governa todas as coisas (Salmos 10:16; 24:7, 8; 29:10; 44:5; 47:7; 74:12; 115:3; Isaías 33:22, etc.). Deus é Rei: o Rei dos rei e Senhor dos senhores; um Rei que em Cristo é um Pai para Seus súditos e um Pai que é ao mesmo tempo um Rei sobre Seus filhos. Entre as criaturas, no mundo dos animais, os humanos e os anjos, tudo o que se encontra na forma de cuidado, amor e proteção de uns para com outros, é uma sombra leve da ordem providencial de Deus sobre todas as obras de Suas mãos. Seu poder absoluto e Seu perfeito amor, por conseguinte, são o verdadeiro objeto da fé na providência refletida na Sagrada Escritura.</p>
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		<title>Nota de Falecimento</title>
		<link>http://www.caminhocristao.com/2010/05/nota-de-falecimento/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 11:46:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Registro aqui, minha consternação, homenagens e muitas saudades a um dos homens que mais me encorajaram durante toda minha vida na caminhada cristã. Agradeço imensamente ao Senhor por anos de amizade, aprendizado, conselhos, dedicação e companhia. Pr. Sidnei Rodrigues Barbosa, meu irmão, nos encontraremos na presença do Eterno !. (1962 &#8211; 2010) &#8220;Preciosa é aos olhos do Senhor a morte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Registro aqui, minha consternação, homenagens e muitas saudades a um dos homens que mais me encorajaram durante toda minha vida na caminhada cristã. Agradeço imensamente ao Senhor por anos de amizade, aprendizado, conselhos, dedicação e companhia. Pr. Sidnei Rodrigues Barbosa, meu irmão, nos encontraremos na presença do Eterno !.</p>
<p>(1962 &#8211; 2010)</p>
<p>&#8220;Preciosa é aos olhos do Senhor a morte dos Seus santos&#8221; &#8211; Salmos 116:15.</p>
<p>por Claudio E. Fonseca.</p>
<p><a href="http://www.caminhocristao.com/wp-content/uploads/2010/05/87F87FY.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-997" title="87F87FY" src="http://www.caminhocristao.com/wp-content/uploads/2010/05/87F87FY-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
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		<title>O Amor</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 18:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor” (1 Coríntios 13:13). “O fim do mandamento”, diz Paulo, “é o amor” (1 Timóteo 1:5). É uma graça que todos professam admirar. Ela parece ser uma coisa clara e prática que todo mundo pode entender. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor” (1 Coríntios 13:13).<br />
“O fim do mandamento”, diz Paulo, “é o amor” (1 Timóteo 1:5). É uma graça que todos professam admirar. Ela parece ser uma coisa clara e prática que todo mundo pode entender. Não é um “daqueles pontos doutrinários molestos” sobre os quais os cristãos discordam. Milhares, supeito eu, não se envergonhariam de dizer que não sabem nada sobre justificação, regeneração, a obra de Cristo ou sobre o Espírito Santo. Porém, ninguém, creio eu, gostaria de dizer que não sabe nada sobre o amor! Até mesmo os homens que não possuem uma religião sempre se vangloriam de possuir “amor”. Umas poucas reflexões sobre o amor nos serão proveitosas. Há noções falsas sobre o amor que precisam ser dissipadas. Há enganos sobre ele que requerem retificações. Em minha admiração do amor, não me submeto a ninguém. Porém, atrevo-me a dizer que em muitas mentes, o tema parece estar completamente mal-compreendido.</p>
<p><span id="more-994"></span></p>
<p>I. Primeiro, deixe-me mostrar “o lugar que a Bíblia dá ao amor”.</p>
<p>II. Segundo, deixe-me mostrar “o que é realmente o amor da Bíblia”.</p>
<p>III. Terceiro, deixe-me mostrar, “de onde procede o verdadeiro amor”.</p>
<p>IV. E por último, deixe-me mostrar “o porque o amor é &#8216;a maior&#8217; das graças”.<br />
Eu peço a sincera atenção de meus leitores ao assunto. O desejo do meu coração e a minha oração a Deus, é que o crescimento do amor possa ser promovido neste mundo sobrecarregado de pecado. Em nenhum outro lugar a condição caída do homem se mostra tão forte como na escassez do amor cristão. Há pouca fé na terra, pouca esperança, pouco conhecimento das coisas divinas. Mas nada, depois de tudo, é tão escasso como o amor real.<br />
I. Primeiro, deixe-me mostrar “o lugar que a Bíblia dá ao amor”.</p>
<p>Começo com este ponto para estabelecer a imensa importância prática do meu assunto. Não me esqueço que há muitos cristãos nestes dias que quase recusam olhar para algo prático no Cristianismo. Eles não falam sobre nada, senão de duas ou três doutrinas favoritas. Quero recordar a meus leitores que a Bíblia contém conteúdo prático tanto quanto doutrinário, e que uma coisa para a qual ela atribui grande importância é o “amor”.</p>
<p>Voltemos nossa atenção para o Novo Testamento, e observemos o que nos é dito sobre o amor. Em todas as investigações religiosas, não há nada como deixar que a Escritura fale por si mesma. Não há melhor maneira de encontrar a verdade do que recorrer ao velho caminho de se voltar para os textos simples da Bíblia. Os textos foram as armas do nosso Senhor, tanto nas respostas a Satanás, como nas argumentações com os judeus. Os textos são os guias aos quais nunca devemos nos envergonhar de nos referir a eles, nos dias presentes — O que a Escritura diz? O que está escrito? Como você a lê?</p>
<p>Ouçamos o que Paulo diz aos coríntios: “Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria” (1 Coríntios 13:1-3).</p>
<p>Ouçamos o que Paulo diz aos colossenses: “E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição” (Colossenses 3:14).</p>
<p>Ouçamos o que Paulo diz a Timóteo: “Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida” (1 Timóteo 1:5).</p>
<p>Ouçamos o que Pedro diz: “Mas, sobretudo, tende ardente amor uns para com os outros; porque o amor cobrirá a multidão de pecados” (1 Pedro 4:8).</p>
<p>Ouçamos o que nosso Senhor Jesus Cristo diz sobre este amor: “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.”. Sobretudo, ouçamos o relato do nosso Senhor do juízo final, e observe a falta de amor que condenará milhões: “Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber” (Mateus 25:41-42).</p>
<p>Ouçamos o que Paulo diz aos romanos: “A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei” (Romanos 13:8).</p>
<p>Ouçamos o que Paulo diz aos efésios: “E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave” (Efésios 5:2).</p>
<p>Ouçamos o que João diz: “Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor ” (1 João 5:7-8).</p>
<p>Não farei comentário algum sobre estes textos. Penso que será melhor deixá-los diante dos meus leitores em sua eloqüente simplicidade, e deixá-los falar por si mesmos. Se alguém está disposto a pensar que o assunto deste artigo é insignificante, apenas pedirei a ele que olhe para estes textos, e pense novamente. Aquele que desce o “amor” do santo e alto lugar que ele ocupa na Bíblia, e o trata como um assunto de importância secundária, deve acertar as contas com a Palavra de Deus. Eu certamente não gastarei tempo argumentando com tal pessoa.</p>
<p>À minha mente, a evidência destes textos parece clara, simples e incontrovertível. Eles mostram a imensa importância do amor como uma das “coisas que acompanham a salvação”. Eles provam que é correto demandar a séria atenção de todos que se chamam cristãos, e que aqueles que desprezam o assunto estão apenas expondo sua própria ignorância das Escrituras.<br />
II. Segundo, deixe-me mostrar “o que é realmente o amor da Bíblia”.</p>
<p>Penso que é de grande importância ter visões claras sobre este ponto. É precisamente aqui que os enganos sobre o amor começam. Milhares de pessoas enganam a si mesmas com a idéia de que elas têm “amor”, e isto, devido a uma clara ignorância das Escrituras. O amor delas não é o amor descrito na Bíblia.</p>
<p>(a) <em>O amor da Bíblia não consiste em dar aos pobres. </em>É uma ilusão comum supor isto. Todavia, Paulo nos diz claramente que um homem pode “dar tudo o que ele possui aos pobres” (1 Coríntios 13:3), e não ter amor. Que um homem amoroso “lembrará dos pobres”, não pode haver dúvida (Gálatas 6:10). Que ele fará tudo o que ele pode para assisti-los, aliviá-los e diminuir as suas aflições, não nego nem por um momento. Tudo o que disse é que isto não é, por si só, “amor”. É fácil gastar uma fortuna ao distribuir dinheiro, sopa, pão, cobertores e roupas, e, todavia, estar totalmente destituído do amor da Bíblia.</p>
<p>(b) <em>O amor da Bíblia não consiste em nunca desaprovar a conduta dos demais</em>. Aqui, há outra ilusão muito comum! Milhares de pessoas se orgulham de nunca condenar os outros, ou dizer que eles estão errados, não importa o que eles possam fazer. Eles convertem o preceito de nosso Senhor, “Não julgueis”, numa escusa para não ter opinião desfavorável de ninguém. Eles pervertem Sua proibição de julgamentos precipitados e censuradores numa proibição de todo e qualquer julgamento. Seu próximo pode ser um bêbado, um mentiroso, um homem violento. Não importa! “Não é amor”, eles lhe dizem, “dizer que ele está errado”. Você deve crer que ele, no fundo, tem um bom coração! Esta idéia de amor é, infelizmente, muito comum. É cheia de prejuízo. Lançar um véu sobre o pecado, e recusar chamar as coisas pelos seus devidos nomes — falar de “corações bons”, quando as vidas são eloqüentemente más — é fechar os nossos olhos contra a impiedade, e escusar sua imoralidade — este não é o amor da Escritura.</p>
<p>(c) <em>O amor da Bíblia não consiste em nunca desaprovar as opiniões religiosas de outras pessoas</em>. Aqui há outra ilusão muito séria e crescente. Há muitos que se orgulham de nunca se pronunciar contra os outros, não importa quais visões eles possam sustentar. Seu próximo, por exemplo, pode ser um Católico Romano, ou um Mórmon. Mas o “amor” diz que você não tem o direito de pensar que ele está errado! Se ele é sincero, seria “falta de amor” pensar desfavoravelmente de sua condição espiritual. Que Deus me livre sempre de tal amor! Nesta avaliação, o Apóstolo estaria errado ao ir pregar aos gentios! Nesta avaliação, não há utilidade em missões! Nesta avaliação, seria melhor fecharmos nossas Bíblias e trancarmos nossas igrejas! Todo mundo está certo, e ninguém está errado! Todo mundo está indo para o céu, e ninguém está indo para o inferno!</p>
<p>Tal amor é uma caricatura monstruosa. Dizer que todos estão igualmente certos em suas opiniões, embora suas opiniões contradigam diretamente umas às outras — dizer que todos estão igualmente a caminho do céu, embora seus sentimentos doutrinários sejam tão opostos como o é o preto e o branco — este não é o amor da Escritura. Amor como este derrama desprezo sobre a Bíblia, e fala como se Deus não nos tivesse dado uma norma escrita da verdade. Amor como este confunde nossas noções de céu e enche-as com discordância e desarmonia. O amor verdadeiro não pensa que tudo mundo está certo em suas doutrinas. O amor verdadeiro clama — “Não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo” (1 João 4:1). “Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis” (2 João 1:10).</p>
<p>Eu deixo o lado negativo da questão aqui. Eu o tratei com uma certa extensão, por causa dos dias nos quais vivemos e devido às noções estranhas que abundam. Voltemos agora para o lado positivo. Tendo mostrado o que o amor não é, deixe-me mostrar o que ele é.</p>
<p>Amor é aquele “amor” que Paulo coloca como primeiro entre aqueles frutos produzidos no coração de um crente. “O fruto do Espírito é amor” (Gálatas 5:22). Amar a Deus, tal como Adão amava antes da queda, é a sua primeira característica. Aquele que tem amor, deseja amar a Deus de coração, alma, mente e força. O amor pelos homens é a segunda característica. Aquele que tem amor, deseja amar seu próximo como a si mesmo. Esta é realmente aquela visão na qual a palavra “amor” na Escritura é mais especialmente considerada. Quando falo de um crente tendo “amor” em seu coração, quero dizer que ele tem amor tanto por Deus como pelos homens. Quando falo de um crente tendo “amor”, quero dizer mais particularmente que ele tem amor pelos homens.</p>
<p>O amor da Bíblia se evidenciará nas ações de um crente. Ele o faz pronto para fazer atos benévolos para com todos os que estão ao seu alcance — tanto a seus corpos como a suas almas. Ele não o deixará contente com palavras ternas e desejos bons. Ele o fará diligente em fazer tudo o que está ao seu poder para diminuir a aflição e aumentar a felicidade dos outros. Como seu Mestre, ele buscará mais o servir do que ser servido, e não esperará nada em retorno. Como o grande Apóstolo do mestre, “se gastará e será gasto” pelos outros, mesmo que eles lhe paguem com ódio, e não com amor. O verdadeiro amor não quer recompensas. Sua obra é sua recompensa.</p>
<p>O amor da Bíblia se evidenciará na prontidão de um crente para suportar o mal bem como para fazer o bem. Ele o faz paciente diante da provocação, perdoador quando injuriado, manso quando injustamente atacado e quieto quando caluniado. Ele o fará suportar, tolerar e perdoar muito mais; fará com que ele freqüentemente se humilhe e negue a si mesmo, tudo por causa da paz. Ele o fará controlar o seu temperamento e refrear sua língua. O verdadeiro amor não está sempre perguntando: “Quais sãos os meus direitos? Eu sou tratado como mereço?” mas, “Como posso promover melhor a paz? Como posso fazer aquilo que é mais edificante para os outros?”.</p>
<p>O amor da Bíblia se evidenciará no “espírito e comportamento geral” de um crente. Ele o fará mais terno, altruísta, de bom caráter, de bom temperamento e respeitoso para com os outros. Ele o fará gentil, amigável e cortês, em todas as relações diárias da vida privada, interessado no conforto dos outros, terno nos sentimentos para com os outros e mais ansioso em dar prazer do que receber. O amor verdadeiro nunca inveja os outros quando eles prosperam, nem se regozija nas calamidades dos outros quando eles estão em problemas. Em todo instante crerá, esperará e tentará ver boa intenção nas ações dos outros. E nas circunstâncias mais difíceis, o amor será cheio de piedade, misericórdia e compaixão.</p>
<p>Você gostaria de saber onde o verdadeiro padrão de amor, como este, pode ser achado? Temos que somente olhar para a vida de nosso Senhor Jesus Cristo, como descrita nos evangelhos, e o veremos perfeitamente exemplificado. O amor é irradiado em tudo o que Ele fez. Sua vida foi um incessante cuidar de fazer o bem. O amar é irradiado em toda Sua maneira de agir. Ele foi continuamente odiado, perseguido, caluniado e distorcido. Mas Ele suportou tudo pacientemente. Nenhuma palavra irada jamais saiu dos Seus lábios. Nenhum temperamento hostil jamais apareceu em Seu comportamento. “O qual, quando o injuriavam, não injuriava, e quando padecia não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente”. O amor é irradiado em todo Seu espírito e comportamento. A lei da bondade sempre esteve em Seus lábios. Entre discípulos fracos e ignorantes, entre suplicantes enfermos e atribulados, entre recolhedores de impostos e pecadores, entre fariseus e saduceus, Ele sempre foi o mesmo — terno e paciente para com todos.</p>
<p>E, todavia, lembre-se, nosso bendito Mestre jamais bajulou os pecadores, nem foi conivente com o pecado. Ele nunca recuou de expor a iniqüidade em suas verdadeiras cores, ou de censurar aqueles que nela viviam. Ele nunca hesitou de denunciar a falsa doutrina, quem quer que a sustentasse, ou de exibir as práticas falsas em suas verdadeiras cores e o fim certo para o qual estas coisas tendem. Ele chamou as coisas pelos seus nomes certos. Ele falou tão livremente do inferno e do fogo que não se apaga, como do céu e do reino de glória. Ele deixou registrado uma prova eterna de que o amor perfeito não requer que aprovemos a vida ou opiniões de todos, e que é completamente possível condenar falsa doutrina e prática ímpia, e, todavia, estar cheio de amor ao mesmo tempo.</p>
<p>Meus queridos leitores, acabei de colocar diante de vocês a verdadeira natureza do amor da Escritura. Dei um relato pequeno e breve do que ele não é, e do que ele é. Eu não posso continuar sem sugerir dois pensamentos práticos que pesam na minha mente com grande força, e espero que possa pesar sobre outros.</p>
<p>Você tem ouvido de amor. Pense, por um momento, quão deploravelmente pouco amor há na terra! Quão clara é a ausência do verdadeiro amor entre os cristãos! Eu não falo dos gentios, falo agora dos cristãos. Que temperamentos irados, que paixões, que egoísmo, que línguas amargas são encontradas em famílias privadas! Quantas brigas, querelas, perversidade, malícia, vingança e inveja entre membros de uma igreja! Quanto zelo e contenções entre aqueles de variadas doutrinas! “Onde está o amor?”, podemos bem perguntar. “Onde está o amor? Onde está a mente de Cristo?” quando olhamos para o espírito que reina no mundo. Não nos surpreende que a causa de Cristo não prospere e o pecado abunde, quando os corações dos homens conhecem tão pouco o que é o amor! Certamente, podemos perguntar: “Quando o Filho do homem vier, achará amor na terra?”.</p>
<p>Pense mais uma coisa: que mundo feliz seria este se houvesse mais amor. É a falta de amor que causa a metade da miséria que há sobre a terra. Enfermidade, morte e pobreza não constituem mais do que a metade dos nossos sofrimentos. O resto vem dos temperados descontrolados, naturezas iracundas, conflitos, querelas, malícia, inveja, vingança, fraudes, violência, guerras e coisas semelhantes. Seria um grande passo para a multiplicação da felicidade da humanidade e diminuição dos seus sofrimentos, se todos os homens e mulheres fossem cheios do amor da Escritura.<br />
III. Terceiro, deixe-me mostrar, “de onde procede o verdadeiro amor”.</p>
<p>O amor, como o descrevi, certamente não é natural ao homem. Por natureza, somos todos mais ou menos egoístas, invejosos, irados, maldosos e cruéis. Temos que apenas observar as crianças, quando deixadas por si mesmas, para ver a prova disto. Deixe meninos e meninas crescerem sem treinamento e educação apropriada, e você não verá algum deles possuindo o amor cristão. Observe como alguns deles pensam primeiro em si mesmos, e em seu conforto e vantagem! Observe como outros são cheios de orgulho, paixão e temperamentos maldosos! Como podemos explicar isto? Há somente uma resposta. O coração natural não conhece nada do verdadeiro amor.</p>
<p>O amor da Bíblia nunca será encontrado, exceto num coração preparado pelo Espírito Santo. Ele é uma planta terna, e nunca crescerá, excerto num único tipo de solo. Você pode esperar encontrar uvas nos espinhos, ou figos nos abrolhos, tanto quanto esperar encontrar o amor num coração que não nasceu de novo.</p>
<p>O coração no qual o amor cresce é um coração mudado, renovado e transformado pelo Espírito Santo. A imagem e semelhança de Deus, que Adão perdeu na queda, foi restaurada a ele, não importa quão fraca e imperfeita a restauração possa ser. É “participar da natura divina” pela união com Cristo e pela filiação de Deus; e uma das primeiras características desta natureza é o amor.</p>
<p>Tal coração está profundamente convencido do pecado, odeia o mesmo, foge dele e luta contra ele dia-a-dia. E um dos principais elementos do pecado com o qual ele diariamente luta para sobrepujar, é o egoísmo e a falta de amor.</p>
<p>Tal coração está profundamente consciente de seu grande débito ao nosso Senhor Jesus Cristo. Ele sente continuamente que seu presente conforto, esperança e paz é devido Àquele que morreu por nós na cruz. Como ele pode expressar sua gratidão? O que ele pode oferecer ao seu Redentor? Se não puder fazer nada mais, ele aspirará ser como Ele, seguir os Seus passos, e, como Ele, ser cheio de amor. O fato que “Deus derramou Seu amor em nossos corações, pelo Espírito Santo” é a fonte óbvia do amor cristão. Amor produz amor.</p>
<p>Peço aos meus leitores atenção especial para este ponto. É de grande importância nos dias de hoje. Há muitos que professam admirar o amor, embora eles não tenham nenhum interesse pelo Cristianismo vital. Eles gostam de alguns dos frutos e resultados do evangelho, mas não da única raiz da qual estes frutos podem crescer, ou das doutrinas com as quais eles estão inseparavelmente relacionados.</p>
<p>Centenas que louvam o amor, odeiam ouvir da corrupção do homem, do sangue de Cristo e da obra interior do Espírito Santo. Muitos pais que desejariam que seus filhos crescessem sem egoísmo e com um bom temperamento, não ficariam muito satisfeitos se alguém apresentasse para os seus filhos a necessidade de conversão, arrependimento e fé.</p>
<p>Agora eu desejo protestar contra esta noção de que você pode ter os frutos do Cristianismo sem as raízes — que você pode produzir disposições cristãs sem ensinamento de doutrinas cristãs — que você pode ter amor que se gasta e sofre, sem ter graça no coração.</p>
<p>Eu admito, muito livremente, que de vez aparece alguém que parece ser muito amoroso e amável, sem ter qualquer religião doutrinária distintiva. Mas tais casos são raros e extraordinários, os quais, como exceção, somente provam a verdade da regra geral. E freqüentemente, muito freqüentemente, pode se temer em tais casos que o amor aparente é somente externo, que falha completamente na vida privada. Eu creio firmemente, como regra geral, que você não encontrará o amor como a Bíblia o descreve, exceto no solo de um coração totalmente saturado com a religião da Bíblia. A prática santa não florescerá sem a sã doutrina. O que Deus uniu, é inútil esperar que funcione separadamente.</p>
<p>A ilusão que estou tentando combater é grandemente espalhada pela vasta maioria de novelas, romances e contos de ficção. Quem não sabe que os heróis e heroínas destas obras são constantemente descritos como padrões de perfeição? Eles estão sempre fazendo a coisa certa, dizendo a coisa certa e demonstrando a disposição certa! Eles são sempre bondosos, amáveis, altruístas e perdoadores! E, todavia, você nunca ouve uma palavra sobre sua religião! Em resumo, julgando pela generalidade das obras de ficção, é possível ter uma excelente religião prática sem doutrina, os frutos do Espírito sem a graça do Espírito e a mente de Cristo sem a união com Cristo!</p>
<p>Aqui, em resumo, está o grande perigo das novelas, romances e obras de ficção mais lidas. O maior deles é dar uma falsa ou incorreta visão da natureza humana. Eles pintam os modelos de homens e mulheres como eles deveriam ser, e não como eles são na realidade. Os leitores de tais escritos têm suas mentes cheias de concepções erradas do que o mundo é. Suas noções de humanidade tornam-se visionárias e irreais. Eles estão constantemente procurando por homens e mulheres que eles nunca encontram, e esperando o que eles nunca acham.</p>
<p>Deixe-me suplicar aos meus leitores, uma vez mais, para extrair suas idéias sobre a natureza humana da Bíblia, e não de novelas. Tenho esclarecido em sua mente que não pode haver amor verdadeiro sem um coração renovado pela graça. Um certo grau de bondade, cortesia, amabilidade e boa natureza pode, indubitavelmente, ser visto em muitos que não possuem uma religião vital. Mas a planta gloriosa do amor bíblico, em toda sua plenitude e perfeição, nunca será encontrada sem a união com Cristo e a obra do Espírito Santo. Ensine isto às suas crianças, se você tiver. Enfatize isso nas escolas, se você estiver relacionado com alguma. Ressalte o amor. Não desista de exaltar a graça da bondade, do amor, da boa natureza, da generosidade e do bom temperamento. Mas nunca, nunca esqueça que há apenas uma escola na qual estas coisas podem ser totalmente aprendidas, e esta é a escola de Cristo. O verdadeiro amor vem de cima. O verdadeiro amor é fruto do Espírito. Aquele que deseja tê-lo, deve sentar-se aos pés de Cristo e aprender dEle.<br />
IV. E por último, deixe-me mostrar “o porque o amor é &#8216;a maior&#8217; das graças”.</p>
<p>As palavras de Paulo, sobre este assunto, são distintas e claras. Ele conclui seu maravilhoso capítulo da seguinte maneira: “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor” (1 Coríntios 13:13).</p>
<p>Esta expressão é muito notável. De todos os escritores do Novo Testamento, nenhum, certamente, exalta tanto a “fé” como Paulo. As epístolas aos romanos e aos gálatas abundam em sentenças mostrando sua vasta importância. Pela fé o pecadoe se apropria de Cristo e é salvo. Através da fé somos justificados, e temos paz com Deus. Todavia, aqui, o mesmo Paulo fala de algo que é maior do que a fé. Ele coloca diante de nós as três graças cristãs principais, e pronuncia o seguinte julgamento sobre elas: “o maior destes é o amor”. Tal sentença de tal escritor, demanda atenção especial. O que entendemos quando ouvimos que o amor é maior do que a fé e a esperança?</p>
<p>Não devemos supor, nem por um momento, que o amor pode expiar nossos pecados, ou estabelecer a paz com Deus. Nada pode fazer isto por nós, senão o sangue de Cristo; e nada pode nos dar um interesse no sangue de Cristo, senão a fé. É ignorância bíblica não saber isto. O ofício de justificar e unir a alma a Cristo pertence somente à fé. Nosso amor, e todas as nossas outras graças, são mais ou menos imperfeitas, e não poderiam suportar a severidade do julgamento de Deus. Quando tivermos feito tudo, seremos “servos inúteis” (Lucas 17:10).</p>
<p>Não devemos supor que o amor pode existir independentemente da fé. Paulo não pretendeu colocar uma graça em rivalidade com outra. Ele não quis dizer que um homem pode ter fé, outro esperança e outro amor, e que o melhor deste é o homem que tem amor. As três graças estão inseparavelmente unidas. Onde há fé, sempre haverá amor; e onde há amor, sempre haverá fé. Sol e luz, fogo e calor, gelo e frio, não estão mais intimamente unidos do que fé e amor.</p>
<p>As razões pelas quais o amor é a maior das três graças, parece-me claras e simples. Deixe-me mostrar quais são elas.</p>
<p>(a) <em>O amor é chamado de a maior das graças porque nele há “certa semelhança entre o crente e o seu Deus”</em>. Deus não precisa de fé. Ele não é dependente de ninguém. Não há ninguém superior a Ele em quem Ele deva confiar. Deus não precisa de esperança. Para Ele todas as coisas são certas, seja passado, presente ou porvir. Mas, “Deus é amor”; e quanto mais o Seu povo ama, mais parecidos com o seu Pai no céu eles serão.</p>
<p>(b) <em>Amor é também chamado de a maior das graças, pois “ele é mais útil aos outros”</em>. Fé e esperança, fora de qualquer dúvida, embora preciosas, têm referência especial com o benefício individual do próprio crente. A fé une a alma a Cristo, traz paz com Deus e abre o caminho para o céu. A esperança enche a alma com felizes expectações das coisas do porvir, e, no meio dos muitos desalentos das coisas que vemos, conforta com visões das coisas invisíveis. Mas o amor é preeminentemente a graça que torna um homem útil. É dele que brota as boas obras e a bondade. É a raiz de missões, escolas e hospitais. O amor fez com que os apóstolos gastassem e fossem gastos pelas almas. O amor levanta obreiros para Cristo e faz com que eles continuem trabalhando. O amor aquieta as querelas e põe fim aos conflitos, e neste sentido, “cobre uma multidão de pecados” (1 Pedro 4:8). O amor adorna o Cristianismo e recomenda-o ao mundo. Um homem pode ter fé real, e senti-la, e, todavia, sua fé pode ser invisível aos outros. Mas o amor de um homem não pode ser escondido.<br />
(c) <em>O amor, em último lugar, é a maior das graças porque ele é o único que “perdurará”</em>. De fato, ele nunca morrerá. A fé um dia será engolida pela visão, e a esperança pela certeza. O ofício delas será inútil na manhã da ressurreição, e como antigos almanaques, serão postas de lado. Mas o amor perdurará por todas as eras sem fim da eternidade. O céu será a morada do amor; os habitantes do céu estarão cheios de amor. Um sentimento comum estará no coração de todos, e este, será o amor.</p>
<p>Eu deixo esta parte do meu assunto aqui e passo à conclusão. Em cada um dos três pontos de comparação, eu apenas nomeei as diferenças entre o amor e as outras graças; isto poderia ter sido facilmente alargado. Mas o tempo e o espaço me impedem de fazê-lo. Se eu tiver dito o suficiente para guardar os homens dos enganos sobre o correto significado da “grandeza” do amor, estou contente. O amor, que isto seja sempre lembrado, não pode justificar e apagar os nossos pecados. Nem mesmo a fé pode fazer isto; somente Cristo. Mas o amor nos faz um pouco semelhantes a Deus. O amor é de uma utilidade poderosa para o mundo. O amor continuará existindo e florescendo quando a obra da fé estiver terminada. Certamente, nestes pontos de vista, o amor bem que merece a coroa.</p>
<p>(1) E agora, deixe-me fazer, a cada um em cujas mãos este artigo possa estar, uma simples pergunta. Deixe-me pressionar em suas consciências todo o assunto deste artigo. Você conhece algo da graça sobre a qual estive falando? Você tem amor?</p>
<p>A linguagem forte do Apóstolo Paulo deve certamente lhe convencer que a pergunta que te faço, não é uma que deve ser levemente posta de lado. A graça sem a qual este santo homem poderia dizer, “não sou nada”; a graça que o Senhor Jesus disse expressamente ser a grande marca de Seus discípulos; esta graça, digo, exige a mais séria consideração por parte de todos aqueles que se preocupam com a salvação de suas almas. Ela deveria lhe deixar pensando: “Como isso me afeta? Eu tenho amor?”.</p>
<p>Você talvez tenha algum conhecimento religioso. Você conhece a diferença entre a doutrina verdadeira e a falsa. Você pode, talvez, até citar textos e defender as opiniões que você sustenta. Mas, lembre-se que o conhecimento que é desprovido de resultados práticos na vida e no temperamento, é uma possessão inútil. As palavras do Apóstolo são bem claras: “Se conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e não tivesse amor, nada seria” (1 Coríntios 13:2).</p>
<p>Você talvez pense que tem fé. Você pode confiar que é um dos eleitos de Deus e descansar nisso. Mas, certamente você se lembrará que há uma fé de demônio, que é absolutamente inútil, e que a fé dos eleitos de Deus é uma “fé que opera pelo amor” (Gálatas 5:6). Foi quando Paulo lembrou do amor dos tessalonicenses, bem como de sua fé e esperança, que ele disse “Sabemos, amados irmãos, que a vossa eleição é de Deus” (1 Tessalonicenses 1:4 — “<em>Sabemos que Ele vos escolheu</em>”, na versão do autor).</p>
<p>Olhe para a sua vida diária, tanto em casa como fora, e considere que lugar o amor da Escritura tem nela. Qual é o seu temperamento? Qual é a sua conduta com respeito aos membros da sua própria família? Qual é a sua maneira de falar, especialmente nas ocasiões de irritação e provocação? Onde está sua boa natureza, sua cortesia, sua paciência, sua mansidão, sua gentileza e sua tolerância? O que você sabe da mente dAquele que “andou fazendo o bem” — que amou a todos, embora especialmente os Seus discípulos — que retornou o mal com bem, e ódio com bondade, e que teve um coração grande o suficiente para simpatizar com todos?</p>
<p>O que você faria no céu, se chegasse lá sem amor? Que conforto você teria num lar onde o amor fosse uma lei, e o egoísmo e a natureza má fossem completamente impedidos? Sim! Eu receio que o céu não será um lugar para um homem sem amor e de mau-gênio! Observou o que um garoto disse um dia desses? “Se vovô for para o céu, espero que eu e o meu irmão não estejamos lá”. “Por que você diz isso?”, alguém perguntou. O garoto replicou: “Se ele nos ver lá, tenho certeza que ele dirá, como o faz agora, &#8216;O que estes garotos estão fazendo aqui? Tirem-nos do caminho&#8217;. Ele não gosta de nos ver na terra, e suponho que não gostará de nos ver no céu”.</p>
<p>Não dê descanso a você mesmo, até que conheças por experiência o verdadeiro amor cristão. Vá e aprenda dEle que é manso e humilde de coração, e peça que te ensine a amar. Peça ao Senhor Jesus para colocar Seu Espírito dentro de você, para tirar o velho coração, para lhe dar uma nova natureza, e fazê-lo conhecer algo de Sua mente. Clame a Ele, noite e dia, por graça, e não Lhe dê descanso até que você sinta algo daquilo que descrevi neste artigo. Serás verdadeiramente feliz quando puderes entender o que significa “andar em amor”.</p>
<p>(2) Mas, eu não esqueci que estou escrevendo a alguns que não são ignorantes do amor da Escritura, e que desejam sentir mais dele todos os anos. Aos tais darei duas simples palavras de exortação. Elas são estas: “Praticai e ensinai a graça do amor”.</p>
<p>Pratique o amor diligentemente. De todas aquelas graças acima, esta é uma das que mais crescem pelo exercício constante. Tente transportá-la, mais e mais, para cada pequeno detalhe da vida diária. Vigie vossa língua e o vosso temperamento, a cada momento e hora do dia — e especialmente no tratamento com as crianças e familiares próximos. Lembre-se do caráter da mulher excelente: “Abre a sua boca com sabedoria, e a lei da beneficência está na sua língua” (Provérbio s 31:26). Lembre das palavras de Paulo: “Todas as vossas coisas sejam feitas com amor” (1 Coríntios 16:14). O amor deve ser visto tanto nas coisas pequenas como nas grandes. Não se esqueçam, tampouco, das palavras de Pedro: “Tende ardente amor uns para com os outros”; não um amor que dificilmente é uma chama, mas um amor que queime e arda como o fogo, o qual todos ao nosso redor possam ver (1 Pedro 4:8). Pode custar dores e problemas guardar estas coisas em mente. Pode haver pouco encorajamento pelo exemplo dos outros. Mas, persevere. Amor como este traz a sua própria recompensa.</p>
<p>Finalmente, ensine os outros a amar. Sobretudo, ensine às crianças, se você tiver. Lembre-os constantemente que a bondade, bom caráter e boa disposição estão entre as primeiras características que Cristo requer das crianças. Se elas não podem entender muitas doutrinas, podem compreender o amor. A religião de uma criança é de pouca valia, se ela consiste somente em repetir textos e hinos. Apesar de seres úteis, eles são freqüentemente aprendidos sem pensamento, relembrados sem sentimento, recitados sem consideração do seu significado e esquecidos quando a infância se vai. Certamente, deixe que às crianças sejam ensinados textos e hinos; mas, não deixe que tal ensinamento seja tudo na religião deles. Ensine-os a controlar seus temperamentos, a serem bondosos para com os outros, a serem altruístas, de bom caráter, prestativos, pacientes, gentis e perdoadores. Diga-lhes para nunca esquecer do dia de sua morte, ainda que eles vivam tanto quanto Matusalém; diga-lhes que sem amor o Espírito Santo diz que “não somos nada”. Diga-lhes que, “sobre tudo isto, revesti-vos do amor, que é o vínculo da perfeição” (Colossenses 3:14).</p>
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		<title>Vida prática e o ensino da Graça.</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 13:41:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por favor, leia Romanos 8.26-39; Gênesis 50.15-21 Em 1858, um jovem missionário presbiteriano talentoso chamado John G. Paton, navegou com sua esposa e seu pequeno filho para as ilhas New Hebrides no Pacífico Sul para começar um trabalho missionário entre os ilhéus. Após alguns meses de sua chegada, sua esposa e seu filho morreram, deixando-o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por favor, leia Romanos 8.26-39; Gênesis 50.15-21</p>
<p>Em 1858, um jovem missionário presbiteriano talentoso chamado John G. Paton, navegou com sua esposa e seu pequeno filho para as ilhas New Hebrides no Pacífico Sul para começar um trabalho missionário entre os ilhéus. Após alguns meses de sua chegada, sua esposa e seu filho morreram, deixando-o sozinho no trabalho. Em agosto de 1876, um jovem teólogo talentoso chamado Benjamin Breckinridge Warfield e sua esposa, estavam em lua-de-mel na Alemanha. Durante a visita aos pontos turísticos da região da Floresta Negra, eles foram pegos de surpresa por uma terrível tempestade, e algo aconteceu com sua esposa que nunca foi completamente explicado, submetendo-a a uma invalidez para o resto da vida.</p>
<p><span id="more-990"></span></p>
<p>Na década de 1950, a congregação da Igreja Presbiteriana Independente de Savana chamou um jovem pregador para tomar as rédeas de uma igreja muito dividida. Ele veio com sua esposa e seus cinco filhos, o mais novo tinha apenas três anos. Depois de um ano e meio, desenvolveu um tumor no cérebro, e após dois anos do início de seu trabalho em Savana, o Rev. Van Puffelen estava morto.</p>
<p>Como você explica estas coisas? Talvez um tanto frustrante. Como você explica as respostas destes indivíduos? John G. Paton permaneceu no campo e teve uma grande colheita, e mais tarde disse:</p>
<p>Eu construí um túmulo cercado com blocos de coral, e cobri o topo com lindos corais brancos, pequenos cascalhos quebrados; e aquele lugar se tornou para mim, meu mais sagrado e freqüentado santuário durante todos os meses e anos que se seguiram, enquanto eu trabalhava na salvação daqueles ilhéus selvagens, em meio a dificuldades, perigos e mortes. Quando esta ilha se voltar para o Senhor, e for ganha para Cristo, nos dias seguintes os homens encontrarão a memória daquele lugar ainda vívida – onde, com incessantes orações e lágrimas, eu reivindiquei aquela terra para Deus, na qual eu “enterrei minha morta” com fé e esperança.</p>
<p>Warfield cuidou de sua esposa durante os quarenta anos em que permaneceram juntos, humilde e submisso, sem lamúrias, sem pena de si mesmo, sem justificar a necessidade de auto-satisfação, cumprindo seus votos matrimoniais, cumprindo seu dever para com sua esposa.</p>
<p>A “Sra. Van” , como era conhecida em Savana, gentil e dócil por fora, forte como cravos por dentro, começou a lecionar no Externato Presbiteriano Independente e educou seus cinco filhos com um tremendo sacrifício próprio, e sem lamúrias.</p>
<p>Qual é a explicação em cada uma destas situações? A explicação é que cada um deles cria na soberania de Deus. Todos entenderam a justiça de Deus, sua misericórdia, seu governo absoluto, e cada um recebeu suas circunstâncias como de Sua mão para seu bem e se submeteram a elas.</p>
<p>Ainda, como você explica a adversidade? Como você lida com o sofrimento que está no mundo? Admita que leva tempo para que nossas emoções alcancem nossas mentes, que não há respostas “fáceis” , e que quando nós perguntamos “por que” , não devemos fazer de forma tão simplista ou como uma questão de fatalidade; porém temos uma explicação para o sofrimento, a única explicação para o sofrimento que opera e abre caminho para o conforto num mundo de dor.</p>
<p><strong><br />
O Problema do Prazer </strong></p>
<p>Do nosso ponto de vista, muito da discussão sobre o “problema da dor” e sofrimento tem começado do jeito errado. Como vimos em nossa consideração sobre predestinação, há uma tendência por começar com a suposição da inocência humana. A adversidade então, é vista como uma intromissão imparcial ou injusta na vida de quem não a merece. Isso está implícito em quase todas as discussões sobre o assunto. Portanto, nós freqüentemente questionamos: “Por que Deus tem permitido que isso aconteça a uma família tão pura (e não merecedora)?”.</p>
<p>O lugar bíblico para se começar qualquer consideração sobre o sofrimento, não é a inocência, mas a culpa. No começo da Bíblia está um relato do que é chamado a “Queda do Homem” . Ele está lá para lembrar-nos que vivemos em um mundo “caído” , um mundo em desordem e sob a maldição de Deus. A resposta de Deus ao pecado de Adão e os pecados de sua descendência é uma condenação. Deus prometeu a morte “no dia em que dela comeres” . Entretanto, num sentido final, a morte foi adiada. Enquanto isso, a vida consiste em múltiplos mini-julgamentos que nos visitam por causa do pecado de Adão e de nossos próprios pecados, como pré-estréias do julgamento final. Estes mini-julgamentos, porque são desprovidos da morte eterna do inferno, são, em efeito, graciosos estágios de execução.</p>
<p>O que estamos dizendo é que cada momento que um de nós vive do lado de cá do inferno é um problema. Como é que um Deus justo e verdadeiro pode tolerar o mal e deixá-lo continuar existindo? Como ele pode atrasar seu aviso de que “a alma que pecar, essa morrerá” (Ez 18.4)? O problema não é a dor, mas o prazer. Uma justiça severa lançará cada um de nós no inferno. Qualquer coisa menor do que isso – enfermidade, injúria, miséria, fome, ou sofrimento profundo – é misericórdia.</p>
<p>Considere a resposta de Jesus à questão de seus discípulos sobre os infelizes galileus que haviam sido massacrados por Pilatos (Lc 13). Eles queriam saber se “estes galileus eram mais pecadores que os outros porque sofreram este destino” . Esta questão é antiga. Aqueles que sofrem, sofrem porque são mais pecadores que as outras pessoas? Podemos dizer que o sofrimento é diretamente proporcional ao pecado? A resposta popular é dizer “não” , e ela está correta. Podemos corretamente citar Jó como um exemplo de um homem que não sofreu por seu pecado pessoal. Jesus, de fato, diz: “Não eram, eu vo-lo afirmo…” Jesus concorda com a resposta popular ao dizer que estas pessoas não eram necessariamente mais merecedoras de sofrimento que outras. Elas não morreram porque eram mais pecadoras que o resto. Nós esperávamos que ele continuasse a falar sobre como o sofrimento é imerecido. Muitas vezes, nós diríamos, os inocentes sofrem neste mundo. Freqüentemente, nós dizemos, é o bom que é injuriado e ofendido. Mas, surpresa, isso não é o que ele diz afinal. Em vez de dizer que alguns são sofredores inocentes, ele diz que todos merecem sofrer deste modo. Ele avisa que “se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis” . Em outras palavras, não é que eles sejam piores do que os outros, mas é o que cada pecador merece, e terá, a menos que se arrependa. Jesus não se concentra na tragédia que caiu sobre alguns, mas na graça pela qual a maioria é poupada.</p>
<p>Da mesma maneira, Jesus continuou a falar nos dezoito sobre quem a “torre de Siloé caiu e matou” . Ele pergunta: “(eles) eram mais culpados que os outros habitantes de Jerusalém?” Podemos deduzir, a partir da quantidade de sofrimento que as pessoas suportam, quem é justo e quem é pecador? Não, ele diz. Mas, novamente, isso significa que eles poderiam não ser merecedores? Não. Eles têm o que todos merecem, mas alguns são poupados.</p>
<p>Não eram, eu vo-lo afirmo; mas, se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis (Lc 13.5).</p>
<p>Assim, o problema do sofrimento, como Jesus o interpreta, não é afinal um problema de dor. A dor pode ser explicada facilmente. Vivemos em um mundo caído e sob julgamento. Todos os piqueniques da vida têm suas formigas. Em nossa lua-de-mel, Emily e eu fomos um dia à praia. Quando chegamos, começou a chover. Não sendo a teóloga da família, ela perguntou: “por que Deus fez isso conosco?” Minha resposta sensível foi: “por que não choveu outro dia? Por que ele permitiu que viéssemos aqui afinal?” Ela não estava para brincadeira. É claro, há sofrimento. O extraordinário não é que exista dor, mas que exista prazer. Uma vez que se entenda a doutrina da queda e da depravação do homem, o problema filosófico não está no explicar o porquê Deus permite o sofrimento, mas no porquê ele mostra graça e misericórdia. Qualquer dor e sofrimento menor que as chamas do fogo eterno no inferno, é um adiamento misericordioso de Deus. Eu posso entender porque sofremos. Eu não posso entender porque não sofremos mais.<br />
<strong>Soberania e Dor </strong></p>
<p>Em capítulos anteriores, vimos que a soberania de Deus se estende sobre cada molécula existente. Ele decretou e planejou “tudo quanto acontece” . Então, não pense por um só momento que sua dor está excluída. Quando eu estava no seminário, um jovem cristão muito promissor, um estudante talentoso da Cal Tech [2], com uma mente brilhante, estava se preparando para uma missão de campo com os Tradutores Wycliffe da Bíblia. Ele caiu, em uma viagem a pé e morreu tragicamente. Um teólogo evangélico mundialmente famoso disse em seu funeral: “Esta não era a vontade de Deus” . Em um funeral em Savana, poucos anos atrás, uma declaração similar foi feita no velório de uma jovem mãe que morreu repentinamente: “Deus não queria que isso acontecesse”. Esta posição também é tomada num livro muito popular, Why Bad Things Happen to Good People (Porque Coisas Ruins Acontecem a Pessoas Boas). O autor perdeu sua filha adolescente para a leucemia. Ele lutou tentando explicar como Deus poderia ter permitido que isso acontecesse. Note seu modo de pensar. Existem pessoas “boas” (leia “inocentes” ) que não merecem que coisas “más” aconteçam a elas. A resposta que ele deu foi que Deus é bom, mas não há nada que ele possa fazer acerca do sofrimento. Ele não pode interferir. Suas mãos estão atadas. Ele não é culpado. Ele não pode ser acusado. Podemos estar certos de que ele ainda nos ama, pois não foi ele quem fez estas coisas horríveis acontecerem conosco.</p>
<p>O que podemos dizer sobre isso? Em nosso conceito, esta explicação não oferece qualquer consolação e, de fato, é horripilante. Por quê? Considere o seguinte.</p>
<p>Primeiro, se existe um Deus, o que acontece deve ser sua vontade . Se acontece alguma coisa que não é de sua vontade, ele não é Deus, e nós temos um problema. Se existem moléculas perambulando por aí, fazendo o que não foi ordenado por Deus, então ele tem um concorrente igual a ele, portanto não é Deus como a Bíblia o descreve. Para Deus ser Deus, ele deve ser soberano. Para ele ser soberano em tudo, ele deve ser o soberano sobre tudo .</p>
<p>Deixe-me ver se consigo esclarecer o que eu quero dizer. Todos os que crêem em Deus, crêem que ele pode prever todas as coisas. Uma vez que você deixe de crer na presciência, você realmente deixa de crer em Deus. O que ele prevê, certamente acontecerá. Então quando Deus prevê algo e decide permitir que aconteça, ele o faz porque isso convém a seus propósitos. Isso serve a seus planos. A alternativa é dizer que ele prevê coisas e as permite até mesmo que elas não combinem com seus propósitos, o que é claramente ilógico e absurdo. Isso não significa que ele “gosta” do que prevê, ele só permite que aconteça porque encontra algo positivo e alguma razão nisto. O bom Deus permite acontecer o que acontece porque convém a seus propósitos; e seus propósitos são bons.</p>
<p>Às vezes as pessoas tentam evitar as implicações disto apelando para a previsão, dizendo que Deus meramente “prevê” todas as coisas, ele não as fará realmente. Mas conforme pudemos ver, esta distinção não se sustenta. O que um Deus onipotente prevê e permite, ele quer e ordena.</p>
<p>Segundo, ou os eventos têm um significado dado por Deus, ou não têm sentido algum . Na tentativa de manter Deus “fora da armadilha” , as pessoas acabam deixando suas tragédias sem sentido, transformando-as em algo realmente trágico. Você deve reconhecer que não pode haver dois caminhos. Ou Deus está nele, ou ele não está. Se ele não está, então é o diabo, o mal, a “sorte”, o destino, ou o acaso.</p>
<p>Quando eu era pastor dos jovens em Miami, nós presenciamos duas mortes trágicas de pais de adolescentes. Um foi o pai de minha esposa Emily, que sofreu um ataque do coração quando ela tinha apenas dezesseis anos. O outro foi do pai de uma garota de dezesseis anos também, mas as circunstâncias foram diferentes. Enquanto que o pai de Emily morreu de repente, este homem, o Dr. John Richardson, filho do Reverendo J.R. Richardson, morreu lentamente durante um período de quase dois anos. Os dias finais foram diferentes de qualquer coisa que eu já havia visto ou que veria. Ele morreu em casa, rodeado por sua família. Seus últimos momentos foram passados com sua filha mais nova aconchegada a ele de um lado, a outra filha nos seus pés, sua esposa ao seu outro lado, seus filhos sentados junto a sua cama. Esta foi a morte mais triste e mais doce que eu já presenciei. Algumas semanas depois, a filha mais nova veio a mim e perguntou: “Por que Deus permitiu isso?” Minha resposta foi gentilmente dizer: “Ah, ele permitiu, mas teve boas razões” , e continuei, “ e nós nos agarramos a isso porque a única alternativa é dizer que Deus não o permitiu, e não há razão e é apenas uma tragédia sem propósito” . O que você deve fazer agora? Confiar nele! Diga que ele não é o responsável e você perde a oportunidade de confiar nele.</p>
<p>“Deus é grande e Deus é bom”. Esta foi a primeira oração que eu aprendi. Ela também expressa o problema do sofrimento. Por que um Deus grande permite o mal quando ele poderia impedi-lo? Por que um Deus bom permite o mal quando o odeia? Negue qualquer lado da equação e você resolverá o problema do mal: Deus é bom, mas não é grande; ele gostaria de impedir o mal, mas ele é fraco. Deus é grande, mas não é bom; ele não quer impedir o mal porque ele se deleita nele.</p>
<p>Desde Agostinho, os cristãos têm dito que Deus permite o mal para um bem maior. O paradigma é encontrado na crucificação. Quando o homem realizou este grande mal, Deus produziu a partir dele o maior bem. Porém, a crucificação foi realizada pelo “determinado desígnio e presciência de Deus” (At 2.23). Deus estava nela; ele a tinha ordenado. Da mesma maneira, ele está em nosso sofrimento. Por ele estar no sofrimento, este tem um propósito, tem um sentido.<br />
<strong>Cristo e a Dor </strong></p>
<p>Finalmente, vamos às respostas encontradas em Romanos 8. A maravilha de nossa adoção e conseqüentemente glorificação, leva Paulo a falar do caminho para a glória que é o caminho do sofrimento. Ele diz que nós somos “ co-herdeiros com Cristo; se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados ” (8.17). Novamente, ele une o sofrimento e a glória dizendo: “Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós” (8.18). Ele fala de nossos “gemidos” e os contrasta com “nossa adoção de filhos, a redenção do nosso corpo” (8.23). Ele estimula à necessidade de “esperança” e “perseverança” (8.24,25). Ele promete a ajuda do Espírito quando oramos “ com gemidos inexprimíveis” (v.26). Então vem a jóia da coroa das promessas bíblicas. “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8.28). Paulo regozija-se num Deus que está em todas as coisas, fazendo-as trabalhar para o bem daqueles que o amam. E precisamente no caso de que você pudesse parar e duvidar se você ama Deus o suficiente ou não, ele acrescenta: “daqueles que são chamados segundo o seu propósito” . Machen disse sobre estes versos:</p>
<p>… que pequeno conforto existiria nessas palavras se o versículo parasse ali – se nos tivesse sido dito simplesmente que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, e então seríamos levados a acender aquele amor de Deus em nossos corações frios e mortos. Mas, graças a Deus, o versículo não termina ali. O versículo não diz apenas, “ sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus ” . Não, ele diz: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”. Aí está, meus amigos, o verdadeiro motivo de todo o nosso conforto – não em nosso amor, nem em nossa fé, ou em qualquer coisa que está em nós, mas neste misterioso e eterno conselho de Deus do qual vem toda a fé, todo o amor, tudo o que temos, somos e podemos ser neste mundo e no mundo que está por vir.</p>
<p>Aqueles que amam a Deus são aqueles que foram chamados. Os chamados são aqueles que foram conhecidos de antemão (o que significa amados de antemão) e predestinados. A “corrente de ouro” está exposta no verso 30: “E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” (Rm 8.30). Àqueles nos quais Deus colocou seu amor – àqueles que foram chamados eficazmente a Cristo pelo evangelho, que foram justificados e glorificados (o tempo passado indica que Paulo até mesmo vê isso como um fato concluído) – é prometido que tudo tem um bom propósito para eles. O próprio Deus o garante.</p>
<p>Quando eu tinha três anos, meus pais distraidamente deixaram minha irmã e eu no carro da família depois que voltamos da Igreja num domingo. Nós brincávamos e eu soltei o freio de mão. O carro começou a rolar pela rampa da garagem. Nós nos apavoramos. Minha irmã pulou para fora do carro. Ela tinha cinco anos – podia fazer aquilo. Eu caí debaixo da roda dianteira, e nossa perua Plymouth ano 56 passou por cima das minhas costas, pescoço e cabeça.</p>
<p>Quando eu tinha quinze anos, eu estava praticando com o time de futebol do colégio, que incluía três futuras estrelas do futebol universitário, entre eles Vince Feragammo. Certa tarde, eu corri um “ reinício ” padrão, peguei a bola, contornei o campo, tentei evitar meu defensor; nesta tentativa de evitá-lo, subitamente senti uma dor aguda na minha coxa. Um barulho tão forte como o de um galho de árvore quebrando pôde ser ouvido em todo o campo enquanto eu caía, minha perna torceu debaixo de mim, meu fêmur estava caprichosamente quebrado.</p>
<p>Por quê? Eu não sei. Eu não tenho que saber. Tudo o que eu sei é que Deus estava nesse acontecimento, e o estava trabalhando para o bem.</p>
<p>Alguns de vocês já sofreram coisas muito piores que isso. Alguns de vocês perderam filhos e netos em acidentes e doenças. Outros foram assolados pela morte de seus maridos e esposas. Amigos, parentes, outros amados têm sofrido com circunstâncias trágicas. Você tem gritado. “Ah não, isso não – tudo menos isso! Senhor, por quê? Por que o Senhor fez isso?” Talvez você tenha cultivado amargura. Você tem estado ressentido com Deus desde então. Você está desiludido e confuso. Tenha isso por certo – em Cristo, embora o diabo, o mundo e os inimigos tenham planejado sua destruição, Deus estava trabalhando todas as coisas para o bem.</p>
<p>Considere a vida de José. Que adversidades ele sofreu! Pense em seu coração quebrado por causa da total rejeição por parte de seus irmãos, que estavam prontos para matá-lo de imediato. Pense na dor de ter sido vendido como escravo, sendo obrigado a deixar sua família, e não vê-la por décadas. Mesmo no Egito ele teve que lidar com a falsa acusação de tentativa de estupro, armada pela esposa de Potifar, o qual o lançou na cadeia. Ele tinha muitos motivos para a amargura. Pense em tudo o que Deus permitiu que acontecesse. Sua infância lhe foi tirada, foi tirado de sua terra natal e de sua família, bem como seu bom nome, por que ele não deveria amaldiçoar a Deus? Mas o que ele diz? Ele vê a mão soberana de Deus em tudo. Primeiro, ele diz a seus irmãos: “Assim, não fostes vós que me enviastes para cá, e sim Deus, que me pôs por pai de Faraó, e senhor de toda a sua casa, e como governador em toda a terra do Egito” (Gn 45.8). E numa segunda ocasião ele diz: “Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem, para fazer, como vedes agora, que se conserve muita gente em vida” (Gn 50.20). Leia de novo: “Deus o tornou em bem”, ele diz.</p>
<p>Algumas vezes, até mesmo muitas vezes, não saberemos que bem Deus estará trazendo da adversidade. Este não é o ponto crucial. O ponto crucial é saber que Deus é bom e que ele quer isso! Quando você perdeu seu amado, ele o quis. Quando você foi afligido por doenças, ele o quis. Quando você foi atingido por reversões financeiras, ele o quis. Ele promete transformar isso em bem. Agora você precisa confiar nele.</p>
<p>Crer na soberania de Deus tem algum impacto prático sobre a vida? Eu espero que você tenha começado a entender que estas doutrinas são vitais. Somente quando entendemos que Deus ordenou nosso sofrimento, podemos começar a entender o sentido dele. Somente então, estaremos certos de que ele tem um propósito. Quando as tragédias vierem, quando as adversidades atacarem, não seremos abalados. Sim, nós choraremos. Sim, nós sofreremos. Mas continuaremos andando confiantes, sabendo que Deus está no seu trono, que estamos em suas mãos, que nossas circunstâncias são seus feitos, e que ele trabalha este mal para o nosso bem.</p>
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		<title>Integralmente Hipócrita.</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 13:04:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O interior de um hipócrita nunca corresponde ao seu exterior. O interior de um hipócrita é uma coisa, e seu exterior é outra coisa; um hipócrita é exteriormente limpo mas interiormente impuro. Hipócritas são como os frascos dos farmacêuticos, tendo por fora o título de algum excelente remédio mas por dentro algum veneno mortal. Eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O interior de um hipócrita nunca corresponde ao seu exterior. O interior de um hipócrita é uma coisa, e seu exterior é outra coisa; um hipócrita é exteriormente limpo mas interiormente impuro. Hipócritas são como os frascos dos farmacêuticos, tendo por fora o título de algum excelente remédio mas por dentro algum veneno mortal. Eles são como os templos egípcios, que são belos por fora mas dentro deles nada se encontra além de serpentes e crocodilos, e outras criaturas venenosas.Hipócritas laboram mais em prol de um bom nome do que de um bom coração; uma boa repercussão dos seus feitos do que uma boa consciência; eles são como violinistas, mais cuidadosos em afinar seus instrumentos do que em vigiar suas almas. Hipócritas são como prata porém escurecem; eles possuem uma aparente santificação externa mas interiormente são cheios de malícia, mundanismo, orgulho, inveja, etc. São como almofadas de sofá, feitas de veludo e ricamente bordadas mas cujo interior é cheio de feno. Um hipócrita pode oferecer sacrifício com Caim, correr com Jezabel, se humilhar com Acabe, chorar com as lágrimas de Esaú, beijar Cristo com Judas, seguir a Cristo com Demas, e aparentar compromisso com Simão Mago; e ainda com tudo isto seu interior é tão mau quanto qualquer um deles. Um hipócrita é um Jacó por fora e um Esaú por dentro; um Davi por fora e um Saul por dentro; um Pedro por fora e um Judas por dentro; um santo por fora e um Satanás por dentro; um anjo por fora e um demônio por dentro. Um hipócrita é um Judeu exteriormente mas um ateu, um pagão, um infiel interiormente. Li sobre certas estátuas, assemelhando-se a Júpiter e Netuno, que por fora eram cobertas com ouro e pérola mas por dentro não tinham outra coisa senão aranhas e teias de aranha; a comparação perfeita com os hipócritas. Aquele monge acertou quando disse: “Mostrar ser um monge de forma externa foi fácil mas ser, de fato, um monge, interiormente, foi difícil.” Mostrar ser um cristão de forma externa é fácil mas ser, de fato, um cristão, interiormente, é muito difícil. O interior de um hipócrita nunca reflete ou corresponde ao seu interior; seu interior é perverso, e seu exterior é piedoso. Mas que todos os hipócritas saibam: fingir santidade é duplamente iníquo, e ao fim terão de responder por isto.</p>
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		<title>A correção em boa medida !.</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Apr 2010 20:09:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“A vara e a repreensão dão sabedoria; mas a criança entregue a si mesmaenvergonha a sua mãe”. Provérbios 29:15. O Deus vivo considera muito seriamente os votos de batismo que ospais fazem e a responsabilidade que ele dá a todos os pais quando lhes dá filhos. Disciplina é a ordem do governo de Deus, uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“A vara e a repreensão dão sabedoria; mas a criança entregue a si mesmaenvergonha a sua mãe”. Provérbios 29:15. O Deus vivo considera muito seriamente os votos de batismo que ospais fazem e a responsabilidade que ele dá a todos os pais quando lhes dá filhos. Disciplina é a ordem do governo de Deus, uma ordem dada a nós porque ele sabe que somos pecadores – aliás, que somos concebidos e nascemos em pecado. Hoje, a maldade da sociedade na qual vivemos te permeado também a igreja. E não nos deixou ilesos.</p>
<p><span id="more-982"></span></p>
<p>O Senhor tem confiado a nós como membros das Igrejas Protestantes Reformadas a mais bonita verdade, aquela do pacto. Deus nos leva à sua própria vida de comunhão e amor, e faz com que sua própria vida pactual vibre através de nós, o seu povo. E ele tem nos direcionado claramente como devemos nos portar como povo do seu pacto no meio das nossas famílias. Mas há um esforço incessante por parte de Satanás para destruir nossas famílias. E há um esforço incessante para destruir a verdade do pacto de uma forma muito prática no que diz respeito à vida familiar, e a instrução e disciplina das nossas crianças. Em obediência a Deus, nós, pais nas Igrejas Protestantes Reformadas, apresentamos nossos filhos a Deus para a administração do batismo infantil como um sinal e selo daquele pacto eterno de graça.No culto de adoração onde o batismo é administrado, os pais fazem votos diante de Deus em resposta às seguintes perguntas da nossa Forma de Batismo. “Primeiro. Você reconhece que, embora nossos filhos sejam concebidos e nascidos em pecado, e, portanto, sujeitos a todas as misérias, sim, à própria condenação, todavia foram santificados em Cristo, e, portanto, como membros da sua Igreja, devem ser batizados?</p>
<p>“Segundo. Você reconhece a doutrina que está contida no Antigo e Novo testamento, e nos artigos da fé cristã, e a qual é ensinada aqui nessa Igreja Cristã, como sendo a verdadeira e perfeita doutrina da salvação?“Terceiro. Você promete e pretende ver essas crianças, quando chegarem à idade da ponderação [independente de você ser pai ou testemunha], instruídas e educadas na doutrina supramencionada, e ajudar  ou fazer com que sejam instruídas nela, o máximo que puder?Para muitos de nós, no mundo das Igrejas Reformadas, tem havido centenas de vezes em que temos ouvido esses votos da Forma de Batismo respondidos com um simples, “SIM”. Mas quantas vezes temos verdadeiramente meditado sobre o significado e importância de tais votos? Por exemplo, reconhecemos que nossas crianças são pecadoras, santas somente em Cristo. Confessamos nossa crença que a doutrina ensinada nessa Igreja Cristã é a verdadeira e perfeita (ou mais corretamente dizendo, a “completa”) doutrina da salvação. Prometemos e reconhecemos nossa intenção de instruir nossas crianças e de criá-las nessa completa doutrina da salvação. Porém, entendemos que essa doutrina não é simplesmente um conhecimento das várias verdades fundamentais das Escrituras, mas que também envolve muito mais? Fazemos idéia que a doutrina contida no Antigo e Novo Testamento é também tudo aquilo que Deus nos ensina concernente à forma da vida cristã, familiar e como devemos disciplinar nossos filhos? Sim, geralmente contrário aos métodos de criação de filhos proclamados por psicólogos e “experts” deste mundo, Deus mesmo nos dá claras instruções na disciplina infantil. Não queremos dizer com isso que sejam instruções fáceis de seguir. Tampouco queremos dizer que concordaremos com tais métodos de disciplina, até onde diz respeito nossas mentes pecaminosas. Mas quando o próprio Deus dá instruções, você e eu devemos não somente ouvir, mas obedecer.O livro de Provérbios é cheio de ricas instruções, também referentes à criação dos filhos do pacto. Todavia, creio que qualquer ministro que compreende a importância da pregação centralizada em Cristo lhe dirá que é muito difícil pregar a partir do livro de Provérbios. Não há muitos sermões pregados a partir deste livro, certamente nenhuma série de sermões. Não que os Provérbios sejam difíceis de entender. É que eles são muitas vezes dolorosamente claros. Mas quando pregando a partir de Provérbios, não é difícil cair no erro de fazer de Provérbios um monte de homílias morais que se aplicam a todos os homens. É fácil negligenciar os Provérbios como parte daquela imagem do Deus da nossa salvação na face de Jesus Cristo. Portanto, à medida que considerarmos as palavras de Provérbios 29:15, insto que você atente ao chamado que temos aqui com respeito ao treinamento dos nossos filhos – não porque digo isso como um pai que pensa saber tudo, mas porque o único e sábio Deus diz: “A vara e a correção trazem sabedoria”. E é exatamente quando compreendemos isso como algo muito mais importante que a instrução na psicologia infantil, como a instrução autoritária que Deus nos dá para criarmos os nossos filhos em Cristo, que vemos a importância em atentarmos a essa palavra. Portanto, chamo a sua atenção para: A Disciplina da Vara e a Correção</p>
<p>Nós consideramos este tema abaixo de três títulos:</p>
<p>I. Disciplina Necessária</p>
<p>II. Disciplina Dupla</p>
<p>III. Disciplina Recompensadora</p>
<p>I. A disciplina necessária da qual o texto fala é a de treinamento da</p>
<p>criança.</p>
<p>E, mais particularmente, quando lembramos que as Escrituras são endereçadas à Igreja de Deus, e aqui especificamente aos pais do pacto, então vemos que o escritor refere-se aos filhos do pacto. É verdade que esse provérbio expressa uma máxima geral que pode ser aplicada a todos os filhos dos homens: A vara e a correção são meios apropriados de disciplina para toda criança, a fim de ajudá-las a se portarem melhor na sociedade (se é desta forma que você quer interpretar “sabedoria”); mas uma criança indisciplinada e sem limites traz vergonha para a sua mãe. Isso é verdade como regra geral para todos os homens. Mas se fazemos desse texto uma regra geral, um provérbio para todos, então falhamos em ver a beleza do evangelho aqui, e deixamos de ver sua aplicação específica à família do pacto e à criação dos nossos filhos. Pois devemos nos lembrar que, na Escritura, Cristo é o primeiro significado da palavra “sabedoria”. Quando temos isso em mente, então reconhecemos que esse texto dá instrução referente à criança que foi estabelecida por Deus dentro da esfera do pacto e, portanto, para pais que são membros da igreja de Cristo.</p>
<p>Quem é essa criança do pacto de quem o autor fala? De acordo com o Salmo 127:3: “Os filhos são herança do SENHOR”. Isso significa que nossos filhos nos são dados pelo Senhor Jeová. Filhos do pacto são possessão de Deus. Não são nossos, para fazermos com eles o que quisermos. Ele nos apontou como tutores das crianças que confiou aos nossos cuidados. E é necessário que lembremos que estamos lidando não com nossas próprias crianças, mas com as crianças de Deus. Essa é uma verdade que foi compreendida entre os israelitas.</p>
<p>Especialmente em Israel, entre o povo de Deus, havia um tremendo interesse nas crianças. Isso aconteceu sem dúvida por causa da doutrina do pacto e a promessa que Deus havia dado aos patriarcas, de estabelecer seu pacto com os crentes e a sua semente, como um pacto eterno. Embora entendessem a história de Jacó e Esaú, e a verdade que a linha da eleição ereprovação percorre toda a esfera exterior do pacto; embora entendessem que não poderiam presumir a salvação de seus filhos, os israelitas, contudo, viam as suas crianças como filhos do pacto, filhos que Deus tinha lhes dado para criar dentro da esfera do seu reino e lei. E, portanto, a vida dos filhos de Deus, de uma forma extensa, girava em torno das suas crianças. Isso se torna evidente se você pegar uma boa concordância bíblica e estudar as palavras que são traduzidas como “crianças” no Antigo Testamento.Existem umas nove palavras hebraicas diferentes para “criança”, cada uma descrevendo esse filho do pacto do ponto de vista de vários estágios do seu desenvolvimento e maturidade. Mas devemos lembrar que na fundação de todos esses fatos concernentes aos vários estágios de desenvolvimento infantil, repousa a verdade que nossas crianças nascem mortas em delitos e pecados, e são justas somente em Cristo Jesus nosso Senhor. Disciplina é uma parte necessária da vida de uma criança. Estas crianças, a quem damos nosso afeto e a quem amamos tanto, são pecadoras, dignas do inferno eterno desde o momento em que foram concebidas. E mesmo como crianças regeneradas, elas têm um velho homem assim como eu e você temos, lutando dentro delas. Se não se tornar cego pela preciosidade delas, você pode vê-las, já na infância, projetando aquela miserável natureza pecaminosa.</p>
<p>E na maioria das vezes, o pecado que as nossas crianças projetam é</p>
<p>aquele pecado particular ou um número de pecados que aborrecem nossa</p>
<p>natureza como pais. Devemos confessar isso para as nossas crianças</p>
<p>também e ensiná-las: Nós vemos o nosso pecado em vocês, meus filhos. E,</p>
<p>garotos e garotas, porque vocês têm a mesma natureza pecaminosa que nós,</p>
<p>vocês também precisam aprender a verdade em Jesus. Vocês devem se</p>
<p>despir do velho homem, e se revestir da vida de Jesus. Também devem se</p>
<p>entristecer, e excessivamente, por terem pecado contra Deus. E vocês</p>
<p>devem aprender também que a verdadeira alegria e felicidade em nossa vida</p>
<p>está somente em Deus, através de Jesus Cristo. Pois, à medida que enxergar</p>
<p>isso, mais grato você será que Deus tenha salvado um pecador como você.</p>
<p>E mais desejo terá de querer guardar os mandamentos de Deus e viver para</p>
<p>ele.</p>
<p>Para este fim, Deus ordenou que haveria um relacionamento de</p>
<p>autoridade que os pais exerceriam sobre os filhos que Deus lhes deu. Isto é</p>
<p>necessário por causa da natureza da criança. Quando você pensa no quinto</p>
<p>mandamento, por exemplo, vê que é perfeitamente apropriado ao caráter da</p>
<p>criança. Por esse motivo, é incrivelmente tolo falar sobre os direitos da</p>
<p>criança. O próprio Deus conhece a vida e desenvolvimento da criança. Ele</p>
<p>ordenou não somente a forma de desenvolvimento físico, mas também a</p>
<p>forma de desenvolvimento espiritual. Ele vê que crianças são pecadoras, as</p>
<p>quais, se deixadas à si mesmas, trarão vergonha não somente a ele, mas à sua</p>
<p>Igreja e mesmo àquele a quem a criança é mais próxima – sua própria mãe.</p>
<p>Este é o ponto da última parte do texto diante de nós.</p>
<p>A criança que é indisciplinada, aquela que não é criada com a vara e a</p>
<p>correção, e que é deixada a si mesma na adolescência, traz vergonha à sua</p>
<p>mãe. Não se pode conceber uma ilustração mais clara de miséria e ruina.</p>
<p>Com que frequência você não vê uma mãe achando engraçado o</p>
<p>temperamento maldoso da sua criança? Talvez você mesmo já o tenha feito.</p>
<p>A natureza miserável de um filho ou filha é dissimulada como incidental, de</p>
<p>forma que a mãe dirá a si mesma: “O temperamento mal passará, à medida</p>
<p>que ele crescer e for capaz de argumentar mais com ele. O tempo se</p>
<p>encarregará disso”. Deus nos ensina aqui que o tempo por si mesmo não</p>
<p>conserta nada! O tempo apenas fortalece e traz maturidade àquela natureza</p>
<p>perversa! Esse é um fato certo.</p>
<p>Você e eu não podemos projetar o futuro das nossas crianças. Não</p>
<p>podemos saber o que futuro reserva para eles no que concerne à saúde ou</p>
<p>doença, altura ou força, talentos ou posições. Mas de uma coisa podemos</p>
<p>estar absolutamente certos, de acordo com a Palavra de Deus – essa criança,</p>
<p>sem o governo e disciplina ordenado por Deus, irá correr sob o impulso</p>
<p>impetuoso e perverso de sua própria vontade e, deixada a si mesma, trará</p>
<p>vergonha à medida que corre para a destruição. A disciplina sã de orientação</p>
<p>celestial é a bênção do nosso Pai. A sua mais terrível maldição é entregarnos</p>
<p>aos nossos próprios caminhos, para andarmos em nossos conselhos,</p>
<p>como lemos no Salmo 81:12. A criança deixada a si mesma mostrará em</p>
<p>toda a sua vida o ódio por Deus e pelo seu próximo, algo que permeia toda</p>
<p>a sua natureza.</p>
<p>Eu não posso enfatizar excessivamente a necessidade de exercer a</p>
<p>disciplina cristã sobre as nossas crianças, para a salvação delas e para que</p>
<p>seja refletida a glória de Deus.</p>
<p>O que as pessoas vêem quando olham para os seus e os meus filhos?</p>
<p>Se as pessoas podem olhar para os lares dos crentes das Igrejas Protestantes</p>
<p>Reformadas e ver neles uma estrutura de ordem e um respeito à autoridade,</p>
<p>que honre a Deus, e que sobressai em contraste ao pensamento</p>
<p>antropocêntrico que tem permeado o mundo e a igreja de hoje, esse será um</p>
<p>dos mais poderosos testemunhos à verdade na qual alegamos crer. A</p>
<p>comunhão pactual de Deus é refletida em nossa vida familiar?</p>
<p>A disciplina amável, porém autoritária, de Cristo é vista em vocês</p>
<p>como pais, enquanto exercitam a disciplina em seus filhos? Sem ela, sem</p>
<p>obediência aos preceitos de Deus na criação de seus filhos, todo o seu</p>
<p>chamado “amor” às Escrituras e à verdade de Deus será visto por todos</p>
<p>aqueles a sua volta como demasiada hipocrisia.</p>
<p>A maneira na qual nossas crianças são treinadas a se conduzir no</p>
<p>culto de adoração, na escola, na vizinhança, e em casa, deve refletir a</p>
<p>verdade que está revelada na Bíblia.</p>
<p>Se levamos nossas crianças à igreja, só para dar-lhes brinquedos para</p>
<p>brincar, se não os ensinamos a sentarem e permanecerem quietos num culto</p>
<p>de adoração, ouvindo e se dobrando diante da autoridade de Cristo,</p>
<p>zombamos do próprio Deus.</p>
<p>Através de tal ação, ensinamos às nossas crianças que igreja não é</p>
<p>realmente importante, e que a Palavra pregada é algo que devemos apenas</p>
<p>sentar e tolerar.</p>
<p>Se os nossos vizinhos olham para os nossos lares e não vêem nenhum</p>
<p>grau de piedade maior da que eles têm em seus lares ímpios, eles dirão que a</p>
<p>nossa religião é um lixo, que o nosso Cristo não significa nada, e que as</p>
<p>verdades que proclamamos não têm suporte prático na maneira como</p>
<p>vivemos e ensinamos nossas crianças a viver.</p>
<p>Nós temos a responsabilidade de organizar os nossos lares de acordo</p>
<p>com a Palavra de Deus, para que carreguem um testemunho positivo da</p>
<p>verdade do pacto de Deus, como vivemos em sua amável comunhão como</p>
<p>aqueles redimidos por Cristo e que o amam.</p>
<p>E, eu poderia adicionar a que responsabilidade é colocada sobre nós</p>
<p>não somente como pais individuais, mas como igreja. Todos nós somos</p>
<p>responsáveis em ajudar e encorajar amavelmente uns aos outros na</p>
<p>disciplina de nossos filhos. Digo isso estando completamente consciente do</p>
<p>fato que essa é freqüentemente uma área na qual não temos liberdade de</p>
<p>falar. J. C. Ryle, um pregador e escritor do século 19 na Igreja da Inglaterra,</p>
<p>observou em seu livro O Cenáculo:</p>
<p>Como ministro, não posso deixar de ressaltar que dificilmente</p>
<p>há algum assunto sobre o qual as pessoas são tão obstinadas</p>
<p>como aqueles sobre os seus filhos. Tenho ficado às vezes</p>
<p>completamente assombrado com a negligência de pais cristãos</p>
<p>sensíveis em concordar que seus filhos estejam em falta, ou</p>
<p>mereçam repreensão. Não são poucas pessoas a quem eu</p>
<p>preferiria muito mais conversar sobre os próprios pecados</p>
<p>delas, do que falar que seus filhos fizeram algo errado.</p>
<p>Essa atitude vista no século 19 não é diferente hoje; talvez seja pior.</p>
<p>Que Deus nos livre, pais, de tal atitude.</p>
<p>Suas crianças, assim como as minhas, precisam de disciplina de</p>
<p>acordo com a instrução do nosso Pai celeste. Salomão escreveu em</p>
<p>Provérbios 19:18, e eu cito literalmente: “Castiga o teu filho, pois há</p>
<p>esperança; e não deixes que tua alma se exalte até o matar”. Este</p>
<p>último é o que você faz se rejeita castigar seus filhos de acordo com a</p>
<p>vontade de Deus. Tão necessária é a disciplina dos nossos filhos, que ela é</p>
<p>literalmente uma questão de vida ou morte, tudo dentro do soberano</p>
<p>conselho e vontade de Deus. Quando nossos filhos erram, devem ver em</p>
<p>nós a ira de Deus contra o pecado, para que possam ver também o perdão</p>
<p>em Cristo Jesus.</p>
<p>II. A Vara e a Correção é a Disciplina Dupla que Nós Somos</p>
<p>Chamados Para Aplicar Nos Nossos Filhos.</p>
<p>Ao contrário dos conhecidos ensinamentos do dr. Benjamin Spock, e</p>
<p>os de muitos que têm rejeitado a Palavra de Deus, a vara é um instrumento</p>
<p>necessário na disciplina dos nossos filhos. Isso é tão importante que Deus</p>
<p>nos fala em Provérbios 13:24: “O que não faz uso da vara odeia seu filho,</p>
<p>mas o que o ama, desde cedo o castiga”.</p>
<p>Não é fácil usar a vara de disciplina.</p>
<p>O mundo tem corrompido tanto o conceito de “amor”, que o nosso</p>
<p>coração enganoso diria prontamente que é amor deixar uma criança fazer o</p>
<p>que ela quiser, assim como falar o que desejar.</p>
<p>E eu gostaria que as mães notassem que a mãe é especificamente</p>
<p>mencionada neste texto. Porque o chamado do pai é o de prover para a sua</p>
<p>família, o chamado à disciplina inicial cai primeiramente sobre vocês mães</p>
<p>que estão em casa. Esta é uma das razões pelas quais você é especificamente</p>
<p>mencionada. Mas eu diria que há outra razão em conexão com esse</p>
<p>chamado para usar a vara e a correção. Se o caráter mais forte do pai</p>
<p>geralmente o induz a “provocar seus filhos à ira”, contra o que Paulo fala</p>
<p>em Colossenses 3:21, a natureza mais gentil e geralmente mais carinhosa da</p>
<p>mãe não inclina em direção ao mal oposto? Vocês mães tentariam corrigir</p>
<p>seus filhos com umas poucas palavras duras, ou com um suave “Se você se</p>
<p>aquietar agora mesmo, vai ganhar um pedaço de doce”?</p>
<p>As Escrituras, contudo, ensinam algo bem diferente. Ai de vós pais</p>
<p>que rejeitam atender à Palavra de Deus na disciplina dos seus filhos! Pois</p>
<p>Deus nos manda amar, e não odiar. “O que não faz uso da vara odeia seu</p>
<p>filho”. O amor exige correção com a vara e repreensão! Se amamos nossas</p>
<p>crianças, Deus diz que devemos fazer uso da disciplina e correção.</p>
<p>A vara é um instrumento genérico que pode tomar várias formas</p>
<p>diferentes. Era um instrumento que era usado como a haste da lança. Às</p>
<p>vezes denotava um cetro, a marca de autoridade usada por aquele que</p>
<p>governava. Mas a vara também era usada para administrar disciplina</p>
<p>corretiva e física. Para nós pode significar uma varinha, um cinto ou uma</p>
<p>régua dura. Mas seja qual for este instrumento, ele é um meio de retornar</p>
<p>uma criança desobediente à direção correta.</p>
<p>Devemos também notar nesta relação, que usar corretamente a vara</p>
<p>nas nossas crianças requer amor. Muito frequentemente, onde disciplina</p>
<p>física é exercida, não é feita com amor, para com Deus, nem para com a</p>
<p>criança. Nós que devemos administrar tal disciplina às nossas crianças do</p>
<p>pacto, devemos fazê-lo sob a autoridade de Deus e com a sua maneira e</p>
<p>atitude. Esta atitude é revelada em Hebreus 12:6-8: “Porque o Senhor</p>
<p>corrige o que ama, E açoita a qualquer que recebe por filho. Se suportais a</p>
<p>correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não</p>
<p>corrija? Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes,</p>
<p>sois então bastardos, e não filhos”. Deus não nos espanca brutalmente em</p>
<p>sua correção. Ele nos ama.</p>
<p>Há uma razão também nesta relação de Deus prescrever o uso da</p>
<p>vara. Leva somente um pouco de tempo e esforço para pegar o cinto. E para</p>
<p>refletir a atitude de amor de Deus através da nossa carne reacionária e</p>
<p>impaciente, é preciso que nos acalmemos e pensemos sobre o que estamos</p>
<p>fazendo. Dar tapas na cabeça do seu filho, bater nele de mão cerrada, açoitar</p>
<p>ou bater nele com qualquer objeto próximo, ou algo semelhante, é nada</p>
<p>senão abuso das crianças a quem Deus confiou aos seus cuidados. E se esse</p>
<p>tem sido o seu método ímpio de punir suas crianças do pacto, você deve</p>
<p>arrepender-se diante de Deus e diante dos seus filhos ainda hoje!</p>
<p>Deus nos instrui a usar a vara em amor.</p>
<p>O castigo da vara, usada em amor, é um castigo imposto com rapidez</p>
<p>e misericórdia. Embora nossos filhos possam questionar isso, não há castigo</p>
<p>mais misericordiosamente imposto do que a vara. É o método de Deus, que</p>
<p>termina rapidamente, sem necessidade de olhar com desprezo para a criança</p>
<p>corrigida por horas e mesmo dias. A vara não é uma punição que mantém a</p>
<p>criança na “casa de cachorro” do pai ou mãe. Além disso, o chamado de</p>
<p>Deus para o uso da vara leva em consideração a saúde física da criança.</p>
<p>Deus criou uma parte específica do corpo capaz de receber o impácto da</p>
<p>vara sem ferir. É evidente que Deus não criou todas as partes do corpo para</p>
<p>receber o golpe da vara. Quando nós, pais, fazemos uso da vara em amor,</p>
<p>fazemos então não para machucar. Isto significa que não é para golpearmos</p>
<p>nossas crianças nas costas, onde podemos causar lesões na coluna ou nos</p>
<p>rins; nem no estômago, cabeça ou mãos; mas na carne do bumbum onde, se</p>
<p>a vara for usada devidamente, poderá ser sentida intensamente.</p>
<p>E se você perguntar o que fazer com os filhos mais velhos, o texto</p>
<p>fala a respeito deles também. Podemos concordar que a vara é boa para</p>
<p>crianças mais novas. Mas como devemos disciplinar nossos adolescents?</p>
<p>Bem, você pode ficar surpreso em ouvir que os adolescentes não devem ser</p>
<p>excluídos do uso da vara quando necessário. É impressionante no texto, que</p>
<p>Salomão implicitamente solicita o uso da vara e correção até que a criança se</p>
<p>torne um adulto. O termo “criança” refere-se – como está claro no termo</p>
<p>hebraico usado – a uma criança que atingiu a idade de independência, que</p>
<p>está pronta para sair de casa e se casar.</p>
<p>Você descobrirá, quando administrar a disciplina ao seu filho da</p>
<p>forma como Deus ordena e educá-lo a receber mais e mais responsabilidade</p>
<p>e se tornar mais e mais dependente de Deus, que a vara não será</p>
<p>frequentemente necessária com o seu adolescente. À medida que a criança</p>
<p>do pacto amadurece no caminho da disciplina amorosa, sob o uso diligente</p>
<p>da vara e correção enquanto criança, aprende a experimentar alegria e paz no</p>
<p>lar. Ele cresce no conhecimento e compreensão da Palavra de Deus, do</p>
<p>evangelho da salvação em Jesus Cristo. Ele percebe que a obediência à Deus</p>
<p>é o caminho da felicidade. E a vara é menos freqüentemente necessária</p>
<p>como um meio de instrução. Porém, ainda é um meio.</p>
<p>Mas juntamente com a vara deve ser usada a correção.</p>
<p>“A vara e a correção”. Quando a vara é usada, Deus ordenou que a</p>
<p>disciplina seja dupla. A disciplina cristã apropriada não é ditadura, governada</p>
<p>pelo poder com a vara somente. Separar esses dois é pedir que a correção</p>
<p>de Deus caia sobre a sua cabeça. Eli corrigiu, mas poupou a vara; e ele teve</p>
<p>que sofrer o tormento de ouvir que seus filhos foram mortos pela ira de</p>
<p>Deus, e a arca do Senhor foi tomada pelos filisteus. Outros, contrário à</p>
<p>Palavra de Deus, usam somente a vara. Agora, muitas vezes a questão da</p>
<p>disciplina pode ser lidada com a correção apenas. A indicação de Provérbios</p>
<p>17:10 é, se a correção levar à tristeza de arrependimento, então deixe a vara</p>
<p>de lado. Se não, use a vara e não deixe sua alma privar-se pelo choro da</p>
<p>criança. Mas nunca use a vara sem correção.</p>
<p>Correção é instrução verbal na piedade.</p>
<p>A criança deve não somente ser afastada do caminho que conduz ao</p>
<p>inferno, mas precisa ver o erro desse caminho diante de Deus e deve ser</p>
<p>instruída na justiça. Nossas crianças devem ser ensinadas a avaliar suas ações</p>
<p>específicas à luz das Escrituras. Elas devem ser ensinadas a dobrarem-se</p>
<p>diante da autoridade de Deus. Precisam ser ensinadas porque as coisas que</p>
<p>fizeram foram erradas aos olhos de Deus. A disciplina bíblica requer</p>
<p>palavras. Quanto você pensa que aproveitaria da minha pregação, se tudo</p>
<p>que eu fizesse fosse ficar de pé no púlpito semana após semana acenando</p>
<p>com os meus braços e contorcendo a minha face, mas nunca dizendo uma</p>
<p>palavra? A mensagem do evangelho não pode ser comunicada por meros</p>
<p>gestos ou por bater com a mão no púlpito. Nem pode a instrução na</p>
<p>disciplina cristã ser comunicada se toda a nossa disciplina resume-se a uma</p>
<p>dolorosa mímica com uma vara. A ira de Deus foi exercida em nossa</p>
<p>direção, para que ouvíssemos aquelas preciosas palavras: “Eu amo você em</p>
<p>Cristo Jesus”. E mesmo agora, quando experimentamos a correção de Deus,</p>
<p>é para nos conduzir no caminho em direção ao céu.</p>
<p>Quando entendemos essa preciosa verdade, então devemos expressar</p>
<p>nosso amor para com as nossas crianças especialmente quando somos</p>
<p>chamados a utilizar a vara. Devemos repreendê-los, expressando nosso</p>
<p>amor por eles. Devemos assegurá-los que a vara não é utilizada com ódio,</p>
<p>mas com um coração pesado que ama aquela criança em Cristo. Que coisa</p>
<p>terrível é quando pais que professam ser cristãos espancam seus filhos, mas</p>
<p>deixam de corrigi-los e apontá-los ao amor de Cristo. Quão totalmente</p>
<p>perverso é para um pai bater em uma criança somente para deixá-lo como</p>
<p>um cachorro, para lamber suas feridas. Não é de se admirar que quando tais</p>
<p>crianças correm para seus quartos, batem a porta, e murmuram chorando:</p>
<p>“Eu te odeio”. Tal atitude expressa por um pai que usa a vara, mas nunca</p>
<p>corrige em amor, não tem semelhança, qualquer que seja ela, com a attitude</p>
<p>que Deus expressa corrigindo suas crianças espirituais. Deus exige a vara e a</p>
<p>correção.</p>
<p>E não podemos esquecer que a oração faz parte da correção, a qual</p>
<p>traz pais e filhos para mais perto de Deus. A necessidade de oração na</p>
<p>disciplina e instrução das nossas crianças não pode ser enfatizada</p>
<p>demasiadamente. Por um lado, nós pais devemos repetidamente nos</p>
<p>aproximar de Deus buscando perdão pelas nossas faltas em exercitar a</p>
<p>disciplina da forma como ele nos ordenou. Precisamos fazer isto hoje e</p>
<p>todos os dias. Precisamos orar por graça para obedecer a sua Palavra e nos</p>
<p>prostrar diante da sua sábia instrução. Precisamos orar por muita sabedoria</p>
<p>ao lidarmos com nossas crianças do pacto. Pois sabemos que se Deus fosse</p>
<p>nos retribuir de acordo com as nossas iniquidades, cada uma das nossas</p>
<p>crianças andaria no caminho para o inferno. E precisamos orar pelas nossas</p>
<p>crianças. Devemos fazer isso não só de uma forma geral, mas</p>
<p>especificamente, mencionando cada uma por nome e orando por</p>
<p>necessidades específicas de cada criança e trazendo diante de Deus o</p>
<p>problema específico que enfrentamos com aquela criança. Não raramente,</p>
<p>tenho ouvido o testemunho de um filho de Deus, falando do seu pai cristão</p>
<p>cuja disciplina estava bem distante do padrão bíblico. Mas uma coisa que o</p>
<p>pai fazia, na presença dos seus filhos, era cair de joelhos para implorar o</p>
<p>perdão de Deus para si e a sua misericórdia para com seus filhos. Tal oração</p>
<p>deixa na mente e na alma da criança uma impressão que nunca a deixará. Na</p>
<p>oração também devemos refletir o amor de Cristo para conosco. Ele ora</p>
<p>sem cessar, servindo como o nosso fiel e constante Intercessor pelo seu</p>
<p>Santo Espírito.</p>
<p>Em todas as coisas o Senhor Deus nos chama para refleti-lo, inclusive</p>
<p>no exercício da disciplina de uma criança do pacto. E ele nos diz em</p>
<p>Provérbios 3:11-12: “Filho meu, não rejeites a correção do SENHOR</p>
<p>(não rejeite o seu uso da vara sobre você), nem te enojes da sua</p>
<p>repreensão (correção). Porque o SENHOR repreende (corrige) aquele</p>
<p>a quem ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem”.</p>
<p>III. A Vara e a Correção Dão Sabedoria – e Isto é Disciplina</p>
<p>Recompensada.</p>
<p>Deus ordenou que no caminho da disciplina cristã apropriada, ele</p>
<p>revelará a sabedoria de Deus na face do nosso Senhor Jesus Cristo.</p>
<p>A vara de correção, utilizada com repreensão, afugentará a estultícia</p>
<p>da criança do pacto de Deus. Tal é a promessa de Deus (Provérbios 22:15).</p>
<p>Isso não quer dizer que você e eu, pelas nossas ações, fazemos que nossos</p>
<p>filhos se tornem filhos de Deus. Se você examina a sua disciplina à luz do</p>
<p>que tem ouvido das Escrituras, sabe que isto está longe de ser verdade.</p>
<p>Tudo o que temos feito é dar-lhes uma natureza corrupta. Nem quer dizer</p>
<p>que Deus é nosso devedor – que se criamos os nossos filhos na disciplina da</p>
<p>vara e correção, como ele ordenou, Deus estará na obrigação de salvar os</p>
<p>nossos filhos. Mas, de acordo com o seu eterno e soberano beneplácito, ele</p>
<p>determinou que este é o caminho no qual devemos conduzir nossos</p>
<p>pequeninos eleitos a Jesus.</p>
<p>Não há maior bênção para as nossas crianças, como filhos de Deus,</p>
<p>do que ter pais piedosos que obedecem esta Palavra de Deus, que usam a</p>
<p>vara e a correção quando Deus exige.</p>
<p>Tal é o reflexo do amor de Deus em Cristo Jesus por nós. Este amor</p>
<p>de Deus está fundamentado na entrega do seu próprio Filho para a nossa</p>
<p>adoção. Nosso Pai fez mais do que mostrar seu amor na cruz. Ele também</p>
<p>constantemente nos assegura desse amor guiando-nos no caminho da</p>
<p>justiça. Ele nos assegura do seu amor, não somente nos castigando, mas</p>
<p>falando conosco na pregação do evangelho. Como pais, também precisamos</p>
<p>experimentar esse amor. Precisamos estar preparados para confessar nossos</p>
<p>pecados uns aos outros dentro das nossas famílias, e assim demonstrar na</p>
<p>família nossa crença que a confissão e o perdão de pecados é a única forma</p>
<p>de salvação. Assim, que amemos uns aos outros por causa de Deus.</p>
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		<title>Davi Silva Confissões – Ministério Casa de Davi.</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 20:20:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[citações]]></category>
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		<category><![CDATA[vida cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é nossa intenção denegrir, difamar ou denunciar nada que já não esteja declarado pelo próprio autor dessa carta aberta. Nossa intenção, é apenas divulgarmos tal fato sem acréscimos. Por um lado é lamentável tais descobertas e afirmações que estiveram escondidas por varios anos, mas, por outro lado, alegra-nos o coração saber que existem ainda pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é nossa intenção denegrir, difamar ou denunciar nada que já não esteja declarado pelo próprio autor dessa carta aberta. Nossa intenção, é apenas divulgarmos tal fato sem acréscimos. Por um lado é lamentável tais descobertas e afirmações que estiveram escondidas por varios anos, mas, por outro lado, alegra-nos o coração saber que existem ainda pessoas que andam no Caminho dispostas a reconhecerem suas faltas e com isso se redimirem publicamente.</p>
<p>&#8220;..O que encobre transgressão jamais prosperará, mas aquele que confessa, alcançará misericórdia !&#8221;.</p>
<p><span id="more-977"></span></p>
<p>Desde agosto de 1999 tenho ministrado junto com Mike Shea pela nação brasileira e em outras nações também. Durante esses anos tenho compartilhado vários testemunhos, a começar com minha cura da Síndrome de Down, passando por sonhos, visões e arrebatamentos, e diversas experiências sobrenaturais. Pois bem, em quase todos esses testemunhos eu acrescentei mentiras. Alguns deles são totalmente mentirosos. Inclusive um deles, eu roubei de um irmão em Cristo que teve a experiência que conto como sendo minha. Outros testemunhos são meus e em parte verdadeiros.  </p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Menti para minha família, meu ministério, a igreja do Senhor e outros na sociedade que ainda não conhecem a Jesus</span>. Estou escrevendo este texto e também fazendo um vídeo, porque eu contava esses testemunhos desde 1999, tanto em solo brasileiro, como em viagens para os Estado Unidos, Nova Zelândia, Austrália, Argentina, Paraguay e Uruguay. Eu contava em nossos seminários, em clínicas pastorais, conferências proféticas e apostólicas que reuniam pessoas do mundo inteiro. Esses testemunhos foram gravados em CDs e DVDs, <span style="text-decoration: underline;">comprados</span> e espalhados para lugares onde só Deus sabe. Pessoas ouviram os meus testemunhos <span style="text-decoration: underline;">e não sabendo que continham mentiras</span>, escreveram em blogs, revistas, e livros. Deram entrevistas, como eu também tenho dado, em rádio e televisão, repassando verdades e, infelizmente, as mentiras contidas em meus testemunhos. Estou profundamente arrependido. Tremendamente envergonhado. Triste ao extremo pelos meus atos. Eu escolhi mentir, enganar. Eu escolhi decepcionar. Como disse o Mike, eu também tenho pregado essa mensagem de arrependimento pelas nações.</p>
<p>Estou fazendo esta confissão dessa forma porque é coerente com o que tenho pregado, e estou procurando agir com verdade, arrependimento e confissão na medida do meu pecado. Se alguém mentir para uma pessoa, é necessário pedir perdão a Deus e à pessoa para qual se mentiu, e além disso, desmentir a mentira. Pois eu menti para centenas de milhares de pessoas espalhadas pelo mundo, e por isso torno pública minha confissão.</p>
<p> Nesses 10 anos, eu tive momentos para me arrepender quando as conseqüências não teriam sido tão graves. Na verdade, <span style="text-decoration: underline;">eu lido com esse pecado de mentira desde minha infância</span>. Por isso eu sei que, o passo que dou hoje é necessário para que haja a verdadeira conversão e transformação na minha vida. Tanto agora, como na infância, fui flagrado nesse pecado, mas até hoje não havia produzido frutos de um arrependimento digno. Eu continuo no ministério Casa de Davi. Vou permanecer em Londrina, sem ministrar, durante o restante deste ano de 2010.</p>
<p> Preciso passar por um processo de restauração. Preciso reconstruir o que destruí com as mentiras e preciso de transformação nessa área da minha vida antes de voltar a ministrar. Peço perdão a você, para quem menti e envolvi na minha mentira. Peço que o Senhor Jesus purifique a Igreja da minha injustiça.</p>
<p>Me preocupo com o “escândalo” que eu tenho trazido para o corpo de Cristo. Entendo que mais cedo ou mais tarde tudo isso viria à luz, pois a palavra de Deus afirma que todo oculto e escondido será revelado. Peço que façam distinção entre a minha pessoa, meu pecado, e os princípios que o ministério Casa de Davi tem pregado e ensinado. Todas as mensagens que o ministério Casa de Davi tem ministrado nos seminários pelo Brasil e outros países permanecem intactas. A minha mentira não abala a integridade das <span style="text-decoration: underline;">palavras e mensagens proféticas do ministério</span>. Peço que não percam as <span style="text-decoration: underline;">experiências sobrenaturais</span>, pois minhas mentiras não anulam a realidade do sobrenatural de Deus. Peço sua orações, enquanto eu oro para que o Senhor <span style="text-decoration: underline;">cure a igreja</span> das feridas causadas por mim e pelas minhas mentiras. Estou no início do processo de minha <span style="text-decoration: underline;">restauração</span>. O primeiro passo é pedir perdão para você, pois menti para ti. Ainda estou apurando todos os testemunhos que contei. Peço sua paciência enquanto eu apuro toda a verdade durante esse período. Nos próximos meses escreverei um documento onde serão relatadas as verdades e mentiras dos testemunhos que tenho contado.</p>
<p>Conto com o amor, a graça e misericórdia do Senhor, de minha família, de meus irmãos em Cristo e amigos. Conto também com suas orações. Sei que minha confissão é muito decepcionante para todos. Como me arrependo! </p>
<p>Sinto gratidão em meu coração por poder contar com o amor e perdão da minha mãe, meus irmãos, minha esposa e meus filhos e de todos meus irmãos no ministério Casa de Davi, para os quais eu já me confessei.</p>
<p>Quero expressar aqui que sinto gratidão e alegria de ter a liderança do Mike, que de forma graciosa, com muito amor e cheio de sabedoria tem me acompanhado e ajudado nesse difícil processo de confissão, cura e restauração. Mais uma vez, perdoe-me pelas mentiras e as decepções que causei na tua vida e no Corpo de Cristo.</p>
<p>Eu os amo.                     </p>
<p>Espero poder voltar e ministrar novamente, totalmente restaurado e transformado pelo mesmo poder que ressuscitou Jesus dentre os mortos.</p>
<p> Nota minha: Não sei o que motivou Davi Silva depois de 11 anos para tal confissão,  &#8220;mas o que sei é que: quem se arrepende por mentir em nome de Deus, <span style="text-decoration: underline;">e cai em si</span>, cai ao contrário, é uma queda pra cima e eleva o ser&#8221;.</p>
<p>Se no meio religioso alguns tomassem o exemplo de Davi Silva, teria uma fila kilométrica para tais confissões&#8230;Que Deus ajude a todos os sinceros terem um encontro com a simplicidade da Vida. Acredito, que Jesus pode estar dizendo pra ele e para nós hoje: &#8220;- Meu filho, hoje entrou salvação nesta sua Casa&#8221;.</p>
<p>E que assim seja&#8230;</p>
<p>Vídeos que fundamentam o Texto,  se trata da própria confissão de Davi Silva em vídeo; segue links: </p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=H7eABiWDyXE" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=H7eABiWDyXE</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=P76PoIINRjg&amp;feature=related" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=P76PoIINRjg&amp;feature=related</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=NpLxfq_nRrc&amp;feature=player_embedded" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=NpLxfq_nRrc&amp;feature=player_embedded</a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">http://www.youtube.com/watch?v=179mYqhJak8&amp;feature=player_embedded</span></p>
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