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	<title>O Caminho Cristão</title>
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	<description>"O cristianismo não é meramente um programa de conduta;é o poder de uma nova vida "</description>
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		<title>A Ética no Casamento.</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 21:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde o tempo do Iluminismo, a ética religiosamente baseada teve uma má reputação entre muitos intelectuais do ocidente. Sigmund Freud poderia ser tomado como um porta-voz de muitos estudiosos e educadores na forma como ele via a ética judaico-cristã como irracional, produtora de culpa, e falsamente restritiva da liberdade natural. Juntamente com muitos outros, Freud [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o tempo do Iluminismo, a ética religiosamente baseada teve uma<br />
má reputação entre muitos intelectuais do ocidente. Sigmund Freud poderia<br />
ser tomado como um porta-voz de muitos estudiosos e educadores na forma<br />
como ele via a ética judaico-cristã como irracional, produtora de culpa, e<br />
falsamente restritiva da liberdade natural. Juntamente com muitos outros,<br />
Freud queria uma abordagem mais “racional” da ética. E se essa rejeição da<br />
ética religiosamente baseada tivesse tido um ponto central de conflito, poderia<br />
facilmente ser em rejeitar a ética judaico-cristã com respeito ao casamento e<br />
sexo, uma rejeição que veio à proeminência cultural com a “revolução sexual”<br />
de uma geração passada. É provavelmente menos comum que intelectuais<br />
seculares tenham explicitamente rejeitado padrões morais judaico-cristãos a<br />
respeito de assassinato, roubo ou mentira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-1214"></span><br />
    </p>
<p>   Mas agora essa rejeição da ética religiosamente baseada está sendo<br />
questionada a partir de uma direção que pode ser surpreendente para alguns: a<br />
pesquisa empírica nas ciências sociais. Vários estudos empíricos recentes em<br />
psicologia e sociologia têm mostrado que as pessoas geralmente<br />
experimentam um nível bem mais alto de bem-estar e felicidade se<br />
permanecem casados por toda a vida e mantêm relações sexuais dentro do<br />
casamento. Não há mais nenhuma razão para ver as regras tradicionais<br />
religiosas contra o divórcio e o sexo fora do casamento como imposições<br />
irracionais de um Deus arbitrário ou inexistente.<br />
I. A Visão Tradicional<br />
        Antes de olharmos para o trabalho dos cientistas sociais, seria bom<br />
revisar com maior precisão o que era realmente alegado por pensadores da<br />
moral judaico-cristã. A alegação não era somente que regras morais procedem<br />
de Deus. Era também que regras morais apropriadas tendem a contribuir para<br />
o bem do homem, pois estas regras estão arraigadas em ou correspondem à<br />
natureza e relacionamentos humanos. Isso era verdade, quer alguém estivesse<br />
falando sobre a ética do sexo, de dizer a verdade, de proteger a vida e a<br />
propriedade, ou qualquer outra coisa. Pelo menos desde o tempo de Kant, a<br />
filosofia tem geralmente separado as questões de dever (éticas deontológicas)<br />
das questões que contribuem para o bem humano (éticas teleológicas ou<br />
utilitárias). E esta tendência filosófica é freqüentemente vista em discussões<br />
populares que separam os deveres religiosos da felicidade humana.<br />
       Mas na tradição bíblica não há uma separação entre consideração de<br />
deveres e consideração do que contribui para o bem-estar humano. Na<br />
própria Bíblia parece não haver tensões entre dizer que alguém deve seguir<br />
certa regra moral porque ela procede de Deus, e dizer que alguém deve seguir<br />
essa regra moral porque a mesma contribui para o bem humano. Por um lado,<br />
após ter recebido os Dez Mandamentos de Deus e dado ao povo, Moisés<br />
pôde usar a linguagem de dever para com Deus para explicar a importância de<br />
guardar as regras. “Deus veio para vos provar, e para que o seu temor esteja<br />
diante de vós, afim de que não pequeis” (Êxodo 20:20). Por outro lado,<br />
Moisés pôde usar também a linguagem moral que soa teológica, que conecta<br />
regras morais com o bem humano, quando explicou o porquê as pessoas<br />
deveriam seguir as regras morais. “Andareis em todo o caminho que vos<br />
manda o SENHOR vosso Deus, para que vivais e bem vos suceda, e<br />
prolongueis os dias na terra que haveis de possuir” (Deuteronômio 5:33). A<br />
separação moderna entre dever moral e considerações do bem humano está<br />
simplesmente ausente na perspectiva bíblica. Os dois estão perfeitamente<br />
unidos porque Deus é visto como a fonte de ambos.<br />
       Um pensador cristão que compreendeu isso especialmente bem foi o<br />
teólogo de Princeton Charles Hodge. Ele viu uma unidade completa das<br />
regras morais ordenadas por Deus e os princípios que servem para o bem<br />
humano, pois “há uma revelação imperfeita da lei [de Deus] na própria<br />
constituição da nossa natureza.” E muitas das leis de Deus mencionadas na<br />
Bíblia “são encontradas nas relações permanentes dos homens no presente<br />
estado de existência deles.” Muitas leis bíblicas “estão fundamentadas sobre a<br />
natureza das coisas; isto é, sobre a constituição a qual pareceu bem Deus<br />
ordenar.” Com isso em mente podemos retornar para as ciências sociais.<br />
        Um cientista social que é altamente estimado pela sua habilidade de<br />
sintetizar os resultados de experimentos em ciência social por centenas de<br />
pesquisadores ao redor do mundo é David G. Myers. Seus livros-texto sobre<br />
introdução à psicologia e psicologia social são muito amplamente usados por<br />
universidades em países de língua inglesa. Em seus diversos livros ele parece<br />
ter grande prazer em usar os resultados de pesquisas empíricas para destruir os<br />
mitos que todos supostamente “conhecem”. Uma pessoa deveria ler Myers<br />
somente se estiver disposto a ter o seu pensamento desafiado pela ciência real.<br />
Neste estudo usaremos a compilação que Myers fez dos resultados de<br />
pesquisas nas ciências sociais.<br />
II. Coabitação<br />
        Apesar de parecer muito comum as pessoas dizerem que um casal deve<br />
coabitar (viver junto sem casar) para ver se eles são compatíveis, na prática<br />
real, a co-habitação geralmente não traz bons resultados. De fato, há diversos<br />
resultados ruins que tendem a vir.<br />
      Diversos estudos amplos, tanto na Europa como na América do Norte,<br />
descobriram que casais que coabitam têm um índice de divórcio bem maior<br />
do que aquele encontrado entre os que não viveram juntos antes do<br />
casamento. Nos estudos diferentes em vários países, o crescimento do<br />
número de divórcios entre aqueles que coabitavam é de 35% a 80% mais alto.<br />
Ao invés de aumentar a felicidade e a estabilidade matrimonial ajudando a<br />
pessoa a encontrar o parceiro ideal, a coabitação promove fortemente o<br />
divórcio (p. 29).<br />
       Em adição, coabitações tendem a ser bem mais violentas do que<br />
casamentos. Vários estudos mostram que as mulheres são espancadas pelos<br />
seus parceiros com maior freqüência do que esposas pelos seus maridos.<br />
Estudos mostram que há de 80% a 400% mais violência em relacionamentos<br />
de coabitação do que em relacionamentos matrimoniais. Um estudo descobriu<br />
que mulheres que têm relacionamentos de coabitação têm oito vezes mais<br />
chance de serem assassinadas pelos seus parceiros do que esposas pelos seus<br />
maridos (pp. 31, 32). Contrastes adicionais são que parceiros que coabitam<br />
geralmente relatam um nível mais baixo de satisfação sexual do que casados.<br />
E elas são geralmente menos felizes e mais propensas a ter depressão do que<br />
pessoas casadas. Embora esteja bem estabelecido pela ciência que um<br />
casamento feliz é o melhor indicador de que uma pessoa será feliz com a vida<br />
como um todo, aqueles que vivem juntos são apenas um pouco mais felizes<br />
do que os solteiros (pp. 41, 42).</p>
<p>III. Divórcio e Mães Solteiras<br />
       Provavelmente estamos todos cientes do alto índice de divórcios na<br />
maior parte da Europa e América do Norte. Com algumas diferenças<br />
regionais e nacionais, parece que aproximadamente metade dos nossos<br />
casamentos termina em divórcios. Ao mesmo tempo, inúmeras mulheres<br />
estão sendo mães sem nunca terem casado com o homem que é o pai dos<br />
seus filhos, fazendo surgiu a nova expressão: “pais que batem e correm”. Isso<br />
tem impelido os cientistas sociais a investigarem o divórcio e a maternidade<br />
solteira. O retrato não é bonito.<br />
       Os estudos confirmam o que muitos suspeitavam. O divórcio faz com<br />
que as pessoas se sintam solitárias, depressivas e rejeitadas, freqüentemente<br />
por muitos anos. O que não é bem conhecido é que o divórcio prejudica<br />
também a saúde física, quase tanto quanto fumar uma carteira de cigarros por<br />
dia. O aumento do índice de mortes mostra que pessoas divorciadas tendem a<br />
viver alguns anos menos do que seus vizinhos ainda casados (p. 43). Divórcios<br />
também tendem fortemente a levar pessoas à pobreza, especialmente se há<br />
crianças envolvidas. Dois lares custam mais que um. Por causa da redução da<br />
felicidade, a motivação por trabalho e ganhos financeiros pode diminuir. E<br />
relativamente poucos homens, na verdade, pagam boa pensão alimentícia ou<br />
suporte para os filhos. A ausência dos pais biológicos parece ser um fato<br />
predominante na pobreza entre as crianças, pelo menos nos Estados Unidos,<br />
mas provavelmente em outros países também (p. 75).<br />
       Muitos dos efeitos do divórcio e maternidade independente são<br />
sentidos pelas crianças envolvidas. Simplificando: a ausência dos pais cria<br />
vários problemas para as crianças, não importa se a ausência é causada por<br />
divórcio ou por falta de casamento. Filhos de pais solteiros têm um índice<br />
muito maior de abuso ou negligência por parte de um dos pais (p. 63).<br />
Crianças que vivem com sua mãe biológica e padrasto, ou namorado da mãe,<br />
também correm riscos especiais: altos índices de abuso, índices muito mais<br />
altos de assassinato, e um tabu mais fraco de incesto com os resultados<br />
previsíveis.<br />
       Alguns cientistas sociais falam de um “número mágico” de 70%<br />
(setenta), pois 70% daqueles com as principais doenças sociais cresceram num<br />
lar sem pais: 70% dos presidiários, 70% dos adolescentes assassinos, 70% dos<br />
adolescentes que fogem de casa, e 70% dos delinqüentes. Alguns cientistas<br />
começaram a falar de uma “invasão de bárbaros” como uma forma de se<br />
referir a garotos que crescem sem o pai e, portanto, sem a expectativa de<br />
assumir uma posição de marido e provedor de um lar (p. 76, 77). Crianças de<br />
famílias de pais solteiros e famílias com padrasto ou madrasta são duas a três<br />
vezes mais propensas a necessitar de ajuda psicológica. E são muito mais<br />
propensos a se envolverem em sexo sem proteção, fumar cigarros, e fazer uso<br />
de álcool e drogas. Enquanto apenas aproximadamente 12% das crianças que<br />
vivem com os dois pais biológicos têm problemas sérios na escola, isso salta<br />
para 22% se a criança vive com uma mãe divorciada, e para 30% se a mãe<br />
nunca casou (p. 83).<br />
IV. Conclusões Científicas<br />
       Sobre as bases da sua exaustiva revisão da pesquisa da ciência social,<br />
Myers afirma o que ele chama de “ideal transcultural: crianças prosperam<br />
melhor quando criadas por dois pais que são permanentemente<br />
comprometidos um com o outro e com o bem-estar dos seus filhos” (p. 87).<br />
E ele aponta que 70% dos divórcios vêm no fim de casamentos com baixo<br />
nível de conflitos, casamentos nos quais o nível de conflito não causa danos<br />
sérios às crianças (p. 89, 90). Alguém poderia adicionar que em tais<br />
casamentos de conflitos pequenos, o divórcio não parece ser de forma alguma<br />
sábio, dado os desgastes humanos, e tais casamentos poderiam prontamente<br />
ser reconciliados se existir o desejo de assim fazê-lo.<br />
        Algum movimento em direção a esse “ideal transcultural” é possível.<br />
Passos práticos e úteis podem ser tomados. “Comprometimento matrimonial,<br />
mostram estudos, é sustentado não somente por atração, mas também por<br />
uma convicção moral da importância do casamento e por temor dos custos<br />
sociais e financeiros de uma quebra de relacionamento” (p. 47). Essa<br />
convicção moral e temor dos custos da quebra matrimonial podem ser<br />
elevados nos jovens por uma nova geração de livros-texto para escolas e<br />
universidades, livros que possam identificar esses fatos científicos mais<br />
claramente que aqueles do passado, enquanto também sendo orientados para<br />
o bem humano. Atitudes e ações podem ser significantemente mudadas por<br />
leis e regulamentos a respeito de casamento e divórcio, e talvez até mesmo por<br />
regras financeiras e de impostos. Aulas bem definidas de preparação para<br />
casamento podem ser extremamente eficazes em dar aos casais a idéia,<br />
motivação, e habilidades práticas necessárias para fazer com que um<br />
casamento realmente dê certo. As ciências sociais nos dizem que casamentos<br />
que duram até o fim da vida (e a rejeição de sexo fora do casamento) é um<br />
fator muito grande na felicidade de indivíduos e para o bem da sociedade<br />
como um todo. A ciência pode também nos dizer que existem algumas coisas<br />
que podemos fazer para chegarmos mais perto desse ideal.<br />
V. Conclusões Filosóficas<br />
       Sobre a base da ciência real, alguém pode afirmar agora a regra moral<br />
judaico-cristã, “não adulterarás”, como era tradicionalmente interpretada: você<br />
não pode acabar um casamento ou noivado com sexo fora do casamento.<br />
Mesmo um ateu pode afirmar que essa regra tem sido cientificamente<br />
mostrada como sendo crucial para o bem-estar humano. A rejeição dessa<br />
regra é agora não somente anti-religiosa, mas também anticientífica.<br />
Historicamente, os cristãos têm afirmado que essa regra foi encravada por<br />
Deus tanto na natureza e relacionamentos humanos, como também<br />
proclamada por Ele na consciência e nos Dez Mandamentos. A ciência pode<br />
não ser capaz de provar que essa regra vem de Deus, mas hoje o salto da<br />
ciência para a fé é bem menor do que pensávamos no passado.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Deus, o sustentador de tudo e todos !.</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 20:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[estudos diversos]]></category>
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		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
		<category><![CDATA[manifesto]]></category>
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		<description><![CDATA[Se cremos que “no princípio criou Deus os céus e a terra”, devemos crer também que esse mesmo Deus mantém todas as coisas criadas por ele. A priori esse conceito é até muito difundido e aceito no meio cristão, mas quando falamos de certas inferências do que isso significa, alguns deles têm um receio e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se cremos que “no princípio criou Deus os céus e a terra”,<br />
devemos crer também que esse mesmo Deus mantém todas as coisas<br />
criadas por ele. A priori esse conceito é até muito difundido e aceito<br />
no meio cristão, mas quando falamos de certas inferências do que<br />
isso significa, alguns deles têm um receio e até temor sobre o<br />
assunto abordado. Quando surge a questão de quem controla o<br />
diabo, os anjos caídos e a maldade que eles ou o homem pratica, há<br />
uma nebulosidade sem sentido para explicá-la.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-1210"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu particularmente<br />
atribuo esse fato à ignorância de não conhecer Deus através da<br />
Bíblia e como ele é apresentado nas Escrituras; mas deve existir em<br />
nós, seus filhos, um anseio e desejo de conhecê-lo a ponto de quando<br />
nos depararmos com assuntos difíceis e embaraçosos, nos<br />
desvencilharmos dele com facilidade.<br />
O que tenho visto não é assim. Vejo crentes verdadeiros sendo<br />
muitas vezes atormentados e envergonhados por não conseguirem<br />
explicar as catástrofes naturais, a excessiva maldade no mundo, a<br />
ação do diabo na terra e variantes nestes termos. A proposta bíblico-<br />
reformada para esse tema é única: Deus.<br />
Por mais que isso assuste algumas audiências, por mais que<br />
isso fira alguns conceitos filosóficos mundanos infiltrados na mente<br />
dos cristãos, a Bíblia nos apresenta um Deus Criador de todas as<br />
coisas que literalmente as mantém criadas, ou seja, ele<br />
providencialmente faz com que todas as coisas criadas por ele<br />
continuem a existir. Através da sua soberania e sabedoria, ele<br />
decretou na eternidade toda ação e omissão humana e angelical,<br />
toda ação e omissão natural e sobrenatural, visível e invisível.<br />
Dentro do conceito de seu poder de controle, a Bíblia ainda<br />
apresenta que ele é quem controla e rege nossos mais íntimos<br />
pensamentos e intenções. Pelo seu poder ele faz com que esses<br />
decretos sejam concretizados num preciso momento na história,<br />
fazendo com que Sua vontade seja realizada sobre todo ser vivente.<br />
Alguns não discordam disso, mas atribuem o pecado e a<br />
maldade no mundo somente ao homem ou ao diabo. Explicando<br />
sobre o processamento e concretização do pecado, estes dizem que<br />
Deus permite que o homem peque. Dentro dessa permissão divina,<br />
Deus deixaria que o homem agisse livremente, contrariando sua<br />
vontade [que o homem não peque] ao invés de concretizá-la. Vejo<br />
alguns problemas com essa interpretação. Voltando ao início da<br />
discussão, lembremos que somos mantidos por Deus. Nossa vida<br />
está inteiramente nas suas mãos. Como conceber que, no momento<br />
que pecamos, ele deixa de nos sustentar? Se o fazemos sozinhos, há<br />
duas opções: ou ele não é Deus ou somos deus. A partir do momento<br />
que alguma coisa nesse universo não depende de Deus para<br />
sustentar-se, ela deixa de ocupar o lugar de criatura para ostentar o<br />
lugar divino. Como cremos que só Deus é auto-suficiente, auto-<br />
existente e auto-sustentável, logicamente devemos crer que todas<br />
outras coisas são mantidas por ele, até mesmo o mal ou a sua<br />
realização.<br />
Entenda, Deus não é mal, não pratica o mal e odeia o pecado,<br />
mas isso não quer dizer que seu controle escape sobre isso. Ele age<br />
com sua providência em todo ser vivente para realizar seus planos e<br />
propósitos traçados exaustivamente por ele mesmo desde a<br />
eternidade. Não que ele permita, pois, anula-se a idéia de permissão<br />
divina se o controle de Deus é exercido sobre tudo e todos. Ele não<br />
concede espaço para que você aja sem seu aval, sem seu<br />
consentimento e contra sua vontade. Deus é um agente ativo na<br />
manutenção de todo universo, regendo a história como lhe apraz,<br />
para glória do seu próprio nome, mesmo que neste caminho haja<br />
algum percalço (humanamente falando), a sua convergência está em<br />
Deus, desde sua confabulação até sua concretização e conseqüência.<br />
A vida depende do Criador tanto para surgir como para se<br />
manter até ser extirpada. A Bíblia transborda esse conceito,<br />
mostrando que tudo o que acontece é da vontade de Deus e que nada<br />
escapa ao seu controle supremo. Que Deus maravilhoso esse! Que<br />
confiança na sua soberania esse entendimento produz! Se cremos<br />
que Deus é bom, justo, santo, misericordioso, amoroso, fiel,<br />
devemos descansar com tal conhecimento, sabendo que “todas as<br />
coisas cooperam para o bem daqueles que o amam”.</p>
<p>Textos para reflexão: 1Re 22:19-23; Jó 1:6-2:7, 39-40 e 42:2; Dn<br />
4:35; Is 40:12-18; Is 46:10; Is 45:1-7; Sl 135:6; At 17:28; Ef. 1:11; Rm<br />
9:11-18 e 11:36; Fl 2:13.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Apelo: Casa do Pedro</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 22:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
		<category><![CDATA[oração]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[vida cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[Amigos. Estamos fazendo campanha para doação de medula óssea. Pedro tem 1 ano e 3 meses e precisa de um doador. Mas não é só ele que aguarda essa bênção. Milhares de crianças e adultos esperam um atitude sua para conseguir a cura de doenças hematologicas. Ajude a quem precisa. Seja um dador de medula. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos.<br />
Estamos fazendo campanha para <strong>doação de medula óssea</strong>.<br />
<strong>Pedro tem 1 ano e 3 meses e precisa de um doador</strong>. Mas não é só ele que aguarda essa bênção. Milhares de crianças e adultos esperam um atitude sua para conseguir a cura de doenças hematologicas.<br />
Ajude a quem precisa. <strong>Seja um dador de medula</strong>.<br />
Como fazer? Se<strong> cadastre no hemocentro de sua cidade</strong>, não custa nada. <strong>Será colhido apenas 5 ml de sangue para realização do cadastro</strong>, você então será incluido no REDOME , e assim que <strong>alguém geneticamente compatível com você precisar, eles entrarão em contato</strong> para realizar a coleta da medula e assim fazer o transplante.<br />
Viu como <strong>é fácil e rápido.</strong></p>
<p>Neste sábado, dia 10/09/2011, os amigos do Pedro irão ao INCA se cadastrar no banco de dados, quem sabe não encontramos o doador.<br />
Então se você é amigo do Pedro vá até lá.<br />
O INCA fica Praça Cruz Vermelha, 23, 7º andar &#8211; Centro<br />
20230-130 &#8211; Rio de Janeiro &#8211; RJ<br />
Não se esqueça de lavar um documento com foto !<br />
A gente se encontra lá ! Um abraço a todos e o Pedro conta com você !</p>
<p><a href="http://casadopedro.blogspot.com">http://casadopedro.blogspot.com/</a></p>
<p>Não deixe de divulgar e principalmente, seja um doador!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dez coisas que aprendi sobre Deus com os pastores da TV.</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 06:25:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
		<category><![CDATA[manifesto]]></category>

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		<description><![CDATA[Quero compartilhar dez coisas que aprendi ao longo dos anos sobre Deus com os pastores televisivos. Vamos lá: 1. Deus é bipolar Pra não dizer esquizofrênico, digo que aprendi que Deus é bipolar. Afinal, cada um dos quinze tele-evangelistas (os que consegui me lembrar enquanto escrevo) diz que Deus é, pensa e age de um jeito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quero compartilhar dez coisas que aprendi ao longo dos anos sobre Deus com os pastores televisivos. Vamos lá:</p>
<p><strong>1. Deus é bipolar</strong></p>
<p>Pra não dizer esquizofrênico, digo que aprendi que Deus é bipolar. Afinal, cada um dos quinze tele-evangelistas (os que consegui me lembrar enquanto escrevo) diz que Deus é, pensa e age de um jeito diferente. Uma hora Deus é amoroso e perdoador, na mesma hora, mas em canal diferente, Deus é irado e pronto a nos destruir com requintes de crueldade. Um diz que ele só quer o coração, outro diz que “é tudo ou nada”, ou melhor, com Deus “ou dá ou desce”. Como sei que nenhum deles mente ou fala do que não conhece, a conclusão óbvia é que todos estão certos e, portanto, Deus é, digamos, bipolar. Isso sem contar no discurso dúbio de “graça e alegria” pro pecador e “choro e ranger de dentes” pro já converso.</p>
<p><strong>2. <a title="Jesus" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jesus">Jesus</a> é masoquista:&#8230;.</strong></p>
<p>Juro que já ouvi “Jesus exultou de alegria naquela cruz” e “Jesus ansiava pela crucificação”. Até entendo o que <a title="Max Lucado" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Max_Lucado">Max Lucado</a> diz quando fala que “Ele escolheu os cravos”, mas a quantidade de descrições adjetivadas e minuciosas sobre os sofrimentos de Jesus me dão a certeza de que os pastores acreditam que Jesus gostava de sofrer.</p>
<p><strong>3. Deus já foi de direita, hoje é de esquerda</strong></p>
<p>Na verdade, o que tenho visto ao longo dos anos é que Deus é governista, sempre, de forma irrevogável (oi, Mercadante). Os pastores dizem que devemos orar pelas autoridades (o que é bíblico), mas o que mostram é que Deus gosta mesmo é de um poderzinho temporal. Poucas vezes vi um pastor televisivo reclamando do desmanzelo e ineficiência dos governos. Antes, mostram sempre seus melhores ângulos quando suas igrejas são visitadas pelos políticos. Será que rola um cabide de empregos celestial? Acho que sim, pois em toda denominação televisionada, Deus tem seus candidatos escolhidos e maldições prontas pros rebeldes que ousarem desafiar a lei do “irmão vota em irmão”.</p>
<p><strong>4. Deus não inventou as borboletas</strong></p>
<p>Coitadas, criaturas infernais, crias de Belzebu. Sim, numa dessas matinês vi um pastor explicando como a <a title="Nova Era" href="http://maps.google.com/maps?ll=-19.75,-43.0377777778&amp;spn=1.0,1.0&amp;q=-19.75,-43.0377777778%20(Nova%20Era)&amp;t=h">Nova Era</a> estava usando a Disney para nos encher de mensagens subliminares (que de tão óbvias penso serem sublinhadas) e nos enfeitiçar. Prova de que os desenhos animados trazem a mensagem do capiroto? Sempre há uma borboleta voando quando o personagem corre perigo. Tadinho do Bambi, que além de órfão virou um ser possesso por uma pomba-gira. E o Corujito? Então, não se esqueçam: borboletas são bichinhos do mal.</p>
<p><strong>5. Deus gosta de uma muvuca</strong></p>
<p>Deus é um cara popular, digo mais, popularesco. O Céu deve parecer o Programa do Ratinho nos velhos <a title="Tempo" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tempo">tempos</a>. A julgar pelos cultos transmitidos, em especial os de extors…, digo, exorcismo, Deus não gosta daquela coisa certinha, ordeira e calma. O pau quebra e o barraco treme quando Deus está presente, foi o que aprendi com a pastorada da TV. Desde os tempos de Davi Miranda que sabemos que o barulho é porque Deus está operando (e sem anestesia).</p>
<p><strong>6. Deus é surdo</strong></p>
<p><a title="Seria" href="http://maps.google.com/maps?ll=4.6,114.333333333&amp;spn=0.1,0.1&amp;q=4.6,114.333333333%20(Seria)&amp;t=h">Seria</a> essa uma redundância com o item acima? Acho que não. Mas deixe-me corrigir: Deus é deficiente auditivo (em tempos de politicamente correto, sabe como é, né?). Ocorre que aprendi ao longo de quase duas décadas que é preciso falar alto, repetir mais alto e, por último gritar com Deus para que ele ouça nossos pedidos. Sempre que ouvir a deixa “com mais fé, irmão” é porque naquele dia a coisa tá difícil de chegar aos ouvidos divinos. Encha os pulmões e tente a sorte.</p>
<p><strong>7. Deus é chantagista</strong></p>
<p>Triste constatação. Mas não tem jeito. Aprendi muito bem explicadinho que Deus dá piti, toma presentes, fica de mal, emburra e, às vezes, até promete ir embora e levar a família com ele, nos deixando na sarjeta da solidão, na rua da amargura, na porta do inferno abraçados com o capeta. Tudo isso se não cumprirmos cada um dos caprichos divinos que os pastores gente fina fizeram o favor de catalogar e nos repassar pra não ficarmos mal na fita com o Poderoso. Coisa parecida com as avós que dizem horrores se não formos todo domingo almoçar na casa delas.</p>
<p><strong>8. Deus tem problemas em manter sua santidade</strong></p>
<p>Das coisas que aprendi com a pastorada da TV, talvez essa seja a que mais me confundiu de início. Segundo vi e ouvi em anos de programação evangélica, Deus é santo, muito santo, santíssimo. Ok, é bíblico. Até Jesus confirmou isso. Mas essa santidade toda dá um trabalhão. É uma mania de limpeza sem fim. É coisa de limpar as vestes toda semana, a preocupação dos pastores em lavar os pés do povo da igreja em água com colônia de rosas, em vestir um manto sagrado, em se enxugar numa toalhinha abençoada, até em por uma touquinha na cabeça já falam. É como se santidade fosse saúde, mas pra se manter saudável, Deus não permitisse que chegássemos perto antes de tirar todos os germes da roupa, da pele e dos sapatos.<strong> </strong></p>
<p><strong>9. Deus gosta mais dos caçulas</strong></p>
<p>Diz Jesus que Deus é pai, mas os pastores me ensinaram a verdade: Deus é avô. E tem predileção pelos caçulas, pelos novinhos (sem menção à pedofilia aqui, faça o favor). Ocorre que Deus vai perdendo a graça com os assuntos mais antigos, dos pastores e cristãos mais velhos. Deus gosta é de novidades, dos assuntos do momento. Pra que hinos e canções, se a onda agora é louvorzão e baladas gospel? “Deus é jovem” ouvi uma bispa dizer antes de ser presa com dólares na ca…pa da Bíblia. “Deus é dez”, “Deus é da hora”, “Deus é irado” (se bem que faz sentido se lembrarmos que Deus é bipolar) são coisas que aprendi vendo os programas televisivos mais animadinhos. Sem contar que Deus agora tá numa onda de grupinhos que precisa ver. No meu tempo, era panelinha, mas tudo bem.</p>
<p><strong>10. Deus gosta mesmo é da minha grana</strong></p>
<p>Por fim, algo que me decepcionou em Deus, mas que agradeço aos pastores da TV pela sinceridade com que tratam o assunto: Deus é interesseiro. Lendo sobre Jesus no Novo Testamento, cheguei a ter uma primeira impressão legal de Deus sobre esse aspecto. Mas logo os pastores me contaram a verdade. Se eu quiser alguma coisa com Deus, o jeito mais fácil é molhar a mão do ser divino. Tenho minhas dúvidas agora com o lance de “dono do ouro e da prata”, mas vá saber. Sei que pastor não mente, portanto a coisa a se fazer para conseguir algo de Deus é pagar. Há pastores mais modestos que operam nos 10% regulamentares, mas há alguns que por um pouco (ou muito) a mais conseguem agilizar a bênção. Há taxas específicas, como os R$ 900,00 para a casa própria ou os 30% pra Deus abrir as portas. Mas algumas regalias e favores divinos só funcionam na base do tudo ou nada. Esteja (com o talão de cheques) preparado.</p>
<p>Não sei bem o que fazer com tudo isso que aprendi sobre Deus com os pastores da TV. Alguma dica?</p>
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		<title>A identidade do Mano Zé na multiplicidade da vida</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jul 2011 00:51:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mauro Pellegrini]]></category>

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		<description><![CDATA[José &#8220;O QUE ACRESCENTA&#8221; é o nome de um importante personagem bíblico: José do Egito (entre outros com o mesmo nome na escritura), e um nome bastante comum no Brasil. O nome é para o ser a sua mais forte evidência. E o tal José na multiplicidade da vida: Era o favorito de seu pai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>José &#8220;O QUE ACRESCENTA&#8221; é o nome de um importante personagem bíblico: José do Egito (entre outros com o mesmo nome na escritura), e um nome bastante comum no Brasil.<br />
O nome é para o ser a sua mais forte evidência.</p>
<p>E o <span style="text-decoration: underline;">tal José</span> <strong>na multiplicidade da vida</strong>:</p>
<p>Era o favorito de seu pai <strong>GN 37.3a</strong><br />
<strong><br />
</strong>Recebendo inclusive uma túnica como presente dele <strong>GN 37.3b</strong><br />
<strong><br />
</strong>Tendo sonhado que teria proeminência entre os seus <strong>GN 37: 5 -10</strong><br />
<strong><br />
</strong>Foi rejeitado pelos seus irmãos <strong>GN 37.11</strong><br />
<strong><br />
</strong>Foi jogado numa cova<strong> GN 37.24</strong><br />
<strong><br />
</strong>Enviado para o Egito <strong>GN 39.1</strong><br />
<strong><br />
</strong>Foi seduzido por uma mulher que ele não poderia possuir<strong> GN 39: 7 -19</strong><br />
<strong><br />
</strong>Lançado no cárcere <strong>GN 39.20</strong><br />
<strong><br />
</strong>Interpretou um sonho e foi feito governador <strong>GN 41: 39-41</strong><br />
<strong><br />
Será que ele deixou de ser José?</p>
<p></strong>Em<strong> GN 41.44 </strong>&#8220;E disse Faraó a José: Eu sou Faraó; porém sem a tua ordem ninguém levantará a mão ou o pé em toda a terra do Egito&#8221;.</p>
<p><strong>Será que ele perdeu a sua identidade?</p>
<p></strong>Ele recebe o nome egípcio de Zafenate Panéia <strong>GN 41.45a<br />
</strong>Ele agora tem Azenate, uma mulher egípcia, filha de um sacerdote <strong>GN 41.45b<br />
</strong>E ainda ganhou dela dois filhos no Egito <strong>GN 41.50</strong><br />
<strong><br />
Com tudo isso acontecendo, será que ele viveu uma crise de identidade?<br />
Será que ele se esqueceu da casa de seu pai?<br />
Será que ele se esqueceu que era bisneto de Abraão?<br />
Será que o seu nome era mesmo Zafenate Panéia?</p>
<p></strong>Até que em <strong>GN 45.3a</strong>, quando do reencontro com os seus irmãos ele declara:<strong> &#8220;Eu sou José&#8221;</strong><br />
<strong><br />
</strong>Marcado como tal, como José!</p>
<p>Identifica-se como José, pois nunca se esquece da casa de seu pai.<br />
Mesmo em toda multiplicidade de experiências, em meio ao caldo da vida, peregrinando por uma terra estranha, mesmo sendo chamado por outro nome, mesmo assim, até a sua morte em terra egípcia (<strong>GN 50.26</strong>) não deixou de ser José.</p>
<p>E o Senhor não deixou de ser com José:</p>
<p><strong>GN 39.2 </strong>&#8220;E o SENHOR estava com José&#8221;<br />
<strong>GN 39.5 </strong>&#8220;O SENHOR abençoou a casa do egípcio por amor de José&#8221;<br />
<strong>GN 39.21 </strong>&#8220;O SENHOR, porém, estava com José&#8221;<br />
<strong>GN 39.23 </strong>&#8220;O SENHOR estava com ele, e tudo o que fazia o SENHOR prosperava&#8221;<br />
<strong><br />
</strong>Ele é conhecido como José do Egito, mas ele não era do Egito, ele era José (o mesmo de sempre) no Egito.Sem perder de vista a sua identidade como José &#8211; o filho da casa de seu pai, a sua conversão foi para multiplicidade do mundo.</p>
<p>É isso aí, Zé,<br />
Amém, mano!</p>
<p><span id="more-1193"></span><br />
<strong>PELLEGRINI &#8211; Pellegrino / Peregrinus<br />
&#8220;Sou peregrino na terra&#8221; Salmo 119.19a</strong></p>
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		<title>Uma Igreja brasileira?</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 15:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mauro Pellegrini]]></category>

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		<description><![CDATA[Não existe uma igreja autenticamente brasileira, existem diversas “igrejas”, numa diversidade enorme de visões personalistas, cada uma delas pretendendo “Atender” (com boa ou má intenção) as demandas e carências do brasileiro. Daí, o que existe de fato é: Cristandade (a massa religiosa cristã em propagação) Denominacionalismo (com vários estilos) Institucionalismo (num padrão regulador) Tradicionalismo (porque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Não existe uma igreja autenticamente brasileira</strong>, existem diversas “igrejas”, numa diversidade enorme de visões personalistas, cada uma delas pretendendo “Atender” (com boa ou má intenção) as demandas e carências do brasileiro.</p>
<p>Daí, o que existe de fato é:</p>
<p>Cristandade (a massa religiosa cristã em propagação)</p>
<p>Denominacionalismo (com vários estilos)</p>
<p>Institucionalismo (num padrão regulador)</p>
<p>Tradicionalismo (porque sempre foi assim e para eles sempre será)</p>
<p>Dogmatismo (impondo um dogma)</p>
<p>Ritualismo (impondo um modelo de culto)</p>
<p>Moralismo (impondo um comportamento)</p>
<p>Sectarismo (pedindo exclusividade)</p>
<p>Proselitismo (só para o nosso povinho)</p>
<p>E pode deixar que no futuro a gente inventa outros nomes&#8230;</p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"> </span></p>
<p><span id="more-1190"></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">PELLEGRINI &#8211; Pellegrino / Peregrinus</span></p>
<p>“Sou peregrino na terra” Salmo 119.19a</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Eterno</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 01:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mauro Pellegrini]]></category>

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		<description><![CDATA[Existe uma questão chave quanto a nossa dificuldade humana com relação à espiritualidade, que é a seguinte: O homem é possuidor de um espírito essencialmente eterno, mas está parcialmente impedido de reconhecer uma dimensão maior de eternidade, por conviver numa época sem estabilidade, onde tudo é instantâneo, descartável, provisório e sem permanentes. Refiro-me a cultura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma questão chave quanto a nossa dificuldade humana com relação à espiritualidade, que é a seguinte:</p>
<div>
<div>
<p>O homem é possuidor de um espírito essencialmente eterno, mas está parcialmente impedido de reconhecer uma dimensão maior de eternidade, por conviver numa época sem estabilidade, onde tudo é instantâneo, descartável, provisório e sem permanentes. Refiro-me a cultura imediatista que está ao nosso alcance, aquela que se vale da casa pré-fabricada, da comida congelada, do bolo pré-cosido, do café solúvel e do leite em pó. É assim, que no tempo transitório, a vida vai pouco a pouco sendo engolida pela vaidade passageira, e a gente acaba esquecendo de acessar as verdades eternas.</p>
<p>Para piorar, muito embora, O Eterno seja amplamente demonstrado nas escrituras, os ignorantes da eternidade converteram o Evangelho Eterno num pacote qualquer, sintético e superficial. Um pacotinho, construído na temporalidade, que não leva em conta a eternidade, distraindo as pessoas com tudo aquilo que é provisório, e que por falta de significado consistente acaba gerando nelas um descontentamento constante.</p>
<p>Então vou aproveitar o espaço aqui, e registrar o expediente eterno do Senhor Deus Eterno:</p>
<p>Justiça Eterna<strong> &#8211; Salmo 119.142a</strong>: “A tua justiça, é uma <span style="text-decoration: underline;">justiça eterna</span>”.</p>
<p>Alegria Eterna - <strong>Isaias 35.10</strong>: “E os resgatados do SENHOR voltarão; e virão a Sião com júbilo, e <span style="text-decoration: underline;">alegria eterna</span> haverá sobre as suas cabeças; gozo e alegria alcançarão, e deles fugirá a tristeza e o gemido”.</p>
<p>Salvação Eterna - <strong>Isaias 45.17</strong>: “Porém Israel é salvo pelo SENHOR, com <span style="text-decoration: underline;">salvação eterna</span>; por isso não sereis envergonhados nem confundidos em toda a eternidade”.</p>
<p>Misericórdia Eterna -<strong> Isaias 54.8b</strong>: “Com <span style="text-decoration: underline;">misericórdia eterna</span> me compadecerei de ti, diz o SENHOR, o teu Redentor”.</p>
<p>Amor Eterno<strong> Jeremias 31.3</strong>:<strong> </strong>“Há muito que o SENHOR me apareceu, dizendo: Porquanto com <span style="text-decoration: underline;">amor eterno</span> te amei, por isso com benignidade te atraí”.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Vida Eterna -<strong> João 10.28</strong>: “E dou-lhes a <span style="text-decoration: underline;">vida eterna</span>, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão”.</p>
<p>Por fim, <strong>Eclesiastes 3.14a</strong>: “Eu sei que <span style="text-decoration: underline;">tudo quanto Deus faz durará eternamente</span>”.</p>
<p><strong>Quem poderá roubar de você aquilo que é Eterno?</strong></p>
<p><span id="more-1188"></span></p>
<p><strong> </strong>PELLEGRINI &#8211; Pellegrino / Peregrinus</p>
<p>“Sou peregrino na terra” Salmo 119.19a</p>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Evangelho: Como é pensado?</title>
		<link>http://www.caminhocristao.com/2011/07/o-evangelho-como-e-pensado/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 12:46:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mauro Pellegrini]]></category>

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		<description><![CDATA[É certo que todas as nossas ações dependem da categoria de pensamento que empregamos. Isso porque antes de qualquer ato, nasce uma finalidade, que tem diretamente como origem uma elaboração mental. Assim chamo a atenção para qual lógica de raciocínio temos usado numa ação pelo Evangelho &#8211; descriminando duas formas de pensamento lógico: 1ª) A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">É  certo que todas as nossas ações dependem da categoria de pensamento que  empregamos. Isso porque antes de qualquer ato, nasce uma finalidade,  que tem diretamente como origem uma elaboração mental.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> Assim  chamo a atenção para qual lógica de raciocínio temos usado numa ação  pelo Evangelho &#8211; descriminando duas formas de pensamento lógico:</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> <strong><span style="text-decoration: underline;">1ª) A lógica de modelo</span></strong> – É considerada como universal (a versão única), porém a sua raiz vem  da cultura ocidental/grega. Ela é caracterizada por uma fórmula bem  definida, que se projeta como um objetivo concreto na realidade, e por  fim impõe uma ação. Sendo que na sua execução, como se considera um  modelo definitivamente concluído tende a resistir com perseverança a  tudo e a todos, como sendo o que existe de mais certo, e daí, emprega o  máximo de esforço para convencimento alheio. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><span style="text-decoration: underline;">2ª) A lógica de desenvolvimento</span></strong> – É uma forma de pensar oriental, que tem como raiz a cultura chinesa.  Ela está baseada na transformação dinâmica da realidade, e nos ajustes  às variáveis da vida, portanto, não estipula um objetivo cego, nem tão  pouco, prende-se a regras, busca soluções definitivas ou estabelece  metas. Antes disso, o pensar em desenvolvimento vai se desdobrando numa  vivência que corre durante o processo, prestando atenção ao cenário como  um todo, assim como as suas múltiplas possibilidades, além de  estabelecer de forma empática uma composição com o semelhante sem tentar  o convencimento do mesmo. Enfim, é uma forma ampla de encarar e  redimensionar o mundo, priorizando a capacidade humana de tirar o máximo  de proveito dele. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> Logo penso  que mesmo sendo a “lógica de modelo”, a forma de pensamento mais usual,  não deve ser encarada como a única possibilidade, até porque penso eu,  que o hoje numa sociedade globalizada, por conta de tanta informação, as  possibilidades de modelo são inúmeras. De modo, que um “modelo  fundamental” como esteio mínimo é bastante salutar, porém alerto para o  fato, de que se nos fecharmos num único “modelo absoluto”, teremos com  certeza o empobrecimento da nossa realidade e dos nossos  relacionamentos. </span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> Completando  a minha crítica, e aqui contextualizando com relação ao Evangelho, vou  exemplificar algumas situações que entendo existir uma tendência em  relação à “lógica de modelo” em detrimento a “lógica de  desenvolvimento”:</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong>- <span style="text-decoration: underline;">O entendimento espiritual</span></strong>:  É algo imutável para muita gente, muito embora, o Evangelho seja mesmo &#8211;  aquilo que é definitivo, o nosso grau de consciência e aproximação com o  Santíssimo é progressivo.</span></span><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong>- <span style="text-decoration: underline;">A definição de teologia</span></strong>:  Geralmente é definida de forma fundamental, como um suposto estudo  fechado e científico sobre Deus. Porém existe uma outra abordagem  teológica, um jeito de fazer teologia mais ligada a nossa fé (como  gente) em relação a Deus, numa constante reflexão de como ela se  desenvolve. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> Nas palavras de Paulo em<strong> Filipenses 3:13-14</strong>: “Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e  que,  esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão  diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de  Deus em Cristo Jesus.”</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> <strong>- <span style="text-decoration: underline;">O campo missionário</span></strong>:  É um fato que historicamente não foi atingido pela proclamação do  Evangelho (em muitos seguimentos, continua não sendo), e sim pela  cristianização – numa imposição de força e poder para consolidar a marca  religiosa “cristianismo”. O que faz a gente lembrar de <strong>Zacarias 4.6b</strong>: ”Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos”. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> <strong>- <span style="text-decoration: underline;">O envolvimento de missionários</span></strong>:  Como um trabalho destinado apenas para alguém que faz parte de um clero  fechado, para alguém que foi fabricado dentro do sistema religioso.  Quando na verdade, dentro de uma comunidade, muitas vezes um “leigo”,  está muito mais aberto a desenvolver uma ação pelo Evangelho, portanto é  bom que estejamos prontos a abandonar da fixidez dos cargos, dando uma  chance de posição de trabalho a ele, por <strong>1ª Pedro 2.8</strong>: “Mas vós  sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo  adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das  trevas para a sua maravilhosa luz”,</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong>- <span style="text-decoration: underline;">A disciplina na igreja</span></strong>:  Nasce daquele vício da igreja pelos “chamados morais”- “é necessário  fazer tal coisa, tem que, deveria etc”. Até que a igreja estabelece uma  vigilância bem estribada numa listinha de punições e suspensões  eclesiásticas para cada tipo de suposta infração pecaminosa do membro.  Numa ignorância total de <strong>Jeremias 31.34a</strong>: “E não ensinará mais  cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei ao  SENHOR; porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles,  diz o SENHOR.” Porque ou o crente, de fato o é, ou ele nasceu de novo,  ou não. Sendo a verdadeira disciplina aquela do auto-exame que pelo  Espírito cada um espontaneamente se submete. E para algo mais extremo e  público em termos de disciplina, fica apenas reservado a fim de conter  alguém muito rebelde que esteja provocando uma rebelião contumaz no  Corpo, nada mais do que isso. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> <strong>- <span style="text-decoration: underline;">O modelo da mensagem</span></strong>:  É cada vez mais padronizada, como linha de produção, via meio de  comunicação em massa e tudo mais. Sendo que tudo depende de como cada  pessoa é, se sente ou se encontra. Hoje a ordem é passar um sermão no  povo: “para que Deus possa fazer”, o que na verdade condiciona e faz  duvidar muito do poder de Deus. Logo eu entendo que a mensagem precisa  seguir na linha de <strong>Filipenses 2.13</strong>: “Porque Deus é quem opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade” ou de <strong>1ª Pedro 5.10b</strong>:<strong> </strong>“Ele  mesmo vos aperfeiçoar, confirmar, fortificar e fortalecer”. Tranqüilo  assim, sem deixar de ser continuamente proclamada e AMÉM. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> Fica aqui para gente refletir e ir ainda além.</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span id="more-1185"></span><br />
</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong> </strong>PELLEGRINI &#8211; Pellegrino / Peregrinus</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> “Sou peregrino na terra” Salmo 119.19a</span></span></p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Reino, Poder e Glória</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 00:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mauro Pellegrini]]></category>

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		<description><![CDATA[Reino, Poder e Glória, são três elementos exclusivos de Deus. Que o Altíssimo não confere de forma absoluta a nenhum homem, nem tão pouco, o próprio homem deve chamar para si. &#160; Reino – É o Governo de Deus, e a sua melhor vontade; boa, perfeita e agradável. O que está diretamente ligado ao nosso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reino, Poder e Glória, <span style="text-decoration: underline;">são três elementos exclusivos de Deus</span>. Que o Altíssimo não confere de forma absoluta a nenhum homem, nem tão pouco, o próprio homem deve chamar para si.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> <span style="text-decoration: underline;">Reino</span></strong> – É o Governo de Deus, e a sua  melhor vontade; boa, perfeita e agradável. O que está diretamente ligado  ao nosso bem-estar, dependendo do nosso reconhecimento e sintonia com  Criador e Mantenedor Divino. O que normalmente não acontece, já que o  homem é um ser invariavelmente perdido em seus processos, sistemas e  formatações, um ser que tenta planejar e prever, mas que se confunde  cada vez mais. O livro do <strong>Gênesis 10.10a</strong>, diz que logo no  principio, o reino do homem foi Babel – uma confusão. E sempre que o  homem tenta reinar, o resultado que se tem, é o terrorismo e a guerra.  Isso porque o homem governa com seu próprio interesse e acaba por formar  o seu grupo ou partido, que por sinal não importa qual seja; de centro,  de esquerda ou de direita, o homem sempre estará lá. Há quem ainda  pense que o homem é boa coisa, mas no A.T em <strong>Isaias 64.6a</strong>, ele é descrito como “imundo, e toda a sua justiça como trapo da imundícia” e no N.T em <strong>Romanos 3:10-18</strong>,<strong> </strong>“Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus.</p>
<p>Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem  faça o bem, não há nem um só. A sua garganta um sepulcro aberto; Com as  suas línguas tratam enganosamente; Peçonha de áspides está debaixo de  seus lábios; Cuja boca está cheia de maldição e amargura. Os seus pés  são ligeiros para derramar sangue. Em seus caminhos há destruição e  miséria; E não conheceram o caminho da paz. Não há temor de Deus diante  de seus olhos.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que pode sair de um governo assim?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em <strong>Provérbios 8:14-16</strong>,<strong> </strong>entendemos por uma Divina Declaração: “Meu  é o conselho e a verdadeira sabedoria; eu sou o entendimento; minha é a fortaleza.</p>
<p>Por mim reinam os reis e os príncipes decretam justiça. Por mim governam príncipes e nobres; sim, todos os juízes da terra.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E ainda em <strong>Provérbios</strong> <strong>28.12</strong>,<strong> </strong>ficamos  sabendo que: “Quando os justos triunfam, há grande alegria; mas quando  os ímpios sobem, os homens se escondem.”, ou seja, quando os justos  estão governando, o fazem, governados pelo Senhor Deus, assim tudo dá  muito certo, mas quando são os ímpios querendo fazer, a coisa fica bem  danada.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Romanos 5.17b</strong>, promete: “Muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Poder</span></strong> – É só Deus quem realmente o detém  de forma absoluta. Já o homem apenas pensa ter algum poder nas mãos, e  quanto mais pensa assim, mais se impõe por querer dominar, por fim,  corrompe e é corrompido como ser. Conforme decreta <strong>Eclesiastes 8.9b</strong>: “Um homem tem domínio sobre outro homem, para sua desgraça.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É uma questão da gente se colocar no nosso lugar e considerar <strong>Mateus 28.18</strong>:</p>
<p>“E chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É me dado todo o poder no céu e na terra.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Só que<strong> Filipenses 2:5-10</strong>,<strong> </strong>dá um bom conselho para gente:<strong> “</strong>De  sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo  Jesus, que, sendo em forma de Deus, no teve por usurpação ser igual a  Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se  semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si  mesmo, sendo obediente até morte, e morte de cruz. Por isso, também Deus  o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que sobre todo o nome; Para  que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na  terra, e debaixo da terra.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E em<strong> Atos 8.20b</strong>, nós<strong> </strong>ainda somos<strong> </strong>lembrados  de que o poder não é algo podemos comprar: “O teu dinheiro seja contigo  para perdição, pois você acha que o dom de Deus se alcançado com  dinheiro.”</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong>Em<strong> Efésios 3.20</strong>, temos a certeza que o poder vem por meio Dele, vem do Senhor:</p>
<p>“Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais  abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que  em nós opera.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> <span style="text-decoration: underline;">Glória</span> </strong>– É o reconhecimento que por fim  prestamos tão somente ao Altíssimo. Outra coisa que o homem não pode  ter, mas apesar disso, ele é extremante carente de reconhecimento e está  sempre querendo chamar a atenção para sua importância humana.</p>
<p>Penso que o principal problema em relação  ao avanço da fé, aquilo que nos impede de crer é justamente o nosso  envolvimento com uma glória que não é nossa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tanto é, que <strong>João 5.44</strong>, chega a nos questionar:</p>
<p>“Como podeis vós crer, recebendo honra uns dos outros, e não buscando a honra que vem só de Deus?”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É aquela mesma glória que Lúcifer quis ter para ele&#8230;  E os maiores problemas que enfrentamos atualmente nas igrejas com os  neo-apóstolos &amp; cia, estão sempre ligados a glória que ninguém quer  perder&#8230; Tenho certeza que bastaria o entendimento real da verdade  bíblica a respeito da glória, e muitos dos problemas eclesiásticos  seriam evitados&#8230; Mas como tem um monte de gente mimada com necessidade  de ser aplaudida no pódio da importância&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> João 12.43</strong>, arremata:</p>
<p>“Porque amavam mais a glória dos homens do que a Glória de Deus.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Então, o Apóstolo Paulo se levanta e diz: Eu tenho uma glória!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Onde você arrumou glória, Paulo?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso  Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu  para o mundo.” <strong>Gálatas 6.14</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Paradoxalmente, <span style="text-decoration: underline;">a verdadeira Glória está na cruz</span>, lá onde Ele, o Cristo foi vituperado, desprestigiado, envergonhado, ridicularizado, cuspido, crucificando e morto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A paixão de Cristo é o nada no conceito dos homens, mas  foi na cruz, que Pai o exaltou soberanamente e o elevou a posição de  Rei dos Reis e Senhor dos Senhores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enfim, fica aí, para gente, a mensagem mais louca e  absurda do Evangelho, que é passar pela cruz, para deixar por lá, aquela  grandeza que gente pensa ter, aquele nosso talento, aquela nossa  importância, para deixar o nosso orgulho próprio e a nossa pior inveja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para então homologar<strong> Mateus 6.13b</strong>:</p>
<p><strong> “Teu o Reino, o Poder, e a Glória, para sempre. Amém.” </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span id="more-1182"></span></p>
<p>PELLEGRINI – Pellegrino / Peregrinus<br />
“Sou peregrino na terra&#8221; Salmo 119.19a</p>
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		<title>Pérola de Sabedoria</title>
		<link>http://www.caminhocristao.com/2011/06/perola-de-sabedoria-50/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Jun 2011 10:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mauro Pellegrini]]></category>
		<category><![CDATA[pérolas de sabedoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando o assunto é espiritualidade não se deixe levar pelo óbvio. Desconfie de tudo aquilo que é pautado em argumentos absolutamente concretos e racionais, mas que ainda assim se declara como sendo espiritual. Espiritualidade é um outro lance; tão íntimo, sobrenatural e misterioso, que fica até difícil de explicar o que é. PELLEGRINI &#8211; Pellegrino [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o assunto é espiritualidade não se deixe levar pelo óbvio. Desconfie de tudo aquilo que é pautado em argumentos absolutamente concretos e racionais, mas que ainda assim se declara como sendo espiritual. Espiritualidade é um outro lance; tão íntimo, sobrenatural e misterioso, que fica até difícil de explicar o que é.  </p>
<p>PELLEGRINI &#8211; Pellegrino / Peregrinus</p>
<p>“Sou peregrino na terra Salmo” 119.19a</p>
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		<title>Sistema religioso: ritual por ritual, limitação por limitação</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jun 2011 17:19:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mauro Pellegrini]]></category>

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		<description><![CDATA[O ritual religioso é um dos elementos mais recorrentes nos dias de hoje, em seu sentido clássico; como sistema, método e pacto, formando um conjunto de gestos, palavras e formalidades, imbuído de um valor simbólico, cuja execução é prescrita por uma religião. Tal ritual religioso é executado por uma comunidade de pessoas religiosas em locais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ritual religioso é um dos elementos mais recorrentes nos dias de hoje, em seu sentido clássico; como sistema, método e pacto, formando um conjunto de gestos, palavras e formalidades, imbuído de um valor simbólico, cuja execução é prescrita por uma religião. Tal ritual religioso é executado por uma comunidade de pessoas religiosas em locais específicos, em intervalos regulares (como reuniões de culto) ou em situações específicas (como batismos, casamentos e funerais).</p>
<p>Penso que o real propósito de se realizar o ritual religioso é promover a tentativa humana de criar uma ocasião &#8211; um mito reparador. Entendo que o apego ao ritual religioso serve apenas como um calmante, entendo ainda que o ritual religioso não passa de uma psicoterapia breve. O ritual religioso é comum e limitado em si, não oferece harmonia possível, ele apenas funciona como uma maquiagem sem encontrar de fato uma justa posição Santíssima. Para mim o ritual religioso é um sagrado qualquer com disfarce de santo numa função de ruptura com o plano real (interpretado como profano). No velho condicionamento primitivo que nos leva a escolher o ritual como um recurso de feitiço – um portal mágico, que supostamente irá causar algum efeito entre o aqui e o além. O ritual religioso é simplesmente um elemento de magia (que no fundo não passa de elemento cultural) para tentar tirar do lugar o ser humano de onde ele está e sempre estará, não importando todo o esforço que possa ser feito por ele.</p>
<p>O que de fato percebemos no ritual religioso é puramente o vicio e o desejo em manter sempre o mesmo estado de concordância; numa obtenção da aceitação humana, num fortalecimento dos laços sociais, assim como numa satisfação das necessidades emocionais, estabelecendo por fim, papéis, obrigações e afiliações. Daí, toda a rede de interesses que se forma em torno de uma suposta verdade projetada e apresentada como tal no ritual, o que proporciona no fim das contas uma via de entorpecimento real da consciência, assim como uma conseqüente necessidade de reagir mais cedo ou mais tarde ou de ficar perpetuamente estagnado na prática meramente religiosa, isso é claro, dependendo da forma como tal pessoa lida com as regras delineadas por sua própria experiência e perspectiva.</p>
<p>E tem mais, hoje muito se aponta a instituição como ofensiva ao Evangelho, mas será mesmo honesto criticar a instituição enquanto somos viciados nas mesmas coisas e estamos pendurados no mesmo ritual religioso?</p>
<p>Posso afirmar que quanto mais ritual religioso, mais cultura religiosa e por fim, mais necessidade de institucionalização reguladora. Quem continuar curtindo sempre da mesma forma pequena o ritual religioso, mesmo que seja ele até nos mais leves formatos, não poderá nunca reclamar da institucionalização. Sinceramente, entendo que enquanto existir o mesmo cerimonial existirá a mesma institucionalização castradora do Evangelho e da vivência da genuína Espiritualidade Cristã.</p>
<p>Agora com isso não estou radicalizando o ritual em termos gerais, estou aqui apenas tratando contundentemente a respeito do ritual religioso, até por que entendo que diversas ações comuns, como um aperto de mão ou um alô pelo telefone são pequenos rituais do cotidiano. Portanto não sou radical a ponto de propor a inércia imobilizante do fim completo do ritual, já que realizo automaticamente uma série deles no dia a dia, mas em termos espirituais aprovo apenas o ritual mais profundo em si, a experiência do essencial e não do ritual, ou seja, creio que o Evangelho faz celebração invisível do mistério apenas no coração e rompe com a ritualística externa e barulhenta. Sim entendo que o ritual exibicionista repetitivo não leva a lugar nenhum e me agrada a depreciação e o declínio desse ritual religioso na sociedade contemporânea e que assim venha a nascer o espaço maior para consumação do ritual íntimo do Evangelho. A prioridade maior é o encontro com Deus &#8211; o verdadeiro ritual que permanece vivo é o Evangelho sustentado em constante transformação interna num movimento da Espiritualidade Viva, que cresce internamente nos desalojando das posições equivocadas, restaurando a Espiritualidade Essencial mais profunda que nos incentiva ao progresso do novo modo de pensar e agir. A justa posição para o homem &#8211; O Evangelho do Espírito para o espírito.</p>
<p>Enfim, amadurecidos pela Graça de Deus, acredito que podemos ir muito além do obstáculo ritual, buscando reordenar a vida ao ponto de viver sem as regras e as fronteiras religiosas que podem nos limitar em desejos e ambientes.</p>
<p>De uma vez por todas, lembrando:</p>
<p>“O reino de Deus não vem com aparência exterior” Lucas 17.20 b              </p>
<p>AMÉM.</p>
<p>PELLEGRINI &#8211; Pellegrino / Peregrinus</p>
<p>“Sou peregrino na terra” Salmo 119.19a</p>
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		<title>Um dia, Deus vai corrigir toda a injustiça.</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 00:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
		<category><![CDATA[manifesto]]></category>

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		<description><![CDATA[Bendito seja o Senhor, que defendeu a minha causa contra Nabal, por ter me tratado com desprezo. (1 Samuel 25:39). Certa vez, a autora de peças teatrais e membro do Congresso dos EUA, Clare Boothe Luce (1903-1987) disse: &#8220;Nenhuma boa obra fica sem punição&#8221;. Lamentavelmente, às vezes parece que esse provérbio é verdadeiro. Davi, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bendito seja o Senhor, que defendeu a minha causa contra Nabal, por ter me tratado com desprezo. (1 Samuel 25:39).</p>
<p>Certa vez, a autora de peças teatrais e membro do Congresso dos EUA, Clare Boothe Luce (1903-1987) disse: &#8220;Nenhuma boa obra fica sem punição&#8221;. Lamentavelmente, às vezes parece que esse provérbio é verdadeiro. Davi, que em breve seria rei de Israel, teve uma experiência que confirma essa idéia. Enquanto se escondia de Saul, ele e seus homens vigiaram as terras de um homem muito rico, chamado Nabal. Mais tarde, porém, quando Davi pediu um favor a Nabal, foi tratado com desprezo. Davi disse: &#8220;De nada adiantou proteger os bens daquele homem no deserto, para que nada se perdesse. Ele me pagou o bem com o mal&#8221; (1 Samuel 25:21). Antes que Davi pudesse se vingar, a esposa de Nabal interveio e evitou que Davi agisse de forma imprudente. Pouco depois, Deus feriu Nabal e ele morreu (v. 38). Então Davi louvou a Deus por tê-lo impedido de praticar o mal e por ter feito &#8220;com que a maldade de Nabal caísse sobre a sua própria cabeça&#8221; (v. 39). Quem sabe você teve uma experiência na qual a bondade foi paga com ingratidão; um presente generoso foi visto como uma obrigação; atos amáveis foram interpretados como uma tentativa de controle; ou conselhos bem-intencionados foram recebidos com desdém. A história de Davi nos lembra que, mesmo quando parece que somos retribuídos com maldade por fazer algo de bom, não devemos tomar as coisas nas nossas próprias mãos. Podemos deixar os resultados com Deus.</p>
<p>Fonte: Julie Ackerman Link &#8211; Nosso Andar Diário</p>
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		<title>Orar</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 20:45:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mauro Pellegrini]]></category>

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		<description><![CDATA[ORAR NÃO É O MUITO FALAR É normal o excesso de articulação verbal na pós-modernidade, o falar demais é uma marca cultural do nosso tempo – a tentativa de argumento a todo custo, para fazer valer uma determinada opinião. Porém lendo o Evangelho da Graça de Deus – segundo o relato de Mateus 6: 6-7 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>ORAR NÃO É O MUITO FALAR</strong></p>
<p>É normal o excesso de articulação verbal na pós-modernidade, o falar demais é uma marca cultural do nosso tempo – a tentativa de argumento a todo custo, para fazer valer uma determinada opinião.</p>
<p>Porém lendo o <strong>Evangelho da Graça de Deus</strong> – <strong>segundo o relato de Mateus 6: 6-7</strong> , a gente descobre que o olhar de Deus para conosco NÃO vai depender das nossas muitas repetições ou do nosso muito falar, muito pelo contrário, o MISTÉRIO DA ORAÇÃO está na EXPERIÊNCIA DO SECRETO, do coração que ultrapassa as limitadas palavras, o que o texto chama de “entrar no aposento”, um verdadeiro mergulho de coração em intimidade com Deus, e aí sim, o Pai que está em secreto estará nos vendo.     </p>
<p><strong>ORAR É UM EXERCÍCIO DE COMUNHÃO</strong></p>
<p>Ter intimidade com Deus, não quer dizer, que seremos indiferentes ao próximo, assim estar bem próximo e pessoal com o Altíssimo não exclui a nossa interação com o outro. Dois ou três reunidos em nome Dele, devem (como mandamento recíproco) cultivar uma vida de oração comunitária – entrando na dor e na alegria do irmão em Cristo, conforme: <strong>Tiago 5.16</strong>.    </p>
<p><strong>ORAR NÃO É APENAS MAIS UM INSTRUMENTO</strong></p>
<p><strong>A carta de Paulo aos Efésios 6: 10 – 17</strong> é um texto bastante rico, que fala da armadura de Deus, mas ultimamente por ter sido muito pregado nas igrejas, também foi de certa forma muito vulgarizado pela “teologia de batalha espiritual” &#8230; penso que ele deve ser sempre ligado ao contexto do <strong>versículo 18</strong>  &#8211; onde a oração não é descrita como mais um item instrumental do paramento beligerante, e sim como todo o processo no qual nos envolvemos, a oração portanto, é toda a batalha (em todo tempo) e não só mais uma arma em nossas mãos.    </p>
<p><strong>ORAR É UMA OPORTUNIDADE DE INTERCESSÃO</strong></p>
<p>Ainda em <strong>Efésios, no versículo 19</strong>, o apostolo Paulo, pede a oração da igreja como intercessão pelo seu ministério. Nisso, nota-se sua sabedoria, primeiro em admitir, mesmo sendo ministro, que carece de oração como qualquer um carece, e também por ensinar a comunidade cristã, que quando a mesma toma a causa evangelistica de um ministro para si, como se fora a sua própria causa, homologa <strong>João 14:12</strong> – quando na reunião de todos os discípulos de Cristo no Corpo, somos juntos a sua expressão viva  para “obras ainda maiores”.</p>
<p>AMÉM!</p>
<p>PELLEGRINI  &#8211; Pellegrino / Peregrinus<br />
“Sou peregrino na terra” Salmo 119.19a”</p>
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		<item>
		<title>Kit Gay: Nota e Abaixo Assinado contra distribuição nacional.</title>
		<link>http://www.caminhocristao.com/2011/05/kit-gay-abaixo-assinado-contra-distribuicao-nacional/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 May 2011 05:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
		<category><![CDATA[manifesto]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[vida cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[Nota: O website Caminho Cristão, defende a proibição da divulgação do tal &#8220;Kit Gay&#8221; a ser distribuído em Escolas Estaduais e Municipais de todo Brasil. Somos terminantemente contra toda forma filosófica que apoiam as idéias do &#8220;homossexualismo&#8221; e suas práticas que fogem ao padrão estabelecido originalmente por Deus, quando Homem e Mulher os criou para se amarem mutuamente, tendo a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nota: O website Caminho Cristão, defende a proibição da divulgação do tal &#8220;Kit Gay&#8221; a ser distribuído em Escolas Estaduais e Municipais de todo Brasil. Somos terminantemente contra toda forma filosófica que apoiam as idéias do &#8220;homossexualismo&#8221; e suas práticas que fogem ao padrão estabelecido originalmente por Deus, quando Homem e Mulher os criou para se amarem mutuamente, tendo a benção de gerar filhos em sua nata constituição fisiológica, tendo o privilégio de viverem juntos nesta instituição divina vivendo em família preservando a célula máter da sociedade.</p>
<p>Em detrimento de todo esse assunto controverso, vale ressaltar que  refutamos qualquer disseminação de ideologias do homossexualismo, entretanto, nós os cristão, devemos amar e respeitar a pessoa homossexual incondicionalmente, pelos quais Jesus Cristo também morreu e os inclui prontamente em sua maravilhosa Graça a aqueles que o querem como Deus e Senhor.</p>
<p>Segue link para Assinatura neste Abaixo Assinado:  ﻿</p>
<p>Acesse &#8211; ﻿﻿<a href="http://www.peticaopublica.com.br/?pi=PROL">http://www.peticaopublica.com.br/?pi=PROL</a></p>
<p>Pariticipe e divulgue a todos os seus contatos !,</p>
<p>Deus te abençoe !.</p>
<p>por Equipe do Caminho Cristão</p>
<p>*********************************************************************</p>
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		<title>PLC 122-2006 &#8220;A verdadeira face desta Lei&#8221;.</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 00:49:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[citações]]></category>
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		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
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		<description><![CDATA[“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resistem à ordenação de Deus.” Rm 13.1,2  Se Vossas excelencias foram constituidas por Deus, da mesma forma obedeceram a vontade de Quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resistem à ordenação de Deus.” Rm 13.1,2</strong></p>
<p> <strong>Se Vossas excelencias foram constituidas por Deus, da mesma forma obedeceram a vontade de Quem vos constituiu&#8230; O Deus Todo Poderoso.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span id="more-1158"></span></strong></p>
<p> <br />
Venho atraves deste destacar a  inconstitucionalidade do PL 5003-b/2001, oriundo da Câmara dos Deputados, e que passou a ser designado, no Senado, por PLC (Projeto de Lei da Câmara) n.º 122/2006.Esse projeto de lei acaba com a liberdade de pensamento e de crença, e que leva  pena de reclusão de até cinco anos para qualquer manifestação, ainda que de ordem <strong><span style="text-decoration: underline;">religiosa</span></strong> ou <strong><span style="text-decoration: underline;">filosófica</span></strong>, de oposição ao homossexualismo.<br />
 <br />
O projeto de lei referido não é neutro, científico ou imparcial, mas alicerçado na ideologia marxista; que ele conta com o apoio decisivo do governo federal e dos partidos de esquerda. Diante disso, sublinho, é compreensível a hostilidade dos seus defensores a valores próprios da civilização ocidental, judaico-cristã.<br />
 <br />
O que está por trás realmente do projeto de lei de homofobia? A resposta é bem simples,  a tentativa de impor a todos o dogma da moralidade ou naturalidade do homossexualismo, que não é científico, mas de origem ideológica, marxista, tornando-se penalmente punível a contestação a essa pretensa verdade. Nada mais truculento. Nada mais inadmissível. Trata-se de evidente policiamento ideológico.<br />
Ocorre, porém, que muitos juristas e parte significativa da sociedade já incorporaram, inconscientemente, após anos e anos de bombardeio dos deformadores da opinião pública, o modo de pensar da Escola de Frankfurt, de sorte que julgam tratar-se a moralidade e naturalidade do homossexualismo verdades de fé absolutas, incontrastáveis, até mesmo no campo das idéias ou das crenças. Por certo, a lei não poderia obrigar quem quer que fosse a aceitar o dogma da infalibilidade papal. Todavia, almeja-se impor aos brasileiros o dogma da infalibilidade de Erich Fromm e Herbert Marcuse.<br />
Assinalo que já reputo inconstitucional a Lei 7.716, de 1989, com as alterações procedidas pela Lei 9.459, de 13 de maio de 1997, ao tratar da mesma forma o racismo e a discriminação por motivos religiosos. Com efeito, na Constituição <sup>[03]</sup>, o racismo mereceu um tratamento severíssimo, não podendo outras formas de discriminação serem a ele igualados. Os crimes de racismo são inafiançáveis e imprescritíveis, sempre punidos com reclusão.<br />
Ocorre que a não-aceitação da prática homossexual como moral e natural, por razões de ordem religiosa e filosófica, não configura um preconceito. Preconceituoso é tachar de preconceito visões amadurecidas, sopesadas ao longo de milênios, sobre a homossexualidade. <br />
 <br />
 As crenças e convicções filosóficas dos grupos homossexuais não devem gozar do privilégio da infalibilidade, da imutabilidade, da intangibilidade. Todos podem ser passíveis de crítica, inclusive os homossexuais. Todas as crenças e convicções filosóficas e éticas merecem idêntico tratamento pelo direito positivo. A lei não deve impor a todos o modo marxista de enxergar o mundo.<br />
Aliás, não creio que haja suporte jurídico e moral para a realização das paradas gays ou paradas do orgulho gay, mormente com dinheiro público. Trata-se de promoção explícita e irresponsável da imoralidade. Concordem ou não, a Constituição assegura-me o direito de pensá-lo e afirmá-lo, sem ser punido por isso.<br />
 <br />
Acrescente-se que o entendimento da Organização Mundial de Saúde acerca da homossexualidade não é critério decisivo para defini-la ou não como doença (e, muito menos, como moral ou imoral). Primeiro, porque em ciências biológicas não existem verdades definitivas. Segundo, porque tal entendimento não é unânime entre os especialistas . Terceiro, porque as causas da homossexualidade ainda não são suficientemente conhecidas. Quarto, porque é evidente o lobby dos militantes gays e da esquerda internacional nos organismos internacionais, como o é para a aprovação do projeto de lei de que se cuida.<br />
Somente no dicionário dos militantes gays<strong> pederastia e homossexualismo não são sinônimos</strong>.<br />
 <br />
Servindo-se de um método dos pensadores de esquerda, o desconstrucionismo, Com efeito, no desconstrucionismo, destrói-se o sentido original de um texto, para, em seguida, conferir-lhe o sentido desejado ou almejado. Foi o que os teólogos da libertação fizeram com os textos bíblicos, desconstituindo o seu sentido original para imprimir-lhes uma chave de interpretação marxista.<br />
 <br />
Ora, alterando-se o significado das palavras e dos textos, de acordo com o que é conveniente, pode-se justificar qualquer coisa.<br />
É utilizando-se o desconstrucionismo que os defensores da causa gay, servindo-se dos princípios da igualdade, da dignidade humana etc., destruindo o seu conteúdo e sentido real, atribuem-lhes o significado que lhes interessa, para abonar as suas propostas de inovação legislativa. Prossegue o texto da:</p>
<p><strong>&#8220;Para o marxista cultural, o método é o desconstrucionismo. O desconstrucionismo remove todo o sentido de um texto, substituindo-o por qualquer sentido desejado. Então se descobre, por exemplo, que toda a obra de Shakespeare é sobre a opressão das mulheres, ou a Bíblia é sobre raça e sexo. Todos esses textos tornaram-se úteis para provar que ´´toda a História é sobre quais grupos têm poder sobre os outros´´.&#8221;  </strong><strong>Dra. Marli Nogueira </strong></p>
<p>  De todo pertinentes, portanto, as seguintes ponderações da:</p>
<p><strong>&#8220;Daí a natureza ideológica e potencialmente totalitária dessas manifestações. Totalitária porque a essência de todas as ideologias consiste em espremer a realidade para dentro de uma teoria – como ocorre, por exemplo, com a idéia de que toda a história de nossa cultura se resume à opressão das mulheres. Como a realidade contradiz essa teoria, ela mesma deve ser proibida, o que é feito pelos Estados que se tornaram reféns das ideologias. É por isso que as ideologias são potenciais geradoras de Estados totalitários.&#8221; </strong><strong>Dra. Marli Nogueira </strong><br />
 <br />
<strong><span style="text-decoration: underline;">O que a Biblia Diz a respito da homossexualidade</span></strong><br />
 <br />
<strong>A Criação da Ordenança do Casamento </strong></p>
<p>Ao invés de se ter um entendimento próprio da sexualidade humana, é preciso voltar à origem da humanidade. No princípio Deus criou um homem (Adão) e uma mulher (Eva). Deus não criou dois homens (e.g., Adão e Antônio) ou duas mulheres (e.g., Eva e Tereza). Deus criou primeiro Adão do pó da terra; Então criou Eva da costela de Adão. Eva foi criada para ser esposa de Adão. A Bíblia diz que eles estavam nus e contudo não se envergonhavam. A criação de Deus de um homem e uma mulher para serem marido e esposa é o padrão ou paradigma para a sanção de Deus das relações sexuais normais, morais e abençoadas. “A união do matrimônio é ordenada por Deus, e estes preceitos sagrados não devem ser poluídos pela intromissão de uma terceira parte, de qualquer sexo” (F.F. Bruce).</p>
<p>Jesus Cristo citou Gênesis 2:24 como uma prova clara de que a poligamia (ter mais de uma esposa) e o divórcio (exceto em caso de adultério) são condenados por Deus (Mt. 19:5). O apóstolo Paulo, escrevendo sob inspiração do Espírito Santo, disse que há somente uma saída moral e legítima para o caminho deixado por Deus para o sexo – o casamento (1 Cor. 7:2). Monogâmico e heterossexual, o casamento é a única maneira de se ter sexo sem pecado e culpa. “Honrado entre todos seja o matrimônio, e o leito [matrimonial] sem mácula; mas Deus irá os fornicadores e adúlteros” (Heb. 13:4 [todas as versões NKJV]). Qualquer coisa contrária a ordenança da criação do casamento entre um homem e uma mulher é pecaminoso e inaceitável perante Deus. A Bíblia condena toda atividade sexual fora do casamento monogâmico e heterossexual: homossexualismo, sexo antes do casamento, poligamia, adultério, bestialismo e assim por diante. “Não deixeis que vos enganem com palavras vãs,” diz Paulo, “porque é em razão destas coisas sobrevêm a ira de Deus sobre os filhos da desobediência” (Ef. 5:6).<br />
<strong>A Lei de Deus </strong></p>
<p>A lei moral de Deus claramente condena todo tipo de homossexualismo: “Não te deitarás com um homem como se fosse uma mulher. Isto é abominação&#8230; Se um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável. Devem ser mortos. Seu sangue cairá sobre eles” (Lev. 18:22, 20:13). Defensores do homossexualismo tentam evitar as claras e inequívocas declarações da lei de Deus com desculpas esfarrapadas e descarada distorção da Bíblia.</p>
<p>Alguns questionam se a lei de Deus condena o homossexualismo; eles ensinam que a lei de Deus é só um escrito humano com antigos costumes judaicos preconceituosos. Essas pessoas condenam a autoria mosaica da lei e são relativistas éticos. Seus argumentos devem ser rejeitados porque Cristo e os apóstolos aceitaram a autoria divina, infalibilidade e absoluta autoridade do Velho Testamento (Mt. 22:39-40; Jo. 10:35; 2 Tim. 3:16-17). Se você rejeitar a lei de Deus alegando que ela não passa de idéias humanas de judeus antigos, então você não pode reivindicar que Cristo é seu salvador. Você deve pensar que ou Jesus se enganou em Sua visão da lei de Deus ou que Ele era um mentiroso. Não esqueça: Jesus Cristo é Deus (Jo 1:1; 8:58-59); Ele não pode se enganar ou mentir (Num. 23:19).</p>
<p>Outros ensinam que as leis que condenam o homossexualismo se aplicavam somente à nação de Israel. As leis do Velho Testamento caducaram com a vinda de Jesus Cristo. Essa visão é popular entre aqueles que reivindicam ser “homossexuais evangélicos.” Essa visão é totalmente anti-bíblica. Quando o Novo Testamento diz que os cristãos estão mortos para a lei, significa que Cristo cumpriu a lei (o pacto das obras) pelos crentes, e removeu a maldição da lei por meio de Sua morte sacrificial. Cristãos que estão unidos a Jesus Cristo em Sua vida perfeita sem pecado e Sua morte sacrificial são elevados com Cristo e capacitados por Seu Espírito a viver para Deus. Paulo disse que “a lei é santa, e o mandamento santo e justo e bom” (Rom. 7:12). Cristo não liberta da lei moral. Ele obedeceu a ela perfeitamente para os crentes. Ele morreu para remover a culpa do pecado e enviou o Espírito Santo para que os crentes tenham poder para obedecer à lei de Deus. Se Cristo abolisse a lei no sentido que os apologistas do homossexualismo afirmam, então Ele precisaria morrer, porque se não há lei, não há pecado nem culpa. As únicas leis que não possuem mais validade são as que estão atreladas especificamente à terra de Israel (e.g., o jubileu) e as leis cerimoniais. As leis cerimoniais apontavam para Jesus Cristo e Sua obra por meio de tipos e figuras. A lei moral de Deus e o caso das leis civis baseadas sob a lei moral ainda estão em vigor. A lei de Deus é baseada sob Sua natureza e caráter; portanto, é absoluta, imutável e eterna.</p>
<p>É óbvio que a proibição contra o homossexualismo nada tem a ver com o sistema sacrificial; ela claramente não é cerimonial em sua natureza. Além do mais, se as leis contra o homossexualismo foram somente restritas à nação de Israel, então porque o homossexualismo é condenado em Sodoma, cerca de quatrocentos anos antes de a nação de Israel existir: “como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregado à imoralidade sexual e seguindo após outra carne [homossexualismo], foram postos para exemplo, sofrendo a vingança do fogo eterno” (Judas 7)? Embora Sodoma fosse genericamente caracterizada pela maldade, Gênesis 19 apresenta o homossexualismo como o último estágio da devassidão. Os homens de Sodoma desejaram ter relações homossexuais com os convidados de Ló e estavam dispostos a estuprá-los, se necessário. Deus enviou total destruição sobre Sodoma. Sodoma não foi destruída porque seus habitantes não eram hospitaleiros, como alguns afirmam. Simplesmente não ser hospitaleiro não explicaria um tal julgamento de Deus. Deus aniquilou a cidade; somente Ló e sua família foram poupados.</p>
<p>Alguns apologistas do homossexualismo argumentam que a lei de Deus condena somente a prostituição ritual masculina. Eles argumentam que o moderno homossexualismo não tem nada a ver com o homossexualismo pagão e idólatra praticado nos tempos antigos. Deus claramente condena a prostituição masculina e os ritos culticos de fertilidade associados a ela; Deuteronômio 23:17-18 se aplica à prostituição cultica. Mas Levítico 18:22 e 20:13 não mencionam a prostituição cultica em lugar algum. “se um homem se deitar com outro homem como se fosse mulher, ambos cometeram abominação. Devem ser mortos. Seu sangue cairá sobre eles” (Lev. 20:13).</p>
<p>A tentativa de consolidar todas as proibições contra o homossexualismo dentro de algo que somente concorde com a antiga prostituição cultica revela um óbvio viés pró-homossexual por parte destes intérpretes. Eles forçam o texto bíblico à um molde pró-homossexual. Eles estão sendo desonestos com a clara intenção da Palavra de Deus. Eles estão lendo suas próprias pressuposições pró-homossexuais na lei de Deus. É ilegítimo condensar três proibições distintas (Lev. 18:22, 20:13; Dt. 23:17-18) em apenas uma. Interpretes pró-homossexuais sabem disto mas não se importam, porque eles não estão interessados na verdade; eles estão interessados somente em justificar seu comportamento mau e pervertido. Além disso, sua interpretação pode ser usada para justificar a relação sexual com ovelhas e cabras, porque a bestialidade também era parte dos ritos culticos de fertilidade. Não se engane. Deus é contra o homossexualismo em todas as suas formas, tanto ritual quando pessoal.</p>
<p>Os argumentos em favor do homossexualismo são nada mais que lamentáveis desculpas para um comportamento que Deus condena e irá claramente julgar. “Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis. Nem fornicadores, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais , nem somoditas , nem ladrões, avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” (1 Cor. 6:9-10). Homossexualismo foi condenado por Deus, séculos antes da chegada da lei (e.g., Gen. 19). Ele é explicitamente condenado pela lei de Deus (Lev. 18:22, 20:13). Como será mostrado, ele é também claramente condenado no Novo Testamento pelo apóstolo Paulo.<br />
<strong>O Novo Testamento </strong></p>
<p>O Novo Testamento concorda com, e confirma, a condenação do Velho Testamento da homossexualidade. Alguma passagem da Bíblia pode ser mais clara na condenação do homossexualismo do que a afirmação de Paulo encontrada no primeiro capítulo de Romanos: “Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e adoraram e serviram a criatura mais do que o Criador, o qual é bendito eternamente. Amém. Por essa razão Deus os entregou a paixões infames. Pois até mesmo as mulheres mudaram o modo natural pelo que é contra a natureza. Do mesmo modo os homens, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, homens com homens cometendo o que é torpe, e recebendo em si mesmos a penalidade devida pelo seu erro. E por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes&#8230; os quais, sabendo do justo juízo de Deus, de que aqueles que praticam tais coisas são passíveis de morte, não somente as fazem, mas também aprovam os que as praticam” (Rom. 1:24-28,32).</p>
<p>Defensores do comportamento homossexual tentam driblar Romanos 1 alegando que Paulo estava condenando somente a luxúria e promiscuidade homossexual e não as amáveis e monogâmicas relações homossexuais. O problema com essa interpretação pró-homossexual é que Paulo nem sequer sugere tal idéia no texto. Essa idéia, que era pra estar no texto, claramente não está lá. Paulo era um expert em complexos problemas éticos. Sua condenação abrange todas as formas de comportamento homossexual: seja promiscuo, seja monogâmico. Se a homossexualidade é permissível sob certas condições, então a mentira, assassinato, difamação, e outros pecados listados por Paulo também são permitidos sob certas condições? Poderia um apologista do homossexualismo argumentar que o sexo com cabras e ovelhas é permitido desde que o relacionamento seja amoroso e monogâmico?</p>
<p>Outros apologistas dizem que Paulo estava somente se referindo à prostituição cultica grega. Mas o texto não diz nada sobre a prostituição cultica grega. Paulo estava focado sobre o que acontece quando as pessoas enxotam Deus de seus pensamentos e adoram ídolos. Paulo estava discutindo o comportamento pessoal moral. Quando as pessoas abandonam Deus, seu comportamento pessoal se torna perverso. Se Paulo condenou somente a prostituição ritual grega, então porque a igreja primitiva condenou todas as formas de homossexualismo? Por que é que toda congregação de igreja cristã e todas as denominações cristãs condenaram todas as formas de homossexualismo durante quase dois mil anos? Foi só nos anos 1970 que o homossexualismo começou a receber aceitação na sociedade. E não é acidental que as igrejas que mudaram suas visões geralmente façam parte de denominações liberais que rejeitaram a autoridade divina da Bíblia. Se Cristo e os apóstolos aceitaram a homossexualidade monogâmica, então por que ela foi universalmente condenada na igreja apostólica?<br />
<strong>A Teoria da Pederastia </strong></p>
<p>A tentativa mais sagaz de repudiar a condenação de Paulo da homossexualidade é a teoria da pederastia. Essa visão afirma que Paulo, seguindo a cultura grega, somente estava condenando a exploração sexual e emocional de jovens por parte de homens. Esta visão assume que Paulo era somente um produto da cultura grega pagã de seu tempo. Mas a Bíblia claramente ensina que Paulo escreveu sob a sobrenatural direção do Espírito Santo (2 Pe. 3:15-16). Para entender a visão de mundo de Paulo, não se deve olhar para a Grécia ou Roma pagãs, mas para o Velho Testamento, os ensinos de Jesus Cristo e dos outros apóstolos. A condenação de Paulo da homossexualidade é totalmente consistente com, e uma continuação da, lei de Deus revelada a Moisés. A pederastia é errada e é condenada por Deus porque é uma forma ou tipo de homossexualidade. É também pecaminosa e perversa porque é uma forma de sexo fora dos laços do matrimônio legal, monogâmico e heterossexual. O homossexualismo é perverso, não interessa a idade dos participantes. A idéia de que pelo fato de dois homens terem alcançado a idade de 18 anos, Deus aprova o sexo oral e anal que eles fazem é absurda. Paulo condena tal pensamento perverso e tolo há muito tempo: “Mas sabemos que a lei é boa e aquele que a utiliza de modo legítimo, mas sabeis disto: que a lei não foi feita para o que é íntegro, mas para os transgressores e rebeldes, para os irreverentes e pecadores, para os ímpios e profanos, para os assassinos de pais e mães, homicidas, para os fornicadores, para os sodomitas , raptores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para tudo quanto seja contrário à sã doutrina” (1 Tim 1:8-10).<br />
<strong>Ato e Orientação </strong></p>
<p>Qualquer discussão da homossexualidade será incompleta sem estabelecer a diferença entre ato e orientação. Muitos homossexuais irão dizer, “Eu nasci homossexual – Deus me faz assim; por isso, meus pensamentos, desejos, e modo de vida não devem ser condenados.” Se algumas pessoas nascem com uma predisposição para o comportamento homossexual, isto faz de alguma forma os desejos e o comportamento homossexual deles aceitável a Deus? Absolutamente não!</p>
<p>A doutrina bíblica do pecado original ensina que todos os homens nascem com uma natureza ou disposição pecaminosa. O primeiro homem, Adão, era o cabeça do pacto e representante de toda a raça humana perante Deus. Quando Adão pecou, a culpa e poluição do pecado passaram à toda a raça humana (Rom. 5:12, 17, 19). Cada pessoa (exceto Jesus Cristo que foi concebido pelo Espírito Santo) é nascida com uma natureza pecaminosa. É errado dizer, “Deus me faz um homossexual (ou um mentiroso, ou um assassino),” porque o pecado não se originou com Deus, mas com o homem (i.e., Adão, nosso antepassado).</p>
<p>O fato de que todos os seres humanos nascem com um orientação (ou inclinação) para o pecado não justifica desejos ou comportamento pecaminosos. A Bíblia diz que todos os homens nascem mentirosos (Sl. 58:3). A Bíblia também diz que mentir é pecado (Ex. 20:16, Dt. 5:20); e adiante diz que os mentirosos não entrarão no reino de Deus (Ap. 21:27). Se algumas pessoas nascem com uma inclinação para o roubo, homossexualismo, assassinato, bestialidade, sadomasoquismo, mutilação, etc., isto de forma alguma justifica seu comportamento pecaminoso. O argumento de que a orientação para a homossexualidade de alguma forma a faz aceitável a Deus pode ser usado para justificar qualquer comportamento pecaminoso. Um tal argumento destrói a responsabilidade pessoa; ele tornaria a lei de Deus sem sentido e desnecessária a salvação por meio de Cristo. Todos os homens certamente serão responsabilizados perante Deus por cada pensamento, palavra e ação pecaminosas que cometam, sem importar suas orientações. Culpar Deus pelo comportamento pecaminoso de alguém pode fazer o homossexual se sentir melhor, mas isto irá ser ineficiente no dia do juízo, quando todos os impenitentes homossexuais serão lançados no inferno (1 Cor. 6:9-10, Ap. 21:27). Além disto a Bíblia ensina que nenhum homem pode culpar Deus por seu comportamento pecaminoso, porque Deus não pode tentar o homem. O homem é tentado por seus próprios desejos: “Ninguém ao ser tentado diga, “Fui tentado por Deus&#8217;; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, nem a ninguém tenta. Mas casa um é tentado quando engodado e atraído por seus próprios desejos. Então, quando o desejo concebe dá à luz ao pecado, que quando consumado, gera a morte. (Tg. 1:13-15).</p>
<p>Alguns afirmam que os atos homossexuais são de fato imorais, mas sentimentos e desejos homossexuais para alguns são inatos e, portanto, inevitáveis e não pecaminosos. A Bíblia ensina que não é pecado ser tentado (Cristo foi tentado, embora nunca tenha cometido pecado, Heb. 2:18). O que é pecaminoso é quando uma pessoa abriga aquilo que o tenta, fantasia e faz planos para praticar aquele comportamento pecaminoso. A Bíblia claramente ensina que não somente é um pecado cometer atos maus, mas é também pecado ter desejos e pensamentos imorais, luxuriosos.</p>
<p>Jesus Cristo proibiu a luxúria heterossexual em Mateus 5:27-29. Jesus disse que quando um homem olha para uma mulher com desejo lascivo, ele já cometeu adultério com ela em seu coração (Mt. 5:28). A idéia de condenar só o ato externo mas não a luxúria interna era uma doutrina dos Fariseus; Cristo condenou veementemente esse falso ensino (Mt. 5:21-22, 15:19-20). O apóstolo Paulo proibiu fantasias perversas, luxúria, e maus desejos (Col. 3:5). Paulo disse que os cristãos devem santificar (i.e., fazer santo) os seus próprios pensamentos (Fl. 4:8). Tiago disse que se os desejos não forem controlados, o pecado irá seguí-lo (Tg. 4:1). O desejo homossexual está condenado dentro de Romanos 1:24, 26, 27. O profeta Isaías disse que o arrependimento de alguém deve ser estendido aos “pensamentos” e aos “caminhos” (Is. 55:7). Uma vez que a Bíblia condena os desejos e atos pecaminosos, não pode existir tal coisa como um cristão homossexual – ou um cristão assassino ou um cristão ladrão. Se um homossexual se torna um cristão, ele deve deixar de lado tanto atos quanto pensamentos homossexuais; portanto, quando se torna um cristão, ele deixa de ser um homossexual. Ele deve ainda às vezes ser tentado mas ele se recusa a abrigar, a flertar com, e a cometer tais ações abomináveis. “Finalmente, irmão, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é digno de honra, tudo o que é justo, todo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude e se algum louvor existe; pense sobre estas coisas” (Fl. 4:8). “Não devemos cobiçar as coisas más, como eles também cobiçaram” (1 Cor. 10:6).<br />
<strong>Conclusão </strong></p>
<p>A condenação bíblica da homossexualidade é muito clara e bastante forte. Deus disse que o homossexualismo é uma “abominação”; o que significa que Deus aborrece, odeia e detesta completamente o comportamento homossexual. O Antigo Testamento ensina que as pessoas que são condenadas pelo crime de se envolver em um procedimento homossexual deve ser mortas (Lev. 18:22, 20:13). O Novo Testamento está em total acordo: o apóstolo Paulo disse que o comportamento homossexual é “digno de morte” (Rom. 1:32). Essa não é a opinião do homem, mas é o claro ensino da Palavra de Deus.</p>
<p>As pessoas que reivindicam serem compassivas com os homossexuais pela justificativa e aprovação de seu comportamento perverso são mentirosos e falsos mestres. Suas tentativas de reinterpretar a Bíblia para fazê-la aceitar o homossexualismo são nada mais que desculpas esfarrapadas criadas para aqueles que não querem se arrepender. Eles estão conduzindo os homossexuais ao caminho que leva à destruição (Mt. 7:13). Eles são os verdadeiros inimigos da comunidade homossexual.</p>
<p>Sua única esperança é aceitar o que Deus diz com respeito ao seu comportamento pecaminoso. Se você for se arrepender dos seus pecados e crer em Jesus Cristo, você deve se convencer de que seu procedimento é errado, perverso e digno de juízo. Depois de dizer que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, Paulo diz, “Tais foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, mas vocês foram santificados, mas vocês foram justificados em o nome do Senhor Jesus e pelo Espírito do nosso Deus” (1 Cor. 6:11). Havia cristãos na igreja de Corinto que rejeitavam seu anterior estilo de vida homossexual e abandonaram seus pecados. Eles se arrependeram e creram em Jesus Cristo.</p>
<p>Jesus Cristo, como Ele é apresentado nas Escrituras, é a única esperança de salvação dos pecadores: “Nem há salvação em nenhum outro, pois não há nenhum outro nome debaixo do céu, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (At. 4:12). Se você crê nEle, todos os seus pecados serão perdoados. “Se com a boca confessares o Senhor Jesus e creres em teu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, você será salvo. Porque com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. Porque a Escritura diz, ‘Qualquer que crê nEle não será confundido&#8217;” (Rom. 10:9-11).</p>
<p>O sangue sem pecado de Cristo removeu a culpa e a maldição do pecado. Sua vida perfeita e sem pecado é dada como um presente àqueles que crêem nEle. Quando os cristãos se apresentarem perante Deus no dia do julgamento, eles serão vestidos com a perfeita justiça de Cristo. Os crentes irão para o céu tão-somente em razão dos méritos de Jesus Cristo. Quando Cristo ascendeu da morte ao terceiro dia, isto provou que Seu sacrifício era aceitável a Deus o Pai. Cristo ascendeu vitorioso sobre o pecado, a culpa, a morte e o inferno para todos que põe sua confiança nEle. Após sua ressurreição, Cristo, como o mediador divino-humano, foi feito rei e Senhor sobre todas as coisas no céu e na terra. “Arrependei-vos, portanto, e convertei-vos, para que seus pecados possam ser cancelados, a fim de que tempos de refrigério possam vir da presença do Senhor” (At. 3:19-20a).</p>
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		<title>Ele está &#8220;as portas&#8221;, vamos em frente !.</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 20:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;..E, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz.&#8221; (Colossenses 2.15).Não erramos ao constatar que nossas tentações e provações, tanto no sentido físico como na área emocional se intensificam grandemente nos últimos tempos. E nem pode ser de outra forma, pois, com a aproximação da vinda do Senhor, as ondas da atmosfera celestial se movimentam em direção à terra. Assim &#8220;os principados e potestades&#8230; dominadores deste mundo tenebroso &#8230;as forças espirituais do mal nas regiões celestes&#8221; (Ef 6.12) têm cada vez menos espaço e são tomados de claustrofobia, se rebelam contra essa situação, porém continuam sendo os senhores do espaço físico aéreo. Esses movimentos no mundo invisível são percebidos especialmente pelos santos em Cristo. Agora urge mais do que nunca direcionar firme e constantemente nosso olhar cheio de fé para nosso Senhor Jesus. Como membros da Igreja de Jesus, estamos hoje muito próximos da nossa transformação e arrebatamento. Em vão, Satanás se opõe a isso, e por essa razão os verdadeiros filhos de Deus se encontram progressivamente em fortes tentações e provações. Mas seja confiante e resoluto, pois a eterna transformação da nossa personalidade espiritual está por acontecer quando Jesus vier! Continue firme! Pois assim diz o Senhor: &#8220;&#8230;aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo.&#8221;</p>
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		<title>Jesus Cristo: A verdadeira razão da Páscoa.</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Apr 2011 05:39:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não negue a Jesus. Nessa páscoa, aproveite para fazer o que muitos não fizeram quando tiveram a oportunidade, na crucificação de Jesus. Não faça parte da mesma multidão que preferiu Barrabás, ao invés de nosso Mestre (João 18.40) Lembre-se de que tudo aquilo que não vem da fé, não edifica, e tudo o que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não negue a Jesus.</p>
<p>Nessa páscoa, aproveite para fazer o que muitos não fizeram quando tiveram a oportunidade, na crucificação de Jesus. Não faça parte da mesma multidão que preferiu Barrabás, ao invés de nosso Mestre (João 18.40) Lembre-se de que tudo aquilo que não vem da fé, não edifica, e tudo o que não edifica destrói. O mundo diz que a páscoa é para se confraternizar, e presentearmos uns aos outros com chocolates e etc. mas não é isso que a Bíblia nos ensina&#8230;não é isso que Deus nos passa (pois a Bíblia é a pura palavra dele). A palavra Dele diz que na páscoa Jesus realizou a ceia, foi crucificado e ao terceiro dia ressuscitou, não é isso? Então QUALQUER palavra que vá contra isso, vai contra a palavra de nosso Pai, e se nós aceitamos o ganhar e receber chocolates  como verdade principal,ou seja, se por um momento deixamos isso ser superior ao que o nosso próprio Criador nos fez questão de deixar, é porque estamos indo contra a palavra de Deus, e ir contra, meu amado, é negar. Quantas vezes em nossas vidas deixamos Jesus em primeiro lugar? Não sei, porém te suplico uma coisa, em nome de nosso salvador, não deixe de lembrar o que Jesus Cristo fez por nós, não vire as costas para a sua palavra e por fim:</p>
<p>NÃO DEIXE AS VERDADES DO MUNDO SEREM MAIS FORTES DO QUE A VERDADE DE DEUS NA SUA VIDA, se não fez, comece a fazer nessa páscoa, e QUE DEUS TE ABENÇOE.</p>
<p>Texto de autoria de Silair Rosa Junior.</p>
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		<title>Os construtores da anti-Graça !.</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Mar 2011 09:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São aqueles que segundo Paulo em “Atos dos Apóstolos”, já estão no meio de nós como lobos que não poupam o rebanho de Deus, fazendo negócio em nome da Fé, e que são os exterminadores da liberdade alheia, que excluem sumariamente as pessoas e se afastam delas, achando que são muito melhores do que elas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São aqueles que segundo Paulo em “Atos dos Apóstolos”, já estão no meio de nós como lobos que não poupam o rebanho de Deus, fazendo negócio em nome da Fé, e que são os exterminadores da liberdade alheia, que excluem sumariamente as pessoas e se afastam delas, achando que são muito melhores do que elas. São os que usam luvas de assepsia e jogam no lixo os diferentes, os quais diferem deles quanto ao estilo, conceitos, doutrina, postura moral, ética e religiosa. São os que têm “complexo de São Pedro” por se julgarem acima da Lei, se achando no direito de abrir ou fechar as portas do céu de acordo com seu julgamento distorcido, separando antes do tempo determinado o joio do trigo, quem é salvo ou não, quando Jesus proíbe veementemente tal atitude. São os que pensam que estão sozinhos no mundo, e acham que eles e sua igreja, serão os únicos que vão ser salvos, e sua doutrina, teologia, liturgia e preceitos morais são os únicos certos e todos ao redor estão errados. São os que se prendem a teias de legalismos tentando comprar a Graça de Deus com obras humanas e ofertas de desempenho e performances pessoais.</p>
<p><span id="more-1145"></span></p>
<p>Estes, na prática, esperam ainda obter o favor de Deus, com boa moralidade e com bom comportamento, pretextando santificar-se a si mesmos com orações religiosas com coreografias de “avivamento” anulando assim, completamente o sacrifício de Cristo na cruz, nesta categoria circula nos corredores de tais crentes-evangélicos, toda antítese da Graça. São os que colam máscaras de religiosidade, e que carregam troféus, notoriedade e status por cargos eclesiásticos alcançados e salários explendorosos as custas da boa fé na fé, e não em obras redimidas da genuína fé em Deus. Na cara para impressionar o mundo, assumindo ridículas atitudes de bajulação e arrotando vantagens, tecem grandes relatos de proezas espirituais exacerbadas, sem nexo e sem embasamento, caminhando assim, cada vez mais na contra-cultura que propõe “O Evangelho” simples, puro e amoroso de Jesus Cristo, onde a Graça repousa sobre toda a humanidade sem acepções, e isso, pasmem !, fora dos templos. São os que ficam à espreita da liberdade dos outros, criticando e disseminando suspeitas de todo tipo, visando salvar sua própria reputação e expondo à vergonha aos incontáveis pelados nos telhados de quem não concordam com seus modus-operandis. Se nos tempos de Cristo os fariseus eram os líderes religiosos de sua época, os anciãos do povo, os que cpmpunham o Sinédrio, os líderes que detinham o poder religioso e mantinham o status quo econômico da nação, os fariseus de hoje também compõem a grande parte esmagadora da liderança das igrejas de hoje. Eles são os que se assentam nos concílios, nas juntas administrativas, nas comissões gestoras das organizações eclesiásticas, e se reúnem como donos, caciques, pagés e os chefes das grandes corporações da fé. São, no entanto, aos olhos infalíveis de Jesus, hipócritas ! cujos atores atuam com máscaras, que disseminaram ervas danosas no meio do trigo Da Igreja. Sua atitude, apesar do alto teor moral, é tida diante de Deus, como palha que queima e que, ao passar pelo crivo do fogo purificador dos olhos do Rei, só sobrarão cinzas e poeira. São os que ainda hoje Jesus chama de cobras&#8230;serpentes, víboras venenosas, sepulcros caiados, bonitos por fora, mas por dentro estão cheios de ossos secos com todo tipo de imundície e podridão das mais fétidas, estes que coem um mosquito e engolem um camelo, guia de cegos. São esses aos quais Jesus disse que o honram com os lábios mais seu coração está longe Dele, e que adoram a Deus em vão, e cujos ensinos não passam de regras ensinadas por homens. Meros personagens fabricados em suas denominações religiosas multiplicando seus dogmas, sugando ovelhas sem o mínimo escrúpulo. Fico pensando em quão inconsistente é, para Jesus, tanta pompa, tantas construções, tantos cursos infindáveis de educação religiosa, tantas regras proibitivas, tantos sistemas complexos, tantos preceitos inócuos, tantas falácias heréticas, tanto circo, tanto discurso vazio, e que no final pouca coisa sobrará de útil para o Reino, e quase nada que perdurará para Vida Eterna. Estes tais, como bem advoga a carta de Judas, são estrelas errantes, andando após Caim, aventurando-se no erro de Balaão, e embalando-se na revolta de Core. Não sejas nem consintas ser como um fariseu de hoje. Saia das fileiras da hipocrisia, e venha se alistar no exército dos filhos da Luz, que andam na verdade, na simplicidade do Reino e que não tem outra motivação que não seja agradar ao Rei oferecendo um coração sincero e transparente, cujas motivações fluem do coração, por saber que o Pai celestial em quem não há mudança e nem sombra de variação, e que tudo é nú e patente aos seus olhos, a quem cada um de nós lhe prestaremos contas, e que se alegra sobremaneira da verdade no íntimo, e que não despreza um coração contrito e quebrantamento, e jamais rejeitará um genuíno ser arrependido. Nele, toda misericórdia há, e se renova de manhã após manhã para sempre !, Aleluia !.</p>
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		<title>Muro de fogo por David Wilkerson.</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 21:35:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quero contar como esta profecia me foi revelada. Gwen minha esposa, e eu, tínhamos recém retornado ao hotel em Sacramento, na Califórnia, após uma reunião da cruzada. Liguei a TV, buscando encontrar um canal de notícias. Um dos canais estava exibindo o musical de um jovem cantor de rock. Era tão diabólico que não pude [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quero contar como esta profecia me foi revelada. Gwen minha esposa, e eu, tínhamos recém retornado ao hotel em Sacramento, na Califórnia, após uma reunião da cruzada. Liguei a TV, buscando encontrar um canal de notícias. Um dos canais estava exibindo o musical de um jovem cantor de rock. Era tão diabólico que não pude desligar o aparelho &#8211; fiquei completamente atordoado com o que vi. Chamei Gwen para ver, e ela, igualmente ficou horrorizada. Demônios acariciavam o jovem cantor. Esqueletos levantavam de túmulos. Sadomasoquistas espancavam suas vítimas, terríveis criaturas do ocultismo dançavam com as pessoas, sangue jorrava e havia muita demonstração de violência. Era uma visão vinda diretamente do inferno. Simplesmente não conseguíamos acreditar que a TV estava exibindo uma imundície tão demoníaca.</p>
<p><span id="more-1133"></span></p>
<p>Desliguei a TV com ira santa, entrei no banheiro, e me ajoelhei clamando. Um terrível presságio de trevas se assolou sobre mim. Pensei em meus netos. Como será quando eles chegarem à adolescência, se hoje já está tão diabólico?</p>
<p>Minha mente se inundou de trágicas imagens da decadência moral na sociedade americana: esta nação se entregou ao sexo, à violência, derramamento de sangue, satanismo, sadismo e iniqüidade.</p>
<p>Na mesma semana, os jornais publicaram matéria dando conta que crianças pequenas são molestadas em creches por todo o país. Um funcionário de uma creche, com 85 anos de idade, foi indiciado por molestar sexualmente tanto meninos como meninas. Até mesmo pais estavam sendo presos por abusarem sexualmente dos próprios filhos. As histórias pareciam muito terríveis, muito aterrorizantes para estarem acontecendo aqui em nosso país.</p>
<p>Naquele mesmo dia, fui informado que a polícia de uma pequena cidade à noroeste do país desmanchou uma grande cadeia de tráfico de drogas, liderada pelos mais respeitáveis médicos, advogados e empresários da pequena cidade. Eles estavam enviando jovens para o inferno por causa do todo-poderoso dólar.</p>
<p>Uma senhora idosa em Chicago perdeu 44.000 dólares &#8211; tudo que economizou na vida &#8211; para se livrar do assim chamado &#8220;câncer dos tijolos&#8221;. Pelo país todo, milhares de idosos têm sido surrupiados e enganados, ficando amargurados e sem um tostão. Os trapaceiros saem livres e vivem como reis com o dinheiro roubado. Todos os dias as manchetes falam do número crescente de idosos que apanham, são roubados e mortos em suas casas. Como uma mente pode ser tão pervertida a ponto de cometer tamanha violência com avózinhos tão frágeis e débeis?</p>
<p>Pensei nas milhares de crianças, vítimas do divórcio e da separação dos pais. Que acontecerá quando estas crianças, daqui há dez anos, extravasarem sua hostilidade contra a sociedade? Que será daquela menininha de 3 anos que eu vi sentada nos degraus da frente de sua casa &#8211; uma casa caindo aos pedaços &#8211; tentando espetar um palito de dentes no braço como se fosse uma agulha, querendo imitar seu irmão mais velho, um viciado em drogas?</p>
<p>E a onda de homossexualismo? Terão nossos netos que freqüentar escolas que ensinam que homossexualismo é um meio decente de vida, ou até mesmo o meio preferível? Será que Deus não tolerando mais isso, liberou uma maldição para todo esse grupo? A AIDS tem pela menos dois anos de incubação, o mesmo período que a Lepra. Essa Lepra moderna com o tempo destruirá mais homossexuais que o fogo e o enxofre de Sodoma.</p>
<p>Depois do que vi na televisão, do quadro mental que tive da decadência moral de nosso país, não me lembro de anteriormente ter me sentido tão deprimido, desesperançado quanto ao futuro, tão preocupado com o que meus filhos e netos enfrentarão.</p>
<p>Mas o Espírito Santo veio sobre mim, pôs-me de pé e derramou uma encorajadora palavra de profecia em meu coração. Foi uma experiência maravilhosa. Não ouvi voz nenhuma, a não ser no homem interior &#8211; e era clara e divina. O que eu ouvi do Espírito removeu todo o terror das trevas, e desfez todas as minhas preocupações e temores sobre o futuro. Desejo compartilhar o que vi e ouvi.</p>
<p>A Profecia</p>
<p>A palavra clara e profética soou em minha alma: &#8220;DEUS VAI SALVAR VOCÊ, SEUS FILHOS E TODO O SEU POVO; ELE TORNAR-SE-Á UM MURO DE FOGO AO REDOR DELES&#8221;.</p>
<p>Esse Muro de Fogo ficará mais alto, amplo e mais intenso à medida em que o mal for crescendo. Deus vai levantar a geração mais santa, mais justa, mais dedicada e mais consagrada de toda a história. Onde abunda o pecado superabunda a graça.</p>
<p>Deus vai preparar para Si mesmo um povo santo, protegido por um Muro de Fogo &#8211; tão intenso, que o diabo e suas hordas satânicas serão lançados ao caos, incapazes de alcançar aqueles que estiverem atrás do Muro de Fogo de Deus. .</p>
<p>Fui lembrado de que Deus não fora tomado de surpresa pela presente deterioração do mundo.</p>
<p>Não nos tinha Deus advertido na Palavra que os maus se tornariam cada vez piores,enganando e sendo enganados? Que viria uma grande degradação; que os homens se tornariam mais amantes dos prazeres do que de Deus? Deus seria zombado, líderes seriam ridicularizados. Os homens se entregariam à disposição mental reprovável; homens buscando homens, e mulheres buscando mulheres para prazeres sexuais.</p>
<p>Os homens se tornariam rebeldes, arrogantes, presunçosos e ébrios; os filhos se tornariam desobedientes aos pais. Os adúlteros e fornicadores exibiriam livremente seus pecados; até cristãos se entregariam ao adultério e à fornicação, ao mesmo tempo que na Igreja derramariam lágrimas. Os homens desmaiariam de terror quando vissem as calamidades que iriam cair sobre a terra.</p>
<p>Quando o inimigo vier como uma enchente, o Espírito de Deus levantará uma barreira. Essa barreira é um MURO DE FOGO. Fui levado pelo Espírito a ler o profeta Zacarias. Como foi glorioso encontrar ali estas palavras surpreendentes: &#8220;Pois eu lhe serei, diz o Senhor, um muro de fogo em redor e eu mesmo serei, no meio dela, a sua glória&#8221; (Zc 2.5).</p>
<p>Esta profecia diz claramente o que Deus vai fazer por nós, pelos nossos filhos e netos. Enquanto tardar o Senhor, Ele protegerá Seus filhos com um Muro de Fogo que Satanás e suas hordas demoníacas não poderão penetrar. Nunca mais haverá apenas dois vencedores a entrarem na Terra Prometida, como Josué e Calebe. Deus vai guardar e proteger um certo grupo de crentes. Nem todos os que dizem: &#8220;Senhor, Senhor&#8221;, entrarão nessa Muralha de Fogo.</p>
<p>Quem são esses que serão protegidos por esse grande MURO DE FOGO? Não há como não saber quem são eles. Um anjo foi enviado para marcá-los, e produzir um inventório sobre aqueles que se entristecem e sofrem com o pecado, tanto pessoal quanto nacional.</p>
<p>Zacarias disse: &#8220;Tornei a levantar os meus olhos, e, vi, e eis um homem que tinha na mão um cordel de medir. Então perguntei: Para onde vais tu? Ele me respondeu: Medir Jerusalém&#8221; (2.1,2).</p>
<p>Ezequiel nos conta mais sobre a missão do anjo: &#8220;E o Senhor disse: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal a testa dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela&#8221; (Ezequiel 9.4).</p>
<p>A Igreja é a Nova Jerusalém, a cidade de Deus. Deus agora mesmo está tirando suas medidas, separando os que têm odiado o pecado &#8211; aqueles que deploram o mal na terra e choram por isso.</p>
<p>O anjo recebeu mais duas instruções. Deus, na Sua determinação de levantar uma cidade santa (um povo) e povoá-la com uma multidão santa, mandou essa mensagem em duas partes.</p>
<p>1. Fuja da Terra do Norte!</p>
<p>&#8220;Fugi agora da terra do norte&#8221; (Zc 2.6).</p>
<p>0 norte é símbolo do mal, do comunismo e de seu humanismo afilhado. Do norte marcharão os exércitos do mal contra Israel.</p>
<p>Sofonias adverte: &#8220;Estenderá também a sua mão contra o norte&#8221; (Sofonias 2.13).</p>
<p>Jeremia profetiza: &#8220;Disse-me o Senhor: Do norte se derramará o mal sobre todos os habitantes da terra&#8221; (Jeremias 1.14).</p>
<p>Isaías clamou: &#8220;Uiva&#8230; grita&#8230; porque do norte vem uma fumaça&#8221; (ou má influência) (Isaías 14.31).</p>
<p>Jeremias falando por Deus disse: &#8220;Arvorai a bandeira no caminho para Sião, fugi para vossa segurança, não pareis! Eu trago do norte um mal, e uma grande destruição&#8221; (4.6).</p>
<p>Que vento mau é este que vem do norte, e contra o qual o anjo de Deus nos manda fugir? É mais do que o comunismo; é mais do que o humanismo secular &#8211; esses não são males que se infiltraram na casa de Deus. O cuidado maior de Deus tem a ver com o evangelho centralizado no homem, que hoje está sendo pregado por pastores e evangelistas influenciados por este vento que &#8220;vem do norte&#8221;.</p>
<p>Há um vento maligno vindo do &#8220;norte&#8221;, soprando sobre a casa de Deus, enganando multidões do povo escolhido. É um tipo de humanismo, mas vem com capa &#8220;bíblica&#8221;. É um arremedo das Escrituras, com enfoque &#8220;bíblico&#8221; do livro &#8220;Think and Grow Rich&#8221; (Pense e Fique Rico), de Napoleon Hill.</p>
<p>Esse evangelho pervertido endeusa o homem. Eles pregam: &#8220;O destino está no poder da sua mente.O que você puder imaginar é seu. Realize-o através do poder da palavra. Crie através de um pensamento positivo. Sucesso, felicidade, saúde perfeita, tudo é seu &#8211; se você usar sua mente com criatividade. Transforme seus sonhos em realidade usando o poder da mente&#8221;.</p>
<p>Que seja conhecido de uma vez por todas: Deus não vai abdicar do Seu senhorio em favor do poder de nossas mentes, negativo ou positivo. Devemos buscar apenas a mente de Cristo, e a Sua mente não é materialista; não está centrada no sucesso ou na riqueza. A mente de Cristo se concentra somente na glória de Deus e na obediência à Sua Palavra.</p>
<p>Nenhum outro ensino ignora tanto a cruz e a corrupção da mente humana. Ele deixa de lado a malignidade de nossa natureza adâmica, remove o olhar do cristão que tem de estar focalizado no evangelho de Cristo, evangelho de redenção eterna, e o direciona aos ganhos terrenos. Santos de Deus, fujam deste vento que vem do norte! Ele os levará ao desespero e ao vazio.</p>
<p>Outro vento que vem do norte é a televisão sensual e pornográfica. Ouço agora tantas confissões de cristãos e de ministros que se viciaram em pornografia, filmes imorais, cassettes, e em programas sujos de televisão.</p>
<p>Anos atrás em meu livro &#8220;A VISÃO&#8221;, adverti que nossos lares se transformariam em centros de pornografia, onde o povo de Deus estragaria a alma através das imoralidades da TV. Breve, antenas parabólicas de baixo custo trarão para dentro dos lares todos os programas via satélite do tipo Playboy.</p>
<p>Profetizo neste instante: está perto o tempo em que um cristão realmente consagrado ao Senhor Jesus Cristo não poderá mais ter uma TV em casa. Breve, somente cristãos desviados poderão ter um aparelho em casa &#8211; e aqueles que assistirem a seus programas imundos se tornarão como Ló em Sodoma: oprimidos, imorais, e insensíveis a tudo que é espiritual e santo.</p>
<p>O anjo do Senhor brada: &#8220;Fugi do espírito do norte &#8211; saí e respirai somente o ar puro da santidade e da separação&#8221;.</p>
<p>II. Separe-se de Babilônia!</p>
<p>&#8220;Salva-te, ó Sião, tu que habitas com a filha de Babilônia&#8221; (Zc 2.7).</p>
<p>Sião é a Igreja; Babilônia é o mundo. Deus não mais permitirá que a filha de Sião ande de mãos dadas com a filha de Babilônia.</p>
<p>A Israel foi ordenado possuir a terra que ia do Jordão até o Eufrates. Deus fechou as águas do mar Vermelho para que não pudessem voltar ao Egito. Mas o problema deles não era voltar &#8211; mas ultrapassar os limites!</p>
<p>Quando Deus me revelou estas coisas, vi que o problema da Igreja hoje não é se desviar &#8211; isto é, voltar aos ousados e terríveis pecados do passado. O problema é ultrapassar os limites, abusando de Deus. Veja, Babilônia ficava outro lado do Eufrates, perto da fronteira da Terra Santa. Os israelitas cruzavam para Babilônia, andando com as prostitutas, e voltavam à casa de Deus, para cobrir o altar com suas lágrimas. Deus lhes disse:</p>
<p>&#8220;Os teus filhos me deixaram&#8230;Depois de eu os ter fartado, adulteraram, e em casa de meretrizes se ajuntaram em bandos&#8230;rinchando cada um à mulher do seu companheiro&#8221; (Jeremias 5:7-8).</p>
<p>&#8220;Feriste-os (à Jerusalém), mas não lhes doeu&#8230;não quiseram receber a correção. Endureceram a sua face mais do que uma rocha, e não quiseram arrepender-se&#8221; (Jeremias 5:3).</p>
<p>Não é preciso muito discernimento para saber que nosso país está se tornando uma grande casa de prostituição. Você sabia que a casa de Deus agora está poluída com adultério, homossexualismo, e fornicação? Homens de Deus, bem conhecidos, agora deixam suas mulheres e famílias, se juntam com outra mulher, e são tidos como heróis: amados e aplaudidos.</p>
<p>Graças a Deus pelo número crescente de cristãos e ministros que têm rejeitado o canto da sereia da carne, e estão crescendo em santidade e pureza. Mas Deus está expondo agora mesmo aqueles que estão envolvidos em casos secretos. Profetizo que breve todos os pastores e evangelistas homossexuais, e que dizem ser cheios do Espírito serão expostos e expulsos do ministério. Alguns destes têm vivido uma mentira há tanto tempo, que agora estão mortos espiritualmente. Eles podem ter multidões, podem fazer muito barulho e parecerem muito espirituais &#8211; mas breve o Espírito Santo de Deus trará seus segredos à luz. O profeta Malaquias fala de um fogo refinador que vem para purificar os filhos de Levi &#8211; ou seja, o ministério.</p>
<p>Por que estão se rebelando os filhos? Por que estão abandonando o Senhor? Zacarias diz que é resultado do adultério e do engano.</p>
<p>Pastor, evangelista, cristão &#8211; cuidado! O seu pecado logo vai lhe denunciar! À filha de Sião não mais será permitida amizade com a filha de Babilônia. Você está indo longe demais! Abandone isso! Sáia! Senão, o Muro de Fogo não será para você. Em lugar da sagrada marca de Deus em sua testa, enfrentará a marca da Besta.</p>
<p>Mais Uma Palavra Sobre o Muro de Fogo</p>
<p>Deus vai combater o fogo com fogo! Quando os bombeiros combatem incêndio numa floresta, eles se adiantam e queimam partes inteiras, criando intervalos de fogo. O incêndio então se acaba porque não há mais nada para queimar.</p>
<p>Nosso Deus é fogo consumidor. Para aqueles que quiserem entrar nesse muro em chamas, todo o pecado e ego serão consumidos por Seu fogo santo. Quando os pecados mundanos da luxúria, adultério e sensualidade vierem rugindo, não encontrarão nada para consumir. Você será capaz de dizer com Cristo: &#8220;Aí vem o príncipe do mundo; e ele nada tem em mim&#8221;.</p>
<p>A prece de todos os consagrados filhos de Deus deve ser: &#8220;Oh Deus &#8211; consuma-me.Que Tuas chamas santas ardam intensamente através de mim, devorando toda cobiça do mundo, todo orgulho, todo desejo terreno separado de Cristo. Prepara-me para as lutas e provações que breve se tornarão tão intensas e poderosas. Refina-me em Teu fogo santo&#8221;.</p>
<p>A glória do Senhor estará dentro da Muralha de Fogo! &#8220;Eu mesmo serei no meio dela a sua glória&#8221; (Zc 2.5). Satanás vai rugir de raiva. Ele e os demônios do inferno estarão confusos e frustrados por não saberem o que há dentro do círculo formado pelo Muro de Fogo. Eles não podem tocá-lo, vê-lo ou interrompê-lo. Aqueles que estiverem dentro do muro de fogo não estarão somente seguros &#8211; eles estarão em glória.</p>
<p>Os bens de Deus estão dentro desse muro. Fora do Muro de Fogo haverá confusão e caos. Quanto pior ficar a situação, mais alto e mais intenso se tornará o Muro de Fogo. Cristo se tornará para Seus devotos um círculo protetor &#8211; um Muro de Fogo que nunca se apagará.</p>
<p>Deixe que os homossexuais e os sádicos exaltem seus caminhos maus! Deixe que os roqueiros zombem da sociedade com seus modos loucos e maliciosos. Deixe que o diabo venha à terra com grande fúria, sabendo que tem pouco tempo! Deixe que o ímpio se enfureça!</p>
<p>Deixe que os comunistas e os humanistas preguem e pratiquem suas doutrinas ateístas. Deixe que as nações se preparem para a guerra! Deixe que a sociedade se entregue às paixões, como fez Roma no passado! Deixe que as massas desvairadas sejam consumidas pelos cuidados e honras deste mundo condenado!</p>
<p>Nada disso agora é importante para aqueles que estão dentro do Muro de Fogo! Tudo que importa para estes é a glória de Deus. Esses que vêem e tocam essa glória, irão por todo o mundo &#8211; ainda dentro do círculo de fogo &#8211; e levarão vida real a todos em que tocarem.</p>
<p>Dez homens, de todas as nações e línguas, se apegarão a eles dizendo: &#8220;Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco&#8221; (Zc 8.23).</p>
<p>Que testemunhas irresistíveis serão os que viverem dentro do Muro de Fogo do Senhor! Homens importantes (&#8220;de alta estatura&#8221;) virão a eles; prostrar-se-ão em busca de ajuda e consolação, fazendo-lhes súplicas, &#8220;dizendo: Deveras Deus está em ti&#8221; (Is 45: 11,14).</p>
<p>&#8220;Virão a ele&#8221; &#8211; a ele que em Cristo achou retidão e força (Isaías 45:24). O que estiver dentro do Muro de Fogo será buscado pelos necessitados. Ele não terá de procurar as pessoas que estiverem em desespero &#8211; elas é que o procurarão.</p>
<p>O futuro é brilhante e glorioso para aqueles que cobram Sua promessa de Ele ser um Muro de Fogo! Deus removeu para sempre meus temores ou preocupações quanto ao futuro de meus filhos. Se o Senhor tardar, nossos filhos e netos terão em redor de si um muro mais alto, mais largo e mais ardente do que o de qualquer outra geração.</p>
<p>Está chegando um novo espírito de pioneirismo na obra do Senhor entre a geração jovem. No momento casais jovens estão voltando aos centros urbanos para estabelecerem igrejas. Um de meus próprios filhos agora pastoreia uma igreja num bairro central de Detroit. Em quase todas as cidades grandes, agora, dezenas de lares estão se transformando em igrejas. Com ousadia, sem medo, consagrados e ardentes em zelo por Cristo, os jovens casais estão dando tudo pelo Evangelho. Fico maravilhado com o que está acontecendo. As igrejas antigamente fugiam para os subúrbios &#8211; agora Deus está levantando evangelistas de rua que estão afugentando o diabo em nossas cidades corruptas. Eles sabem o que é estar cercado pelo Muro de Fogo de Deus.</p>
<p>Uma Palavra Final</p>
<p>&#8220;Assim diz o Senhor dos Exércitos: Se andares nos meus caminhos, e se observares as minhas ordenanças, também tu julgarás a minha casa, e também guardarás os meus átrios, E TE DAREI LUGAR ENTRE OS QUE ESTÃO AQUI&#8221; (Zacarias 3:7).</p>
<p>Esse Muro de Fogo não é estático. Deus promete ao obediente um lugar para caminhar entre os que estão ao seu lado. O Muro de Fogo é aquela força invisível ao redor daqueles que andam em temor santo de Deus, e que vivem em obediência e em total dependência do Senhor.</p>
<p>Busque o Senhor hoje, e reclame Sua promessa de Ele ser um Muro de Fogo em torno de si. Fique na expectativa da revelação da Sua glória.Ore por seus filhos! Creia e invoque essa promessa para eles. Isso é exatamente o que o Espírito Santo me levou a fazer. Eu, pela fé, verei minha posteridade atrás daquele Muro de Fogo.</p>
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		<title>Anti-Cristo, quem ele é ?.</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 20:01:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agoramuitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora. Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agoramuitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora. Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós”.</p>
<p>1 JOÃO 2:18-19</p>
<p> <span id="more-1129"></span></p>
<p>Por séculos os cristãos têm especulado sobre a identidade do Anticristo. Candidatos prováveis têm incluído príncipes e papas, bem como potências e presidentes dos dias atuais. Ao invés de se unir ao jogo sensacionalista de alfinete-a-cauda-sobre-o-Anticristo, os cristãos precisam ir apenas às Escrituras para encontrar a resposta. Primeiro, o apóstolo João expôs a identidade do Anticristo quando ele escreveu: “Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho. Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai” (1 João 2:22-23). Em sua segunda epístola, João dá uma advertência similar: “Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o anticristo” (2 João 7). Além do mais, João ensinou que todos os que negam a encarnação, o papel messiânico e a divindade de Jesus são exemplos de anticristo. Como tal, o termo <em>anticristo </em>não somente refere-se à apostasia de indivíduos, mas à apostasia de instituições e ideologias também. Nesse sentido, instituições tais como as seitas modernas e as religiões do mundo, além de ideologias como o evolucionismo e o comunismo, podem ser corretamente consideradas anticristos.</p>
<p>Finalmente, no livro de Apocalipse, João identifica tanto um indivíduo como uma instituição que representam a personificação final do mal – o anticristo arquétipo. Ele refere-se a esse anticristo arquétipo como uma besta que “engana os que habitam na terra” (Apocalipse 13:14). Utilizando a descrição apocalíptica de Daniel sobre os poderes mundiais do mal (Apocalipse 13; cf. Daniel 7-8), João descreve um imperador, da sua época,que arrogantemente coloca a si mesmo e ao seu império contra Deus (13:5-6), perseguindo violentamente os santos (13:7), e violando de maneira grosseira os mandamentos mediante várias e longas demonstrações repugnantes de depravação, inclusive demandando ser adorado como Senhor e Deus (13:8,15).</p>
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		<title>Inferno</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 19:43:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Devemos lembrar também que o inferno existe para a glória de Deus. Propriamente entendido, ele não deveria ser um embaraço para nós. Não precisamos falar sobre ele em murmúrios ou desejando que ele não existisse. No inferno, e nós podemos dizer isso somente com temor e reverência, a glória de Deus será desvelada em novas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Devemos lembrar também que o inferno existe para a glória de Deus. Propriamente entendido, ele não deveria ser um embaraço para nós. Não precisamos falar sobre ele em murmúrios ou desejando que ele não existisse. No inferno, e nós podemos dizer isso somente com temor e reverência, a glória de Deus será desvelada em novas e espantosas formas. Sua autoridade imperial será vista mais claramente do que jamais tem sido possível antes. Novos aspectos da Sua santidade e justiça serão revelados para o Seu maravilhado povo.</p>
<p>Nós podemos ousar crer nisso, pois a Escritura assim ensina. O último livro da Bíblia nos mostra os habitantes sem pecado do céu louvando e dando graças a Deus pelo inferno&#8230;</p>
<p>&#8230;Todavia, Deus está perto daqueles no inferno, pois Ele está presente lá, em Sua ira. O inferno é onde Deus derrama Sua ira sobre os condenados, não apenas no julgamento inicial, mas para sempre, pessoal e ativamente. Aqueles que estão no inferno verão Deus em Sua santa fúria. Eles serão compelidos a encarar o Juiz deles, incapazes de fechar os seus próprios olhos. A visão dEle, intoleravelmente dolorosa, será a condenação e a punição deles.</p>
<p>&#8230;A essência do fogo do inferno é a ira de um santo Deus, o justo furor em chamas do Senhor. A Sua “fúria é derramada como fogo” (Naum 1:6), uma poderosa liberação de ira, irrefreável e indescritível. Os incrédulos ridicularizam a idéia de um inferno de fogo. Parece-lhes absurdamente melodramática e “ultrapassada”. Mas eles mudarão as suas opiniões. No inferno eles não mais rirão das chamas literais. Eles sentirão saudades delas. “Se ao menos a punição fosse com óleo em ebulição ou com bronze em chamas”, eles clamarão. “Se ao menos fosse tão suportável quanto isso!”.</p>
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		<title>Intercessão pelo povo.</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Feb 2011 08:39:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
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		<description><![CDATA[Nada faço senão por mim mesmo, nada faço por ninguém, o meu egoístico mundinho não me permite que pense nos outros senão em mim mesmo. Ainda assim clamo ao deus de israel a que nos abençoe a todos, a que abençoe com bençãos sem medida sobre tudo o que se move sobre o céu. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nada faço senão por mim mesmo, nada faço por ninguém, o meu egoístico mundinho não me permite que pense nos outros senão em mim mesmo. Ainda assim clamo ao deus de israel a que nos abençoe a todos, a que abençoe com bençãos sem medida sobre tudo o que se move sobre o céu. Não porque eu seja altruísta, senão porque não tenho nenhum outro caminho, a não ser o de seguir o que diz a santa palavra; e a santa palavra diz que devemos orar e interceder uns pelos outros: &#8220;E eu dirigi o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração, e rogos, e jejum, e pano de saco, e cinza.&#8221; (Dn 9:3)</p>
<p><span id="more-1116"></span></p>
<p>Apesar de eu ver apenas o que é aparente, apesar de eu não saber absolutamente nada de justiça, de amor, de paz e de harmonia, ousei apresentar-me ante ti senhor</p>
<p>&#8220;E orei ao SENHOR, meu Deus, e confessei, e disse: Ah! Senhor! Deus grande e tremendo, que guardas o concerto e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos; pecamos, e cometemos iniqüidade, e procedemos</p>
<p>impiamente, e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos;</p>
<p>e não demos ouvidos aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, nossos príncipes e nossos pais, como também a todo o povo da terra.</p>
<p>A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós, a confusão do</p>
<p>rosto, como se vê neste dia; aos homens de Judá, e aos moradores de Jerusalém, e a todo o Israel; aos de perto e aos de longe, em todas as terras por onde os tens lançado, por causa da sua prevaricação, com que prevaricaram contra ti.</p>
<p>Ó SENHOR, a nós pertence a confusão do rosto, aos nossos reis, aos nossos príncipes e a nossos pais, porque pecamos contra ti.</p>
<p>Ao Senhor, nosso Deus, pertence a misericórdia e o perdão; pois nos rebelamos contra ele e não</p>
<p>obedecemos à voz do SENHOR, nosso Deus, para andarmos nas suas leis, que nos deu pela mão de seus servos, os profetas.</p>
<p>Sim, todo o Israel transgrediu a tua lei, desviando-se, para não obedecer à tua voz; por isso, a maldição, o juramento que está escrito na Lei de Moisés, servo de Deus, se derramou sobre</p>
<p>nós; porque pecamos contra ele.</p>
<p>E ele confirmou na sua palavra, que falou contra nós e contra os nossos juízes que nos julgavam, trazendo sobre nós um</p>
<p>grande mal; porquanto nunca debaixo de todo o céu aconteceu como em Jerusalém.</p>
<p>Como está escrito na Lei de Moisés, todo aquele mal nos sobreveio; apesar disso, não suplicamos à face do SENHOR, nosso Deus, para nos convertermos das nossas iniqüidades e para nos aplicarmos à tua verdade.</p>
<p>Por isso, o SENHOR vigiou sobre o mal e o trouxe sobre nós; porque justo é o SENHOR, nosso Deus, em todas as suas obras, que fez, pois não obedecemos à sua voz. Na</p>
<p>verdade, ó Senhor, nosso Deus, que tiraste o teu povo da terra do Egito com mão poderosa e ganhaste para ti nome, como se vê neste dia, pecamos; procedemos impiamente.</p>
<p>Ó Senhor, segundo todas as tuas justiças, aparte-se a tua ira e o</p>
<p>teu furor da tua cidade de Jerusalém, do teu santo monte; porquanto, por causa dos nossos pecados e por causa das iniqüidades de nossos pais, tornou-se Jerusalém e o teu povo um opróbrio para todos os que estão em redor de nós.</p>
<p>Agora, pois, ó Deus nosso, ouve a oração do teu servo e as suas súplicas e sobre o teu santuário assolado faze resplandecer o teu rosto, por amor do Senhor.</p>
<p>Inclina, ó Deus meu, os teus ouvidos e ouve; abre os teus olhos e</p>
<p>olha para a nossa desolação e para a cidade que é chamada pelo teu nome, porque não lançamos as nossas súplicas perante a tua face fiados em nossas justiças,</p>
<p>mas em tuas muitas misericórdias.</p>
<p>Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó Senhor,</p>
<p>atende-nos e opera sem tardar; por amor de ti mesmo, ó Deus meu; porque a tua cidade e o teu povo se chamam pelo teu nome.&#8221; (Dn 9:4-19)</p>
<p>&#8220;Estando eu ainda falando, e orando, e confessando o meu pecado e o pecado do meu povo Israel, e lançando a minha súplica perante a face do SENHOR, meu Deus,</p>
<p>pelo monte santo do meu Deus,</p>
<p>estando eu, digo, ainda falando na oração, o</p>
<p>varão Gabriel, que eu tinha visto na minha visão ao princípio, veio voando rapidamente e tocou-me à hora do sacrifício da tarde.</p>
<p>E me instruiu, e falou comigo, e disse: Daniel, agora, saí para fazer-te entender o sentido.</p>
<p>No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado; toma, pois, bem sentido na palavra e entende a visão.&#8221; (Dn 9:20-23)</p>
<p>&#8220;E disse o SENHOR: Conforme a tua palavra, lhe perdoei.&#8221; (Nm 14:20)</p>
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		<title>Afrontas no Calvário.</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Feb 2011 08:13:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ &#8221;Tem misericórdia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias.&#8221; (Sl 51:1)  Muitas afrontas sofreu o meu senhor no calvário, e a tudo enfrentou para que um dia eu pudesse ser mais gente, para que eu pudesse amar, para que eu pudesse perdoar, para que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="5" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td> &#8221;Tem misericórdia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias.&#8221; (Sl 51:1) </p>
<p>Muitas afrontas sofreu o meu senhor no calvário, e a tudo enfrentou para que um dia eu pudesse ser mais gente, para que eu pudesse amar, para que eu pudesse perdoar, para que eu pudesse servir.</p>
<p><span id="more-1112"></span></p>
<p>Ele mesmo, sendo Deus, deixou a</p>
<p>sua glória e veio ao mundo enfrentar a ira de seres como eu.</p>
<p>seres sem o</p>
<p>menor resquício de pudor, de amor, de vergonha na cara.</p>
<p>gente que como eu não</p>
<p>vale o feijão que come.</p>
<p>e mesmo assim suas promessas que já eram antigas,</p>
<p>foram cuidadosamente mantidas.</p>
<p>cuidadosamente cumpridas.</p>
<p>não por mérito</p>
<p>algum meu ou teu, não porque eu ou você sejamos lindos, ou mais honestos, ou</p>
<p>mais justos.</p>
<p>não, apenas pela eterna e infinita graça.</p>
<p>justamente a que</p>
<p>não reconhecemos, sim, porque conhecer nós a conhecemos, apenas não a</p>
<p>reconhecemos, porque somos egoístas, porque somos hipócritas e fariseus.</p>
<p>&#8220;Não me compraste por dinheiro cana aromática, nem com a gordura dos teus</p>
<p>sacrifícios me encheste, mas me deste trabalho com os teus pecados e me cansaste</p>
<p>com as tuas maldades.&#8221; (Is 43:24)</p>
<p>&#8220;Eu, eu mesmo, sou o que apaga as tuas transgressões por amor de mim e dos</p>
<p>teus pecados me não lembro.&#8221; (Is 43:25)</p>
<p>mas o senhor te viu.</p>
<p>ele viu você no meio da multidão, e de ti se</p>
<p>agradou.</p>
<p>ele viu você e toda a tua podridão e dela, prometeu não mais se</p>
<p>lembrar.</p>
<p>e dela prometeu que te ia livrar.</p>
<p>e para dela te livrar ele pagou</p>
<p>o preço.</p>
<p>preço alto, preço caro, preço de morte, preço de cruz.</p>
<p>preço de</p>
<p>angústia, de dor e de sofrimento.</p>
<p>mas foi preço pago uma única vez.</p>
<p>para</p>
<p>que ninguém,</p>
<p>ninguém mesmo, nunca mais ouse de ti cobrar qualquer coisa.</p>
<p>&#8220;Eu, eu mesmo, sou o que apaga as tuas transgressões por amor de mim e dos</p>
<p>teus pecados me não lembro.&#8221; (Is 43:25)</p>
<p>&#8220;Desfaço as tuas transgressões como a névoa, e os teus pecados, como a nuvem;</p>
<p>torna-te para mim, porque eu te remi.&#8221; (Is 44:22)</p>
<p>e ele te entrega a vida eterna em tuas mãos.</p>
<p>que ele conquistou</p>
<p>entregando-se nas mãos de ímpios.</p>
<p>para quebrar as cadeias da morte e do</p>
<p>inferno.</p>
<p>&#8220;O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os</p>
<p>pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração,</p>
<p>a apregoar liberdade</p>
<p>aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar</p>
<p>o ano aceitável do Senhor.&#8221; (Lc 4:18-19)</p>
<p>&#8220;E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu</p>
<p>espírito. E, havendo dito isso, expirou.&#8221; (Lc 23:46)</p>
<p>e isso mesmo ele espera de ti, que te entregues a ele, que te soltes nos</p>
<p>braços dele, para que ele te envie a evangelizar aos pobres, curar os</p>
<p>quebrantados do coração, apregoar a liberdade aos cativos, dar vista aos cegos,</p>
<p>por em liberdade os oprimidos e a anunciar o ano aceitável do senhor.</p>
<p>por</p>
<p>isso ele, o eterno deus todo poderoso me manda a ti, com a seguinte palavra:</p>
<p>&#8220;E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:</p>
<p>Fala a Arão e a seus filhos, dizendo:</p>
<p>Assim abençoareis os filhos de Israel, dizendo-lhes:</p>
<p>O SENHOR te abençoe e te</p>
<p>guarde;</p>
<p>o SENHOR faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia</p>
<p>de ti;</p>
<p>o SENHOR sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz.</p>
<p>Assim, porão o</p>
<p>meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei.&#8221; (Nm 6:22-27)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>O Escolhido.</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Feb 2011 07:58:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[bíblia]]></category>
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		<category><![CDATA[graça]]></category>
		<category><![CDATA[jesus]]></category>
		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Não me compraste por dinheiro cana aromática, nem com a gordura dos teus sacrifícios me encheste, mas me deste trabalho com os teus pecados e me cansaste com as tuas maldades.&#8221; (Is 43:24) Porque tuas maldades já superaram a de seus pais, a de seus irmãos, a de seus companheiros de festas e de aventuras. não vês [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Não me compraste por dinheiro cana aromática, nem com a gordura dos teus sacrifícios me encheste, mas me deste trabalho com os teus pecados e me cansaste com as tuas maldades.&#8221; (Is 43:24)</p>
<p><span id="more-1108"></span></p>
<p>Porque tuas maldades já superaram a de seus pais, a de seus irmãos, a de seus companheiros de festas e de aventuras.<br />
não vês mais longe, porque não te<br />
permites ver um palmo adiante do nariz.<br />
porque tua arrogância e teu egoísmo,<br />
já se tornaram propriedade privada.<br />
já quando te levantas, buscas pela<br />
arrogância nas diversas vestimentas: &#8220;ficarei bem neste terno? pergunta-se o macho&#8221;; &#8220;ficarei bem neste vestido? pergunta-se a fêmea&#8221; &#8211; &#8220;como devo cortar meu<br />
cabelo?&#8221; &#8220;isto fica bem em mim?&#8221;<br />
e assim se vai compondo a personagem<br />
arrogante e egoísta que irá à frente de batalha para derrotar, jamais para<br />
perder, somente para vencer.<br />
te foi dito que você é vencedor e em algum ponto<br />
te foi dito certo; só esqueceram de te dizer que és vencedor sim, em cristo que<br />
te fortalece.<br />
mas o senhor, de ti não esqueceu não.<br />
ele continua fiel,<br />
como sempre o foi e como sempre será.<br />
por isso é que me manda a ti para te<br />
dizer, não com minhas palavras, mas com as palavras dele:</p>
<p>&#8220;E será que a vara do homem que eu tiver escolhido florescerá; assim, farei<br />
cessar as murmurações dos filhos de Israel contra mim, com que murmuram contra<br />
vós.&#8221; (Nm 17:5)</p>
<p>&#8220;Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para<br />
que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto em<br />
meu nome pedirdes ao Pai ele vos conceda.&#8221; (Jo 15:16)</p>
<p>lembre-se que não é por tua misericórdia, ou pelo teu excesso de compaixão,<br />
ou pelas tuas inúmeras e misericordiosas esmolas com que adulas a muitos. porque<br />
a deus, tu não adulas, tu não o compras.<br />
ele não se vende, ele não se ilude,<br />
ele conhece o íntimo do íntimo.<br />
para ele não existem tapetes onde possamos<br />
esconder nossas vergonhas, ou gavetas com fundos falsos, ou cofres com segredos<br />
muito bem guardados.<br />
para ele, tudo está a descoberto, e não porque tu<br />
queiras, mas porque ele é onipotente, onipresente e onisciente.<br />
e lembre-se<br />
que ele te escolheu independente de quem você seja.<br />
não te julgues acima de<br />
qualquer outro, lembre que no passado uma jumenta mesmo foi usada por deus para<br />
falar com balaão.</p>
<p>&#8220;E sucedeu que, entrando eles, viu a Eliabe e disse: Certamente, está perante<br />
o SENHOR o seu ungido.<br />
Porém o SENHOR disse a Samuel: Não atentes para a sua<br />
aparência, nem para a altura da sua estatura, porque o tenho rejeitado; porque o<br />
SENHOR não vê como vê o homem. Pois o homem vê o que está diante dos olhos,<br />
porém o SENHOR olha para o coração.&#8221; (1 Sm 16:6-7)</p>
<p>mas de qualquer forma, não se assentarão à mesa, enquanto não chegar o<br />
escolhido do senhor.</p>
<p>&#8220;Então, chamou Jessé a Abinadabe e o fez passar diante de Samuel, o qual<br />
disse: Nem a este tem escolhido o SENHOR.<br />
Então, Jessé fez passar a Samá,<br />
porém disse: Tampouco a este tem escolhido o SENHOR.<br />
Assim, fez passar Jessé<br />
os seus sete filhos diante de Samuel; porém Samuel disse a Jessé: O SENHOR não<br />
tem escolhido estes.<br />
Disse mais Samuel a Jessé: Acabaram-se os jovens? E<br />
disse: Ainda falta o menor, e eis que apascenta as ovelhas. Disse, pois, Samuel<br />
a Jessé: Envia e manda-o chamar, porquanto não nos assentaremos em roda da mesa<br />
até que ele venha aqui.<br />
Então, mandou em busca dele e o trouxe (e era ruivo,<br />
e formoso de semblante, e de boa presença). E disse o SENHOR: Levanta-te e unge-o, porque este mesmo é.&#8221; (1 Sm 16:8-12)</p>
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		<title>Pastores versus Lobos &#8211; A azeda realidade dos nossos dias</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 22:02:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[apologética]]></category>
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		<category><![CDATA[igreja]]></category>
		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
		<category><![CDATA[manifesto]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
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		<description><![CDATA[Pastores e lobos tem algo em comum: ambos se interessam por ovelhas, gostam e vivem perto delas. Assim, muitas vezes, pastores e lobos nos deixam confusos ao tentarmos saber quem é quem. Isso porque os lobos desenvolveram uma astuta técnica para se disfarçarem de ovelhas interessadas no cuidado de outras ovelhas.Parecem ovelhas, mas são lobos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pastores e lobos tem algo em comum: ambos se interessam por ovelhas, gostam e vivem perto delas. Assim, muitas vezes, pastores e lobos nos deixam confusos ao tentarmos saber quem é quem. Isso porque os lobos desenvolveram uma astuta técnica para se disfarçarem de ovelhas interessadas no cuidado de outras ovelhas.Parecem ovelhas, mas são lobos. No entanto, não é difícil distinguir entre pastores e lobos. O discernimento não é um expediente passivo como dom dado a poucos indivíduos, mas é importante arma de defesa que deve ser exercitada.</p>
<p>Observe estes comparativos, e tire suas próprias conclusões: &#8230;</p>
<p><span id="more-1102"></span></p>
<p>Pastores buscam o bem das ovelhas. Lobos buscam <strong>os bens</strong> das ovelhas.Pastores gostam de convívios. Lobos gostam de <strong>reuniões</strong>.Pastores vivem à sombra da cruz. Lobos vivem sob os <strong>holofotes</strong>Pastores choram por suas ovelhas. Lobos fazem suas ovelhas <strong>chorar.</strong>Pastores possuem autoridade espiritual. Lobos são <strong>autoritários e dominadores</strong>.Pastores têm esposas. Lobos tem <strong>coadjuvantes</strong>Pastores tem fraquezas. Lobos são <strong>poderosos</strong>Pastores olham nos olhos. Lobos <strong>contam cabeças</strong>.Pastores apaziguam as ovelhas. Lobos as <strong>intrigam</strong>.Pastores possuem senso de humor. Lobos se <strong>levam a sério</strong>.Pastores são ensináveis. Lobos são <strong>donos da verdade</strong>.Pastores colecionam amigos. Lobos possuem <strong>admiradores.</strong>Pastores se extasiam com o ministério. Lobos aplicam <strong>técnicas religiosas</strong>.Pastores se relacionam com outros pastores. Lobos <strong>competem entre si</strong>.Pastores são pastoreados por mentores. Lobos <strong>rejeitam o pastoreamento</strong> de suas almas.Pastores vivem o que pregam e pregam o que vivem. Lobos pregam o que <strong>não vivem</strong>Pastores vivem de salários e recursos que lhe são repartidos. Lobos <strong>enriquecem.</strong>Pastores ensinam com a vida. Lobos pretendem ensinar com <strong>discursos.</strong>Pastores sabem orar no secreto. Lobos gostam e <strong>só oram em publico</strong>Pastores vivem para suas ovelhas. Lobos se <strong>abastecem </strong>das ovelhas. Pastores são humanos, reais. Lobos são <strong>personagens religiosos, caricaturas</strong>. Pastores vão para o púlpito. Lobos vão para <strong>o palco.</strong> Pastores são apascentadores. Lobos <strong>são marqueteiros</strong>. Pastores são servos humildes. Lobos são <strong>chefes orgulhosos</strong> Pastores se interessam, pelo crescimento das ovelhas e da ovelha. Lobos se interessam pelo <strong>crescimento das ofertas</strong> Pastores apontam para Cristo e sua cruz. Lobos apontam para <strong>si e para as instituições religiosas, ou, seus impérios religiosos.</strong> Pastores são usados por Deus. Lobos usam as ovelhas em nome de Deus. Pastores falam da vida cotidiana. Lobos discutem o <strong>sexo dos anjos e etc…</strong> Pastores  se deixam conhecer. Lobos se distanciam e se <strong>escondem.</strong> Pastores sujam os pés na estrada. Lobos vivem em <strong>palácios e templos.</strong> Pastores alimentam as ovelhas. Lobos se <strong>alimentam de ovelhas.</strong> Pastores buscam a discrição. Lobos buscam <strong>a auto-promoção.</strong> Pastores conhecem, vivem e pregam a graça. Lobos vivem <strong>sem lei e pregam a lei.</strong> Pastores usam as escrituras como texto. Lobos as usam como <strong>pretexto pra tudo.</strong> Pastores se comprometem com o projeto do reino. Lobos tem <strong>projetos pessoais.</strong> Pastores vivem uma fé encarnada. Lobos vivem uma <strong>fé mística-espiritualizada.</strong> Pastores ensinam as ovelhas a se tornarem adultas. Lobos perpetuam a <strong>infantilidade das ovelhas</strong> Pastores lidam com a complexidade da vida sem respostas prontas. Lobos lidam com <strong>técnicas pragmáticas e jargões religiosos</strong>. Pastores confessam seus pecados. Lobos <strong>expõe os pecados dos outros.</strong> Pastores pregam O Evangelho. Lobos fazem <strong>propaganda de um evangelho.</strong> Pastores são simples e comuns. Lobos são <strong>vaidosos e especiais.</strong> Pastores lideram igrejas-comunidades. Lobos lideram <strong>igrejas-empresas</strong>, Pastores pastoreiam as ovelhas. Lobos <strong>seduzem as ovelhas</strong> Pastores sabem dividir poder com outros pastores. Lobos <strong>não dividem poder com ninguém.</strong> Pastores trabalham em equipe. Lobos são <strong>prima-donas e exercem monopólio.</strong> Pastores ajudam as ovelhas seguirem livremente a Cristo. Lobos geram ovelhas <strong>dependentes e seguidoras deles próprios.</strong> Pastores constroem vínculos de interdependência. Lobos <strong>aprisionam em vínculos de co-dependência. </strong>Pastores se ocupam de pessoas e pregam A Palavra. Lobos se ocupam com <strong>coisas e pregam idéias. </strong>Bem, os lobos estão entre nós e em nós. </p>
<p>Que o Espírito de Deus nos ajude a discernir quem é quem, e a sermos quem Ele quer que sejamos.</p>
<p>Texto de Osmar Ludovico.</p>
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		<title>PLC 122 &#8211; A Lei da Mordaça, o perigo dessa legalização !.</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 21:55:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
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		<description><![CDATA[O Website “O Caminho Cristão” apenas se solidariza a uma só voz acerca deste assunto que segue: Há um atentado à vida e a família bem mais iminente do que a legalização do aborto, e que tem suscitado tímidas reações entre os cristãos. Trata-se do projeto de incriminar a ‘homofobia’, ou seja, de punir como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Website “O Caminho Cristão” apenas se solidariza a uma só voz acerca deste assunto que segue: Há um atentado à vida e a família bem mais iminente do que a legalização do aborto, e que tem suscitado tímidas reações entre os cristãos. Trata-se do projeto de incriminar a ‘homofobia’, ou seja, de punir como criminosos todos aqueles que criticam o homossexualismo.</p>
<p><strong>Romanos 1:24-32. / Salmos 149:4-9</strong>.</p>
<p> <span id="more-1099"></span></p>
<p><strong>A história do projeto</strong></p>
<p>No dia 07/08/2001, a deputada Iara Bernardi (PT/SP) apresentou na Câmara um projeto que ‘<em>determina sanções às práticas discriminatórias em razão da orientação sexual das pessoas</em>‘. Em 23/11/2006, ele foi aprovado pela Câmara e encaminhado ao Senado. Ao chegar ao Senado, o projeto recebeu o número PLC 122/2006 e, no dia 07/02/2007, foi encaminhado ao gabinete da Senadora Fátima Cleide (PT/RO), designada como relatora na Comissão de Direitos Humanos (CDH). No dia 07/03/2007, a relatora apresentou voto <em>favorável</em> à aprovação do projeto. A proposição já estava pronta para a pauta quando a relatora, em 15/03/2007, pediu a sua retirada para ‘reexame da matéria’. Foi uma retirada estratégica, pois o Senado estava recebendo várias mensagens de protesto. No entanto, o projeto pode ser votado — <em>e aprovado </em>— a qualquer momento. O presidente Lula tem especial interesse em sancioná-lo, uma vez que, quando candidato, dedicou 14 páginas a um caderno em que se comprometia promover o homossexualismo, caso fosse reeleito. O perigo é iminente, mas parecemos estar ‘deitados eternamente em berço esplêndido’.</p>
<p><strong>O que já está acontecendo</strong> Muito diferentes dos homossexuais que, angustiados, procuram o sacerdote para obter o perdão de seus pecados e o auxílio para abandonar seu vício, os homossexuais militantes orgulham-se de sua prática antinatural e têm sido autores de graves perseguições religiosas. Em 10 de abril deste ano, a BBC noticiou que o arcebispo de Gênova (Itália), presidente da CEI (Conferência Episcopal Italiana) foi colocado sob escolta policial depois de ter recebido ameaças de morte de ativistas homossexuais. Na Inglaterra, o bispo anglicano de Hereford, Anthony Priddis, está sendo processado por ter-se recusado a empregar um homossexual declarado (lá foi aprovada a ‘Lei de Orientação Sexual’, semelhante àquela que nosso presidente pretende sancionar).Na Suécia, em julho de 2004, o pastor Ake Green foi condenado a um mês de prisão por ter feito um sermão contra o homossexualismo. No Brasil, em 2004, o arcebispo emérito do Rio de Janeiro Dom Eugênio Sales foi ameaçado com uma enxurrada de processos vindos de homossexuais, incomodados por artigos de jornal que criticavam suas condutas. Logo no primeiro dia da visita do Santo Padre ao Brasil (09/05/2007), ‘cerca de 350 integrantes de movimentos de gays e simpatizantes da Bahia, liderados pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) [...] ocuparam as escadarias da Catedral da Sé, no Centro da Capital Baiana, e queimaram uma foto ampliada do pontífice. Além disso, promoveram um apitaço, estendendo faixas com mensagens de protesto contra a presença do pontífice. Na maior das faixas, lia-se: ‘Papa Bento XVI, chega de inquisição! O amor não tem sexo!’. O governo Lula tem empregado maciçamente o nosso dinheiro para a promoção do homossexualismo. A frase a seguir é de um líder homossexual e refere-se ao montante investido no programa ‘Brasil sem homofobia’: ‘<em>Da proposta inicial do governo de R$ 400 mil, nós conseguimos aumentar este valor para R$ 8 milhões. Atualmente, esse é o orçamento inteiro do programa, mas que ainda é insuficiente para atender a demanda que temos no país</em>‘.</p>
<p><strong>O que está para acontecer</strong> A lei que pretende conceder privilégios ao homossexualismo, criando a figura penal da ‘homofobia’, está muito longe de ser inofensiva. Já agora os homossexuais militantes, organizados em associações, com o apoio do governo e o aplauso dos meios de comunicação social, vêm obtendo, junto ao Judiciário, indenizações por ‘danos morais’, pensão alimentícia após a morte do ‘companheiro’ e inclusive o direito de adotar crianças! Há juízes e tribunais decidindo contra a lei, à semelhança daqueles que ‘autorizam’ a prática de um aborto de bebê anencéfalo. O PLC 122/2006, se convertido em lei, conforme compromisso do presidente, acarretará uma perseguição religiosa sem precedentes em nosso país. Vejamos:</p>
<ul>
<li>A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno (‘manifestação de afetividade’) por homossexuais (art. 7°).</li>
<li>Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°).</li>
<li>A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo 8°, (‘ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica’).</li>
<li>A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5°)</li>
</ul>
<p><strong>O cerne da questão</strong> No entanto, as conseqüências acima (que já são realidade em países que aprovaram leis semelhantes) <em>não são</em> o principal motivo pelo qual o PLC 122/2006 deve ser rejeitado. O cerne da questão <em>não está</em> nas perseguições que hão de vir caso a proposta seja convertida em lei. O motivo central pelo qual esse projeto deve ser totalmente rejeitado é que ele <em>pretende dar direitos ao vício</em>. O homossexualismo não acrescenta direitos a ninguém. Se um homossexual praticante tem algum direito, conserva-o <em>apesar de ser homossexual</em>, e não por ser homossexual. O mesmo se pode dizer de qualquer outro vício. O bêbado, o adúltero, a prostituta… só têm direitos <em>como pessoas</em>, mas não por causa da embriaguez, do adultério ou da prostituição. O homossexual, por ter escolhido livremente praticar esse vício, deve arcar com o ônus de sua opção. Não pode exigir que um seminário o acolha para que ele se torne sacerdote. Nem pode querer impedir que, em uma homilia, um pregador reprove sua conduta. Não pode queixar-se de seu empregador querer demiti-lo temendo a corrupção moral de sua empresa. Não pode exigir que um juiz da infância lhe dê uma criança para adotar. Não pode obrigar uma mãe de família a confiar nele para cuidar de seus bebês. Não pode forçar a população a tolerar seus atos de obscenidade praticados em público. A simples promulgação dessa lei (Deus não o permita!), independentemente de qualquer efeito persecutório, será uma horrenda mudança <em>qualitativa</em> em nossa legislação. Se aprovada essa lei, por ação ou omissão dos brasileiros, este país ter-se-á rebelado contra Deus, transformando em direito aquele pecado ‘muito grande’ (Gn 18,20) que clamava aos Céus por castigo. É de se temer que nossa pátria tenha um destino semelhante ao que teve a cidade de Sodoma (Gn 19).</p>
<p>Na verdade, a deputada não percebeu que só existe uma ‘orientação’ sexual: a de um homem por uma mulher. Entre dois homens ou entre duas mulheres, não há ‘orientação’, mas <em>desorientação</em> sexual.  Ao contrário do que alguns pensam, PLC não significa ‘projeto de lei complementar’. Significa projeto de lei (ordinária) de iniciativa da Câmara, agora em apreciação pelo Senado. <strong>Estimados leitores de nosso site</strong></p>
<p>Informo que o PLC 122/2206 (que institui o crime de homofobia) é o item nº 1 da pauta prevista para o dia <strong>15 de maio (quinta-feira)</strong> da Comissão de Assuntos Socias do Senado Federal. ( a princípio foi adiada para essa semana ).</p>
<p>Portanto, vamos começar a mobilização.</p>
<p>Telefone hoje ao Senado Federal dirigindo mensagem ao senador do seu estado para que assume posição irrestrita a favor da família brasileira e contra a privilegiação da sodomia nas leis. O telefone gratuito do Senado é <strong>0800 61 22 11</strong>.</p>
<p>A telefonista perguntará o seu CEP para fazer o seu cadastro. Depois disso, ela perguntará qual a sua mensagem. Pode ser algo como:</p>
<p> <em>Peço a Vossa Execelência que vote NÃO ao PLC 122/2006, que pretende glorificar o homossexualismo e instaurar a perseguição religiosa no país.</em><br />
A telefonista perguntará a quem você quer enviar a mensagem. Pode ser:</p>
<p> <em>A todos os Senadores do meu Estado</em> (que são três).</p>
<p>Pronto. A ligação é gratuita.</p>
<p>Deus tenha Misericórdia do seu Povo !. </p>
<p>por Claudio Fonseca / Christian Reichel.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Que importam as placas ?.</title>
		<link>http://www.caminhocristao.com/2010/07/que-importam-as-placas/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 04:22:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que diremos, pois? Que há injustiça da parte de Deus? De maneira nenhuma! Pois diz a Moisés: Compadecer-me-ei de quem me compadecer e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia. Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece. Porque diz a Escritura a Faraó: Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que diremos, pois? Que há injustiça da parte de Deus? De maneira nenhuma! Pois diz a Moisés: Compadecer-me-ei de quem me compadecer e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia. Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece. Porque diz a Escritura a Faraó: Para isto mesmo te levantei, para em ti mostrar o meu poder e para que o meu nome seja anunciado em toda a terra. Logo, pois, compadece-se de quem quer e endurece a quem quer.&#8221; (Rm 9:14-18) o que importa é o divino e santo nome &#8220;yhwh&#8221; ser divulgado, como assim determina a sagrada escritura: &#8220;E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.&#8221; (Mc 16:15) queres dizer a deus como ele deve proceder para que a obra dele seja feita? ora, então te preocupas a que estejam surgindo outras e outras denominações? te preocupas que estejam surgindo dissidencias destas e daquelas? de qual a tua foi dissidente? ela representa algo importante para ti? se ela não houvesse surgido teria feito alguma diferença em tua vida? pelo visto, não prestou atenção a que se a tua igreja não houvesse surgido de algum ponto, ela não teria feito a diferença que fez em tua vida. sabe, contenha-se.</p>
<p><span id="more-1081"></span></p>
<p>&#8220;Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus.&#8221; (Mt 22:29). Não estás sendo um cristão atento à santa palavra, primeiro porque queres basear o mundo de teu ponto de vista ótico e ético. não vês que o próprio Deus, aquele que é eterno, deu a ti e a tantos outros teus irmãos o livre-arbítrio?</p>
<p>e curiosamente ele te manda amar, indiscriminadamente amar.e manda amar principalmente aos teus inimigos. veja, nesses teus inimigos ele está colocando aqueles que não pensam exatamente como você, aqueles que pensam em linhas diametralmente opostas às tuas linhas de pensamento.</p>
<p>&#8220;Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem,&#8221; (Mt 5:44), nesses teus inimigos estão colocados os que te odeiam, os que te maldizem, os que te aborrecem, os que te maltratam.</p>
<p>que coisa curiosa, exatamente o que nos está faltando. sim, nos está faltando, porque ao me apresentar a ti, o senhor me mostra que esses pontos também estão falhos em mim. Dessa forma, te agradeço, por me fazer ver que estou sendo tão falho com o mando que deus me deu, o de amar aos meus semelhantes como a mim mesmo.</p>
<p>e falando mais, me diz o senhor: mal consegues dirigir teu próprio carro. mal consegues dirigir-se ao banheiro com segurança. ou ainda não percebeu que esses simples atos, como o de dirigir um carro, ou mesmo o de ir ao banheiro, o fazes pela infinita misericórdia do deus todo poderoso. talvez te equipares ao sena quando este ainda vivia e era um excelente piloto de corridas. mas não te esqueças que esse piloto, no auge, encontrou uma curva. uma curva que para a tarimba daquele profissional, &#8211; provavelmente ele não considerava aquela curva capaz de fazer com ele o que ela fez. &#8211; seria digamos assim um gesto banal, como o de levantar-se e dar uma chegadinha ao banheiro. e assim muitos outros momentos poderiam ser citados. idas ao banheiro em que um pé falseia e pronto, lá se foi o tempo daquele cujo pé falseou. uma corrida que notei em um dos jogos da copa, em que o jogador corria para alcançar a bola, e de repente ele sentiu a virilha, ou a perna, e pronto, ali ele ficou estatelado no gramado, à espera do socorro que viria em seguida. e ainda, inúmeros casos, de pessoas que se acham suficientes demais e não admitem que outros possam sequer estar sendo guiados pelo divino espírito santo de Deus. &#8220;E também o Espírito Santo no-lo testifica, porque, depois de haver dito: Este é o concerto que farei com eles depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seu coração e as escreverei em seus entendimentos, acrescenta: E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades.</p>
<p>Ora, onde há remissão destes, não há mais oblação pelo pecado.&#8221;</p>
<p>(Hb 10:15-18) talvez aches que o senhor não é capaz de honrar àquilo que ele mesmo escreveu, ou talvez não ache que o que está escrito provenha do punho de Deus. &#8220;pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão.&#8221; (Mc 16:18)  </p>
<p>&#8220;Eis que vos dou poder para pisar serpentes, e escorpiões, e toda a força doInimigo, e nada vos fará dano algum.&#8221; (Lc 10:19).</p>
<p>creia, e deixa deus agir, creia, e deixa deus guiar, não somente teus passos, como os passos daqueles a quem ele chamou, e que ele mesmo capacitou para a obra que ele próprio dirige. Não tires das mãos de Deus o que é de Deus.</p>
<p> &#8221;Disse-lhes, então: Dai, pois, a César o que é de César e a Deus, o que é de</p>
<p>Deus.&#8221; (Lc 20:25) deixa deus decidir quem presta e quem não presta, deixa deus escolher aos seus santos, não importando se estes tem bom comportamento ou não. lembra-te de paulo, que, não fosse a pronta intervenção do divino espírito santo, ele poderia ter sido morto pelos próprios cristãos. pois, os cristãos tinham motivo de sobra para não confiar em paulo&#8230; e os conterrâneos de paulo, também estavam já prontos a matar a paulo da mesma forma como o faziam com os cristãos.  </p>
<p>&#8220;Disse-lhe, porém, o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhidopara levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis, e dos filhos de Israel.&#8221; (At 9:15).</p>
<p> &#8221;Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas e nos debatesacerca da lei; porque são coisas inúteis e vãs.&#8221; Tito 3:9 </p>
<p>&#8220;Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes.&#8221; (1 Co 1:27).  </p>
<p>&#8220;Nisto conhecereis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus;&#8221; (1 Jo 4:2).</p>
<p> &#8221;Amados, amemo-nos uns aos outros, porque a caridade é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.&#8221; (1 Jo 4:7).  </p>
<p>&#8220;e vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo.&#8221; (1 Jo 4:14).  </p>
<p>&#8220;Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.&#8221; (Jo 3:17).  </p>
<p>&#8220;E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seuFilho, que clama: Aba, Pai.&#8221; (Gl 4:6). </p>
<p>por isso louvo, honro e glorifico ao deus que é eterno, ao deus que é absoluto, ao deus que é soberano e portanto suficientemente forte, majestoso e sublime para realizar em qualquer tempo, tudo o que tem sonhado para nossas vidas.  Por isso louvo ao grande e maravilhoso &#8220;el-shadday&#8221; por tua vida, e clamo pela misericórdia sobre todos nós, porque não somos nada, mas a eterna graça nos basta e, na unção que me foi conferida na qualidade de pastor e profeta entre as nações, eu te abençoo em nome do pai &#8220;yahweh tsidkenu&#8221;, do filho &#8220;yehoshua ha maschiach&#8221; e do espírito santo &#8220;ruach ha kodesch&#8221;, amém!!!.</p>
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		<title>Sexualidade: Uma benção em crise !.</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 04:05:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A completa permissividade que vemos hoje é, certamente, conseqüência da Revolução Sexual iniciada da década de 1960. Os apelos sexuais da mídia geral levam muitas pessoas (principalmente adolescentes e jovens) a praticarem o sexo sem compromisso. Mas levam-nas também, inconscientemente, a sentirem nojo, aversão e culpa por essas práticas &#8211; e essa é uma estratégia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A completa permissividade que vemos hoje é, certamente, conseqüência da Revolução Sexual iniciada da década de 1960. Os apelos sexuais da mídia geral levam muitas pessoas (principalmente adolescentes e jovens) a praticarem o sexo sem compromisso. Mas levam-nas também, inconscientemente, a sentirem nojo, aversão e culpa por essas práticas &#8211; e essa é uma estratégia diabólica para ofuscar a beleza do sexo, uma das coisas mais santas e prazerosas que Deus criou.</p>
<p><span id="more-1078"></span></p>
<p>Os jovens evangélicos têm sobre si duplo peso: viver num contexto pós-moderno onde não há absolutos morais e os chavões mais populares (“Ah, o que é que tem?!” e “Isso não tem nada a ver!”) nasceram dos pensamentos acadêmicos relativizados e onde pais e líderes evangélicos não assumem a responsabilidade de desmistificar, des-satanizar e des-sujar a bênção do sexo.</p>
<p>Um dever bíblico e cívico que os pais e líderes têm é o de ensinar princípios morais aos adolescentes e jovens. Exigências podem ser feitas quando os direitos não são respeitados. Acredito que os jovens deveriam exigir dos pais e líderes maior atenção na área da sexualidade. Os pais, por outro lado, deveriam reconhecer humildemente seu erro de omissão e mudar de atitude. Ouvi uma frase, recentemente, que está reverberando em minha mente: “Não devemos ter vergonha de falar daquilo que Deus não envergonhou de criar.” (Clemente de Alexandria)</p>
<p>Os jovens estão escalando sozinhos montanhas íngremes e geladas sem conseguir conciliar os valores éticos bíblicos, a verdadeira ciência e o lixo da mídia. É essa mídia que ensina a excluir e rotular de quadrados todos aqueles que lutam para guardar os valores que conduzem à “boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.</p>
<p>Nos atendimentos do Movimento pela Sexualidade Sadia (MOSES) temos recebido muitos jovens (rapazes e moças) sinceros que envolveram-se no homossexualismo a partir de sugestões externas (como apelidos na infância e na adolescência, por exemplo) ou abuso sexual, quando eles não tinham com quem desabafar e tirar suas dúvidas, pois “falar sobre sexo é senvergonhice”. Alguns desses jovens derramam lágrimas de vergonha e culpa pela humilhação que sofreram porque não sabiam como se defender.</p>
<p>Contudo, uma coisa é interessante nas respostas: a certeza que a maioria tem de que sexo antes do casamento e homossexualismo não são os ideais de Deus para a humanidade &#8211; por isso as conseqüências estão aí com as mães solteiras sofrendo as juras de amor não cumpridas, as doenças sexualmente transmissíveis e o total desconhecimento de verdades que nos preservam física, espiritual e socialmente .</p>
<p>As campanhas que só ensinam a usar preservativo para o “sexo seguro” são superficiais e incentivam a prática do sexo sem amor e compromisso. Nesse contexto, muitas autoridades da área de saúde já reavaliaram sua posição sobre essas campanhas e, hoje, afirmam que o mais importante no que se refere às DSTs – principalmente a AIDS &#8211; é uma mudança de comportamento. À nossa sociedade promíscua e perversa não interessa divulgar essa verdade.</p>
<p>Outro ponto que desperta nossa atenção é o enfoque “espiritualizado” que a maioria dá para o homossexualismo, como se só ele fosse alvo das influências de satanás. Ora, a Bíblia diz em Romanos 11.32 que “Deus a todos encerrou na desobediência, a fim de usar de misericórdia para com todos” e em 1 Coríntios 6.9 a 11 que adúlteros, mentirosos, idólatras, avarentos e bêbados são tão pecadores e alvos do diabo quanto os homossexuais. Acredito que os evangélicos deveriam ler mais livros cristãos sobre o assunto para ter uma visão de mais compaixão e menos preconceito com aqueles que sofrem com tendências homossexuais. O apóstolo Paulo nos mostra no último texto citado que, na igreja de Corinto, havia vários ex-homossexuais libertos pelo Sangue de Jesus e santificados pelo Espírito de Deus.</p>
<p>Outra coisa que observar é o ranço machista que também contaminou a igreja. Percebe-se claramente nas entrelinhas que a responsabilidade maior sobre a virgindade é da mulher. Ora, quando a Bíblia exige pureza, exige de homens também.</p>
<p>Graças a Deus, porém, que “se alguém está em Cristo, é nova criatura: as coisas antigas já passaram” (2 Co 5.17) O passado não pode mais escravizar nossa consciência e em Cristo todos temos possibilidade e motivação para mudar constantemente.</p>
<p>João Luiz Santolin (Coordenador do MOSES).<br />
Texto escrito para um periódico da CPAD.</p>
<p>Link fonte : <a href="http://www.sexocristao.com/ver-destaque.asp?id=163">http://www.sexocristao.com/ver-destaque.asp?id=163</a></p>
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		<title>Apologética e sua importância !.</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 20:22:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O termo deriva da palavra grega “apologeisthai”, que expressa a noção central da idéia de “defesa”. Em sua aplicação atual, entretanto, seu significado foi de alguma forma alterado, e nós afirmamos isso em uma comparação feita entre os termos apologética e “apologies” (desculpas ou justificação na língua inglesa) em contraste uma com a outra. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O termo deriva da palavra grega “apologeisthai”, que expressa a noção central da idéia de “defesa”. Em sua aplicação atual, entretanto, seu significado foi de alguma forma alterado, e nós afirmamos isso em uma comparação feita entre os termos apologética e “apologies” (desculpas ou justificação na língua inglesa) em contraste uma com a outra. A relação entre essas duas expressões não é de teoria e prática, nem também de gene e espécie. Pode-se dizer que apologética não é uma ciência formal na qual os princípios exemplificados e justificados são também investigados, como, por exemplo, os princípios de pregação são investigados pela homilética. Nem tampouco ela é meramente a soma de todas as defesas possíveis para a teologia, ou suas explicações cientificas assim como a dogmática é a ciência que explica os dogmas. Apologética é a defesa do Cristianismo em sua inteireza, sua essência, ou, de uma forma ou outra é a defesa de seus elementos de pressuposições contra seus usurpadores, atuais ou possíveis, de forma a se defender de algum ataque em particular; embora, obviamente, por melhor que sejam as defesas que alguém possa levantar com o intuito único de defender uma tese se tornam meras justificativas. Apologética toma para si, não um aspecto exclusivo de defesa, nem mesmo uma justificativa, mas o estabelecimento, diretamente falando, do Cristianismo, mas ao invés, é o conhecimento de Deus que o Cristianismo professa para incorporar e buscar tornar eficiente no mundo, o qual é o oficio da teologia explicar cientificamente. Pode até, obviamente, se ater em defesas e justificações quando isso se fizer necessário.</p>
<p><span id="more-1068"></span></p>
<p> Isso vai de encontro com pontos de vista opostos e requer o estabelecimento de seus próprios pontos de vista e conclusões. Defesas podem, entretanto, serem incorporadas à apologética, e formar porções auxiliares de sua estrutura, quando elas também fazem em qualquer outra área ou disciplina teológica. Ela é, mas freqüentemente, é inevitável que um ou outro elemento ou aspecto da apologética seja mais enfatizado ou cultivado, de acordo com a necessidade que aparece de tempos em tempos. No entanto, a apologética não deriva seu conteúdo, ou toma forma, ou empresta valores de algum tipo de oposição que prevaleça; mas preserva por todo tipo de circunstância seu caráter como qualquer outra ciência construtiva – como refutação de pontos de vista contrários se tornam de tempos em tempos um certo empecilho para a construção e o progresso. É pequena a defesa ou justificativa da essência da apologética que haveria a mesma razão por esta existência e a mesma necessidade de seu trabalho, não haveria oposição no mundo ou contradição para ser sobreposta. A apologética encontra seu fundamento, em outras palavras, não nos acidentes que acompanham os esforços da verdadeira religião de plantar, sustentar, e propagar a ela mesma nesse mundo; nem mesmo no mais PERVASIVO e no mais PORTENTOSO desses acidentes, o erro do pecado; mas nas necessidades fundamentais do espírito humano. Se for sua incumbência fazer o crente capaz de dar razão a sua própria fé, seria impossível para ele ser um crente sem a razão da fé que há nele mesmo, e é tarefa da apologética trazer essa razão claramente em sua consciência, e faz disso um plano válido. Ela é, em outras palavras, a função da apologética investigar, explicar, e estabelecer os fundamentos nos quais a teologia, a ciência, ou o conhecimento sistematizado de Deus é possível; e partindo do pressuposto que toda ciência que tem Deus como seu alvo deve repousar, se é uma ciência verdadeira que afirma estar colocada em um circulo de estudos realmente científicos. Ela necessariamente toma seu lugar, então, à frente do departamento de ciências teológicas e encontra sua tarefa no estabelecimento da validade desse conhecimento de Deus que forma o alvo de estudos desse departamento; que nós possamos proceder através dos demais departamentos nas áreas exegéticas, históricas, sistemáticas, e práticas, para explicar, apreciar, sistematizar e propagar ao mundo.<br />
<strong>II. O LUGAR ENTRE AS DISCIPLINAS TEOLÓGICAS</strong></p>
<p>Deve ser admitido que uma considerável confusão tem reinado com respeito à concepção e função da apologética e seu lugar entre as disciplinas teológicas. Quase todo escritor tem uma definição própria e descreve a função da disciplina de uma forma mais peculiar para ele mesmo; e lá está escassamente em um canto da enciclopédia teológica. Planck deu um lugar entre as disciplinas exegéticas; outros discutiam se sua essência era histórica; muitos queriam designá-la como sistemática ou teologia prática. Nosselt nega seu direito de existência; Palmer confessa sua falta de habilidade para classificar tal disciplina, Rabiger tirou formalmente de sua enciclopédia, mas a reintroduz com um nome diferente de “teoria da religião”, Tholuck propõe que deveria ser dividida em partes por diversos departamentos; e Cave de fato distribui o material da apologética por três departamentos diferentes. Muito dessa confusão se deve à persistente confusão entre apologética e apologia. Se apologética é a teoria de justificação, e sua função é ensinar a homens e mulheres como defender o Cristianismo, seu lugar é, obviamente, junto com homilética, catequese, e poimênica, no departamento de Teologia Pratica (ou teologia pastoral). Se for simplesmente, de forma eminente, a justificação do Cristianismo em um formato organizado sistematicamente num formato de justificativa para o Cristianismo com todos seus elementos e detalhes, contra toda oposição, ou em sua essência totalmente contra uma única oposição destrutiva, ela obviamente pressupõe um completo desenvolvimento do Cristianismo através das disciplinas exegéticas, históricas, e sistemáticas, e deve estabelecer ou como o ponto culminante do ensino da teologia sistemática, ou como área intelectualista da teologia prática, ou como uma disciplina independente colocada entre essas duas. Nesse caso pode ser artificialmente separada de uma teologia polêmica e outras disciplinas similares, se a análise for levada longe o suficiente, pode-se criar, como feito por F. Duilhe de Saint-Projet que distinguiu entre teologia apologética, controversa e polêmica, direta e respectivamente contra descrentes, hereges, e companheiros cristãos, e por A. Kuyper que distinguiu entre polêmica helenista e apologética que iria contra heterodoxia, paganismo, falsa filosofia. Não será estranho, então, mesmo separado dessa família de disciplinas, ou algumas delas, seria unida com elas novamente, ou com algumas disciplinas, para tomar um formato mais abrangente as quais podem criar uma enciclopédia. Isso é feito, por exemplo, por Kuyper que junta as teologias polêmicas helenistas e apologéticas para formar seu grupo de disciplinas denominadas “dogmatologia antitética”, e Patton que, depois de ter distribuído o material da apologética em duas disciplinas separadas como teologia racional e filosófica, na qual uma disciplina teísta foi colocada no início do sistema, e a apologética se une mais tarde com as disciplinas polemicas para constituir uma disciplina antitética, enquanto a teologia sistemática sucede as duas como parte de uma disciplina sintética.<br />
<strong>III. PONTOS DE VISTA DIVERGENTES </strong></p>
<p>Muito da diversidade em questão se deve também, entretanto, a vários pontos de vista sobre em que aspecto deve a apologética ser estabelecida, se deve ser considerada, por exemplo, a verdade da religião cristã, ou a validade do conhecimento de Deus a qual a teologia apresenta em um formato sistematizado. E ainda mais se deve por conceitos profundamente divergentes sobre a natureza do assunto em questão, sobre esta “teologia”, de que a apologética faz parte. Se nós pensarmos que apologética age tomando defesa ou justificação da “religião cristã”, esse é um ponto, se nós pensarmos que ela assume o formato com intenção de validar o conhecimento de Deus, o qual é sistematizado pela “teologia”, temos um ponto totalmente diferente. E mesmo se existir concordância em uma concepção mais recente, ainda permanecem divergências profundas as quais definem a “teologia” como ela realmente é, não devemos esperar um acordo sobre a natureza e a função de nenhuma dessas disciplinas. Se “teologia” é a ciência de fé ou de religião, é o assunto em questão que se torna subjetivo de experiências do coração humano, e a função da apologética é inquirir se essas experiências subjetivas têm algum objetivo válido. Obviamente, entretanto, ela segue uma elucidação sistemática sobre essas experiências subjetivas e constitui uma disciplina final da “teologia”. Similarmente, se a “teologia” é a ciência da religião cristã, ela investiga a questão histórica pura sobre em que aqueles que são chamados Cristãos realmente acreditam; e obviamente a função da apologética é seguir essa investigação com um inquérito sobre se os Cristãos são justificados por crer nessas coisas. Mas se a teologia é a ciência de Deus, ela lida não como uma massa de experiências subjetivas, não em uma seção da história dos pensamentos, mas com o corpo de fatos objetivos; e é absurdo dizer que esses fatos precisam ser assumidos e desenvolvidos até sua última conseqüência, antes que nós deixemos de perguntar se eles são realmente fatos. Então assim que se chega a um acordo que teologia é uma disciplina cientifica e tem seu alvo principal o conhecer a Deus, nós precisamos reconhecer que deve ser através do estabelecimento da realidade como fatos objetivos das informações nas quais sua tese está baseada. Alguém pode realmente chamar o departamento de teologia ao qual essa tarefa está comprometida com qualquer nome que lhe parecer apropriada: Ela pode ser chamada “teologia geral”, ou “teologia fundamental”, ou “teologia principal”, ou “teologia filosófica”, ou “teologia racional” ou qualquer outro dos inumeráveis nomes que têm sido usados pra descrevê-la. Apologética é o nome que mais naturalmente sugere a matéria em si, e é o nome o qual, com maior ou menor precisão do ponto de vista que trata da natureza e do compasso dessa disciplina, tem sido consagrado para esse propósito por um grande número de escritores como Schleiermacher, Twesten, Swetz, Ottiger, Knoll, Maissoneuve. Isso recomenda de forma poderosa uma indicação decisiva sobre a natureza dessa disciplina, enquanto se aplica igualmente a qualquer que seja o foco da teologia a qual subentende-se plantar em uma base segura. Se essa teologia não reconhece outro conhecimento de Deus, além daquele dado na constituição e curso da natureza, ou deriva sua informação da total revelação de Deus como documentada nas Escrituras, apologética se oferece com total prontidão para designar a disciplina pela qual a validade do conhecimento de Deus foi estabelecida. É necessário explicitar nada mais que naturalmente a teologia requer como sua base; quando a teologia a qual nos serve é, entretanto, a teologia completa da revelação cristã, ela guarda sua unidade e se mantém protegida da fatalidade da concepção dualística a qual coloca a teologia natural e a teologia revelada separadas em entidades diferentes, cada uma com sua própria pressuposição separada, requerendo um estabelecimento pelo qual a apologética seria dividida em duas disciplinas diversas, dando colocações bem diferentes dentro da enciclopédia teológica.</p>
<p><strong>IV. A VERDADEIRA FUNÇÃO DA APOLOGÉTICA</strong></p>
<p>Já foi tratada o quão extensa pode a apologética ser definida, de acordo com um costume muito preponderante como “a ciência que estabelece a verdade do Cristianismo como uma religião absoluta”. Apologética certamente estabelece a verdade sobre o Cristianismo como uma religião absoluta. Mas a questão de importância aqui é como isso é feito. Ela certamente não é da alçada da apologética tomar para si cada princípio do Cristianismo no desejo de buscar estabelecer sua verdade através de uma direta apelação à razão. Qualquer tentativa de fazer isso, não importa em qual base filosófica de trabalho ou de demonstração, começa, ou através de qual método deve-se seguir, isso nos transferiria de uma só vez para uma atmosfera e nos trairia em dispositivos deturpados do velho e vulgar racionalismo, o erro primário o qual foi questionado em uma demonstração diretamente racional da verdade a qual o Cristianismo ensina em troca. A função da apologética é estabelecer a verdade da Cristandade como a religião absoluta em sua íntegra, e seus detalhes de forma indireta. Isso serve para afirmarmos que, nós não devemos começar desenvolvendo o Cristianismo em pequenos detalhes, e somente depois que esta tarefa for terminada, deveremos perguntar se existe alguma verdade em tudo isso. Nós devemos começar estabelecendo a verdade do cristianismo por inteiro, e somente então explicar em detalhes, cada qual, se devidamente explicado tem sua verdade garantida em seu devido lugar como detalhe em uma entidade já estabelecida em sua inteireza. Apesar de sermos esclarecidos sobre o que é provavelmente a questão mais complicada a qual tem irritado durante toda a história da disciplina. Ao estabelecer a verdade do Cristianismo, tem sido permanentemente perguntado, devemos lidar com todos os detalhes, ou meramente com a essência do Cristianismo? A verdadeira resposta é nenhum dos dois. Apologética não pressupõe nem o desenvolvimento do Cristianismo em detalhes, ou a extração de sua essência. Os detalhes do Cristianismo estão todos contidos no próprio Cristianismo: O mínimo retirado do Cristianismo é somente o Cristianismo em si. O que a Apologética toma para si estabelecer é somente o Cristianismo puro, incluindo todos seus “detalhes” e envolvendo toda sua “essência”, em sua inexplicável e incompreensível inteireza, como a religião absoluta. Ela tem como objetivo de solidificar as fundações nas quais o “Templo” da teologia é construído e pela qual toda estrutura da teologia é determinada. É o departamento da teologia que estabelece os princípios constitutivos e regulamentares da teologia como ciência, e em estabelecendo isso serão estabelecidos todos os detalhes, os quais derivam deles pela secessão de departamentos, em suas vastas explicações e sistematizações. Mesmo isso sendo estabelecido como um todo e o todo sendo estabelecido na massa, então deve se dizer, e não em detalhes, mas ainda em sua forma completa e não em um elemento separado.</p>
<p><strong>V. DIVISÃO DA APOLOGÉTICA</strong></p>
<p>Sendo o assunto principal da apologética definido, sua distribuição em partes se torna basicamente um assunto óbvio. Tendo definido a Apologética como a prova da verdade da religião cristã, muitos escritores naturalmente confinam isso àquilo que é comumente conhecido de forma mais informal como “teologia fundamental”, igualmente natural é confinar isso aos primeiros princípios da religião em geral. Outros mais justos combinam os dois conceitos e então obtêm ao menos duas divisões principais. Como Hermann Schultz prova “o direito do conceito religioso do mundo, contra as tendências de negar a religião, e o direito do Cristianismo como uma manifestação absolutamente perfeita, estando contra os oponentes da sua significância permanente”. Ele então divide em duas grandes seções com uma terceira interposta entre eles: O primeiro “A defesa do conceito religioso do mundo”, o último, “A defesa do Cristianismo” e entre esses dois foi colocado “A filosofia da religião, religião em sua manifestação histórica”. De forma menos satisfatória, porque com uma firmeza menor sobre sua idéia de disciplina, Henry B. Smith, encarando a apologética como “Dogmática Histórico-Filosófica”, foi em defesa “da unidade de conteúdo e substância da fé Cristã”, dividindo o material para o mesmo efeito o qual ele chamou de apologética fundamental, histórica, e filosófica. A primeira assume o papel de demonstrar o ser e a natureza de Deus; o segundo, a divina origem e autoridade do Cristianismo, e a terceira, de alguma forma defeituosa forma uma conclusão para tão importante argumento, a superioridade do Cristianismo frente a todos os outros sistemas religiosos. De forma bem similar, Francis R. Beattie dividiu em: (1) Apologética Fundamental, ou Filosófica, que trata sobre o problema de Deus e a religião, (2) Apologética Cristã, ou Histórica, a qual trata do problema da revelação e das Escrituras, e (3) Apologética Aplicada, ou Prática, que lida com a eficiência prática do Cristianismo no mundo. A verdade fundamental desses esquemas está na percepção de que o assunto principal da apologética envolve os dois grandes fatos sobre Deus e o Cristianismo. Existem algumas falhas na unidade desses conceitos, entretanto, sobressaindo aparentemente de um ponto deficiente sobre a peculiaridade da apologética como um departamento da ciência da teologia, e uma inabilidade conseqüente de permitir isso como também determinar seu próprio conteúdo e a ordem natural de suas partes e divisões.</p>
<p><strong>VI. O CONCEITO DA TEOLOGIA COMO UMA CIÊNCIA </strong></p>
<p>Se a teologia é uma ciência, existe envolvido neste fato, como também em todas as outras ciências, pelo menos três pontos: A realidade do assunto em questão, à capacidade da mente humana receber em si mesma e racionalizar para refletir o assunto em questão e a existência de uma comunicação entre o assunto em questão e a mente de forma a receber e compreender o assunto. Não poderia haver psicologia onde não houvesse uma mente para ser investigada, uma mente para investigar, e uma autoconsciência por meio dos quais a mente como um objeto, pode ser trazida debaixo da inspeção da mente como sujeito.</p>
<p>Não haveria astronomia se não houvesse corpos celestiais para serem investigados, nem uma mente capaz de compreender as leis da existência e dos movimentos celestes, ou não houvesse formas de observar sua estrutura e movimento. Da mesma forma, não pode haver teologia, concebida de acordo com seu próprio nome, como a ciência de Deus, a menos que haja Deus para formar o assunto alvo, uma capacidade na mente humana para compreender a Deus, e algum tipo de comunicação na qual Deus se faz conhecido aos homens. Essa teologia, como a ciência de Deus, pode existir, então, deve começar por estabelecer a existência de Deus, a capacidade humana de conhecê-Lo, e um acesso de conhecimento sobre Deus. Em outras palavras, a principal idéia da teologia como ciência de Deus nos da esses três tópicos incríveis os quais precisam ser tratados em seu departamento fundamental, no qual as fundações para toda estrutura está firmado em Deus, religião, revelação. Com esses três fatos estabelecidos, uma teologia como ciência de Deus se torna possível, com ela então, uma apologética se torna completa. Mas isso, somente firmado nesses três pontos, todas as pressuposições da ciência de Deus, construídas em nossa teologia podem ser estabelecidas, por exemplo, prover para que todas as fontes e significados sobre o conhecimento de Deus sejam extinguidos. Nenhuma ciência pode arbitrariamente limitar a informação concernente a sua esfera a qual ela atende. Na pressa de deixar de ser a ciência que professa ser, ela precisa extinguir os meios de informação abertos a ela, e reduzir a um sistema unitário todo o corpo de conhecimento em sua esfera. Nenhuma ciência pode representar a si mesmo como a astronomia, por exemplo, a qual se confina arbitrariamente a informação de que concernem os corpos celestiais vistos somente a olho nu, o que descarta, sem dúvida, a ajuda de algo como um espectroscópio. Na presença do Cristianismo no mundo que clama por uma revelação presente de Deus que se adapte às condições e necessidades dos pecadores, e documentado nas Escrituras, teologia não pode tomar um passo sequer até que se examine esse desejo, e se o desejo for substancial, esta substanciação deve formar uma parte do departamento fundamental da teologia na qual estão firmados os fundamentos para toda sistematização do conhecimento de Deus. Nesse caso, dois novos tópicos são adicionados ao assunto principal na qual a apologética precisa lidar construtivamente, Cristianismo e a Bíblia. Isso está firmado na verdadeira natureza da apologética como departamento fundamental da teologia, concebido como a ciência de Deus, isso deveria encontrar sua tarefa no estabelecimento da existência de Deus, quem é capaz de ser conhecido pelo homem, pois Ele se fez conhecido, não somente através da natureza, mas nas revelações de sua graça para com os pecadores, documentada nas Sagradas Escrituras. Quando a apologética tem colocado esses fatos grandiosos em nossas mãos, Deus, religião, revelação, Cristianismo, a Bíblia, e não até esse fato ocorrer, nós estaremos preparados para explicar o conhecimento de Deus como este foi trazido a nós, traçando a historia de seus feitos no mundo, sistematizando e propagando isso ao mundo.<br />
<strong>VI. AS CINCO SUBDIVISÕES DA APOLOGÉTICA </strong></p>
<p>As subdivisões primarias da apologética são cinco, a não ser por conveniência no tratamento se preferir condensar uma delas com outra que tiver maior proximidade de conceitos. (1) A primeira, a qual pode talvez ser chamada apologética filosófica, toma sobre si o estabelecimento do ser de Deus, como um espírito pessoal, o criador, preservador e governador de todas as coisas. A ela pertence o grande problema do teísmo, envolvido em discussões sobre as teorias antiteistas. (2) O segundo, o qual pode talvez ser chamado de apologética psicológica, que toma para si o estabelecimento da natureza religiosa do homem e a validade de seu senso religioso. Ele envolve a discussão parecida com a psicologia, filosofia e a pneumatologia da religião, e inclui então aquilo que é chamado de “religião comparativa” ou de “história das religiões”. (3) Sobre o terceiro ponto está a responsabilidade de estabelecer a realidade do fator sobrenatural na história, com a determinação envolvida da real relação com a qual Deus se apresenta a Seu mundo, e o método de Seu governo sobre Suas criaturas racionais e especialmente o modo de se fazer conhecido a seu povo. Isso lança sobre o estabelecimento do fato da revelação com a condição de todo o conhecimento de Deus, quem como um Espírito Pessoal pode ser conhecido somente à medida em que Ele se expressa a nós, para que a teologia defira de todas as outras ciências no fato de que seu objeto de estudos não está à disposição do sujeito, e sim o processo é inverso. (4) O quarto ponto, o qual pode ser chamado de apologética histórica, a qual toma para si o estabelecimento da origem divina do Cristianismo como a religião da revelação no significado especial dessa palavra. Ele discute todos os tópicos que naturalmente caem sobre os pontos de vista popular sobre “as evidencias do Cristianismo”. (5) O quinto ponto, que pode ser chamado de apologética bibliológica, está encarregado de estabelecer a veracidade das Escrituras Sagradas como a documentação da revelação de Deus para a redenção dos pecadores. Ele está engajado especialmente com tópicos tais como a divina origem das Escrituras, os métodos da divina operação em sua organização, seu lugar na série de atos redentivos de Deus, e o processo da sua revelação, a natureza, modo e efeito da inspiração.<br />
<strong>VII. O VALOR DA APOLOGÉTICA </strong></p>
<p>A estimativa que é colocada sobre a apologética por estudiosos naturalmente varia com o conceito que está relacionado com sua natureza e função. No despertar do subjetivismo introduzido por Schleiermacher, tornou-se muito comum falar de um tipo de apologética assim como já foi descrito acima, sem nenhum tipo de desdém. É uma herança diabólica, nós ouvimos dizer, do antigo supranaturalismus vulgaris, o qual “se firmou não nas Escrituras, mas acima das escrituras, e imaginando que poderia fazê-lo, com conceitos formais, desenvolveu um ‘fundamento para a divina autoridade do cristianismo’(Heubner), e então ofereceu provas para a divina origem do Cristianismo, a necessidade da revelação e a credibilidade das Escrituras” (Lemme). Reconhecer que nós podemos tomar nossa posição nas Escrituras somente depois de termos as Escrituras, autenticadas como tal, firmar nossa posição, é, nos parece, um desgaste prejudicial. A experiência subjetiva de fé é concebida para ser o fator final, e a única apologética legitimada, somente a auto justificação da fé em si. Pois a fé nos parece, depois de Kant, não pode mais ser vista com um algo que compõe nossa razão e não pode ser colocado em nenhuma fundamentação racional, mas é um assunto concernente ao coração, e se manifesta de forma mais efetiva quando não há razão alguma senão nela mesma (Brinetiere). Se repetição tivesse alguma força de prova, teria sido estabelecida há muito tempo atrás que fé, religião, teologia, estão fundamentadas por completo fora do domínio da razão, prova e demonstração.<br />
Ela é, entretanto, do ponto de vista do racionalismo e misticismo que o valor da apologética é muito desprezado. Quando preconceitos racionalistas penetrarem, ali, obviamente, a validade das provas apologéticas foi de uma forma ou outra questionados.</p>
<p>Quando um sentimento místico já se infiltrou, então a validade da apologética pode ser de uma forma ou de outra questionada com certa ênfase. No momento atual, a tendência racionalista é mais ativa, talvez, na forma apresentada por Albrecht Rtischl. Na sua forma ela ataca a apologética direto em sua raiz, pela distinção de que se ergue entre o conhecimento teórico e o conhecimento religioso. O conhecimento religioso não é o conhecimento do fato, mas a percepção da utilidade, e então, uma religião positiva, enquanto possa talvez estar historicamente condicionada, não tem uma base teórica, e está de acordo não com o objeto de prova racional. Em um paralelismo significante com o fato acima, a tendência mística é manifestada nos nossos dias de forma bem distinta em uma inclinação bem diversificada para colocar de lado a apologética em favor do “testemunho do Espírito”. As convicções do Cristão, nós aprendemos, não são produto da razão direcionada ao intelecto, mas a criação imediata do Espírito Santo em seu coração. Então, é algo íntimo. Nós podemos nos sair muito bem sem essas “razões”, se de fato elas não são realmente nocivas, porque a tendência é de substituir um racionalismo árido por uma fé viva. Parece-nos que foi esquecido aquele pensamento que a fé é um ato moral e uma dádiva de Deus, ainda é uma convicção formal passando por crença, e que todas as formas de convicção devem se firmar na evidência como seu fundamento. “Aquele que crê”, diz Tomás de Aquino, em palavras que se transformaram comuns como uma suposição básica, “não creria a não ser que ele visse que aquilo em que ele crê é digno de confiança”. Apesar da fé ser uma dádiva de Deus, isso não implica que a fé dada a nós por Deus é uma fé irracional, isso é, uma fé sem um fundamento cognitivo na razão. Nós cremos em Cristo porque é algo racional crer NEle, nem mesmo que se fosse irracional. Obviamente mero reconhecimento racional não torna alguém um cristão, mas isso não é porque a fé não é resultado de evidencia, mas porque uma alma morta não pode responder à evidência. A ação do Espírito Santo nos dando fé não está separada das evidências, mas vem junto com as evidencias, e em primeira instancia consiste em preparar a alma para aceitar as evidências.<br />
<strong>VIII. A RELAÇÃO DA APOLOGÉTICA COM A FÉ CRISTÃ </strong></p>
<p>Não devemos discutir se pela ação da apologética é que homens e mulheres tornam-se cristãos, mas que a apologética supre o Cristão com uma base sistematicamente organizada na qual a fé do crente pode descansar. Tudo o que a apologética nos explica no formato de prova sistematizada está implícito em todo ato de fé do crente. Toda vez que um pecador aceita a Jesus Cristo como seu Salvador, está implícita nesse ato uma condição de vida que demonstra que existe um Deus, que é conhecido por homens e mulheres, pois se fez conhecido ao ser humano pela sua revelação nas Escrituras e pela redenção em Jesus Cristo, assim como nos afirmam as Escrituras Sagradas. Não é necessário para esse ato de fé que todos os fundamentos dessa convicção sejam demonstrados em sua total consciência e dados de forma a concordar explicitamente com seu entendimento, mesmo sendo necessário que para sua fé esse fundamento seja suficiente para sua convicção ser ativamente presente e trabalhando em seu espírito. Mas é necessário para a defesa de sua fé raciocinar em um formato de julgamento cientifico, para que os fundamentos nos quais ele descansa sejam explicados e estabelecidos. A teologia como uma ciência, apesar dela incluir tão importante disciplina, uma exposição de como esse conhecimento de Deus, com o qual ela trabalha objetivamente pode de melhor forma se tornar possessão subjetiva do homem, não é um instrumento de propaganda, o que ela se propõe a fazer é o desenvolver sistematizadamente o conhecimento de Deus como objeto de contemplação racional. E como ela tem desenvolvido como conhecimento, ele deve obviamente estar existindo pelo estabelecimento seu direito tal como necessário. Se ele não o fizer, o todo de seu trabalho estará como suspenso no ar, e a teologia apresentaria uma aberração entre todas as ciências que buscam um lugar entre uma série de sistemas de conhecimento para uma elaboração de pura dedução.</p>
<p><strong>IX. OS PRIMEIROS ESTUDOS APOLOGÉTICOS </strong></p>
<p>Compreendendo que a apologética supre a necessidade insistente do espírito humano, que o mundo tem, obviamente, nunca estando sem a apologética.</p>
<p>Sempre quando o ser humano tem pensado totalmente sobre Deus e a ordem sobrenatural, lá tem estado presente em suas mentes uma variedade de mais ou menos razões sólidas por crer em sua realidade. A retirada do núcleo dessas razões em um corpo de provas sistematicamente organizado esperou então uma cultura mais avançada. Ma o advento da apologética não esperou o advento do Cristianismo, nem existem traços desse departamento de pensamento compreensível somente nas regiões acesas por uma revelação especial. O sistema filosófico de antiguidades, especialmente aqueles que derivam de Platão, estão longe de estarem vazios de elementos apologéticos, e quando em seus estágios mais avançados de seu desenvolvimento, filosofia clássica se torna peculiarmente religiosa, expressando material apologético que se torna quase predominante. Com a vinda do Cristianismo ao mundo, entretanto, à medida que os elementos da teologia foram se tornando mais ricos, então os esforços para substanciá-los se tornaram mais férteis nos elementos apologéticos. Nós não devemos confundir a apologética do inicio da era Cristã com a apologética formal. Como os sermões daqueles dias, eles contribuíam para a apologética sem ser apologética. O material apologético desenvolvido por aquilo que nós podemos chamar de os mais filosóficos dos apologistas (Aristides, Atenagoras, Teófilo, Tertuliano) já foi considerável, ele era grandemente suplementado pelos trabalhos teológicos de seus sucessores. Em um primeiro instante o Cristianismo mergulhou em um ambiente politeísta e tomou para si o conflito com sistemas de pensamento firmados em filosofias panteístas ou dualistas, requereu-se o estabelecimento de seu ponto de vista monoteísta, e indo contra a amargura dos Judeus e as zombarias dos gentios, para evidenciar sua origem divina como ação da graça ao homem pecador. Junto com Tertuliano os grandes “alexandrinos”, Clemente e Orígenes, estão os depósitos mais ricos do pensamento apologético do primeiro século. Os maiores dos apologistas da era patrística foram, entretanto, Eusébio de Cesárea e Agostinho. O primeiro foi o mais aprendido e o segundo o mais profundo dos defensores do Cristianismo entre os Pais da igreja. Em Agostinho, em particular, não meramente em seu livro “Cidade de Deus” mas em seus escritos controversos, acumulando uma vasta massa de material apologético o qual está distante de ter perdido seu significado.<br />
<strong>X. A APOLOGÉTICA ATUAL </strong></p>
<p>Não foi, entretanto, até a era escolástica que a apologética atingiu seus direitos como uma ciência construtiva. Todas as atividades teológicas da Idade Média foram até então antecessoras da apologética, para que seu esforço primário fosse a justificação pela fé para a compreensão. Não era somente rica em apologistas (Abelardo, Raimundo, Martini), mas todo teólogo era de alguma forma um apologeta. Anselmo no seu início, Aquino em seu auge, são tipos de uma série completa, tipos nos quais todas as suas excelências são somadas. A Renascença com seu ressurgimento do paganismo, naturalmente destaca uma série de novos apologétas (Savanarola, Marsílio, Ludovico), mas a Reforma forçou polemicas nesse fundo e colocou a apologética longe de tudo, apesar, obviamente, dos grandes teólogos da reforma terem trazido ricas contribuições que se acumularam ao material apologético. Quando, no fim do século dezessete, o ateísmo começou se espalhar entre as pessoas e o indiferentismo rasgando o naturalismo entre os lideres e pensadores, a correnteza do pensamento apologético mais uma vez começou a jorrar, tornando-se uma grande enchente à medida que a descrença prevalecente se intensificou e se espalhou. Com seu precursor em Filipe de Mornay (1581), Hugo Grocio (1627) tornando-se apologistas como os pioneiros dessa época da história, enquanto em sua porção média foi humilhada por pensadores como Pascal e a analogia apologética dessa época culminou com a “Grande Analogia” de Butler e a poderosa argumentação de Paley. À medida que o assalto contra o Cristianismo mudou suas bases para o deísmo inglês da primeira metade do século dezoito pelo racionalismo alemão da segunda metade desse mesmo século, o idealismo que dominou a primeira metade do século dezenove, e a tendência do materialismo de sua segunda metade, período após período foi marcado na história da apologética, e os elementos particulares da apologética que foram especialmente cultivados e adaptados de acordo com a mudança do pensamento. Mas nenhuma época foi marcada na história da apologética, até que, liderados pela tentativa de Schleiermacher de traçar o organismo dos departamentos de teologia, K.H. Sack resumiu para tornar cientificamente organizada “Apologética Cristã” (Hamburgo, 1829). Desde então, uma série de sistemas científicos de apologética tem jorrado das editoras. Eles diferem um do outro em quase todo conceito possível, de seus conceitos a sua natureza, tarefa, alvo, colocação nas enciclopédias científicas e teológicas, em seus métodos de lidar com seu material, em sua concepção de Cristianismo, religião e Deus, como também sobre a natureza sobre a evidencia na qual a crença deve descansar. Mas elas concordam em um ponto fundamental, que a apologética foi concebida por todos como um departamento especial da ciência teológica, capaz de o retirar e demandando um tratamento separado. Nesse sentido a apologética tomou finalmente, nos últimos dois terços do século dezenove, sua forma verdadeira e de direito.</p>
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		<title>Programa Fiscais da Natureza.</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 19:13:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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