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	<title>O Caminho Cristão</title>
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	<description>&#34;O cristianismo não é meramente um programa de conduta;é o poder de uma nova vida &#34;</description>
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		<title>O Evangelho &#8211; A Boa Notícia!.</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Apr 2013 16:06:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160; O Senhor Jesus Cristo está assentado nos céus à destra do trono da majestade&#8230; O Evangelho (A Boa Notícia!) – com a mesma ênfase dada pelo autor da Carta aos Hebreus 8:1 &#8211; 2: “Ora, de tudo que temos dito – o mais importante é que temos um sumo sacerdote tal, que [...]]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Senhor Jesus Cristo está assentado nos céus à destra do trono da majestade&#8230;</p>
<p>O Evangelho (A Boa Notícia!) – com a mesma ênfase dada pelo autor da Carta aos Hebreus 8:1 &#8211; 2:</p>
<p>“Ora, de tudo que temos dito – o mais importante é que temos um sumo sacerdote tal, que está assentado nos céus à destra do trono da majestade,<br />
Ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo, o qual o Senhor fundou, e não o homem.”</p>
<p>Então, vamos nos lembrar, no A.T, o tabernáculo era uma figura do celeste com o propósito de prover um lugar onde Deus habitasse no meio dos homens – o lugar na terra do encontro do homem com Deus. E toda a excelência, tanto em seus utensílios como em suas cerimônias era um esplêndido reflexo da grandeza de Deus.</p>
<p>No tabernáculo o sacerdote transitava dia após dia&#8230; trabalhava em sacrifício&#8230;e tudo o quanto fazia, era contribuir em manutenção para que aquele local fosse singular na terra.</p>
<p>Tudo era organizado e funcionava bem, mas acontece que faltava um elemento funcional naquele ambiente – no tabernáculo não existia uma cadeira para o sacerdote sentar.</p>
<p>A ideia do tabernáculo humano era justamente a do trabalho esforçado em relação a Deus&#8230;o sacerdote nunca se assentava&#8230;não podia descansar de sua responsabilidade&#8230;não precisava de cadeira&#8230;seguia sacrificando para propiciar a presença de Deus&#8230;</p>
<p>Era o trabalho que o sacerdote precisava fazer naquele momento, só que:</p>
<p>“Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho,<br />
A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo.<br />
O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressão exata da imagem do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas;<br />
Feito tanto mais excelente do que os anjos, quanto herdou mais excelente nome do que eles.”<br />
Bíblia Sagrada – Carta aos Hebreus 1: 1 &#8211; 4</p>
<p>“Então disse: Eis me aqui venho, para fazer, Deus, a tua vontade. Tira o primeiro, para estabelecer o segundo.<br />
Na qual vontade temos sido santificados pelo sacrifício do corpo de Jesus Cristo, feita uma só vez.<br />
E assim todo o sacerdote aparece cada dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar os pecados;<br />
Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado a destra de Deus,<br />
Daqui em diante esperando até que os seus inimigos sejam postos por escabelo de seus pés.”<br />
Bíblia Sagrada – Carta aos Hebreus 10: 9 &#8211; 13</p>
<p>As dificuldades da vida&#8230;o drama de todos é exatamente o mesmo, em sua simplicidade e complexidade – o que envolve delicados relacionamentos, vícios, doenças etc.</p>
<p>Nós ainda queremos pelejar com nossa justiça própria e não aceitamos a condição Graciosa que Deus em Cristo nos oferece&#8230;</p>
<p>Fundamental é o entendimento de que o Senhor Jesus Cristo está assentado nos céus à destra do trono da majestade, o que significa que A OBRA ESTÁ COMPLETA – toda conta já foi paga!</p>
<p>O Evangelho definitivamente diz para cada um de nós:<br />
Chega de pagar prestações!<br />
(Amém)</p>
<p>PELLEGRINI – Pellegrino / Peregrinus<br />
“Sou peregrino na terra” Salmo 119.19a</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Espiritualidade Cristã (uma definição).</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Apr 2013 21:50:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[apologética]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; Afinal, o que é espiritualidade cristã? Não confunda espiritualidade com espiritismo ou espiritualismo, pois espiritualidade NÃO é um sinônimo para palavra religião ou similares. Espiritualidade é a consideração de uma dimensão além. E a pessoa espiritual é aquela capaz de vivenciar tal realidade transcendental mesmo em meio aquilo que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Afinal, o que é espiritualidade cristã?<br />
Não confunda espiritualidade com espiritismo ou espiritualismo, pois espiritualidade NÃO é um sinônimo para palavra religião ou similares.<br />
Espiritualidade é a consideração de uma dimensão além.</p>
<p>E a pessoa espiritual é aquela capaz de vivenciar tal realidade transcendental mesmo em meio aquilo que aparentemente é mais comum.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-1337"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas qual é a concepção cristã da espiritualidade?<br />
A concepção cristã da espiritualidade trata-se da conscientização de que Cristo é causa e plenitude (alfa e ômega) de todas as coisas &#8211; O Pleroma (πλήρωμα) &#8220;Toda a Plenitude da Divindade.&#8221;<br />
Bíblia Sagrada &#8211; Carta do Apóstolo Paulo aos Colossenses 2.9b<br />
“O qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação;<br />
Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele.<br />
E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele.”<br />
Bíblia Sagrada &#8211; Carta do Apóstolo Paulo aos Colossenses 1:15-17<br />
Nada existe sem Ele tudo está vinculado Nele – Cristo é aquele que destrói todos os obstáculos sócio culturais:<br />
“Onde não há grego, nem judeu, circuncisão, nem incircuncisão, bárbaro, cita, servo ou livre; mas Cristo é tudo em todos.”<br />
Bíblia Sagrada &#8211; Carta do Apóstolo Paulo aos Colossenses 3.11<br />
“O qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós.”<br />
Bíblia Sagrada – 1ª Carta do Apóstolo Pedro 1.20<br />
O Cristo Jesus histórico (o homem de Nazaré), Deus encarnado como pessoa humana/homem de bem:<br />
“Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo bem, e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele.”<br />
Bíblia Sagrada – Atos dos Apóstolos por meio do Espírito Santo 10.38<br />
“Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para cumprir todas as coisas.”<br />
Bíblia Sagrada – Carta do Apóstolo Paulo aos Efésios 4.10<br />
“Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação;<br />
Tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos;<br />
E qual a sobre excelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder,<br />
Que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e pondo-o à sua direita nos céus.<br />
Acima de todo o principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro;<br />
E sujeitou todas as coisas a seus pés, e sobre todas as coisas o constituiu como cabeça da igreja,<br />
Que é o seu corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos.”<br />
Bíblia Sagrada – Carta do Apóstolo Paulo aos Efésios 1:17- 23<br />
Enfim, em Cristo tudo está conectado, Ele é a resposta existencial e o ponto de orientação de um cristão: Cristo abraça, anima e mantém todo o universo &#8211; tudo para cada um dos seres com Cristo, em Cristo, e em torno dos demais que são de Cristo – a convergência crística, Amém!<br />
PELLEGRINI – Pellegrino / Peregrinus<br />
“Sou peregrino na terra” Salmo 119.19a</p>
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		<title>Religião X Espiritualidade</title>
		<link>http://www.caminhocristao.com/2012/07/religiao-x-espiritualidade-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jul 2012 02:29:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[                                      O fato é que a religião e espiritualidade estão se tornando cada vez mais separadas.  Religião: cerca de 60% da população mundial ainda freqüenta algum tipo de religião institucional – estão se “religando”.  Mas o que a religião faz pela humanidade?  Penso que a religião restringe as emoções (restringe a alma) e disciplina a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>                                      O fato é que a religião e espiritualidade estão se tornando cada vez mais separadas.  Religião: cerca de 60% da população mundial ainda freqüenta algum tipo de religião institucional – estão se “religando”.  Mas o que a religião faz pela humanidade?  Penso que a religião restringe as emoções (restringe a alma) e disciplina a massa naquilo que ordinário. Cumpre o papel histórico de ordenar e civilizar – estabelece limites. Sua proposta é ser uma fórmula bem definida em concepções, princípios, regras, processos e procedimentos ritualísticos (um caminho reto). </p>
<p>A religião sempre foi e sempre será uma elaboração imediatista que se considera um modelo para mundo, empregando assim o máximo de esforço para convencimento alheio. Seus conceitos preestabelecidos são compartilhados (de forma oral ou escrita) como cultura e tradição, o que exige uma filiação e um não questionamento – por ela somos iluminados por um conhecimento externo que por nós deve ser internalizado. Espiritualidade: significa a consciência de uma dimensão extraordinária – transcendente!. </p>
<p>                                    A base religiosa fundamental está posta, e é dela que se deve partir, mas vivenciar tão somente a plataforma do sistema religioso não é o bastante, a pessoa agora não se sente mais tão confortável em ser um praticante religioso – então brota um despertar interno que passa diretamente por alguma forma de experiência mística e é vivenciado numa resposta não mais fixa, mas numa transformação dinâmica da realidade, num pensar em desenvolvimento que vai gerando esclarecimentos. E cada um de nós que desperta espiritualmente faz composição com o semelhante numa comunidade fraterna que segue em crescente egrégora – a partir daí iluminamos o mundo. </p>
<p>Hoje cada vez mais é comum as pessoas dizerem que “São espirituais, mas não religiosas”, ou seja, elas estão separando muito bem ambas as possibilidades, elas se identificam com o espiritual, mas não com a religião, existe algo sobre a religião que elas não apreciam e existe algo na espiritualidade que eles gostam bastante, como não acreditar em dogmas fechados e sim em um processo que emerge internamente e vai desabrochando durante a própria vida. Pois bem, qual das duas possibilidades é a que você escolhe?.                                                                                              PELLEGRINI – Pellegrino / Peregrinus<br />
“Sou peregrino na terra” Salmo 119.19a</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Amor É Coisa Que Se Aprende !.</title>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2012 17:23:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[‘Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine. Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, mas não tiver [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>‘Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine.</em><br />
<em>Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, mas não tiver amor, nada serei’ </em><br />
<em>1 Coríntios 13:1-2</em>.</p>
<p>Não tem como ler esse texto sem exclamar um grande e pesado ‘<em>preciso aprender o amor</em>!’.<br />
Embora tenha nascido num lar cristão, ainda sou aprendiz. Tudo o que tenho para oferecer a Deus, e às pessoas, é um amor imperfeito, incompleto e cheio de falhas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-1284"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E não me julgue por essa confissão, pois sei que você possui as mesmas limitações que eu; as limitações de um ser humano que, por mais que deseje acertar, comete sempre os mesmos erros.</p>
<p>Recebi uma mensagem de um amigo essa semana.</p>
<p>Ele estava irritado com minhas ausências. Disse que eu não estava perto quando ele mais precisou.<br />
A principio me senti ofendida com aquela mensagem. Mas depois pensei melhor e percebi meu erro.</p>
<p>Fui relapsa.<br />
Não demonstrei que senti a ausência dele, nem ao menos mandei uma mensagem desejando uma ‘<em>boa semana</em>’.<br />
E não é só com ele que ajo assim. Faço isso com todos os meus amigos.</p>
<p>O que quero dizer com isso?</p>
<p>Quero dizer que ainda não aprendi o amor.</p>
<p><a href="https://sercristaoeh.files.wordpress.com/2012/05/amor22.jpg"><img title="amor2" src="https://sercristaoeh.files.wordpress.com/2012/05/amor22.jpg?w=545&amp;h=275" alt="" width="545" height="275" /></a></p>
<p>E, quando falo em amor, não falo do amor sentimento, mas do amor atitude, do amor que se movimenta em favor do outro.</p>
<p>Você ama uma pessoa a partir do momento que se importa com ela.</p>
<p>E é isso que tenho pedido a Deus: <em>a capacidade de me importar com os outros</em>. Encontrar as necessidades que eles possuem e supri-las.</p>
<p>Um abraço, uma palavra, uma gesto de bondade.<br />
O amor é feito de coisas simples.</p>
<p>Também tenho pedido a capacidade de conviver com as imperfeições.<br />
Não posso exigir das pessoas um amor perfeito. Sei que terei decepções, sei também que serei traída. Mas isso não pode me impedir de amar.</p>
<p>Correndo o risco de parecer simplista diria que; para mim, o significado maior do cristianismo é ‘aprender o amor’.</p>
<p>Deus se dispôs a amar o imperfeito com um amor insistente e contínuo.<br />
E é esse amor que preciso aprender! Um amor corajoso, cheio de atitudes de bondade e perdão.</p>
<p>Preciso aprender a me importar mais com o outro e menos comigo.<br />
Preciso aprender o amor genuíno, que não espera nada em troca e age sem nenhuma pretensão.</p>
<p>Minha prece é para que Deus nos ensine o amor.<br />
Até porque, amor é coisa que a gente aprende. Com Deus.</p>
<p><a href="https://twitter.com/#!/RabiscosDaLu" target="_blank"><img title="base - Cópia (2)" src="http://sercristaoeh.files.wordpress.com/2012/05/base-cc3b3pia-2.jpg?w=150&amp;h=41" alt="" width="150" height="41" /></a></p>
<div id="jp-post-flair">
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<div>FONTE:  <a href="http://sercristaoeh.wordpress.com/2012/05/28/amor-e-coisa-que-se-aprende/">http://sercristaoeh.wordpress.com/2012/05/28/amor-e-coisa-que-se-aprende/</a></div>
</div>
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		<title>Pastores: Feridas, abandono e o duro recomeço.</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 17:20:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[                                                    Pastores feridos; Pastores que abandonam o púlpito, enfrentam o difícil caminho da auto-aceitação e do recomeço. Desânimo, solidão, insegurança, medo e dúvida. Uma estranha combinação de sensações passou a atormentar José Nilton Lima Fernandes, hoje com 41 anos, a certa altura da vida. Pastor evangélico, ele chegou ao púlpito depois de uma longa vivência [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>                                                    Pastores feridos; Pastores que abandonam o púlpito, enfrentam o difícil caminho da auto-aceitação e do recomeço. Desânimo, solidão, insegurança, medo e dúvida. Uma estranha combinação de sensações passou a atormentar José Nilton Lima Fernandes, hoje com 41 anos, a certa altura da vida. Pastor evangélico, ele chegou ao púlpito depois de uma longa vivência religiosa, que se confunde com a de sua trajetória. Criado numa igreja pentecostal, Nilton exerceu a liderança da mocidade já aos 16 anos, e logo sentiria o chamado – expressão que, no jargão evangélico, designa aquele momento em que o indivíduo percebe-se vocacionado por Deus para o ministério da Palavra. Mas foi numa denominação do ramo protestante histórico, a Igreja Presbiteriana Independente (IPI), na cidade de São Paulo, que ele se estabeleceu como pastor. Graduado em Direito, Teologia e Filosofia, tinha tudo para ser um excelente ministro do Evangelho, aliando a erudição ao conhecimento das Sagradas Escrituras. Contudo, ele chegou diante de uma encruzilhada. Passou a duvidar se valeria mesmo a pena ser um pastor evangélico. Afinal, a vida não seria melhor sem o tal “chamado pastoral”?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-1281"></span></p>
<p>As razões para sua inquietação eram enormes. Ordenado pastor desde 1995, foi justamente na igreja que experimentou seus piores dissabores. Conheceu a intriga, lutou contra conchavos, desgastou-se para desmantelar o que chama de “estrutura de corrupção” dentro de uma das igrejas que pastoreou. Mas, no fim de tudo isso, percebeu que a luta fora inglória. José Nilton se enfraqueceu emocionalmente e viu o casamento ir por água abaixo. Mesmo vencendo o braço-de-ferro para sanar a administração de sua igreja, perdeu o controle da vida. A mulher não foi capaz de suportar o que o ministério pastoral fez com ele. “Eu entrei num processo de morte. Adoeci e tive que procurar ajuda médica para me restabelecer”, conta. Com o fim do casamento, perdeu também a companhia permanente da filha pequena, uma das maiores dores de sua vida.</p>
<p>Foi preciso parar. No fim de 2010, José Nilton protocolou uma carta à direção de sua igreja requisitando a “disponibilidade ativa”, uma licença concedida aos pastores da denominação. Passou todo o ano de 2011 longe das funções ministeriais. No período, foi exercer outras funções, como advogado e professor de escola pública e de seminário. “Acho possível servir a Jesus, independentemente de ser pastor ou não”, raciocina, analisando a vida em perspectiva. “Não acredito mais que um ministério pastoral só possa ser exercido dentro da igreja, que o chamado se aplica apenas dentro do templo. Quebrei essa visão clerical”. Reconstruindo-se das cicatrizes, Nilton casou-se novamente. E, este ano retornou ao púlpito, assumindo o pastoreio de uma igreja na zona leste de São Paulo. Todavia, não descarta outro freio de arrumação. “Acho que a vida útil de um líder é de três anos”, raciocina. “É o período em que ele mantém toda a força e disposição. Depois, é bom que esse processo seja renovado”. É assim que ele pretende caminhar daqui para frente: sem fazer do pastorado o centro ou a razão da sua vida.</p>
<p>Encontrar o equilíbrio no ministério não é tarefa fácil. Que o digam os ex-pastores ou pastores afastados do púlpito que passam a exercer outras atividades ou profissões depois de um período servindo à igreja. Uma das maiores denominações pentecostais do país, a Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ), com seus 30 mil pastores filiados – entre homens e mulheres –, registra uma deserção de cerca de 70 pastores por mês desde o ano passado. Os números estão nas circulares da própria igreja. Não é gente que abandona a fé em Cristo, naturalmente; em sua maioria, os religiosos que pedem licença ou desligamento das atividades pastorais continuam vivendo sua vida cristã, como fez José Nilton no período em que esteve afastado do púlpito. É que as pressões espirituais e as demandas familiares e pessoais dos pastores, nem sempre supridas, constituem uma carga difícil de suportar ao longo doa anos. Some-se a isso os problemas enfrentados na própria igreja, as cobranças da liderança, a necessidade de administrar a obra sob o ponto de vista financeiro e – não raro – as disputas por poder e se terá uma ideia do conjunto de fatores que podem levar mesmo aquele abençoado homem de Deus a chutar tudo para o alto.</p>
<p>A própria IPI, onde José Nilton militou, embora muito menor que a Quadrangular – conta com cerca de 500 igrejas no país e 690 pastores registrados –, teria hoje algo em torno de 50 ministros licenciados, número registrado em relatório de 2009. Pode parecer pouco, mas representa quase dez por cento do corpo de pastores ativos. Caso se projete esse percentual à dimensão da já gigantesca Igreja Evangélica brasileira, com seus aproximadamente 40 milhões de fiéis, dá para estimar que a defecção dos púlpitos é mesmo numerosa. De acordo com números da Fundação Getúlio Vargas, o número de pastores evangélicos no país é cinco vezes maior do que a de padres católicos, que em 2006 era de 18,6 mil segundo o levantamento Centro de Estatísticas Religiosas e Investigações Sociais. Porém, devido à informalidade da atividade pastoral no país, é certo que os números sejam bem maiores.</p>
<p>FERIDOS QUE FEREM</p>
<p>O chamado pastoral sempre foi o mais valorizado no segmento evangélico. Por essa razão, é de se estranhar quando alguém que se diz escolhido por Deus para apascentar suas ovelhas resolva abandonar esse caminho. Nos Estados Unidos, algumas pesquisas tentam explicar os principais motivos que levam os pastores a deixar de lado a tarefa que um dia abraçaram. Uma delas foi realizada pelo ministério LifeWay, que, por telefone, contatou mil pastores que exerciam liderança em suas comunidades eclesiásticas. E o resultado foi que, apesar de se sentirem privilegiados pelo cargo que ocupavam (item expresso por 98% dos entrevistados), mais da metade, ou 55%, afirmaram que se sentiam solitários em seus ministérios e concordavam com a afirmação “acho que é fácil ficar desanimado”. Curiosamente, foram os veteranos, com mais 65 anos, os menos desanimados. Já os dirigentes das megaigrejas foram os que mais reclamaram de problemas. De acordo com o presidente da área de pesquisas da Life Way, Ed Stetzer – que já pastoreou diversas igrejas –, a principal razão para o desânimo pode vir de expectativas irreais. “Líderes influenciados por uma mentalidade consumista cristã ferem todos os envolvidos”, aponta. “Precisamos muito menos de clientes e muito mais de cooperadores”, diz, em seu blog pessoal.</p>
<p>Outras pesquisas nos EUA vão além. O Instituto Francis Schaeffer, por exemplo, revelou que, no último ano, cerca de 1,5 mil pastores têm abandonado seus ministérios todos os meses por conta de desvios morais, esgotamento espiritual ou algum tipo de desavença na igreja. Numa pesquisa da entidade, 57% dos pastores ouvidos admitiram que deixariam suas igrejas locais, mesmo se fosse para um trabalho secular, caso tivessem oportunidade. E cerca de 70% afirmam sofrer depressão e admitem só ler a Bíblia quando preparam suas pregações. Do lado de cá do Equador, o nível de desistência também é elevado, ainda mais levando-se em conta as grandes expectativas apresentadas no início da caminhada pastoral pelos calouros dos seminários. “No começo do curso, percebemos que uma boa parte dos alunos possui um positivo encantamento pelo ministério. Mais adiante, já demonstram preocupação com alguns dilemas”, observa o diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo, o pastor batista Lourenço Stélio Rega. Ele estima que 40% dos alunos que iniciam a faculdade de teologia desistem no meio do caminho. Os que chegam à ordenação, contudo, percebem que a luta será uma constante ao longo da vida ministerial – como, aliás, a própria Bíblia antecipa.</p>
<p>E, se é bom que o ministro seja alguém equilibrado, que viva no Espírito e não na carne, que governa bem a própria casa, seja marido de uma só mulher (ou vice-versa, já que, nos tempos do apóstolo Paulo não se praticava a ordenação feminina) e tantos outros requisitos, forçoso é reconhecer que muita gente fica pelo caminho pelos próprios erros. “O ministério é algo muito sério” lembra Gedimar de Araújo, pastor da Igreja Evangélica Ágape em Santo Antonio (ES) e líder nacional do Ministério de Apoio aos Pastores e Igrejas, o Mapi. “Se um médico, um advogado ou um contador erram, esse erro tem apenas implicação terrena. Mas, quando um ministro do Evangelho erra, isso pode ter implicações eternas.”</p>
<p>Desde que foi criado, há 20 anos, em Belo Horizonte (MG), como um braço do ministério Servindo Pastores e Líderes (Sepal), o Mapi já atendeu milhares de pastores pelo país. Dessa experiência, Gedimar traça quatro principais razões que podem ser cruciais para a desmotivação e o abandono do ministério. “Ativismo exagerado, que não deixa tempo para a família ou o descanso; vida moral vacilante, que abre espaço para a tentação na área sexual; feridas emocionais e conflitos não resolvidos; e desgaste com a liderança, enfrentando líderes autoritários e que não cooperam”, enumera. Para ele, é preciso que tanto os membros das igrejas quanto as lideranças denominacionais tenham um cuidado especial com os pastores. “Muitos sofrem feridas, como também, muitas vezes, chegam para o ministério já machucados. E, infelizmente, pastor ferido acaba ferindo”.</p>
<p>Quanto à responsabilidade do próprio pastor com o zelo ministerial, Gedimar é taxativo: “É melhor declinar do ministério do que fazê-lo de qualquer jeito ou por simples necessidade”. A rede de apoio oferecida pelo Mapi supre uma lacuna fundamental até mesmo entre os pastores – a do pastoreio. “É preciso criar em torno do ministro algumas estruturas protetoras. É muito bom que o líder conte com um grupo de outros pastores onde possa se abrir e compartilhar suas lutas; um mentor que possa ajudá-lo a crescer e acompanhamento para seu casamento e família e, por fim, ter companheiros com quem possa desenvolver amizades e relacionamentos saudáveis e sólidos”, enumera.</p>
<p>EXPECTATIVAS</p>
<p>Juracy Carlos Bahia, pastor e diretor-executivo da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil (OPBB), sediada no Rio de Janeiro, conhece bem o dilema dos colegas que, a certa altura do ministério, sentem-se questionados não só pelos outros, mas, sobretudo, por si mesmos. Ele lida com isso na prática e sabe que o preço acaba sendo caro demais. “Toda atividade que envolve vocação, como a do professor, a do médico ou a do pastor, é vista com muita expectativa. Quando se abandona esse caminho, é natural um sentimento de inadequação”. Para Bahia, o desencantamento com o ministério pastoral é fruto também do que entende como frustrações no contexto eclesiástico. Há pastores, por exemplo, que julgam não ter todo seu potencial intelectual utilizado pela comunidade. “Às vezes, o ministro acha que a igreja que pastoreia é pequena demais para seus projetos pessoais”, opina. Isso, acredita Bahia, estimula muitos a acumularem diversas funções, além das pastorais. “Eu defendo que os pastores atuem integralmente em seus ministérios. Porém, o que temos visto são pastores-advogados, pastores-professores, enfim, pastores que exercem outras profissões paralelas ao púlpito”, observa.</p>
<p>No entender do dirigente da OPBB, esse acúmulo de funções mina a energia e o potencial do obreiro para o serviço de Deus. A associação reúne aproximadamente dez mil pastores batistas e Bahia observa isso no seio da própria entidade: “Creio que metade deles sofra com a fuga das atividades pastorais para as seculares”. Contudo, ele acredita que deixar o ministério não é algo necessariamente negativo. “A pessoa pode ter se sentido vocacionada e, mais adiante na vida, por meio da experiência, das orações e interação com outros pastores, é perfeitamente possível chegar à conclusão que a interpretação que fez sobre seu chamado não foi adequada e sim emotiva”.</p>
<p>Quando, já na meia idade, casado e com dois filhos, ingressou no Seminário Presbiteriano do Norte (SPN), na capital pernambucana, Recife, Francisco das Chagas dos Santos parecia um menino de tanto entusiasmo. Nem mesmo as críticas de parentes para que buscasse uma colocação social que lhe desse mais status e dinheiro o desmotivou. “A igreja, para mim, é a melhor das oportunidades de buscar e conhecer meu Criador para que, pela graça, eu continue com firmeza a abrir espaço em meu coração para que ele cumpra sua vontade em mim, inclusive no ministério pastoral”, anotou em sua redação para o ingresso no SPN, em 1998. Ele formou-se no curso, foi ordenado pastor em 2003 e dirigiu igrejas nas cidades de Garanhuns e Saloá.</p>
<p>Hoje, aos 54 anos, Francisco trabalha como servidor público no Instituto Agronômico de Pernambuco. Ainda não curou todas as feridas e ressentimentos desde que, em 2010, entregou seu pedido de desligamento da denominação. Ele lamenta o tratamento recebido pelos seus superiores enquanto foi pastor. “Minha opinião sobre igreja não mudou. Nunca planejei um dia pedir licença ou despojamento do ministério. Mas entendo que somos o Corpo de Cristo, e, se uma unha dói, todos nós estamos doentes”, pondera. “Não é possível ser pastor sem pensar em restaurar vidas – e existem muitas vidas precisando de conserto, inclusive entre nós, pastores”.</p>
<p>A vida longe dos púlpitos ainda não foi totalmente sublimada e Francisco sabe bem que será constantemente indagado sobre sua decisão de deixar o ministério. “A impressão é que você deixou um desfalque, que adulterou ou algo parecido”, observa. Ele não considera voltar a pastorear pela denominação na qual se formou, porém não consegue deixar de imaginar-se como pastor. “Uma vez pastor, pastor para sempre”, recita, “muito embora as pessoas, em geral, acreditem que seja necessário um púlpito.”</p>
<p>Porta de saída</p>
<p>Pesquisa realizada nos Estados Unidos traçou um panorama dos problemas da atividade pastoral&#8230;</p>
<p>70% dos pastores admitem sofrer de depressão e estresse</p>
<p>80% deles sentem-se despreparados para o ministério</p>
<p>70% afirmam só ler a Bíblia quando precisam preparar seus sermões</p>
<p>40% já tiveram casos extraconjugais</p>
<p>30% reconhecem ter reduzido as próprias contribuições às igrejas após a crise financeira</p>
<p>&#8230; e avaliou as consequências disso:</p>
<p>1,5 mil pastores deixam o púlpito todos os meses</p>
<p>5 mil religiosos buscavam emprego secular no ano de 2009, mais do que o dobro do que ocorria em 2005</p>
<p>2 a 3 anos de ministério é o tempo médio em que os pastores deixam suas igrejas, sendo em direção a outras denominações ou não</p>
<p>Fontes: Barna Group, Christian Post, The Wall Street Journal, Instituto Francis A. Schaeffer e Instituto Jetro</p>
<p>Rebanho às avessas</p>
<p>A maioria dos pastores que se afastam de suas atividades ministeriais não abandona a fé em Cristo. Cada um deles, a seu modo, mantém sua vida espiritual e o relacionamento pessoal com Deus. Mas há quem saia do púlpito pela porta dos fundos, renegando as crenças defendidas com ardor durante tantos anos de atividade sacerdotal. Para estes – e, é bom que se diga, trata-se de uma opção nada recomendável –, existe a Freedom from Religion Foundation (“Fundação para o fim da religião”), entidade criada por ninguém menos que o mais famoso apologista do ateísmo da atualidade, o escritor britânico Richard Dawkins, autor do best-seller Deus, um delírio. Ele e um grupo de céticos lançaram o Projeto Clero, iniciativa que visa a apoiar ex-clérigos – pastores, padres, rabinos – no reinício da vida longe das funções religiosas. “Sacerdotes que perdem sua fé sofrem uma penalização dupla. Eles perdem seu emprego e, ao mesmo tempo, sua família e a vida que sempre tiveram”, argumenta Dawkins, no site do projeto. Não se tem notícia confiável de quantos ex-líderes aderiram ao Projeto Clero, mas parece óbvio que a ideia do refúgio ateu não é apenas abraçar sacerdotes cansados da vida religiosa, mas também engrossar o rebanho crescente daqueles que repudiam a possibilidade da existência de Deus.</p>
<p>Mudança difícil</p>
<p>Não foi uma escolha fácil. Quando o ex-pastor batista Osmar Guerra decidiu que seu lugar não era mais o púlpito, logo foi fustigado por olhares de decepção das pessoas que estavam ao seu redor e acreditavam em seu trabalho espiritual. Afinal, desde menino ele era o “pastorzinho” de sua igreja em Piracicaba, no interior paulista. Desinibido e articulado, o garoto, bem ensinado pelos pais na fé cristã, apresentava uma natural vocação para o pastorado. Por isso, foi natural sua decisão de matricular-se Faculdade Teológica Batista de São Paulo e, após os anos de estudo, assumir a função de pastor de adolescentes da Igreja Batista da Água Branca (IBAB), na capital paulista.</p>
<p>Começava ali uma promissora carreira ministerial. Osmar dividia seu trabalho entre as funções na igreja e as aulas de educação cristã, lecionadas no tradicional Colégio Batista. Tempos depois, o pastor transferiu-se para outra grande e prestigiada congregação, a Igreja Batista do Morumbi. Mas algo estava fora de sintonia, e Osmar sabia disso. Toda sua desenvoltura na oratória, sua capacidade de mobilização e seu espírito de liderança poderiam não ser, necessariamente, características de uma vocação pastoral. E, como dizem os jovens que ele tanto pastoreou, pintou uma dúvida: seu lugar era mesmo diante do rebanho? “Eu era um excelente animador. Mas me faltava vocação, e fui percebendo isso cada vez mais”.</p>
<p>O novo caminho, ele sabia, não seria compreendido com facilidade pela família, pelos amigos e pelas ovelhas. Mas ele decidiu voltar a estudar, e escolheu a área de rádio e TV. E, mesmo ali, não escapou do apelido de “pastor”, aplicado pela turma. Quando conseguiu um estágio na TV Record, percebeu que ficava totalmente à vontade entre os cenários, as produções e os auditórios. Com seu talento natural, Osmar deslanchou, e o artista acabou suplantando o pastor. Depois de pedir demissão da igreja, em 2005, ele galgou posições na emissora e hoje é o produtor de um dos programas de maior sucesso da casa, O melhor do Brasil, apresentado pelo Rodrigo Faro.</p>
<p>“Durante muito tempo, fiquei em crise”, reconhece hoje, aos 31 anos. “Tive medo de tomar a decisão de deixar de ser pastor. Mas, hoje, sinto-me mais confiante e honesto comigo mesmo e perante os outros”, garante. Longe do púlpito, mas não de Jesus, Osmar Guerra continua participativo na sua igreja, a IBAB, onde toca e canta no louvor. De sua experiência, ele se acha no direito de aconselhar os mais jovens. “Defendo que, antes do seminário, as pessoas busquem formação em outras áreas, ainda mais quando são novas”, diz. Isso, segundo ele, pode abrir novas possibilidades se o indivíduo, por um motivo qualquer, sentir-se desconfortável no púlpito. Contudo, ele não descarta o valor de um chamado genuíno: “Se, mesmo assim, a vontade de se tornar um pastor continuar, isso é sinal de que o caminho pode ser esse mesmo.”</p>
<p>Encontrar o equilíbrio no ministério não é tarefa fácil. Que o digam os ex-pastores ou pastores afastados do púlpito que passam a exercer outras atividades ou profissões depois de um período servindo à igreja.<br />
OutrosCrise de integridade O ministério pastoral sob fogo cruzado. Novas mídias para uma antiga mensagem Igreja descobre o potencial de ferramentas virtuais como Twitter, Facebook e blogs para a obra de Deus e a pregação do Evangelho. [ ver todos ] Leia TambémMATÉRIASEm nome de Jesus, entre milhões de deuses Missionária brasileira Ana Maria Sarkar atua para salvar corpos e almas na Índia. Entendimento difícil Combate à pedofilia esbarra em diferentes abordagens acerca da punição aos crimes sexuais e assistência às vítimas. COLUNASJesus usa chuteiras? O Todo-Poderoso não interfere em resultado de jogo. Entre turistas e peregrinos Existe estreita relação entre a jornada de um cristão e a experiência de um peregrino. ARTIGOSSofrimento criativo O prazer tem origem nos desafios mais do que nas conquistasem si. As chaves de Deus Todo pastor, mais cedo ou mais tarde, enfrenta as demandas contraditórias de ser um profissional e estar no ministério. Isso porque essas duas realidades podem entrar em conflito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>por Marcelo Brasileiro.</p>
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		<title>Uma só carne em TUDO. Um verdadeiro casamento.</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 17:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[                                            Voltando ao princípio de tudo, Deus nos ensina que quando nos casamos, temos que deixar pai e mãe para nos tornamos UM com o nosso cônjuge. Isso é casamento! &#8220;Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne.&#8220; Gênesis 2:24. Uma cerimônia religiosa, a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>                                            Voltando ao princípio de tudo, Deus nos ensina que quando nos casamos, temos que deixar pai e mãe para nos tornamos UM com o nosso cônjuge. Isso é casamento! <em>&#8220;Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne.</em>&#8220; Gênesis 2:24. Uma cerimônia religiosa, a bênção de um pastor ou de um padre, um documento no cartório e uma festa milionária não tem poder NENHUM para fazer isto. É uma questão de obediência a Deus. Se você acha que o que estou dizendo é besteira, me diga: Quantos casais (inclusive os cristãos) tiveram uma linda cerimônia, foram abençoados pelo líder da comunidade, assinaram os papéis no cartório, gastaram fortunas com a festa e hoje estão separados ou vivem como dois inimigos? Acho que não preciso justificar mais nada&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-1270"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitos citam aquele famoso versículo de Marcos 10:9: <em>&#8220;Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe&#8221;.</em> Esse versículo só se torna real se for aplicado conforme o contexto. Se ler todo o capítulo, vai entender que Jesus está falando sobre os casais que <span style="text-decoration: underline;">realmente</span> se tornaram uma só carne! Estes sim terão o seu casamento guardado por Deus. Viver uma só carne não é uma decisão que você toma só no dia do seu casamento, é uma decisão diária! </p>
<p>Mas afinal, o que é se tornar uma só carne? </p>
<p>Depois que casamos, não podemos mais agir como se fôssemos solteiros e independentes, porque não somos (ou pelo menos não deveríamos ser!). O dinheiro não é mais meu, é nosso! As contas não podem mais ser divididas entre minhas e suas, elas são nossas! Muitos casais enfrentam grandes problemas na área financeira porque ainda não aprenderam a ser uma só carne nessa questão. Ser uma só carne, é ter uma única conta no nome dos dois. Os dois salários se tornam um (caso ambos tenham renda) e as despesas são da família. A forma que esse dinheiro será usado não pode ser decidida apenas por um dos cônjuges, mas pelos dois! É claro que você não vai ligar para o seu marido cada vez que comprar um pão, isso seria ridículo,  mas também não vai comprar uma TV sem consultá-lo, ainda mais se as condições financeiras não permitem. Gastos com valores altos devem ser decididos em conjunto (a não ser que seja um presente surpresa e vocês tenham condições para isso). Deve haver um equilíbrio! Uma sugestão, é combinarem um limite de valor, por exemplo &#8220;Para compras acima de R$ 50,00, devemos consultar um ao outro.&#8221; Agindo dessa forma, além de obedecerem a Deus, evitarão problemas como o da desconfiança: &#8220;O seu dinheiro já acabou? Como assim? Com o que gastou?&#8221;, &#8220;Será que o salário que ele(a) recebe é exatamente este?&#8221;. Não há motivos para desconfiança quando os cônjuges agem com transparência.</p>
<p>O dinheiro que o meu esposo recebe não é dele, é nosso. As contas não são minhas, são nossas. Eu não lavo só a minha roupa, eu lavo a nossa roupa. Eu não cozinho só pra mim, eu cozinho para nossa família. Eu não mantenho a casa arrumada para <span style="text-decoration: underline;">me</span> sentir bem, faço isso porque é o nosso lar! Dessa maneira não tem como dar errado. Não preciso pedir dinheiro pra ele, pois temos uma conta conjunta. Ele confia em mim e eu confio nele. O sentimento que tenho é de estar sendo cuidada e protegida pelo meu marido, o provedor do nosso lar. É um sentimento maravilhoso! E sei que para ele também é assim.</p>
<p>Outro problema é quando um dos dois não coloca em prática o &#8220;deixar pai e mãe&#8221;. Já viu aquela pessoa que casou mas não sai da casa dos pais? Isso significa desobediência a Deus, ou seja, não viver uma só carne. Desta maneira, seu casamento ficará vulnerável. Não vou perder tempo citando exemplos de problemas que este tipo de atitude traz, pois são inúmeros! Muitos casamentos acabam em divórcio porque mesmo depois de casados, um dos cônjuges continua frequentando a casa dos pais quase que diariamente, colocando a família no meio dos problemas particulares do casal. Sem contar as comparações: &#8220;Minha mãe cozinha muito melhor que você!&#8221;, &#8220;Como era bom morar com meus pais&#8230;&#8221;, &#8220;Meu pai consertava tudo em casa, você não faz nada!&#8221;, &#8220;Minha mãe lavava e passava a minha roupa toda semana, agora tenho que andar com roupa amassada&#8230;&#8221;. Meus amigos, se tornar uma só carne é saber que a partir do dia em que você casou, uma nova família surgiu, uma nova história começou. Não há espaço para comparações! Sua família agora é seu cônjuge! Quer evitar problemas? Quer evitar o divórcio? Então deixe o seu pai e sua mãe! Importante: morar junto com os pais depois de casado é sinônimo de problema! Sei que existem exceções, mas no geral é assim, pode acreditar!</p>
<p>Quando casamos não podemos tomar mais decisões sozinhos. Agora somos um! Não posso mais decidir sair do trabalho, ir a uma lanchonete com os meus amigos e não consultar meu marido. Não posso sair sem dar uma satisfação de onde estou, com quem estou e que horas devo voltar. Se você quer viver assim, então não case! Se o seu casamento não está indo bem, posso afirmar que é porque ainda não estão vivendo plenamente um para o outro e de um dos lados (ou dos dois), ainda existe o egoísmo: As minhas coisas, as minhas vontades, os meus programas, os meus amigos, etc e etc. É lógico que você ainda vai fazer coisas que gosta, e muitas vezes sozinho. Eu também faço isso. Saio com minhas amigas, vou tomar um café no shopping com a minha mãe ou minha irmã, mas em momento algum esqueço que sou casada. Meu marido sempre sabe aonde estou, com quem estou e que horas vou voltar, por isso ele confia em mim e vice-versa. Diversas vezes saí para passear e comprei uma roupa ou alguma coisa para as crianças sem consultá-lo, mas eu tinha consciência das nossas condições financeiras e assim que possível o avisava. Ele faz o mesmo. Dessa forma evitamos cobranças desnecessárias e desgaste no relacionamento.</p>
<p>Na área sexual é a mesma coisa. Casamos e agora somos um! O meu corpo serve para satisfazer as necessidades do meu marido e o corpo dele para satisfazer as minhas necessidades. Já disse isso em outros textos e repito: Sexo egoísta não agrada a Deus! Não tenho que me preocupar em me satisfazer, mas sim em satisfazer meu marido. Se os dois tiverem este pensamento, que sexo maravilhoso terão! <em>&#8220;O marido deve cumprir os seus deveres conjugais para com a sua mulher, e da mesma forma a mulher para com o seu marido. A mulher não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o marido. Da mesma forma, o marido não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim a mulher.&#8221;</em> 1 Coríntios 7:3-4</p>
<p>Outra coisa importante são os programas em família. Agora que sou casada, as prioridades são meus filhos e meu marido. Se sei que ele vai estar em casa depois do serviço, não vou ficar arrumando programas com outras pessoas. Uma vez ou outra acontece, mas sempre não! Se meu marido sabe que é dia de fazer compras, deve se preocupar em estar conosco, nos ajudando, e não em fazer programas sozinho ou com os amigos. Eu não posso resolver viajar se meu esposo não está de acordo, nós tomamos decisões juntos! Se você casou, então assuma as suas responsabilidades, não seja egoísta e imaturo(a)! É muito mais fácil tomar decisões sozinho e fazer o que bem entende, mas só os solteiros fazem isso, casados não! E se fazem, estão dando um passo para cair no abismo do divórcio.</p>
<p>Termino esse post dizendo: Se você não tem vivido como uma só carne com seu cônjuge em TODAS as áreas, TODAS as situações e TODOS os dias, sinto-lhe dizer: o seguinte versículo não se aplica ao seu casamento&#8230; <em>&#8220;Portanto o que Deus uniu não separe o homem&#8221;</em> Mc 10:9</p>
<p>Tome essa decisão hoje, ainda dá tempo!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tradução de um texto de Joyce Meyer.</p>
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		<title>Na Graça, feliz é quem não se condena.</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 05:33:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova.” (Romanos 14:22). Por muito tempo nós que fizemos parte do sistema religioso vivemos presos em um labirinto chamado condenação. Tudo o que queríamos fazer trazia-nos certo desconforto, pois não sabíamos se aquilo era [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova.” (Romanos 14:22). Por muito tempo nós que fizemos parte do sistema religioso vivemos presos em um labirinto chamado condenação. Tudo o que queríamos fazer trazia-nos certo desconforto, pois não sabíamos se aquilo era permitido pelo “líder espiritual” ou se seríamos julgados pelo “irmãozinho” da igreja. No texto bíblico citado, Paulo deixa claro que FELIZ É AQUELE QUE NÃO SE CONDENA. E, hoje, podemos viver esta plena felicidade, pois a Graça de Deus traz a liberdade ao invés do senso de reprovação. Na religião éramos tratados como crianças (que não sabem bem o que devem praticar e que precisam de um aio para ser guiadas perante o que pode e o que não pode fazer). Mas, agora em Graça, somos adultos espirituais, plenos no conhecimento e livres para fazer o que queremos, pois estamos certos que tudo gera um resultado, e somos capazes de discernir o bem do mal. E quando estamos realmente com o espírito ativado optamos por fazer as coisas boas que trazem um bom testemunho e boas consequências. É por isso que não devemos nos condenar a nós mesmos, pois sabemos qual caminho devemos trilhar. E embora haja tantos a serem seguidos, o Espírito de Deus que habita dentro de nós nos guia sempre pelas veredas corretas em direção ao alvo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-1266"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A graça de Deus permite vivermos, sem condenação, as maravilhas</p>
<p>que o Senhor preparou para os Seus, pois a revelação que veio a nós</p>
<p>nos fez livres de todo império da morte e condenação. Hoje, sim,</p>
<p>temos plena confiança de que vivemos reinando em vida por</p>
<p>intermédio da Sua Palavra que nos edificou e nos fez bem-aventurados.</p>
<p>&#8220;A vos renovar no espírito da vossa mente.&#8221; (Efésios 4:23)</p>
<p>É fato incontestável que a esmagadora maioria do povo de Deus</p>
<p>espalhado pelo mundo está com a sua mente envolvida totalmente pela</p>
<p>Antiga Aliança. Rituais como &#8220;batismo de João&#8221; (que não passa de um</p>
<p>subproduto das lavagens judaicas – abluções), jejuns, guardar sábados,</p>
<p>&#8220;Ceia do Senhor&#8221; (que nada mais é do que uma reedição dos rituais judaicos</p>
<p>conhecidos como Páscoa e Festa dos Pães Ázimos – que Jesus fez pela</p>
<p>última vez antes de ir à cruz e que a igreja dos coríntios insistia em imitar),</p>
<p>a teimosia de crer em um diabo espiritual (comumente conhecido como</p>
<p>&#8220;Lúcifer&#8221;), entre outras influências da antiga e defeituosa aliança que</p>
<p>antecedeu a morte de Cristo ainda fazem parte do cotidiano daqueles que</p>
<p>se dizem filhos/servos de Deus atualmente.</p>
<p>Apesar do acordo que foi feito entre Paulo e os demais apóstolos</p>
<p>(Gálatas 2:7-9), as igrejas – inclusive as que eram formadas apenas por</p>
<p>gentios – seguiam sendo influenciadas pela visão judaizante daqueles que</p>
<p>eram considerados como as &#8220;colunas do evangelho&#8221; (Gálatas 2:9), mas</p>
<p>que não passavam de propagadores do Antigo Pacto.</p>
<p>O Evangelho da Graça foi dado a Paulo JUSTAMENTE para que</p>
<p>houvesse um RENOVO NA MENTE das ovelhas de Deus, que precisavam</p>
<p>saber da proscrição do Antigo Pacto e, consequentemente, entender com</p>
<p>plenitude o que Jesus Cristo havia feito de fato na cruz (entendimento</p>
<p>este que, certamente, não viria por meio de Pedro, Tiago e João). Daí os</p>
<p>conflitos de visões entre Paulo e os demais apóstolos tão evidentes na</p>
<p>Bíblia, mas que o sistema religioso cristão insiste em negar.</p>
<p>A igreja dos romanos era híbrida; isto é, ela era formada de crentes</p>
<p>em Jesus tanto judeus quanto gentios. Devido à influência dos judaizantes,</p>
<p>aquela igreja ainda não tinha alcançado toda revelação da Graça. Isto</p>
<p>pode ser notado por meio do conteúdo da carta Aos Romanos, onde</p>
<p>Paulo procura com afinco fazer o povo entender o fato de estarmos</p>
<p>mortos ao pecado (caps. 5 e 6), entender a realidade de pertencermos ao</p>
<p>Cristo ressuscitado e não ao Nazareno (o &#8220;marido morto&#8221; – cap. 7),</p>
<p>entender a eleição e a predestinação (caps. 8, 9, 10 e 11) etc. Faltava</p>
<p>muito ainda para que aquela congregação chegasse à plenitude do</p>
<p>conhecimento de Cristo. Ou seja, os irmãos romanos da época de Paulo</p>
<p>precisavam renovar a mente deles. Não por acaso, já chegando ao fim de</p>
<p>sua epístola, Paulo lança a seguinte palavra àquela igreja:</p>
<p>Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os</p>
<p>vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso</p>
<p>culto racional. E vos conformeis este mundo, mas transformai-vos pela</p>
<p>RENOVAÇÃO DO VOSSO ENTENDIMENTO, para que experimenteis qual</p>
<p>seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. (Romanos 12:1-2)</p>
<p>No texto acima Paulo convida os romanos a renovarem a sua mente,</p>
<p>cultuando a Deus com o entendimento, oferecendo-lhe o verdadeiro</p>
<p>sacrifício do Novo Pacto que é a oblação de nossa mente ao Senhor.</p>
<p>A boa, agradável e perfeita vontade do Eterno é a Sua Graça. E só</p>
<p>a experimenta e vive por ela quem já foi transformado e teve o seu</p>
<p>entendimento renovado pela Palavra revelada a Paulo!</p>
<p>O que a Igreja atual precisa (e quando digo Igreja não estou me</p>
<p>referindo a denominações, mas à totalidade dos eleitos) é exatamente o</p>
<p>que precisava a congregação dos romanos: A RENOVAÇÃO DA MENTE.</p>
<p>Porém, infelizmente, devido aos anos (séculos!) de religiosidade, o povo</p>
<p>se nega a oferecer a sua mente a Deus e prefere seguir cumprindo os seus</p>
<p>rituais inúteis que nada acrescentam ao seu crescimento (Hebreus 9:9).</p>
<p>A função do Evangelho da Graça hoje é a mesma da época de</p>
<p>Paulo: renovar o entendimento das ovelhas. Por isso, este novo</p>
<p>advento da Palavra da Graça no mundo nas últimas décadas é o agir de</p>
<p>Deus contra a religião, a fim de que os eleitos sejam totalmente livres.</p>
<p>Se você, leitor(a), ainda não procurou se aprofundar e entender a</p>
<p>Graça de Deus, não perca mais tempo e não tenha medo: o Evangelho</p>
<p>que defendemos, ao contrário do que muitos dizem, não é uma heresia</p>
<p>criada ultimamente para vivermos &#8220;de qualquer maneira&#8221;. Ao contrário.</p>
<p>A Palavra da Graça é o RENOVO que a mente do povo de Deus precisa</p>
<p>para reinar em vida e viver o que nosso Pai tem de melhor para nós.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Vá atrás dos seus sonhos !.</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Mar 2012 04:11:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[                                                 Assisti ontem ao documentário “Senna ” num canal de TV em Londres, que conta a trajetória da carreira do piloto Ayrton Senna. Este filme esteve também em cartaz no cinema há um tempinho atrás, não sei se você assistiu também, senão assista. Fiquei super comovida, e falou muito ao meu coração!. Realmente, depois de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>                                                 Assisti ontem ao documentário “Senna ” num canal de TV em Londres, que conta a trajetória da carreira do piloto Ayrton Senna. Este filme esteve também em cartaz no cinema há um tempinho atrás, não sei se você assistiu também, senão assista. Fiquei super comovida, e falou muito ao meu coração!. Realmente, depois de Senna, a Fórmula 1 nunca mais foi a mesma, pelo menos para nós brasileiros que festejávamos e torcíamos a cada corrida. Acredito que o Brasil também nunca mais tenha sido tão bem representado internacionalmente como foi com o Senna. Foi certamente uma perda lastimável, e por mais que tentamos entender, é impossível saber os propósitos de Deus. Por que Deus permitiu que acontecesse aquele acidente justamente com o nosso tão amado Senna com apenas 34 anos de idade?. Muitas vezes tenho a impressão que os grandes homens e grandes personalidades infelizmente duram pouco. Talvez quando finalmente conseguirmos cumprir nosso propósito na Terra, chega a hora de partirmos para a Eternidade. É difícil entender a forma como Deus age. Jesus foi chamado para junto do Pai com apenas 33 anos. Tempo suficiente para Ele cumprir sua missão, e nos ensinar suas maravilhosas lições de amor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-1263"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro aspecto que me impressionou bastante neste documentário foi a forma como Ayrton Senna desde criança sabia o que queria, e foi atrás de seu sonho. Felizmente, sua família tinha condições financeiras para apoiá-lo. Mas, o dinheiro não pode comprar títulos mundiais. Somente com muito esforço e força de vontade, Senna conseguiu se aperfeiçoar a cada corrida, e ser o profissional de sucesso que foi, e que até hoje deixa saudades.</p>
<p>Mas, mesmo diante de sua fama, habilidade, condições financeiras etc, Senna foi acima de tudo humilde. Acreditava no Deus que podia todas as coisas, em quem orava e pedia ajuda. Senna reconhecia suas limitações, por isso cria em Deus, e não tinha vergonha alguma em falar de Deus em suas entrevistas, e agradecer publicamente a Ele em cada uma de suas vitórias.</p>
<p>Ayrton também por ser um excelente profissional foi perseguido. O documentário mostra Alain Prost fazendo de tudo e mais um pouco para prejudicá-lo e tirá-lo da Fórmula 1. Mas não conseguiu, claro. Pois Senna amava o que fazia, encontrou sua verdadeira vocação, e por mais que houvesse dificuldades ele não desistiria, porque sua vida sem fazer o que mais amava não teria sentido. Foi Deus e somente Deus quem determinou a hora de Senna se aposentar. </p>
<p>E diante de todos esses fatos, gostaria de fazer algumas perguntas: </p>
<p>Qual é o seu sonho? Você acredita que Deus realmente possa ajudá-lo a realizar aquilo que realmente deseja e o deixa feliz?</p>
<p>Quais são os seus dons? O que você mais gosta de fazer? Pense naquilo que sabe fazer melhor e invista nisto! Talvez esse seja o dom que Deus tenha te dado.</p>
<p> Sabe aquele sonho que está no seu coração há muitos anos, mas nunca teve coragem de ir atrás, porque acha que não nunca iria conseguir, talvez por medo de se decepcionar? Se acreditarem um Deusque pode todas as coisas, você com certeza não vai se decepcionar, a maior decepção será nunca ter tentado&#8230;</p>
<p>Não importa qual seja o seu sonho, Deus é um Deus Poderoso! Temos que fazer a nossa parte, nos esforçarmos para sermos o melhor naquilo que queremos fazer, e o resto Deus abençoa e prepara!</p>
<p>Ele não promete um mundo de facilidades. Assim como Jesus, Senna também teve muitos obstáculos e inimigos. Mas, temos que crer na Palavra de Deus, que diz:</p>
<p><em>“&#8230;No mundo tereis aflições, mas tendes bom ânimo; Eu venci o mundo”</em><br />
<strong>Jo 16:33</strong></p>
<p><em>“Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque, aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-á. E qual de entre vós é o homem que, pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma pedra? E, pedindo-lhe peixe, lhe dará uma serpente? Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem?”</em><br />
<strong>Mt  7:7-11</strong></p>
<p> <em>“Tudo posso naquEle que me fortalece”</em><br />
<strong>Filipenses 4:13 </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fique com Deus,</p>
<p>Beijos,</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fabiana Pio.</p>
<p>Londres – Inglaterra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vida reformada pelo &#8220;Reformador&#8221; de tudo e todos, isso que nos importa !.</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 20:02:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
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<p> Como cristãos reformados, frequentemente somos questionados por aqueles de fora da Fé Reformada: “O que significa ‘reformado’?”. Muitas respostas breves estão disponíveis, a maioria das quais enfatiza alguma relação com o movimento protestante europeu do século XVI e a sua teologia. Mas o que pensamos de nós mesmos quando pensamos na palavra “reformado”? Há uma tentação entre alguns de nós quanto a romantizar o período histórico da Reforma e pensar nele como o nosso ideal. Pode ser um problema para nós pensarmos no termo “reformado” como antigo e no tempo pretérito. Isso pode levar cristãos reformados do século XXI a uma visão de certa forma distorcida dos objetivos atuais da igreja.</p>
<p> <span id="more-1236"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não devemos pensar na Reforma como simplesmente uma foto de alguma era dourada do cristianismo, que deve ser replicada pelos cristãos e igrejas do século XXI. Antes, devemos pensar na Reforma como sendo mais semelhante a um filme ainda em processo de ser filmado. Embora possamos honrar, admirar e concordar com muitos cristãos reformados que viveram nos últimos cinco séculos, nosso objetivo como cristãos reformados hoje não é uma mera duplicação do passado. Crescimento significa mudança, e a América do século XXI tem mudado consideravelmente em comparação aos séculos XVI e XVII na Europa. Os princípios e a teologia da Reforma Protestante têm permanecido relativamente constantes. Contudo, as questões dos nossos dias e a aplicação desses princípios e teologia mudaram em muitos aspectos.</p>
<p>Somente a Escritura permanece como a pedra angular da Reforma então e agora. Ela é “a única regra de fé e prática” para todos os homens, em todos os tempos e em todos os lugares. Todavia, as Escrituras são impressionantemente adaptativas no que concerne à aplicação dela a nós mesmos, nossas famílias, nossas igrejas e nossa cultura. A Bíblia nunca está fora de moda. Por exemplo, Efésios 5.25 nos instrui: ‘Maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela”. É provável que todo marido cristão tenha algumas formas únicas de demonstrar o seu amor à sua esposa que difiram daquelas de outros maridos cristãos. Contudo, todo marido cristão, aplicando e adaptando a Palavra de Deus para satisfazer as necessidades de sua esposa, pode cumprir as exigências bíblicas de amar a sua esposa. Além domais, o mesmo é verdadeiro no que concerne a outras áreas da vida e do ministério. Há multidões de maneiras através das quais podemos honrar e aplicar a Escritura imutável a um mundo sempre em mudança.</p>
<p>A própria natureza da reforma é que ela é um processo que nunca tem fim. Há duas razões óbvias para isso. Primeiro, como homens pecadores estamos frequentemente errados em nosso entendimento da Escritura e como ela deve ser aplicada. De fato, há somente um significado objetivo da Palavra de Deus, tendo sido transmitido infalivelmente a homens. Contudo, embora a transmissão da Bíblia seja clara, sua recepção por homens caídos, mesmo os redimidos, não é sempre tão clara. Como cristãos crescemos em nosso entendimento da verdade objetiva da Escritura e passamos a ver áreas de prática incorreta ou conduta pecaminosa. Como resultado, <em>devemos continuamente reformar</em> (i.e., conformar aos padrões escriturísticos). A menos que sejamos perfeitos em nosso entendimento e conduta, o processo de reforma nunca deve cessar, seja pessoal ou corporativamente.</p>
<p>Em segundo lugar, a Reforma é um processo que nunca tem fim porque o mundo ao redor de nós está em estado constante de mudança — somente Deus não muda. Em princípio “não há nada novo debaixo do sol”; todavia, na aplicação há novas ideias, práticas, tecnologias, questões e desafios que continuamente nos confrontam como cristãos. Podemos estar lutando as mesmas antigas batalhas, mas o inimigo está usando novas táticas e armas em seu ataque. Se não estivermos atentos a essas mudanças em nossa cultura, não podemos esperar contemplar uma vitória em nossos dias. Dentro dos limites das Escrituras, cristãos enquanto indivíduos e as igrejas devem continuamente reformar suas táticas e práticas sempre que necessário, a fim de enfrentar os desafios dos nossos dias. Não podemos voltar aos “bons velhos dias” — Deus os colocou no passado.</p>
<p>Contudo, Deus nos colocou no século XXI como soldados de Jesus Cristo para lutar as batalhas presentes com armas de ponta. Os Reformadores dos séculos anteriores usaram as armas de seus dias para alcançar a sua geração com o evangelho. Palestras, pregação, debates públicos, universidades e testemunhos pessoais eram todos os meios de comunicar-se verbalmente com o mundo deles. O uso da imprensa e da distribuição maciça de tratados, livros e Bíblias foram também meios eficazes de espalhar a Palavra. Grandes obras de arte surgiram, e até mesmo o cântico congregacional foi uma inovação da Reforma (Martinho Lutero escreveu hinos usando a música folclórica popular do seu tempo). Os cristãos estavam com frequência na vanguarda do uso de novas ideias e tecnologias.</p>
<p>Da mesma forma, devemos fazer uso desses métodos de comunicar o evangelho que os nossos irmãos nos legaram. Além do mais, devemos também fazer uso dos novos métodos que estão disponíveis a nós. Temos áudio, vídeo, rádio, televisão, computadores, internet e transporte rápido. Deveríamos encorajar o uso desses meios juntamente com o desenvolvimento de novas ideias e tecnologias. Como cristãos reformados deveríamos estar liderando o caminho no desenvolvimento de arte e música bíblicas que permeiem a nossa cultura com o sal e a luz do evangelho.</p>
<p>O perigo de uma reforma estagnada é real. Mesmo em igrejas reformadas podemos ser tentados a dizer: “Até aqui e não mais”. A Igreja da Inglaterra fornece um exemplo vívido desse conservadorismo antibíblico e sufocante. Quando paramos de reformar paramos de viver e começamos a morrer. A vida é um processo de constante mudança chamado crescimento ou maturidade, e reforma é vida porque ela nunca cessa de aplicar a Palavra viva a todo o mundo ao redor de nós.</p>
<p>Certamente devemos ser cautelosos à medida que avançamos. Não queremos mudar simplesmente para estar mudando. É possível mudar de algo bom para algo ruim, ou de algo ruim para algo pior ainda. Toda ideia deve ser testada pela Escritura somente. Contudo, nem a preferência pessoal nem a tradição deveriam ficar no caminho da reforma bíblica. O medo de “ao que isso poderia levar” (a “falácia da ladeira escorregadia”), ou o fato que outros poderiam abusar da boa ideia muitas vezes nos impedem de avançar com a reforma e satisfazer as necessidades e desafios dos nossos dias. Todavia, se a Escritura permanece firmemente como nosso perímetro, então podemos avançar com segurança, conhecendo as limitações da nossa mudança. Devemos avaliar os riscos, tomar as precauções devidas para assegurar a aderência à Palavra de Deus, e então avançar com expectativa confiante das bênçãos de Deus. Caso contrário, permaneceremos presos em casa, com medo do futuro.</p>
<p>Se a reforma há de continuar (i.e., viver) em nossos dias, então devemos permanecer sobre os ombros das gerações de reformadores que vieram antes de nós e chegar mais alto. Nossa geração deve ser mais do que tropas ocupacionais. Devemos ser isso, mas deveríamos ser muito mais — ainda há praias a serem invadidas — a guerra não terminou. As gerações que nos seguem enfrentarão novos desafios à sua fé e novas batalhas a serem travadas. Devemos levantá-los e apoiá-los, fornecendo um firme fundamento sobre o qual eles possam construir. Nossa tarefa não é subjugá-los, mas dirigi-los e incentivá-los. As implicações da Fé Reformada para o mundo de amanhã não podem ser vistas por nós. Nosso mundo muda a uma velocidade ofuscante. A próxima geração de reformadores não é uma ameaça para nós, mas deveria ser uma ameaça para o mundo de amanhã.</p>
<p>Lutero disse: “Se declaro com a mais alta voz e a mais clara exposição cada porção da verdade de Deus, exceto aquela pequena porção que o mundo e o diabo estão atacando nesse momento, eu não estou confessando a Cristo, não importa quão ousadamente eu possa professar a Cristo. O soldado não é constante no campo de batalha se ele foge naquele único ponto”. A reforma não acabou. Ela continuará até o fim do mundo. A reforma é sobre o futuro, não apenas sobre o passado, e devemos olhar para frente, com a expectativa de ver Deus operar em nossos dias como Ele o fez no passado. Não devemos ser simplesmente reformados, mas cristãos reformando num mundo em mudança.</p>
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		<title>Dia Internacional da Mulher: Débora, corajosa e cheia de virtudes.</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 03:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O website &#8220;O Caminho Cristão&#8221; parabeniza todas as mulheres neste dia especial. Débora era juíza e profetisa. Era casada com Lapidote. Seu “Tribunal” ficava debaixo de uma palmeira, entre Rama e Betel (consultem um mapa), no território de Efraim, a tribo líder do norte. Os juízes antigos julgavam as questões do povo junto às portas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O website &#8220;O Caminho Cristão&#8221; parabeniza todas as mulheres neste dia especial.</p>
<p>Débora era juíza e profetisa. Era casada com Lapidote. Seu “Tribunal” ficava debaixo de uma palmeira, entre Rama e Betel (consultem um mapa), no território de Efraim, a tribo líder do norte. Os juízes antigos julgavam as questões do povo junto às portas das cidades, ou num lugar público e determinado, e todos iam ali levar as suas queixas e receber as decisões, que eram inapeláveis. Não havia os rigores modernos de uma judicatura pomposa e custosa. Tudo era muito simples. De qualquer maneira temos agora uma mulher feita juíza em Israel. Como a situação do norte chegou ao seu conhecimento, o texto não o diz. Mas parece certo que Jabim e seus aliados estavam dominando e arruinando as tribos do norte. Então ela chama Baraque, filho de Quedes, Naftali, lá do norte, e lhe pergunta a respeito dos negócios de Israel. Baraque era da zona conflagrada e sabia bem de tudo. Ela perguntou se ele não sabia que Deus tinha determinado entregar Jabim na sua mão. Parece que ele ignorava mesmo e, se sabia, não tinha tomado qualquer medida. Diz ela então, repetindo a ordem do Deus de Israel: “Vai, e atrai gente ao monte Tabor, e toma contigo dez mil homens dos filhos de Naftali e dos filhos de Zebulom; e atrairei a ti, para o ribeiro Quisom, Sísera, chefe do exercício de Jabim, e com os seus carros (ferrados) e com as suas tropas, e to entregarei na mão. Ele respondeu: Se tu fores comigo, irei!” Como Débora recebeu esta informação não se diz, senão que era profetisa e Deus lhe teria falado, embora, como mulher, não lhe coubesse tomar a dianteira. Tudo estava devidamente planejado, e era apenas questão de Baraque se dispor a ir à guerra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-1233"></span></p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong>Débora era de Efraim ou de Issacar? </strong></p>
<p>A vitória de Débora garantiu quarenta anos de paz em Israel (Jz 5.31). Ela combinava a autoridade de uma juíza com o dom profético (Jz 4.6 e 5.7). Provavelmente, ela pertencia à tribo de Efraim, embora alguns opinem que ela era da tribo de Issacar, por causa do que se lê em Juízes 5.15. Também há quem diga que há alguma ligação com o nome de Lapidote porque isso representa o termo hebraico que significa “luzes”; e, segundo dizem os rabinos, ela cuidava das lâmpadas do tabernáculo. Seu nome só é mencionado em Juízes 4 e 5. Viveu em cerca de 1120a.C</p>
<p>É a peça literária mais antiga e a mais famosa que nos veio dos velhos tempos. A juíza e profetisa era também poetisa. Mulher admirável. Os críticos da Bíblia param junto deste monumento literário, para render suas homenagens a uma mulher israelita. Este cântico, escrito sem dúvida por ela mesma, foi preservado integralmente, até ao tempo quando foi redigido o livro de Juízes e foi incorporado ao mesmo. Além de reter um dos períodos mais críticos da experiência israelita, dá-nos a medida da cultura de uma época tida como Idade Média dos Judeus.</p>
<p><strong>Uma lição de despertamento.</strong></p>
<p>Débora nos ensina que devemos despertar do sono da indolência e do conformismo. </p>
<p align="center"><em>“Desperta, desperta, Débora, desperta, desperta, entoa um cântico; levanta-te Baraque, e leva presos os teus cativos, tu, filho de Abinoão” (Jz 5.12).</em></p>
<p>Jabim, rei de Canaã, oprimia os israelitas por 20 anos. Eles eram temidos por suas 900 carruagens de ferro (Israel deveria ter destruído esse povo no passado). Somente depois de 20 anos de opressão, foi que o povo de Israel resolveu clamar ao Senhor. Eles não confiavam no Senhor e sim em suas próprias forças.</p>
<p>A confiança no homem era tão grande que Baraque disse para Débora: “Se fores comigo, irei; porém, se não fores comigo, não irei” (v.8).<br />
Mas, Débora confiava na força divina e não na humana: “Por ventura o Senhor Deus de Israel não deu ordens?” (v.6)</p>
<p>Precisamos sair do estado de inércia, apatia, indiferença, inatividade para começarmos agir. O despertar na Bíblia tem o sentido de readquirir força. Despertar é agir na força do Senhor!</p>
<p>Elias em seu desânimo disse: “Ó Senhor, toma agora a minha vida, pois não sou melhor do que meus pais” (…) “O anjo tocou-o e disse: Levanta-te e come (…) porque te será muito longo o caminho” (v.7). (…) com a força daquela comida caminhou quarenta dias e quarenta noites (v.8).</p>
<p align="center"><em>  “Levantai-vos, e andai porque não será aqui o vosso descanso, por causa da corrupção que destrói” (Mq 2.10).</em></p>
<p>“Já é hora de despertarmos do sono!” “A noite é passada’. É de noite que se dorme. “E o dia é chegado” – É hora de acordar!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Gólgota, o Único divisor de águas da história humana !.</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 03:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Levaram-no, pois, ao lugar do Gólgota, que quer dizer, lugar da Caveira. (…) Então o crucificaram… ” (Marcos 15:22-24) Há quase dois mil anos atrás Jesus de Nazaré subiu à cruz e consumou os séculos (Hebreus 9:26). Ou seja, Ele pôs fim à era de Adão, do diabo e da Lei de Moisés (Romanos 10:4); [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><em>“Levaram-no, pois, ao lugar do Gólgota, que quer dizer, lugar da Caveira. (…) Então o crucificaram…</em></p>
<p align="center"><em>”</em><em> (Marcos 15:22-24)</em><em></em></p>
<p>Há quase dois mil anos atrás Jesus de Nazaré subiu à cruz e consumou os séculos (Hebreus 9:26). Ou seja, Ele pôs fim à era de Adão, do diabo e da Lei de Moisés (Romanos 10:4); enfim, o Senhor nos libertou do império das trevas (Colossenses 1:13) e, ao ressuscitar, iniciou, por assim dizer, uma nova era (um novo <em>“aeon”</em>): a era eterna da Graça de Deus, e a Nova Criação. O lugar onde a cruz do Senhor foi posta chamava-se <em>Gólgota</em>(palavra do aramaico – dialeto usado pelos habitantes do Oriente Médio daquela época – que significa “Caveira”). Este nome foi dado àquele local, que se localizava fora das muralhas da cidade de Jerusalém, porque o monte apresentava uma elevação que se assemelhava a um crânio e era também o local onde muitos condenados à morte foram crucificados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-1231"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como nada na Obra de Deus acontece por acaso, acredito que haja um simbolismo bem interessante neste local onde Jesus expirou. Afinal, não obstante a vitória definitiva sobre a morte ter acontecido na ressurreição, o que aconteceu na cruz foi o primeiro “golpe fatal” que a morte recebeu. Se observarmos bem, a morte começou a ser vencida no principal local que a simbolizava naquela época. Em outras palavras, a morte começou a perder seu reinado exatamente onde estava o seu “trono” à época.</p>
<p align="justify">Passado o simbolismo já citado, o lugar da Caveira ganhou um novo sentido, a saber, onde antes O FIM (de muitas vidas) imperava, se tornou um lugar de RECOMEÇO, pois na cruz Jesus aniquilou o velho &#8220;<em>aeon&#8221;</em>, após Seu falecimento, o relógio da Criação marcou o primeiro segundo de uma nova história disponibilizada de Graça a humanidade. Como Paulo disse:</p>
<p align="justify"><em>“…</em><em>tudo</em><em> se fez novo.” (2ª Coríntios 5:17) </em></p>
<p align="justify">Infelizmente, muitos ainda não compreendem a grandiosidade desta frase dita por Paulo. As pessoas que estão envolvidas com as religiões ditas cristãs ainda vivem como se nada tivesse sido renovado. E, assim, vivem ativando em suas vidas as coisas que faziam parte do antigo &#8220;<em>aeon&#8221;</em>. Com isso, não são poucos os que ainda cultivam pensamentos totalmente baseados na Antiga Aliança.</p>
<p align="justify">Recentemente nosso abençoado irmão Paulo Roberto, a convite de um amigo, foi visitar uma denominação tradicional, isto é, “da Lei”. Em certo momento o pregador da noite bradou aos quatro ventos algo assim: <em>“Muitos dizem que o Espírito Santo não sai de nós, mas Ele saía de Davi. Logo, o Espírito pode se retirar de nós também”</em>. Este é um pensamento típico de quem ainda está com a sua mente permeada do Antigo Pacto. Eu não posso acreditar que o Espírito se retira de nós atualmente baseando-me naquilo que acontecia na Antiga Aliança ( Aliança esta que o rei Davi estava submetido ), pois neste Novo Pacto o Espírito Santo habita em nós. Ele não faz mais “visitas”. Quando alguém afirma algo como este pregador declarou, é porque não entendeu que na cruz tudo mudou, Jesus bradou na cruz: &#8220;Tetelestai&#8221;, ou seja, &#8220;está consumado !&#8221;, muitos não entendem que a obra da cruz foi, é e sempre será completa, sem necessitar de acessórios em volta dela. Tudo que fazia parte do “tempo antigo” (período anterior à cruz) já passou – <em>“As coisas velhas já passaram…” (2ª Coríntios 5:17)</em>. </p>
<p align="justify">A partir da Obra realizada no Gólgota, o renovo e a Época da Graça se tornou uma grande realidade. E Jesus Cristo Ressuscitado é o primeiro elemento da Nova Criação que foi inaugurada na ressurreição:</p>
<p align="justify"><em>“</em>(Jesus)<em> é a imagem do Deus invisível,</em> <span style="text-decoration: underline;"><em>o primogênito</em></span> , cordeiro perfeito que está disponível a  toda <em>Criação.” (Colossenses 1:15)</em></p>
<p align="justify">No Gólgota Jesus dividiu os tempos, pondo fim a uma era de maldições, de lei, dogmas, regras religiosas, legalismos farisaicos removendo incertezas e medo; Ele nos abriu as portas do Novo e Vivo Caminho que é a Nova Aliança e nos trouxe de volta para o Reino. E assim como na visão de Ezequiel, onde um lugar de mortos se tornou um lugar cheio de vida (Ezequiel 37:1-10), o lugar da Caveira, onde Cristo foi morto, se tornou um lugar de renovo para toda a Criação.</p>
<p align="justify">Exaltar e viver a Graça de Deus por meio do Evangelho genuíno do Novo Pacto é reconhecer a perfeição desta Obra maravilhosa feita por Cristo  evive-la plenamente com toda Liberdade Nele. Por isso nos esforçamos tanto em levar esta Palavra adiante,  afim de que os eleitos reconheçam o Novo Tempo iniciado a partir do lugar da Caveira há dois mil anos atrás. Glória a Deus nas Alturas !.</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"> </p>
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		<title>Liberdade ! O chamado da Graça em Cristo !.</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 03:07:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você gosta de ter a cor do seu cabelo azul, rosa, verde, pinte-o! Se você é maior de idade e deseja fazer aquela linda tatuagem ou colocar aquele piercing, faça !. Se você deseja ouvir a música daquele artista não-cristão, ouça !. Quer sair pra dançar, viajar com amigos e amigas, ir a praia, cachoeira, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Você gosta de ter a cor do seu cabelo azul, rosa, verde, pinte-o! Se você é maior de idade e deseja fazer aquela linda tatuagem ou colocar aquele piercing, faça !. Se você deseja ouvir a música daquele artista não-cristão, ouça !. Quer sair pra dançar, viajar com amigos e amigas, ir a praia, cachoeira, ao campo, tomar sol numa piscina,  ir ao cinema, ao teatro, ao estádio de futebol torcer para o seu time do coração, ou ir aquele show musical tão sonhado?  Não perca seu tempo, vá!.</p>
<p>Enfim, valorize esta bênção tão preciosa chamada LIBERDADE, e extermine de vez o legalismo religioso que mata !.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-1229"></span></p>
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<p>Depois que a Graça chegou até minha vida, pude passar a usufruir da minha liberdade sem má consciência. Hoje, por exemplo, uso a roupa que desejar, frequento teatro, cinema (aliás, este é um dos meus lazeres preferidos), ouço as músicas que gosto, vou aos shows dos meus artistas preferidos etc., sem ter medo de estar desagradando a Deus. No máximo estarei desagradando a algum líder religioso legalista, mas com isto eu não me importo nem um pouco…</p>
<p>Paulo não queria que a Igreja dos Gálatas se submetesse às obras da Lei e aos falsos irmãos que gostavam de espiar – e julgar – a liberdade dos outros (Gálatas 2:4). Por isso ele escreveu sua carta àquela congregação a fim de que eles acordassem para a maldição que estavam se metendo ao darem ouvidos aos legalistas que invadiram aquela comunidade cristã criada em Graça (Gálatas 1:6).</p>
<p>Apesar de serem livres – pois o preço da liberdade já foi pago –, os filhos de Deus atualmente, assim como os crentes da Galácia, andam submetidos à escravidão do legalismo, presos em mandamentos inúteis, proibições e imposições que nada acrescentam à vida das ovelhas e, por isso, não usufruem de uma vida livre, onde se vive apenas baseado na consciência que a Palavra nos atribui.</p>
<p>Quando nos submetemos ao Alimento Sólido que é o Evangelho da Graça, nós nos isentamos de mandamentos, imposições e proibições, pois passamos a ter as nossas faculdades mentais exercitadas para discernirmos tanto o bem quanto o mal (Hebreus 5:14). Ora, uma vez discernidos, apesar de toda liberdade, saberemos nos portar sem que precisemos de tutores para nos dizer o que fazer ou deixar de fazer.</p>
<p>Para o genuíno filho de Deus, que recebeu a Palavra da Graça e foi transformado por ela, a liberdade traz em seu bojo algo muito importante chamado responsabilidade. Afinal, não obstante sermos totalmente livres para praticarmos o que quisermos (e, acredite, o que quer que façamos não mudará a nossa posição em Cristo), o nosso chamado é para <strong>jamais sermos dominados</strong> por nenhuma obra negativa:</p>
<p><em>“<strong><span style="text-decoration: underline;">Todas as coisas me são lícitas</span></strong>, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas; mas eu <strong><span style="text-decoration: underline;">não me deixarei DOMINAR</span></strong> por nenhuma delas.” (1ª Coríntios 6:12) </em></p>
<p>Assim, podemos e devemos usar de nossa liberdade, mas sem dar ocasião à carne:</p>
<p><em>“Porque vós, irmãos, <strong><span style="text-decoration: underline;">fostes chamados à liberdade</span></strong>. <strong>Mas não useis da liberdade para dar ocasião à carne</strong>, antes pelo amor servi-vos uns aos outros.” (Gálatas 5:13)</em></p>
<p>Quando usamos de nossa liberdade com boa consciência, estamos valorizando aquilo que Jesus fez por nós. Afinal, como Paulo disse no versículo de abertura deste texto, foi para sermos livres que o Senhor nos libertou. Em outras palavras, Ele nos tornou livres para que pudéssemos usufruir deste bem tão maravilhoso que é a liberdade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><!--more--></p>
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		<title>O Arrebatamento da Igreja &#8211; Diversas Teses.</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 19:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; Jesus prometeu que voltaria para arrebatar a sua igreja, como está escrito: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
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<p>Jesus prometeu que voltaria para arrebatar a sua igreja, como está escrito: “<em>Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também</em>” (Jo 14.1-3). Paulo acrescenta: “<em>Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor</em>” (1Ts 4.16-17).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-1224"></span></p>
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<p><a href="http://www.caminhocristao.com/wp-content/uploads/2012/02/parousia2.png"><img title="parousia" src="http://www.caminhocristao.com/wp-content/uploads/2012/02/parousia2.png" alt="" width="439" height="186" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>O ARREBATAMENTO</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>A presente era em relação à verdadeira Igreja, termina com o arrebatamento dos salvos à presença do Senhor. A doutrina do arrebatamento é uma das consideradas mais importantes da escatologia do Novo Testamento (Jo 14.1-3; 1Ts 4.13-18; 1Co 1.8; 15.51,52; Fp 3.20,21;2C5.1-9). É também uma das questões em que os estudiosos da Bíblia mais discordam. Todas as discordâncias giram em torno da relação que haverá entre o arrebatamento e a Tribulação. Eles estão divididos nas seguintes teorias:</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>PARCIALISMO (Arrebatamento Parcial da Igreja)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>PÓS-TRIBLACIONISTA (Arrebatamento após a Tribulação)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>MESOTRIBULACIONISTA (Arrebatamento no meio da Tribulação)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>PRÉ-TRIBULACIONISTA (Arrebatamento antes da Tribulação)</p>
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<p>TEORIA DO ARREBATAMENTO PARCIAL</p>
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<p>Esta teoria ensina que o arrebatamento ocorre antes da Tribulação, mas apenas os que estiverem totalmente preparados, vigiando e esperando a vinda do Senhor, e tiverem alcançado um certo nível de espiritualidade que os torne dignos de ser incluídos no arrebatamento. Os outros cristãos permanecerão na Terra durante a Tribulação para serem provados e purificados mediante grandes sofrimentos, sendo arrebatados posteriormente. Esta posição tem sido pouco adotada devido a sua semelhança com a doutrina católica do purgatório, segundo a qual o sofrimento pode purgar pecados.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">As dificuldades doutrinárias da teoria do arrebatamento parcial.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As seguintes considerações argumentam contra a teoria do arrebatamento parcial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1)    1 Tessalonicenses 4.16 diz: “<em>Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro</em><strong>”</strong>. Se todos que morreram em Cristo vão ser ressuscitados, certamente todos os que estão vivos “em Cristo” serão arrebatados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2)    Além disso, em 1 Coríntios 15.51, Paulo diz: “<em>Eis que vos digo um mistério: Nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos</em>”. Todos os que estão em Cristo serão transformados no arrebatamento. Isto não inclui naturalmente os que são cristãos apenas de nome.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3)    Se apenas os “dignos” serão arrebatados, quem subirá? Quem pode afirmar que é digno por si mesmo? Nossa posição diante de Deus baseia-se na justiça que há em Cristo, e não na nossa justiça, que não passa de “trapo de imundícia” (Is 64.6).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>4)    Os proponentes da teoria do arrebatamento parcial, assim como os que crêem que a Igreja deve atravessar parte da Tribulação ou toda ela, sustentam que a Tribulação é necessária para purificar a Igreja e prepará-la para o Noivo. Esse conceito defende uma espécie de purgatório. Se os santos vivos no fim dos tempos tiverem necessidades de ser purgados pela Tribulação, parece que o Senhor também teria de ressuscitar os santos mortos anteriormente para um período de tribulação antes do seu arrebatamento, já que para Deus não há acepção de pessoas. Um pensamento naturalmente absurdo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>O parcialista precisa colocar parte da Igreja no período tribulacional. Isso é impossível, porque a Igreja representa o corpo de Cristo. Então o corpo subiria incompleto?</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Um dos propósitos da Tribulação é julgar o mundo em preparação para o reino a seguir. A Igreja não precisa de tal julgamento, a não ser que a morte de Cristo tenha sido ineficaz. A partir dessas considerações, acredita-se então, que a teoria do arrebatamento parcial não tem como se sustentar.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>TEORIA DO ARREBATAMENTO PÓS-TRIBULAÇÃO</p>
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<p>Os que defendem essa teoria acreditam que os cristãos passarão pela Tribulação e que o arrebatamento ocorrerá simultaneamente ou imediatamente antes da vinda do Senhor Jesusem juízo. Elesafirmam que o arrebatamento da Igreja e a volta de Cristo para reinar são apenas aspectos diferentes de um único evento que acontecerá no final da Grande Tribulação, justamente antes da derrota da besta e seus seguidores e início do milênio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Os principais argumentos apresentados a favor dessa teoria são os seguintes:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1)    A volta de Cristo é descrita de várias maneiras, mas em ponto algum é citada como dois eventos separados por um intervalo de sete anos (ou três e meio) de tribulação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2)    A resposta de Jesus aos seus discípulos sobre os sinais dos fins dos tempos demonstrou que um período de tribulação incomparável (Mt 24.3-22) precederá sua vinda. Outras passagens também predizem tribulação para o povo de Deus (Jo 15.18,19; 16.33).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3)    A ressurreição é identificada com o arrebatamento, todavia Apocalipse 20.4-6 coloca a “primeira ressurreição” após a volta de Cristo para reinar e justamente antes do milênio; portanto o arrebatamento e a revelação de Cristo deverão acontecer ao mesmo tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Os principais argumentos contra essa teoria são:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1)    O período de Tribulação não é um período da Igreja, mas a última semana da visão de Daniel relativo ao trato de Deus com Israel: “<em>Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo</em>” (Dn 9.24). Também em Daniel 9.25-27. É um período em que Deus irá ocupar-se de Israel e da sua ira contra as nações ímpias (Ap 6.15-17). O período de Tribulação é chamado de “<em>tempo de angústia para Jacó</em>” (Jr 30.4-7).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2)    Paulo declara, em relação à Igreja: “<em>Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo</em>” (1Ts 5.9). A Igreja tem sofrido e sofrerá muitas dificuldades e tribulações, mas não o grande dia da ira do Senhor Deus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3)    O Senhor prometeu aos fiéis que eles serão excluídos dessa hora de ira: “<em>Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra</em>” (Ap 3.10). (Veja também 2Pe 2.9).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>4)    Se a Igreja estará na terra durante a Tribulação, por que o testemunho de Deus é atribuído apenas às duas testemunhas? (Ap 11.1-14).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>5)    Com respeito à ressurreição registrada em Apocalipse 20.4,5 e referida como a “primeira ressurreição”, uma leitura cuidadosa revelará que os ressurretos mencionados são aqueles que foram decapitados durante a Tribulação, por não aceitarem servir ao Anticristo; nenhuma menção é feita aos santos de toda a era da Igreja, que devem ter sido ressuscitados por ocasião do arrebatamento, antes da Grande Tribulação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>TEORIA DO ARREBATAMENTOEM MEIO A TRIBULAÇÃO</p>
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<p>Visão menos comum que o arrebatamento pós-tribulacionista, como explicação para o arrebatamento durante a Tribulação é a teoria mesotribulacionista. De acordo com essa interpretação, a Igreja será arrebatada ao final da primeira metade (três anos e meio) da septuagésima semana de Daniel. A igreja suportará os acontecimentos da primeira metade da Tribulação, que segundo os mesotribulacionistas, não são manifestações da ira de Deus. Ela será arrebatada antes que comece a segunda metade da semana, que segundo essa teoria, contém todo derramamento da ira de Deus. Afirma-se que o arrebatamento ocorrerá junto com o soar da ultima trombeta e a ascensão das duas testemunhas de Apocalipse 11.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A teoria do arrebatamento mesotribulacionista é essencialmente uma via média entre as posições pós-tribulacionista e pré-tribulacionista. Concorda com o pré-tribulacionismo ao afirmar que o arrebatamento da igreja é um acontecimento distinto da segunda vinda de Cristo. Tem em comum com o pós-tribulacionismo as crenças de que a igreja tem promessas de tribulação aqui na terra e necessita de purificação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Os pontos principais desta teoria são:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A)    A última trombeta, mencionada com relação ao arrebatamento em 1 Coríntios 15.52, é identificada com a sétima trombeta tocada em Apocalipse 11.15, que ocorre em meio à Tribulação (Ap 11.2-3). Se as duas trombetas são a mesma coisa, o arrebatamento ocorre então em meio à Tribulação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>B)    Desde que a Igreja é arrebatada antes da Grande Tribulação (os últimos três anos e meio), a Igreja escapa da “ira” de Tessalonicenses 5.9 e da “hora da provação” de Apocalipse 3.10.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>C)    A ressurreição das duas testemunhas em Apocalipse 11.11,12 é declarada como sendo uma referencia ao arrebatamento e à ressurreição dos santos, ou como acontecendo simultaneamente com o arrebatamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Argumentos apresentados contra a teoria do arrebatamento em meio a tribulação:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A)    As trombetas em 1 Coríntios 15.52 e Apocalipse 11.15 não são as mesmas. A trombeta de Deus narrada por Paulo é um toque de vitória sobre a morte (1Co 15.52-57). A sétima trombeta narrada por João é uma série de anúncios de juízo sobre os perversos e de triunfo final sobre o reino de Satanás.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>B)    As setenta semanas de Daniel tem caráter judaico e, portanto a Igreja não está incluída em parte alguma delas. A ira de Deus é também derramada na primeira metade do período de Tribulação (Ap 6.12-17). Também 1 Ts 5.9; Ap 3.10; 2 Pe 2.9.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>C)    As duas testemunhas parecem ser judias, segundo os símbolos do Antigo Testamento – o templo, as oliveiras e os castiçais (Zc 4.3,12), as chuvas deixam de cair e o povo atacado por pragas (Êx 7.20; 8.1-12, 29). Se a Igreja estivesse na terra, por que Deus designaria profetas judeus para a missão de testemunhar às nações? Até o fim da era da Igreja, é missão desta dar testemunho a todas as nações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>D)   A mesma objeção pode ser feita à posição do arrebatamento em meio a Tribulação, isto é, que essa posição remove a expectativa da vinda de Cristo a qualquer instante. O período da Tribulação começa com a aliança entre o Anticristo e os judeus, um evento que não será oculto. Então seria fácil a partir dessa aliança do Anticristo com os judeus, prever o momento da vinda de Cristo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A TEORIA DO ARREBATAMENTO PRÉ-TRIBULACIONISTA</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os que defendem o arrebatamento pré-tribulacionista acreditam na interpretação dispensacionalista da Palavra de Deus. A igreja e Israel são dois grupos distintos para os quais Deus tem um plano divino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Argumentos essências do Arrebatamento Pré-tribulacionista.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vários argumentos podem ser apresentados em apoio à posição pré-tribulacionista do arrebatamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>POR TIPOLOGIA BÍBLICA</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Deus não igualou Noé e sua família com os pecadores rebeldes e obstinados. Enquanto Noé e os seus não entraram na Arca, Deus não derramou o terrível dilúvio. Enquanto Ló e sua família não saíram de Sodoma, Deus não fez chover fogo do céu. Então porque Deus não livraria também a Igreja da Tribulação? Então, enquanto Jesus não arrebatar sua Igreja, não começará a Tribulação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em João 14.3 Jesus prometeu: “<em>E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também</em>”. Aqui a vinda de Jesus é com o propósito de receber a Igreja para si mesmo e levá-la para um lugar na casa do Pai; essa não pode ser a mesma vinda com a Igreja para a terra, como sustentam os adeptos da pós-tribulação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No livro do Apocalipse do capítulo 4 ao 19 nada fala sobre a Igreja, mas trata da Tribulação na terra. Logo se deduz que a Igreja não estará na terra nesse período de Tribulação. Já os capítulos de 1 ao 3 de Apocalipse menciona por 19 vezes a Igreja, e só volta a mencioná-la no capítulo 21 chamando-a de Esposa do Cordeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os Pré-tribulacionistas crêem que as profecias relativas a Tribulação devem ser interpretadas de forma literal e que o período da Igreja é um tempo misterioso e está estritamente relacionado com o fato de o povo de Isreal ter negado o seu Messias, e por eles o terem rejeitado, os gentios foram enxertados (Rm 11.1-8), esse enxerto deve se completar primeiramente, antes que Deus volte a tratar com o povo israelita. Para que isso seja possível profeticamente é importante que:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1-    A Bíblia seja interpretada literalmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2-    A Igreja seja poupada da Grande Tribulação (Ap 3.10).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3-    O arrebatamento seja iminente, pode acontecer a qualquer momento (1 Ts 5.6).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>4-    A Igreja esteja isenta da ira futura de Deus (Ap 6.17; 1 Ts 1.10; 5.9)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>5-    Haja remoção dos salvos, na remoção do Espírito Santo (2 Ts 2.7,13).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">O método de interpretação literal das Escrituras.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É franca e livremente reconhecido pelos pós-tribulacionistas que a controvérsia entre eles e os pré-tribulacionistas é a questão do método de interpretação empregado no tratamento das profecias. Se o método de interpretação literal das profecias for o certo, então a teoria pré-tribulacionista está correta. Dessa maneira podemos ver que a doutrina da volta pré-tribulacionista de Cristo para instituir um reino literal resulta de métodos de interpretação literal das promessas e das profecias do Antigo Testamento. É natural, portanto que o mesmo método de interpretação deva ser também empregado na interpretação do arrebatamento. Seria ilógico construir um sistema pré-milenarista sobre um método literal de interpretação e depois abandonar esse método no tratamento de outras questões relacionadas com o mesmo tema. Podemos observar facilmente que o método literal de interpretação exige um arrebatamento pré-tribulacionista da Igreja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não pode haver um método empregado para estabelecer o pré-milenarismo e outro para interpretar as promessas de arrebatamento. O método literal de interpretação, aplicado de maneira coerente, leva necessariamente a outra conclusão: a de que a Igreja será arrebatada antes da septuagésima semana de Daniel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A natureza da septuagésima semana.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Existem várias palavras usadas no Antigo e no Novo Testamento em referencia ao período da septuagésima semana, as quais, quando examinadas em conjunto oferecem a natureza essencial ou o caráter desse período:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1)    Ira Divina (Ap 6.16,17; 11.18; 14.19; 15.1,7; 16.1,19; 1Ts 1.9,10;5.9; Sf 1.15,18);</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2)    Julgamento (Ap 14.7; 15.4; 16.5-7; 19.2);</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3)    Indignação (Is 26.20,21; 34.1-3);</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>4)    Castigo (Is 24.20,21) ;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>5)    Hora do julgamento (Ap 3.10);</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>6)    Hora de angústia (Jr 30.7);</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>7)    Destruição (Joel 1.15);</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>8)    Trevas (Joel 2.2; Sf 1.14-18; Am 5.18).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Devemos mencionar que essas referências abrangem todo o período e não apenas parte dele, de modo que todo o período é assim caracterizado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desde que a era da igreja termina com o inicio da Tribulação, ela não tomará mais parte nos assuntos terrenos até o milênio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Não confundir Tribulação com ira vindoura.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dizem os pós-tribulacionistas que Tribulação não deve ser confundida com ira vindoura, para tentarem fugir das seguintes passagens:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<em>E esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura</em>” (1Ts 1.10).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“<em>Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo</em>” (1Ts 5.9).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas observe que a ira do Cordeiro é derramada no momentoem que Eleestá em seu trono e que esse período aqui é descrito como tempo da Tribulação (Ap 6.16,17).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não podemos confundir a Grande Tribulação com a Tribulação que a antecede (Mt 24.6-12), a apostasia, que é apenas o princípio das dores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O arrebatamento se dará antes da Tribulação, então evidentemente é necessário que o arrebatamento e vinda do Senhor Jesus sejam dois eventos distintos. Pois no arrebatamento Ele virá apenas até as nuvens, não porá os pés na terra, nós iremos ao encontro dele nas nuvens (1Ts 4.16-17). Será num instante, num piscar de olhos (Mt 24.27; 1Co 15.51), será também em secreto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na segunda vinda Ele tocará à terra e todo olho o verá (ZC 14.3,4; Ap 1.7). Jesus derrota plenamente o Anticristo (Ap 19.15-21) e seus seguidores desde o menor até o maior (19.18). É a justiça de Deus, Sua ira é vinda sobre os iníquos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jesus, depois de derrotar o Anticristo, o Falso Profeta e o Dragão, mandará prender Satanás por mil anos (Ap 20.1-4).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Distinção entre arrebatamento e segunda vinda de Cristo</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Devemos observar várias contraposições entre o arrebatamento e a segunda vinda. Elas mostrarão que os dois acontecimentos não são vistos como sinônimos nas Escrituras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A)    O arrebatamento compreende a retirada dos salvos, enquanto o segundo advento requer o aparecimento e a manifestação de Jesus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>B)    No arrebatamento os santos são levados nos ares, enquanto na segunda vinda Cristo volta à terra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>C)    No arrebatamento Cristo vem buscar a sua Igreja, enquanto na segunda vinda Ele virá com a Igreja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>D)   O arrebatamento resulta na retirada dos salvos e na instauração da Tribulação, enquanto na segunda vinda será instaurado o reino milenar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E)     O arrebatamento pode acontecer a qualquer momento, enquanto a segunda vinda será precedida por uma multidão de sinais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>F)     O arrebatamento está relacionado ao plano para a Igreja, enquanto a segunda vinda está relacionada ao plano para Israel e para o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>G)   O arrebatamento deixa o mundo intacto, enquanto a segunda vinda implica em mudança mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essas e outras contraposições que poderiam ser apresentados apoiam a alegação de que o arrebatamento e a segunda vinda de Cristo não podem ser confundidos como um mesmo acontecimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>OS 144 MIL SELADOS</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enquanto a Igreja estiver na terra não existirá um relacionamento exclusivamente judaico para com Deus. Todos os salvos independentes de raça tem uma posição no Corpo de Cristo, conforme indicado em Colossenses 1.26-29; 3.11; Efésios 2.14-22; 3.1-7. Durante a septuagésima semana, a Igreja estará ausente, pois dos salvos restantesem Israel Deussela 144 mil judeus, 12 mil de cada tribo de acordo com Apocalipse 7.14. O fato de Deus lidar novamente com Israel nesse relacionamento nacional, separando-o por identidade nacional e mandando-o como representante às nações no lugar das testemunhas da Igreja, indica que a Igreja não deve estar mais na terra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A CRONOLOGIA DOS ACONTECIMENTOS DO LIVRO DE APOCALIPSE</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao lidarmos com as posições mesotribulacionista e pós-tribulacionista sobre o arrebatamento a cronologia de Apocalipse foi examinada. É mencionada aqui apenas como uma evidência a mais para a teoria pré-tribulacionista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1)    Os capítulos 1-3 apresentam o desenvolvimento da Igreja na presente época.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2)    Os capítulos 4-11 abrangem os acontecimentos de toda a septuagésima semana de Daniel e concluem com o retorno de Cristo para reinar na terra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desse modo os selos ocorrem nos primeiros três anos e meio, e as trombetas se referem aos últimos três anos e meio. De acordo com as instruções dadas a João em Apocalipse 10.11, os capítulos 12-19 examinam a septuagésima semana novamente, dessa vez com o objetivo de revelar os atores no palco dessa trama histórica. Essa cronologia torna impossível a perspectiva mesotribulacionista, pois o suposto arrebatamento mesotribulacionista de 11.15-18 é na verdade o retorno de Cristo a terra e não o arrebatamento. Isso fornece mais evidências para a posição do arrebatamento pré-tribulacionista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CONCLUSÃO</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os pré-tribulacionistas consideram a Igreja distinta de Israel, ou seja, fatos ocorrerão com Israel e outros fatos distintos ocorrerão com a Igreja. Não podemos interpretar Igreja como Israel, ou vice-versa, pois se for assim, (Igreja igual a Israel), então a Igreja passa pela tribulação, pois é dito em Apocalipse 13.7 que foi permitido ao Anticristo fazer guerra aos santos, logo os santos estão presentes durante a Tribulação, e isto é um fato. A questão aqui é definir quem são esses “santos”. Na visão pré-tribulacionista esses “santos” se refere a Israel e não a Igreja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Igreja é um só corpo com Cristo, é o próprio Corpo de Cristo (Ef 4.12; 1Co 12.27) e isto significa que Ele já pagou o alto preço por sua Igreja, sofrendo na cruz, e se a Igreja tiver que passar pela Tribulação, então o Corpo de Cristo terá de sofrer novamente e isto é no mínimo incoerente (Jo 5.24).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>A Ética no Casamento.</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 21:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o tempo do Iluminismo, a ética religiosamente baseada teve uma má reputação entre muitos intelectuais do ocidente. Sigmund Freud poderia ser tomado como um porta-voz de muitos estudiosos e educadores na forma como ele via a ética judaico-cristã como irracional, produtora de culpa, e falsamente restritiva da liberdade natural. Juntamente com muitos outros, Freud [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o tempo do Iluminismo, a ética religiosamente baseada teve uma<br />
má reputação entre muitos intelectuais do ocidente. Sigmund Freud poderia<br />
ser tomado como um porta-voz de muitos estudiosos e educadores na forma<br />
como ele via a ética judaico-cristã como irracional, produtora de culpa, e<br />
falsamente restritiva da liberdade natural. Juntamente com muitos outros,<br />
Freud queria uma abordagem mais “racional” da ética. E se essa rejeição da<br />
ética religiosamente baseada tivesse tido um ponto central de conflito, poderia<br />
facilmente ser em rejeitar a ética judaico-cristã com respeito ao casamento e<br />
sexo, uma rejeição que veio à proeminência cultural com a “revolução sexual”<br />
de uma geração passada. É provavelmente menos comum que intelectuais<br />
seculares tenham explicitamente rejeitado padrões morais judaico-cristãos a<br />
respeito de assassinato, roubo ou mentira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-1214"></span><br />
    </p>
<p>   Mas agora essa rejeição da ética religiosamente baseada está sendo<br />
questionada a partir de uma direção que pode ser surpreendente para alguns: a<br />
pesquisa empírica nas ciências sociais. Vários estudos empíricos recentes em<br />
psicologia e sociologia têm mostrado que as pessoas geralmente<br />
experimentam um nível bem mais alto de bem-estar e felicidade se<br />
permanecem casados por toda a vida e mantêm relações sexuais dentro do<br />
casamento. Não há mais nenhuma razão para ver as regras tradicionais<br />
religiosas contra o divórcio e o sexo fora do casamento como imposições<br />
irracionais de um Deus arbitrário ou inexistente.<br />
I. A Visão Tradicional<br />
        Antes de olharmos para o trabalho dos cientistas sociais, seria bom<br />
revisar com maior precisão o que era realmente alegado por pensadores da<br />
moral judaico-cristã. A alegação não era somente que regras morais procedem<br />
de Deus. Era também que regras morais apropriadas tendem a contribuir para<br />
o bem do homem, pois estas regras estão arraigadas em ou correspondem à<br />
natureza e relacionamentos humanos. Isso era verdade, quer alguém estivesse<br />
falando sobre a ética do sexo, de dizer a verdade, de proteger a vida e a<br />
propriedade, ou qualquer outra coisa. Pelo menos desde o tempo de Kant, a<br />
filosofia tem geralmente separado as questões de dever (éticas deontológicas)<br />
das questões que contribuem para o bem humano (éticas teleológicas ou<br />
utilitárias). E esta tendência filosófica é freqüentemente vista em discussões<br />
populares que separam os deveres religiosos da felicidade humana.<br />
       Mas na tradição bíblica não há uma separação entre consideração de<br />
deveres e consideração do que contribui para o bem-estar humano. Na<br />
própria Bíblia parece não haver tensões entre dizer que alguém deve seguir<br />
certa regra moral porque ela procede de Deus, e dizer que alguém deve seguir<br />
essa regra moral porque a mesma contribui para o bem humano. Por um lado,<br />
após ter recebido os Dez Mandamentos de Deus e dado ao povo, Moisés<br />
pôde usar a linguagem de dever para com Deus para explicar a importância de<br />
guardar as regras. “Deus veio para vos provar, e para que o seu temor esteja<br />
diante de vós, afim de que não pequeis” (Êxodo 20:20). Por outro lado,<br />
Moisés pôde usar também a linguagem moral que soa teológica, que conecta<br />
regras morais com o bem humano, quando explicou o porquê as pessoas<br />
deveriam seguir as regras morais. “Andareis em todo o caminho que vos<br />
manda o SENHOR vosso Deus, para que vivais e bem vos suceda, e<br />
prolongueis os dias na terra que haveis de possuir” (Deuteronômio 5:33). A<br />
separação moderna entre dever moral e considerações do bem humano está<br />
simplesmente ausente na perspectiva bíblica. Os dois estão perfeitamente<br />
unidos porque Deus é visto como a fonte de ambos.<br />
       Um pensador cristão que compreendeu isso especialmente bem foi o<br />
teólogo de Princeton Charles Hodge. Ele viu uma unidade completa das<br />
regras morais ordenadas por Deus e os princípios que servem para o bem<br />
humano, pois “há uma revelação imperfeita da lei [de Deus] na própria<br />
constituição da nossa natureza.” E muitas das leis de Deus mencionadas na<br />
Bíblia “são encontradas nas relações permanentes dos homens no presente<br />
estado de existência deles.” Muitas leis bíblicas “estão fundamentadas sobre a<br />
natureza das coisas; isto é, sobre a constituição a qual pareceu bem Deus<br />
ordenar.” Com isso em mente podemos retornar para as ciências sociais.<br />
        Um cientista social que é altamente estimado pela sua habilidade de<br />
sintetizar os resultados de experimentos em ciência social por centenas de<br />
pesquisadores ao redor do mundo é David G. Myers. Seus livros-texto sobre<br />
introdução à psicologia e psicologia social são muito amplamente usados por<br />
universidades em países de língua inglesa. Em seus diversos livros ele parece<br />
ter grande prazer em usar os resultados de pesquisas empíricas para destruir os<br />
mitos que todos supostamente “conhecem”. Uma pessoa deveria ler Myers<br />
somente se estiver disposto a ter o seu pensamento desafiado pela ciência real.<br />
Neste estudo usaremos a compilação que Myers fez dos resultados de<br />
pesquisas nas ciências sociais.<br />
II. Coabitação<br />
        Apesar de parecer muito comum as pessoas dizerem que um casal deve<br />
coabitar (viver junto sem casar) para ver se eles são compatíveis, na prática<br />
real, a co-habitação geralmente não traz bons resultados. De fato, há diversos<br />
resultados ruins que tendem a vir.<br />
      Diversos estudos amplos, tanto na Europa como na América do Norte,<br />
descobriram que casais que coabitam têm um índice de divórcio bem maior<br />
do que aquele encontrado entre os que não viveram juntos antes do<br />
casamento. Nos estudos diferentes em vários países, o crescimento do<br />
número de divórcios entre aqueles que coabitavam é de 35% a 80% mais alto.<br />
Ao invés de aumentar a felicidade e a estabilidade matrimonial ajudando a<br />
pessoa a encontrar o parceiro ideal, a coabitação promove fortemente o<br />
divórcio (p. 29).<br />
       Em adição, coabitações tendem a ser bem mais violentas do que<br />
casamentos. Vários estudos mostram que as mulheres são espancadas pelos<br />
seus parceiros com maior freqüência do que esposas pelos seus maridos.<br />
Estudos mostram que há de 80% a 400% mais violência em relacionamentos<br />
de coabitação do que em relacionamentos matrimoniais. Um estudo descobriu<br />
que mulheres que têm relacionamentos de coabitação têm oito vezes mais<br />
chance de serem assassinadas pelos seus parceiros do que esposas pelos seus<br />
maridos (pp. 31, 32). Contrastes adicionais são que parceiros que coabitam<br />
geralmente relatam um nível mais baixo de satisfação sexual do que casados.<br />
E elas são geralmente menos felizes e mais propensas a ter depressão do que<br />
pessoas casadas. Embora esteja bem estabelecido pela ciência que um<br />
casamento feliz é o melhor indicador de que uma pessoa será feliz com a vida<br />
como um todo, aqueles que vivem juntos são apenas um pouco mais felizes<br />
do que os solteiros (pp. 41, 42).</p>
<p>III. Divórcio e Mães Solteiras<br />
       Provavelmente estamos todos cientes do alto índice de divórcios na<br />
maior parte da Europa e América do Norte. Com algumas diferenças<br />
regionais e nacionais, parece que aproximadamente metade dos nossos<br />
casamentos termina em divórcios. Ao mesmo tempo, inúmeras mulheres<br />
estão sendo mães sem nunca terem casado com o homem que é o pai dos<br />
seus filhos, fazendo surgiu a nova expressão: “pais que batem e correm”. Isso<br />
tem impelido os cientistas sociais a investigarem o divórcio e a maternidade<br />
solteira. O retrato não é bonito.<br />
       Os estudos confirmam o que muitos suspeitavam. O divórcio faz com<br />
que as pessoas se sintam solitárias, depressivas e rejeitadas, freqüentemente<br />
por muitos anos. O que não é bem conhecido é que o divórcio prejudica<br />
também a saúde física, quase tanto quanto fumar uma carteira de cigarros por<br />
dia. O aumento do índice de mortes mostra que pessoas divorciadas tendem a<br />
viver alguns anos menos do que seus vizinhos ainda casados (p. 43). Divórcios<br />
também tendem fortemente a levar pessoas à pobreza, especialmente se há<br />
crianças envolvidas. Dois lares custam mais que um. Por causa da redução da<br />
felicidade, a motivação por trabalho e ganhos financeiros pode diminuir. E<br />
relativamente poucos homens, na verdade, pagam boa pensão alimentícia ou<br />
suporte para os filhos. A ausência dos pais biológicos parece ser um fato<br />
predominante na pobreza entre as crianças, pelo menos nos Estados Unidos,<br />
mas provavelmente em outros países também (p. 75).<br />
       Muitos dos efeitos do divórcio e maternidade independente são<br />
sentidos pelas crianças envolvidas. Simplificando: a ausência dos pais cria<br />
vários problemas para as crianças, não importa se a ausência é causada por<br />
divórcio ou por falta de casamento. Filhos de pais solteiros têm um índice<br />
muito maior de abuso ou negligência por parte de um dos pais (p. 63).<br />
Crianças que vivem com sua mãe biológica e padrasto, ou namorado da mãe,<br />
também correm riscos especiais: altos índices de abuso, índices muito mais<br />
altos de assassinato, e um tabu mais fraco de incesto com os resultados<br />
previsíveis.<br />
       Alguns cientistas sociais falam de um “número mágico” de 70%<br />
(setenta), pois 70% daqueles com as principais doenças sociais cresceram num<br />
lar sem pais: 70% dos presidiários, 70% dos adolescentes assassinos, 70% dos<br />
adolescentes que fogem de casa, e 70% dos delinqüentes. Alguns cientistas<br />
começaram a falar de uma “invasão de bárbaros” como uma forma de se<br />
referir a garotos que crescem sem o pai e, portanto, sem a expectativa de<br />
assumir uma posição de marido e provedor de um lar (p. 76, 77). Crianças de<br />
famílias de pais solteiros e famílias com padrasto ou madrasta são duas a três<br />
vezes mais propensas a necessitar de ajuda psicológica. E são muito mais<br />
propensos a se envolverem em sexo sem proteção, fumar cigarros, e fazer uso<br />
de álcool e drogas. Enquanto apenas aproximadamente 12% das crianças que<br />
vivem com os dois pais biológicos têm problemas sérios na escola, isso salta<br />
para 22% se a criança vive com uma mãe divorciada, e para 30% se a mãe<br />
nunca casou (p. 83).<br />
IV. Conclusões Científicas<br />
       Sobre as bases da sua exaustiva revisão da pesquisa da ciência social,<br />
Myers afirma o que ele chama de “ideal transcultural: crianças prosperam<br />
melhor quando criadas por dois pais que são permanentemente<br />
comprometidos um com o outro e com o bem-estar dos seus filhos” (p. 87).<br />
E ele aponta que 70% dos divórcios vêm no fim de casamentos com baixo<br />
nível de conflitos, casamentos nos quais o nível de conflito não causa danos<br />
sérios às crianças (p. 89, 90). Alguém poderia adicionar que em tais<br />
casamentos de conflitos pequenos, o divórcio não parece ser de forma alguma<br />
sábio, dado os desgastes humanos, e tais casamentos poderiam prontamente<br />
ser reconciliados se existir o desejo de assim fazê-lo.<br />
        Algum movimento em direção a esse “ideal transcultural” é possível.<br />
Passos práticos e úteis podem ser tomados. “Comprometimento matrimonial,<br />
mostram estudos, é sustentado não somente por atração, mas também por<br />
uma convicção moral da importância do casamento e por temor dos custos<br />
sociais e financeiros de uma quebra de relacionamento” (p. 47). Essa<br />
convicção moral e temor dos custos da quebra matrimonial podem ser<br />
elevados nos jovens por uma nova geração de livros-texto para escolas e<br />
universidades, livros que possam identificar esses fatos científicos mais<br />
claramente que aqueles do passado, enquanto também sendo orientados para<br />
o bem humano. Atitudes e ações podem ser significantemente mudadas por<br />
leis e regulamentos a respeito de casamento e divórcio, e talvez até mesmo por<br />
regras financeiras e de impostos. Aulas bem definidas de preparação para<br />
casamento podem ser extremamente eficazes em dar aos casais a idéia,<br />
motivação, e habilidades práticas necessárias para fazer com que um<br />
casamento realmente dê certo. As ciências sociais nos dizem que casamentos<br />
que duram até o fim da vida (e a rejeição de sexo fora do casamento) é um<br />
fator muito grande na felicidade de indivíduos e para o bem da sociedade<br />
como um todo. A ciência pode também nos dizer que existem algumas coisas<br />
que podemos fazer para chegarmos mais perto desse ideal.<br />
V. Conclusões Filosóficas<br />
       Sobre a base da ciência real, alguém pode afirmar agora a regra moral<br />
judaico-cristã, “não adulterarás”, como era tradicionalmente interpretada: você<br />
não pode acabar um casamento ou noivado com sexo fora do casamento.<br />
Mesmo um ateu pode afirmar que essa regra tem sido cientificamente<br />
mostrada como sendo crucial para o bem-estar humano. A rejeição dessa<br />
regra é agora não somente anti-religiosa, mas também anticientífica.<br />
Historicamente, os cristãos têm afirmado que essa regra foi encravada por<br />
Deus tanto na natureza e relacionamentos humanos, como também<br />
proclamada por Ele na consciência e nos Dez Mandamentos. A ciência pode<br />
não ser capaz de provar que essa regra vem de Deus, mas hoje o salto da<br />
ciência para a fé é bem menor do que pensávamos no passado.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Deus, o sustentador de tudo e todos !.</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 20:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[estudos diversos]]></category>
		<category><![CDATA[graça]]></category>
		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
		<category><![CDATA[manifesto]]></category>
		<category><![CDATA[vida cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[Se cremos que “no princípio criou Deus os céus e a terra”, devemos crer também que esse mesmo Deus mantém todas as coisas criadas por ele. A priori esse conceito é até muito difundido e aceito no meio cristão, mas quando falamos de certas inferências do que isso significa, alguns deles têm um receio e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Se cremos que “no princípio criou Deus os céus e a terra”,<br />
devemos crer também que esse mesmo Deus mantém todas as coisas<br />
criadas por ele. A priori esse conceito é até muito difundido e aceito<br />
no meio cristão, mas quando falamos de certas inferências do que<br />
isso significa, alguns deles têm um receio e até temor sobre o<br />
assunto abordado. Quando surge a questão de quem controla o<br />
diabo, os anjos caídos e a maldade que eles ou o homem pratica, há<br />
uma nebulosidade sem sentido para explicá-la.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-1210"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu particularmente<br />
atribuo esse fato à ignorância de não conhecer Deus através da<br />
Bíblia e como ele é apresentado nas Escrituras; mas deve existir em<br />
nós, seus filhos, um anseio e desejo de conhecê-lo a ponto de quando<br />
nos depararmos com assuntos difíceis e embaraçosos, nos<br />
desvencilharmos dele com facilidade.<br />
O que tenho visto não é assim. Vejo crentes verdadeiros sendo<br />
muitas vezes atormentados e envergonhados por não conseguirem<br />
explicar as catástrofes naturais, a excessiva maldade no mundo, a<br />
ação do diabo na terra e variantes nestes termos. A proposta bíblico-<br />
reformada para esse tema é única: Deus.<br />
Por mais que isso assuste algumas audiências, por mais que<br />
isso fira alguns conceitos filosóficos mundanos infiltrados na mente<br />
dos cristãos, a Bíblia nos apresenta um Deus Criador de todas as<br />
coisas que literalmente as mantém criadas, ou seja, ele<br />
providencialmente faz com que todas as coisas criadas por ele<br />
continuem a existir. Através da sua soberania e sabedoria, ele<br />
decretou na eternidade toda ação e omissão humana e angelical,<br />
toda ação e omissão natural e sobrenatural, visível e invisível.<br />
Dentro do conceito de seu poder de controle, a Bíblia ainda<br />
apresenta que ele é quem controla e rege nossos mais íntimos<br />
pensamentos e intenções. Pelo seu poder ele faz com que esses<br />
decretos sejam concretizados num preciso momento na história,<br />
fazendo com que Sua vontade seja realizada sobre todo ser vivente.<br />
Alguns não discordam disso, mas atribuem o pecado e a<br />
maldade no mundo somente ao homem ou ao diabo. Explicando<br />
sobre o processamento e concretização do pecado, estes dizem que<br />
Deus permite que o homem peque. Dentro dessa permissão divina,<br />
Deus deixaria que o homem agisse livremente, contrariando sua<br />
vontade [que o homem não peque] ao invés de concretizá-la. Vejo<br />
alguns problemas com essa interpretação. Voltando ao início da<br />
discussão, lembremos que somos mantidos por Deus. Nossa vida<br />
está inteiramente nas suas mãos. Como conceber que, no momento<br />
que pecamos, ele deixa de nos sustentar? Se o fazemos sozinhos, há<br />
duas opções: ou ele não é Deus ou somos deus. A partir do momento<br />
que alguma coisa nesse universo não depende de Deus para<br />
sustentar-se, ela deixa de ocupar o lugar de criatura para ostentar o<br />
lugar divino. Como cremos que só Deus é auto-suficiente, auto-<br />
existente e auto-sustentável, logicamente devemos crer que todas<br />
outras coisas são mantidas por ele, até mesmo o mal ou a sua<br />
realização.<br />
Entenda, Deus não é mal, não pratica o mal e odeia o pecado,<br />
mas isso não quer dizer que seu controle escape sobre isso. Ele age<br />
com sua providência em todo ser vivente para realizar seus planos e<br />
propósitos traçados exaustivamente por ele mesmo desde a<br />
eternidade. Não que ele permita, pois, anula-se a idéia de permissão<br />
divina se o controle de Deus é exercido sobre tudo e todos. Ele não<br />
concede espaço para que você aja sem seu aval, sem seu<br />
consentimento e contra sua vontade. Deus é um agente ativo na<br />
manutenção de todo universo, regendo a história como lhe apraz,<br />
para glória do seu próprio nome, mesmo que neste caminho haja<br />
algum percalço (humanamente falando), a sua convergência está em<br />
Deus, desde sua confabulação até sua concretização e conseqüência.<br />
A vida depende do Criador tanto para surgir como para se<br />
manter até ser extirpada. A Bíblia transborda esse conceito,<br />
mostrando que tudo o que acontece é da vontade de Deus e que nada<br />
escapa ao seu controle supremo. Que Deus maravilhoso esse! Que<br />
confiança na sua soberania esse entendimento produz! Se cremos<br />
que Deus é bom, justo, santo, misericordioso, amoroso, fiel,<br />
devemos descansar com tal conhecimento, sabendo que “todas as<br />
coisas cooperam para o bem daqueles que o amam”.</p>
<p>Textos para reflexão: 1Re 22:19-23; Jó 1:6-2:7, 39-40 e 42:2; Dn<br />
4:35; Is 40:12-18; Is 46:10; Is 45:1-7; Sl 135:6; At 17:28; Ef. 1:11; Rm<br />
9:11-18 e 11:36; Fl 2:13.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Apelo: Casa do Pedro</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 22:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
				<category><![CDATA[graça]]></category>
		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
		<category><![CDATA[oração]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[vida cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[Amigos. Estamos fazendo campanha para doação de medula óssea. Pedro tem 1 ano e 3 meses e precisa de um doador. Mas não é só ele que aguarda essa bênção. Milhares de crianças e adultos esperam um atitude sua para conseguir a cura de doenças hematologicas. Ajude a quem precisa. Seja um dador de medula. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos.<br />
Estamos fazendo campanha para <strong>doação de medula óssea</strong>.<br />
<strong>Pedro tem 1 ano e 3 meses e precisa de um doador</strong>. Mas não é só ele que aguarda essa bênção. Milhares de crianças e adultos esperam um atitude sua para conseguir a cura de doenças hematologicas.<br />
Ajude a quem precisa. <strong>Seja um dador de medula</strong>.<br />
Como fazer? Se<strong> cadastre no hemocentro de sua cidade</strong>, não custa nada. <strong>Será colhido apenas 5 ml de sangue para realização do cadastro</strong>, você então será incluido no REDOME , e assim que <strong>alguém geneticamente compatível com você precisar, eles entrarão em contato</strong> para realizar a coleta da medula e assim fazer o transplante.<br />
Viu como <strong>é fácil e rápido.</strong></p>
<p>Neste sábado, dia 10/09/2011, os amigos do Pedro irão ao INCA se cadastrar no banco de dados, quem sabe não encontramos o doador.<br />
Então se você é amigo do Pedro vá até lá.<br />
O INCA fica Praça Cruz Vermelha, 23, 7º andar &#8211; Centro<br />
20230-130 &#8211; Rio de Janeiro &#8211; RJ<br />
Não se esqueça de lavar um documento com foto !<br />
A gente se encontra lá ! Um abraço a todos e o Pedro conta com você !</p>
<p><a href="http://casadopedro.blogspot.com">http://casadopedro.blogspot.com/</a></p>
<p>Não deixe de divulgar e principalmente, seja um doador!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dez coisas que aprendi sobre Deus com os pastores da TV.</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 06:25:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
		<category><![CDATA[manifesto]]></category>

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		<description><![CDATA[Quero compartilhar dez coisas que aprendi ao longo dos anos sobre Deus com os pastores televisivos. Vamos lá: 1. Deus é bipolar Pra não dizer esquizofrênico, digo que aprendi que Deus é bipolar. Afinal, cada um dos quinze tele-evangelistas (os que consegui me lembrar enquanto escrevo) diz que Deus é, pensa e age de um jeito [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quero compartilhar dez coisas que aprendi ao longo dos anos sobre Deus com os pastores televisivos. Vamos lá:</p>
<p><strong>1. Deus é bipolar</strong></p>
<p>Pra não dizer esquizofrênico, digo que aprendi que Deus é bipolar. Afinal, cada um dos quinze tele-evangelistas (os que consegui me lembrar enquanto escrevo) diz que Deus é, pensa e age de um jeito diferente. Uma hora Deus é amoroso e perdoador, na mesma hora, mas em canal diferente, Deus é irado e pronto a nos destruir com requintes de crueldade. Um diz que ele só quer o coração, outro diz que “é tudo ou nada”, ou melhor, com Deus “ou dá ou desce”. Como sei que nenhum deles mente ou fala do que não conhece, a conclusão óbvia é que todos estão certos e, portanto, Deus é, digamos, bipolar. Isso sem contar no discurso dúbio de “graça e alegria” pro pecador e “choro e ranger de dentes” pro já converso.</p>
<p><strong>2. <a title="Jesus" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jesus">Jesus</a> é masoquista:&#8230;.</strong></p>
<p>Juro que já ouvi “Jesus exultou de alegria naquela cruz” e “Jesus ansiava pela crucificação”. Até entendo o que <a title="Max Lucado" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Max_Lucado">Max Lucado</a> diz quando fala que “Ele escolheu os cravos”, mas a quantidade de descrições adjetivadas e minuciosas sobre os sofrimentos de Jesus me dão a certeza de que os pastores acreditam que Jesus gostava de sofrer.</p>
<p><strong>3. Deus já foi de direita, hoje é de esquerda</strong></p>
<p>Na verdade, o que tenho visto ao longo dos anos é que Deus é governista, sempre, de forma irrevogável (oi, Mercadante). Os pastores dizem que devemos orar pelas autoridades (o que é bíblico), mas o que mostram é que Deus gosta mesmo é de um poderzinho temporal. Poucas vezes vi um pastor televisivo reclamando do desmanzelo e ineficiência dos governos. Antes, mostram sempre seus melhores ângulos quando suas igrejas são visitadas pelos políticos. Será que rola um cabide de empregos celestial? Acho que sim, pois em toda denominação televisionada, Deus tem seus candidatos escolhidos e maldições prontas pros rebeldes que ousarem desafiar a lei do “irmão vota em irmão”.</p>
<p><strong>4. Deus não inventou as borboletas</strong></p>
<p>Coitadas, criaturas infernais, crias de Belzebu. Sim, numa dessas matinês vi um pastor explicando como a <a title="Nova Era" href="http://maps.google.com/maps?ll=-19.75,-43.0377777778&amp;spn=1.0,1.0&amp;q=-19.75,-43.0377777778%20(Nova%20Era)&amp;t=h">Nova Era</a> estava usando a Disney para nos encher de mensagens subliminares (que de tão óbvias penso serem sublinhadas) e nos enfeitiçar. Prova de que os desenhos animados trazem a mensagem do capiroto? Sempre há uma borboleta voando quando o personagem corre perigo. Tadinho do Bambi, que além de órfão virou um ser possesso por uma pomba-gira. E o Corujito? Então, não se esqueçam: borboletas são bichinhos do mal.</p>
<p><strong>5. Deus gosta de uma muvuca</strong></p>
<p>Deus é um cara popular, digo mais, popularesco. O Céu deve parecer o Programa do Ratinho nos velhos <a title="Tempo" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tempo">tempos</a>. A julgar pelos cultos transmitidos, em especial os de extors…, digo, exorcismo, Deus não gosta daquela coisa certinha, ordeira e calma. O pau quebra e o barraco treme quando Deus está presente, foi o que aprendi com a pastorada da TV. Desde os tempos de Davi Miranda que sabemos que o barulho é porque Deus está operando (e sem anestesia).</p>
<p><strong>6. Deus é surdo</strong></p>
<p><a title="Seria" href="http://maps.google.com/maps?ll=4.6,114.333333333&amp;spn=0.1,0.1&amp;q=4.6,114.333333333%20(Seria)&amp;t=h">Seria</a> essa uma redundância com o item acima? Acho que não. Mas deixe-me corrigir: Deus é deficiente auditivo (em tempos de politicamente correto, sabe como é, né?). Ocorre que aprendi ao longo de quase duas décadas que é preciso falar alto, repetir mais alto e, por último gritar com Deus para que ele ouça nossos pedidos. Sempre que ouvir a deixa “com mais fé, irmão” é porque naquele dia a coisa tá difícil de chegar aos ouvidos divinos. Encha os pulmões e tente a sorte.</p>
<p><strong>7. Deus é chantagista</strong></p>
<p>Triste constatação. Mas não tem jeito. Aprendi muito bem explicadinho que Deus dá piti, toma presentes, fica de mal, emburra e, às vezes, até promete ir embora e levar a família com ele, nos deixando na sarjeta da solidão, na rua da amargura, na porta do inferno abraçados com o capeta. Tudo isso se não cumprirmos cada um dos caprichos divinos que os pastores gente fina fizeram o favor de catalogar e nos repassar pra não ficarmos mal na fita com o Poderoso. Coisa parecida com as avós que dizem horrores se não formos todo domingo almoçar na casa delas.</p>
<p><strong>8. Deus tem problemas em manter sua santidade</strong></p>
<p>Das coisas que aprendi com a pastorada da TV, talvez essa seja a que mais me confundiu de início. Segundo vi e ouvi em anos de programação evangélica, Deus é santo, muito santo, santíssimo. Ok, é bíblico. Até Jesus confirmou isso. Mas essa santidade toda dá um trabalhão. É uma mania de limpeza sem fim. É coisa de limpar as vestes toda semana, a preocupação dos pastores em lavar os pés do povo da igreja em água com colônia de rosas, em vestir um manto sagrado, em se enxugar numa toalhinha abençoada, até em por uma touquinha na cabeça já falam. É como se santidade fosse saúde, mas pra se manter saudável, Deus não permitisse que chegássemos perto antes de tirar todos os germes da roupa, da pele e dos sapatos.<strong> </strong></p>
<p><strong>9. Deus gosta mais dos caçulas</strong></p>
<p>Diz Jesus que Deus é pai, mas os pastores me ensinaram a verdade: Deus é avô. E tem predileção pelos caçulas, pelos novinhos (sem menção à pedofilia aqui, faça o favor). Ocorre que Deus vai perdendo a graça com os assuntos mais antigos, dos pastores e cristãos mais velhos. Deus gosta é de novidades, dos assuntos do momento. Pra que hinos e canções, se a onda agora é louvorzão e baladas gospel? “Deus é jovem” ouvi uma bispa dizer antes de ser presa com dólares na ca…pa da Bíblia. “Deus é dez”, “Deus é da hora”, “Deus é irado” (se bem que faz sentido se lembrarmos que Deus é bipolar) são coisas que aprendi vendo os programas televisivos mais animadinhos. Sem contar que Deus agora tá numa onda de grupinhos que precisa ver. No meu tempo, era panelinha, mas tudo bem.</p>
<p><strong>10. Deus gosta mesmo é da minha grana</strong></p>
<p>Por fim, algo que me decepcionou em Deus, mas que agradeço aos pastores da TV pela sinceridade com que tratam o assunto: Deus é interesseiro. Lendo sobre Jesus no Novo Testamento, cheguei a ter uma primeira impressão legal de Deus sobre esse aspecto. Mas logo os pastores me contaram a verdade. Se eu quiser alguma coisa com Deus, o jeito mais fácil é molhar a mão do ser divino. Tenho minhas dúvidas agora com o lance de “dono do ouro e da prata”, mas vá saber. Sei que pastor não mente, portanto a coisa a se fazer para conseguir algo de Deus é pagar. Há pastores mais modestos que operam nos 10% regulamentares, mas há alguns que por um pouco (ou muito) a mais conseguem agilizar a bênção. Há taxas específicas, como os R$ 900,00 para a casa própria ou os 30% pra Deus abrir as portas. Mas algumas regalias e favores divinos só funcionam na base do tudo ou nada. Esteja (com o talão de cheques) preparado.</p>
<p>Não sei bem o que fazer com tudo isso que aprendi sobre Deus com os pastores da TV. Alguma dica?</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A identidade do Mano Zé na multiplicidade da vida</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jul 2011 00:51:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mauro Pellegrini]]></category>

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		<description><![CDATA[José &#8220;O QUE ACRESCENTA&#8221; é o nome de um importante personagem bíblico: José do Egito (entre outros com o mesmo nome na escritura), e um nome bastante comum no Brasil. O nome é para o ser a sua mais forte evidência. E o tal José na multiplicidade da vida: Era o favorito de seu pai [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>José &#8220;O QUE ACRESCENTA&#8221; é o nome de um importante personagem bíblico: José do Egito (entre outros com o mesmo nome na escritura), e um nome bastante comum no Brasil.<br />
O nome é para o ser a sua mais forte evidência.</p>
<p>E o <span style="text-decoration: underline;">tal José</span> <strong>na multiplicidade da vida</strong>:</p>
<p>Era o favorito de seu pai <strong>GN 37.3a</strong><br />
<strong><br />
</strong>Recebendo inclusive uma túnica como presente dele <strong>GN 37.3b</strong><br />
<strong><br />
</strong>Tendo sonhado que teria proeminência entre os seus <strong>GN 37: 5 -10</strong><br />
<strong><br />
</strong>Foi rejeitado pelos seus irmãos <strong>GN 37.11</strong><br />
<strong><br />
</strong>Foi jogado numa cova<strong> GN 37.24</strong><br />
<strong><br />
</strong>Enviado para o Egito <strong>GN 39.1</strong><br />
<strong><br />
</strong>Foi seduzido por uma mulher que ele não poderia possuir<strong> GN 39: 7 -19</strong><br />
<strong><br />
</strong>Lançado no cárcere <strong>GN 39.20</strong><br />
<strong><br />
</strong>Interpretou um sonho e foi feito governador <strong>GN 41: 39-41</strong><br />
<strong><br />
Será que ele deixou de ser José?</p>
<p></strong>Em<strong> GN 41.44 </strong>&#8220;E disse Faraó a José: Eu sou Faraó; porém sem a tua ordem ninguém levantará a mão ou o pé em toda a terra do Egito&#8221;.</p>
<p><strong>Será que ele perdeu a sua identidade?</p>
<p></strong>Ele recebe o nome egípcio de Zafenate Panéia <strong>GN 41.45a<br />
</strong>Ele agora tem Azenate, uma mulher egípcia, filha de um sacerdote <strong>GN 41.45b<br />
</strong>E ainda ganhou dela dois filhos no Egito <strong>GN 41.50</strong><br />
<strong><br />
Com tudo isso acontecendo, será que ele viveu uma crise de identidade?<br />
Será que ele se esqueceu da casa de seu pai?<br />
Será que ele se esqueceu que era bisneto de Abraão?<br />
Será que o seu nome era mesmo Zafenate Panéia?</p>
<p></strong>Até que em <strong>GN 45.3a</strong>, quando do reencontro com os seus irmãos ele declara:<strong> &#8220;Eu sou José&#8221;</strong><br />
<strong><br />
</strong>Marcado como tal, como José!</p>
<p>Identifica-se como José, pois nunca se esquece da casa de seu pai.<br />
Mesmo em toda multiplicidade de experiências, em meio ao caldo da vida, peregrinando por uma terra estranha, mesmo sendo chamado por outro nome, mesmo assim, até a sua morte em terra egípcia (<strong>GN 50.26</strong>) não deixou de ser José.</p>
<p>E o Senhor não deixou de ser com José:</p>
<p><strong>GN 39.2 </strong>&#8220;E o SENHOR estava com José&#8221;<br />
<strong>GN 39.5 </strong>&#8220;O SENHOR abençoou a casa do egípcio por amor de José&#8221;<br />
<strong>GN 39.21 </strong>&#8220;O SENHOR, porém, estava com José&#8221;<br />
<strong>GN 39.23 </strong>&#8220;O SENHOR estava com ele, e tudo o que fazia o SENHOR prosperava&#8221;<br />
<strong><br />
</strong>Ele é conhecido como José do Egito, mas ele não era do Egito, ele era José (o mesmo de sempre) no Egito.Sem perder de vista a sua identidade como José &#8211; o filho da casa de seu pai, a sua conversão foi para multiplicidade do mundo.</p>
<p>É isso aí, Zé,<br />
Amém, mano!</p>
<p><span id="more-1193"></span><br />
<strong>PELLEGRINI &#8211; Pellegrino / Peregrinus<br />
&#8220;Sou peregrino na terra&#8221; Salmo 119.19a</strong></p>
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		<title>Uma Igreja brasileira?</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 15:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mauro Pellegrini]]></category>

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		<description><![CDATA[Não existe uma igreja autenticamente brasileira, existem diversas “igrejas”, numa diversidade enorme de visões personalistas, cada uma delas pretendendo “Atender” (com boa ou má intenção) as demandas e carências do brasileiro. Daí, o que existe de fato é: Cristandade (a massa religiosa cristã em propagação) Denominacionalismo (com vários estilos) Institucionalismo (num padrão regulador) Tradicionalismo (porque [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Não existe uma igreja autenticamente brasileira</strong>, existem diversas “igrejas”, numa diversidade enorme de visões personalistas, cada uma delas pretendendo “Atender” (com boa ou má intenção) as demandas e carências do brasileiro.</p>
<p>Daí, o que existe de fato é:</p>
<p>Cristandade (a massa religiosa cristã em propagação)</p>
<p>Denominacionalismo (com vários estilos)</p>
<p>Institucionalismo (num padrão regulador)</p>
<p>Tradicionalismo (porque sempre foi assim e para eles sempre será)</p>
<p>Dogmatismo (impondo um dogma)</p>
<p>Ritualismo (impondo um modelo de culto)</p>
<p>Moralismo (impondo um comportamento)</p>
<p>Sectarismo (pedindo exclusividade)</p>
<p>Proselitismo (só para o nosso povinho)</p>
<p>E pode deixar que no futuro a gente inventa outros nomes&#8230;</p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"> </span></p>
<p><span id="more-1190"></span></p>
<p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;">PELLEGRINI &#8211; Pellegrino / Peregrinus</span></p>
<p>“Sou peregrino na terra” Salmo 119.19a</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O Eterno</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 01:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mauro Pellegrini]]></category>

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		<description><![CDATA[Existe uma questão chave quanto a nossa dificuldade humana com relação à espiritualidade, que é a seguinte: O homem é possuidor de um espírito essencialmente eterno, mas está parcialmente impedido de reconhecer uma dimensão maior de eternidade, por conviver numa época sem estabilidade, onde tudo é instantâneo, descartável, provisório e sem permanentes. Refiro-me a cultura [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma questão chave quanto a nossa dificuldade humana com relação à espiritualidade, que é a seguinte:</p>
<div>
<div>
<p>O homem é possuidor de um espírito essencialmente eterno, mas está parcialmente impedido de reconhecer uma dimensão maior de eternidade, por conviver numa época sem estabilidade, onde tudo é instantâneo, descartável, provisório e sem permanentes. Refiro-me a cultura imediatista que está ao nosso alcance, aquela que se vale da casa pré-fabricada, da comida congelada, do bolo pré-cosido, do café solúvel e do leite em pó. É assim, que no tempo transitório, a vida vai pouco a pouco sendo engolida pela vaidade passageira, e a gente acaba esquecendo de acessar as verdades eternas.</p>
<p>Para piorar, muito embora, O Eterno seja amplamente demonstrado nas escrituras, os ignorantes da eternidade converteram o Evangelho Eterno num pacote qualquer, sintético e superficial. Um pacotinho, construído na temporalidade, que não leva em conta a eternidade, distraindo as pessoas com tudo aquilo que é provisório, e que por falta de significado consistente acaba gerando nelas um descontentamento constante.</p>
<p>Então vou aproveitar o espaço aqui, e registrar o expediente eterno do Senhor Deus Eterno:</p>
<p>Justiça Eterna<strong> &#8211; Salmo 119.142a</strong>: “A tua justiça, é uma <span style="text-decoration: underline;">justiça eterna</span>”.</p>
<p>Alegria Eterna - <strong>Isaias 35.10</strong>: “E os resgatados do SENHOR voltarão; e virão a Sião com júbilo, e <span style="text-decoration: underline;">alegria eterna</span> haverá sobre as suas cabeças; gozo e alegria alcançarão, e deles fugirá a tristeza e o gemido”.</p>
<p>Salvação Eterna - <strong>Isaias 45.17</strong>: “Porém Israel é salvo pelo SENHOR, com <span style="text-decoration: underline;">salvação eterna</span>; por isso não sereis envergonhados nem confundidos em toda a eternidade”.</p>
<p>Misericórdia Eterna -<strong> Isaias 54.8b</strong>: “Com <span style="text-decoration: underline;">misericórdia eterna</span> me compadecerei de ti, diz o SENHOR, o teu Redentor”.</p>
<p>Amor Eterno<strong> Jeremias 31.3</strong>:<strong> </strong>“Há muito que o SENHOR me apareceu, dizendo: Porquanto com <span style="text-decoration: underline;">amor eterno</span> te amei, por isso com benignidade te atraí”.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Vida Eterna -<strong> João 10.28</strong>: “E dou-lhes a <span style="text-decoration: underline;">vida eterna</span>, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão”.</p>
<p>Por fim, <strong>Eclesiastes 3.14a</strong>: “Eu sei que <span style="text-decoration: underline;">tudo quanto Deus faz durará eternamente</span>”.</p>
<p><strong>Quem poderá roubar de você aquilo que é Eterno?</strong></p>
<p><span id="more-1188"></span></p>
<p><strong> </strong>PELLEGRINI &#8211; Pellegrino / Peregrinus</p>
<p>“Sou peregrino na terra” Salmo 119.19a</p>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O Evangelho: Como é pensado?</title>
		<link>http://www.caminhocristao.com/2011/07/o-evangelho-como-e-pensado/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 12:46:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mauro Pellegrini]]></category>

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		<description><![CDATA[É certo que todas as nossas ações dependem da categoria de pensamento que empregamos. Isso porque antes de qualquer ato, nasce uma finalidade, que tem diretamente como origem uma elaboração mental. Assim chamo a atenção para qual lógica de raciocínio temos usado numa ação pelo Evangelho &#8211; descriminando duas formas de pensamento lógico: 1ª) A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">É  certo que todas as nossas ações dependem da categoria de pensamento que  empregamos. Isso porque antes de qualquer ato, nasce uma finalidade,  que tem diretamente como origem uma elaboração mental.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> Assim  chamo a atenção para qual lógica de raciocínio temos usado numa ação  pelo Evangelho &#8211; descriminando duas formas de pensamento lógico:</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> <strong><span style="text-decoration: underline;">1ª) A lógica de modelo</span></strong> – É considerada como universal (a versão única), porém a sua raiz vem  da cultura ocidental/grega. Ela é caracterizada por uma fórmula bem  definida, que se projeta como um objetivo concreto na realidade, e por  fim impõe uma ação. Sendo que na sua execução, como se considera um  modelo definitivamente concluído tende a resistir com perseverança a  tudo e a todos, como sendo o que existe de mais certo, e daí, emprega o  máximo de esforço para convencimento alheio. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><span style="text-decoration: underline;">2ª) A lógica de desenvolvimento</span></strong> – É uma forma de pensar oriental, que tem como raiz a cultura chinesa.  Ela está baseada na transformação dinâmica da realidade, e nos ajustes  às variáveis da vida, portanto, não estipula um objetivo cego, nem tão  pouco, prende-se a regras, busca soluções definitivas ou estabelece  metas. Antes disso, o pensar em desenvolvimento vai se desdobrando numa  vivência que corre durante o processo, prestando atenção ao cenário como  um todo, assim como as suas múltiplas possibilidades, além de  estabelecer de forma empática uma composição com o semelhante sem tentar  o convencimento do mesmo. Enfim, é uma forma ampla de encarar e  redimensionar o mundo, priorizando a capacidade humana de tirar o máximo  de proveito dele. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> Logo penso  que mesmo sendo a “lógica de modelo”, a forma de pensamento mais usual,  não deve ser encarada como a única possibilidade, até porque penso eu,  que o hoje numa sociedade globalizada, por conta de tanta informação, as  possibilidades de modelo são inúmeras. De modo, que um “modelo  fundamental” como esteio mínimo é bastante salutar, porém alerto para o  fato, de que se nos fecharmos num único “modelo absoluto”, teremos com  certeza o empobrecimento da nossa realidade e dos nossos  relacionamentos. </span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> Completando  a minha crítica, e aqui contextualizando com relação ao Evangelho, vou  exemplificar algumas situações que entendo existir uma tendência em  relação à “lógica de modelo” em detrimento a “lógica de  desenvolvimento”:</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong>- <span style="text-decoration: underline;">O entendimento espiritual</span></strong>:  É algo imutável para muita gente, muito embora, o Evangelho seja mesmo &#8211;  aquilo que é definitivo, o nosso grau de consciência e aproximação com o  Santíssimo é progressivo.</span></span><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong>- <span style="text-decoration: underline;">A definição de teologia</span></strong>:  Geralmente é definida de forma fundamental, como um suposto estudo  fechado e científico sobre Deus. Porém existe uma outra abordagem  teológica, um jeito de fazer teologia mais ligada a nossa fé (como  gente) em relação a Deus, numa constante reflexão de como ela se  desenvolve. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> Nas palavras de Paulo em<strong> Filipenses 3:13-14</strong>: “Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e  que,  esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão  diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de  Deus em Cristo Jesus.”</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> <strong>- <span style="text-decoration: underline;">O campo missionário</span></strong>:  É um fato que historicamente não foi atingido pela proclamação do  Evangelho (em muitos seguimentos, continua não sendo), e sim pela  cristianização – numa imposição de força e poder para consolidar a marca  religiosa “cristianismo”. O que faz a gente lembrar de <strong>Zacarias 4.6b</strong>: ”Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos”. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> <strong>- <span style="text-decoration: underline;">O envolvimento de missionários</span></strong>:  Como um trabalho destinado apenas para alguém que faz parte de um clero  fechado, para alguém que foi fabricado dentro do sistema religioso.  Quando na verdade, dentro de uma comunidade, muitas vezes um “leigo”,  está muito mais aberto a desenvolver uma ação pelo Evangelho, portanto é  bom que estejamos prontos a abandonar da fixidez dos cargos, dando uma  chance de posição de trabalho a ele, por <strong>1ª Pedro 2.8</strong>: “Mas vós  sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo  adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das  trevas para a sua maravilhosa luz”,</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong>- <span style="text-decoration: underline;">A disciplina na igreja</span></strong>:  Nasce daquele vício da igreja pelos “chamados morais”- “é necessário  fazer tal coisa, tem que, deveria etc”. Até que a igreja estabelece uma  vigilância bem estribada numa listinha de punições e suspensões  eclesiásticas para cada tipo de suposta infração pecaminosa do membro.  Numa ignorância total de <strong>Jeremias 31.34a</strong>: “E não ensinará mais  cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei ao  SENHOR; porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles,  diz o SENHOR.” Porque ou o crente, de fato o é, ou ele nasceu de novo,  ou não. Sendo a verdadeira disciplina aquela do auto-exame que pelo  Espírito cada um espontaneamente se submete. E para algo mais extremo e  público em termos de disciplina, fica apenas reservado a fim de conter  alguém muito rebelde que esteja provocando uma rebelião contumaz no  Corpo, nada mais do que isso. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> <strong>- <span style="text-decoration: underline;">O modelo da mensagem</span></strong>:  É cada vez mais padronizada, como linha de produção, via meio de  comunicação em massa e tudo mais. Sendo que tudo depende de como cada  pessoa é, se sente ou se encontra. Hoje a ordem é passar um sermão no  povo: “para que Deus possa fazer”, o que na verdade condiciona e faz  duvidar muito do poder de Deus. Logo eu entendo que a mensagem precisa  seguir na linha de <strong>Filipenses 2.13</strong>: “Porque Deus é quem opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade” ou de <strong>1ª Pedro 5.10b</strong>:<strong> </strong>“Ele  mesmo vos aperfeiçoar, confirmar, fortificar e fortalecer”. Tranqüilo  assim, sem deixar de ser continuamente proclamada e AMÉM. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> Fica aqui para gente refletir e ir ainda além.</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span id="more-1185"></span><br />
</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong> </strong>PELLEGRINI &#8211; Pellegrino / Peregrinus</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> “Sou peregrino na terra” Salmo 119.19a</span></span></p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Reino, Poder e Glória</title>
		<link>http://www.caminhocristao.com/2011/07/reino-poder-e-gloria/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 00:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mauro Pellegrini]]></category>

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		<description><![CDATA[Reino, Poder e Glória, são três elementos exclusivos de Deus. Que o Altíssimo não confere de forma absoluta a nenhum homem, nem tão pouco, o próprio homem deve chamar para si. &#160; Reino – É o Governo de Deus, e a sua melhor vontade; boa, perfeita e agradável. O que está diretamente ligado ao nosso [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Reino, Poder e Glória, <span style="text-decoration: underline;">são três elementos exclusivos de Deus</span>. Que o Altíssimo não confere de forma absoluta a nenhum homem, nem tão pouco, o próprio homem deve chamar para si.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> <span style="text-decoration: underline;">Reino</span></strong> – É o Governo de Deus, e a sua  melhor vontade; boa, perfeita e agradável. O que está diretamente ligado  ao nosso bem-estar, dependendo do nosso reconhecimento e sintonia com  Criador e Mantenedor Divino. O que normalmente não acontece, já que o  homem é um ser invariavelmente perdido em seus processos, sistemas e  formatações, um ser que tenta planejar e prever, mas que se confunde  cada vez mais. O livro do <strong>Gênesis 10.10a</strong>, diz que logo no  principio, o reino do homem foi Babel – uma confusão. E sempre que o  homem tenta reinar, o resultado que se tem, é o terrorismo e a guerra.  Isso porque o homem governa com seu próprio interesse e acaba por formar  o seu grupo ou partido, que por sinal não importa qual seja; de centro,  de esquerda ou de direita, o homem sempre estará lá. Há quem ainda  pense que o homem é boa coisa, mas no A.T em <strong>Isaias 64.6a</strong>, ele é descrito como “imundo, e toda a sua justiça como trapo da imundícia” e no N.T em <strong>Romanos 3:10-18</strong>,<strong> </strong>“Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus.</p>
<p>Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem  faça o bem, não há nem um só. A sua garganta um sepulcro aberto; Com as  suas línguas tratam enganosamente; Peçonha de áspides está debaixo de  seus lábios; Cuja boca está cheia de maldição e amargura. Os seus pés  são ligeiros para derramar sangue. Em seus caminhos há destruição e  miséria; E não conheceram o caminho da paz. Não há temor de Deus diante  de seus olhos.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que pode sair de um governo assim?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em <strong>Provérbios 8:14-16</strong>,<strong> </strong>entendemos por uma Divina Declaração: “Meu  é o conselho e a verdadeira sabedoria; eu sou o entendimento; minha é a fortaleza.</p>
<p>Por mim reinam os reis e os príncipes decretam justiça. Por mim governam príncipes e nobres; sim, todos os juízes da terra.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E ainda em <strong>Provérbios</strong> <strong>28.12</strong>,<strong> </strong>ficamos  sabendo que: “Quando os justos triunfam, há grande alegria; mas quando  os ímpios sobem, os homens se escondem.”, ou seja, quando os justos  estão governando, o fazem, governados pelo Senhor Deus, assim tudo dá  muito certo, mas quando são os ímpios querendo fazer, a coisa fica bem  danada.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Romanos 5.17b</strong>, promete: “Muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Poder</span></strong> – É só Deus quem realmente o detém  de forma absoluta. Já o homem apenas pensa ter algum poder nas mãos, e  quanto mais pensa assim, mais se impõe por querer dominar, por fim,  corrompe e é corrompido como ser. Conforme decreta <strong>Eclesiastes 8.9b</strong>: “Um homem tem domínio sobre outro homem, para sua desgraça.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É uma questão da gente se colocar no nosso lugar e considerar <strong>Mateus 28.18</strong>:</p>
<p>“E chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É me dado todo o poder no céu e na terra.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Só que<strong> Filipenses 2:5-10</strong>,<strong> </strong>dá um bom conselho para gente:<strong> “</strong>De  sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo  Jesus, que, sendo em forma de Deus, no teve por usurpação ser igual a  Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se  semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si  mesmo, sendo obediente até morte, e morte de cruz. Por isso, também Deus  o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que sobre todo o nome; Para  que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na  terra, e debaixo da terra.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E em<strong> Atos 8.20b</strong>, nós<strong> </strong>ainda somos<strong> </strong>lembrados  de que o poder não é algo podemos comprar: “O teu dinheiro seja contigo  para perdição, pois você acha que o dom de Deus se alcançado com  dinheiro.”</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong>Em<strong> Efésios 3.20</strong>, temos a certeza que o poder vem por meio Dele, vem do Senhor:</p>
<p>“Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais  abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que  em nós opera.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> <span style="text-decoration: underline;">Glória</span> </strong>– É o reconhecimento que por fim  prestamos tão somente ao Altíssimo. Outra coisa que o homem não pode  ter, mas apesar disso, ele é extremante carente de reconhecimento e está  sempre querendo chamar a atenção para sua importância humana.</p>
<p>Penso que o principal problema em relação  ao avanço da fé, aquilo que nos impede de crer é justamente o nosso  envolvimento com uma glória que não é nossa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tanto é, que <strong>João 5.44</strong>, chega a nos questionar:</p>
<p>“Como podeis vós crer, recebendo honra uns dos outros, e não buscando a honra que vem só de Deus?”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É aquela mesma glória que Lúcifer quis ter para ele&#8230;  E os maiores problemas que enfrentamos atualmente nas igrejas com os  neo-apóstolos &amp; cia, estão sempre ligados a glória que ninguém quer  perder&#8230; Tenho certeza que bastaria o entendimento real da verdade  bíblica a respeito da glória, e muitos dos problemas eclesiásticos  seriam evitados&#8230; Mas como tem um monte de gente mimada com necessidade  de ser aplaudida no pódio da importância&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> João 12.43</strong>, arremata:</p>
<p>“Porque amavam mais a glória dos homens do que a Glória de Deus.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Então, o Apóstolo Paulo se levanta e diz: Eu tenho uma glória!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Onde você arrumou glória, Paulo?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso  Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu  para o mundo.” <strong>Gálatas 6.14</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Paradoxalmente, <span style="text-decoration: underline;">a verdadeira Glória está na cruz</span>, lá onde Ele, o Cristo foi vituperado, desprestigiado, envergonhado, ridicularizado, cuspido, crucificando e morto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A paixão de Cristo é o nada no conceito dos homens, mas  foi na cruz, que Pai o exaltou soberanamente e o elevou a posição de  Rei dos Reis e Senhor dos Senhores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enfim, fica aí, para gente, a mensagem mais louca e  absurda do Evangelho, que é passar pela cruz, para deixar por lá, aquela  grandeza que gente pensa ter, aquele nosso talento, aquela nossa  importância, para deixar o nosso orgulho próprio e a nossa pior inveja.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para então homologar<strong> Mateus 6.13b</strong>:</p>
<p><strong> “Teu o Reino, o Poder, e a Glória, para sempre. Amém.” </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span id="more-1182"></span></p>
<p>PELLEGRINI – Pellegrino / Peregrinus<br />
“Sou peregrino na terra&#8221; Salmo 119.19a</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pérola de Sabedoria</title>
		<link>http://www.caminhocristao.com/2011/06/perola-de-sabedoria-50/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Jun 2011 10:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mauro Pellegrini]]></category>
		<category><![CDATA[pérolas de sabedoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando o assunto é espiritualidade não se deixe levar pelo óbvio. Desconfie de tudo aquilo que é pautado em argumentos absolutamente concretos e racionais, mas que ainda assim se declara como sendo espiritual. Espiritualidade é um outro lance; tão íntimo, sobrenatural e misterioso, que fica até difícil de explicar o que é. PELLEGRINI &#8211; Pellegrino [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o assunto é espiritualidade não se deixe levar pelo óbvio. Desconfie de tudo aquilo que é pautado em argumentos absolutamente concretos e racionais, mas que ainda assim se declara como sendo espiritual. Espiritualidade é um outro lance; tão íntimo, sobrenatural e misterioso, que fica até difícil de explicar o que é.  </p>
<p>PELLEGRINI &#8211; Pellegrino / Peregrinus</p>
<p>“Sou peregrino na terra Salmo” 119.19a</p>
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		<title>Sistema religioso: ritual por ritual, limitação por limitação</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jun 2011 17:19:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mauro Pellegrini]]></category>

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		<description><![CDATA[O ritual religioso é um dos elementos mais recorrentes nos dias de hoje, em seu sentido clássico; como sistema, método e pacto, formando um conjunto de gestos, palavras e formalidades, imbuído de um valor simbólico, cuja execução é prescrita por uma religião. Tal ritual religioso é executado por uma comunidade de pessoas religiosas em locais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O ritual religioso é um dos elementos mais recorrentes nos dias de hoje, em seu sentido clássico; como sistema, método e pacto, formando um conjunto de gestos, palavras e formalidades, imbuído de um valor simbólico, cuja execução é prescrita por uma religião. Tal ritual religioso é executado por uma comunidade de pessoas religiosas em locais específicos, em intervalos regulares (como reuniões de culto) ou em situações específicas (como batismos, casamentos e funerais).</p>
<p>Penso que o real propósito de se realizar o ritual religioso é promover a tentativa humana de criar uma ocasião &#8211; um mito reparador. Entendo que o apego ao ritual religioso serve apenas como um calmante, entendo ainda que o ritual religioso não passa de uma psicoterapia breve. O ritual religioso é comum e limitado em si, não oferece harmonia possível, ele apenas funciona como uma maquiagem sem encontrar de fato uma justa posição Santíssima. Para mim o ritual religioso é um sagrado qualquer com disfarce de santo numa função de ruptura com o plano real (interpretado como profano). No velho condicionamento primitivo que nos leva a escolher o ritual como um recurso de feitiço – um portal mágico, que supostamente irá causar algum efeito entre o aqui e o além. O ritual religioso é simplesmente um elemento de magia (que no fundo não passa de elemento cultural) para tentar tirar do lugar o ser humano de onde ele está e sempre estará, não importando todo o esforço que possa ser feito por ele.</p>
<p>O que de fato percebemos no ritual religioso é puramente o vicio e o desejo em manter sempre o mesmo estado de concordância; numa obtenção da aceitação humana, num fortalecimento dos laços sociais, assim como numa satisfação das necessidades emocionais, estabelecendo por fim, papéis, obrigações e afiliações. Daí, toda a rede de interesses que se forma em torno de uma suposta verdade projetada e apresentada como tal no ritual, o que proporciona no fim das contas uma via de entorpecimento real da consciência, assim como uma conseqüente necessidade de reagir mais cedo ou mais tarde ou de ficar perpetuamente estagnado na prática meramente religiosa, isso é claro, dependendo da forma como tal pessoa lida com as regras delineadas por sua própria experiência e perspectiva.</p>
<p>E tem mais, hoje muito se aponta a instituição como ofensiva ao Evangelho, mas será mesmo honesto criticar a instituição enquanto somos viciados nas mesmas coisas e estamos pendurados no mesmo ritual religioso?</p>
<p>Posso afirmar que quanto mais ritual religioso, mais cultura religiosa e por fim, mais necessidade de institucionalização reguladora. Quem continuar curtindo sempre da mesma forma pequena o ritual religioso, mesmo que seja ele até nos mais leves formatos, não poderá nunca reclamar da institucionalização. Sinceramente, entendo que enquanto existir o mesmo cerimonial existirá a mesma institucionalização castradora do Evangelho e da vivência da genuína Espiritualidade Cristã.</p>
<p>Agora com isso não estou radicalizando o ritual em termos gerais, estou aqui apenas tratando contundentemente a respeito do ritual religioso, até por que entendo que diversas ações comuns, como um aperto de mão ou um alô pelo telefone são pequenos rituais do cotidiano. Portanto não sou radical a ponto de propor a inércia imobilizante do fim completo do ritual, já que realizo automaticamente uma série deles no dia a dia, mas em termos espirituais aprovo apenas o ritual mais profundo em si, a experiência do essencial e não do ritual, ou seja, creio que o Evangelho faz celebração invisível do mistério apenas no coração e rompe com a ritualística externa e barulhenta. Sim entendo que o ritual exibicionista repetitivo não leva a lugar nenhum e me agrada a depreciação e o declínio desse ritual religioso na sociedade contemporânea e que assim venha a nascer o espaço maior para consumação do ritual íntimo do Evangelho. A prioridade maior é o encontro com Deus &#8211; o verdadeiro ritual que permanece vivo é o Evangelho sustentado em constante transformação interna num movimento da Espiritualidade Viva, que cresce internamente nos desalojando das posições equivocadas, restaurando a Espiritualidade Essencial mais profunda que nos incentiva ao progresso do novo modo de pensar e agir. A justa posição para o homem &#8211; O Evangelho do Espírito para o espírito.</p>
<p>Enfim, amadurecidos pela Graça de Deus, acredito que podemos ir muito além do obstáculo ritual, buscando reordenar a vida ao ponto de viver sem as regras e as fronteiras religiosas que podem nos limitar em desejos e ambientes.</p>
<p>De uma vez por todas, lembrando:</p>
<p>“O reino de Deus não vem com aparência exterior” Lucas 17.20 b              </p>
<p>AMÉM.</p>
<p>PELLEGRINI &#8211; Pellegrino / Peregrinus</p>
<p>“Sou peregrino na terra” Salmo 119.19a</p>
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		<title>Um dia, Deus vai corrigir toda a injustiça.</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 00:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
		<category><![CDATA[manifesto]]></category>

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		<description><![CDATA[Bendito seja o Senhor, que defendeu a minha causa contra Nabal, por ter me tratado com desprezo. (1 Samuel 25:39). Certa vez, a autora de peças teatrais e membro do Congresso dos EUA, Clare Boothe Luce (1903-1987) disse: &#8220;Nenhuma boa obra fica sem punição&#8221;. Lamentavelmente, às vezes parece que esse provérbio é verdadeiro. Davi, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Bendito seja o Senhor, que defendeu a minha causa contra Nabal, por ter me tratado com desprezo. (1 Samuel 25:39).</p>
<p>Certa vez, a autora de peças teatrais e membro do Congresso dos EUA, Clare Boothe Luce (1903-1987) disse: &#8220;Nenhuma boa obra fica sem punição&#8221;. Lamentavelmente, às vezes parece que esse provérbio é verdadeiro. Davi, que em breve seria rei de Israel, teve uma experiência que confirma essa idéia. Enquanto se escondia de Saul, ele e seus homens vigiaram as terras de um homem muito rico, chamado Nabal. Mais tarde, porém, quando Davi pediu um favor a Nabal, foi tratado com desprezo. Davi disse: &#8220;De nada adiantou proteger os bens daquele homem no deserto, para que nada se perdesse. Ele me pagou o bem com o mal&#8221; (1 Samuel 25:21). Antes que Davi pudesse se vingar, a esposa de Nabal interveio e evitou que Davi agisse de forma imprudente. Pouco depois, Deus feriu Nabal e ele morreu (v. 38). Então Davi louvou a Deus por tê-lo impedido de praticar o mal e por ter feito &#8220;com que a maldade de Nabal caísse sobre a sua própria cabeça&#8221; (v. 39). Quem sabe você teve uma experiência na qual a bondade foi paga com ingratidão; um presente generoso foi visto como uma obrigação; atos amáveis foram interpretados como uma tentativa de controle; ou conselhos bem-intencionados foram recebidos com desdém. A história de Davi nos lembra que, mesmo quando parece que somos retribuídos com maldade por fazer algo de bom, não devemos tomar as coisas nas nossas próprias mãos. Podemos deixar os resultados com Deus.</p>
<p>Fonte: Julie Ackerman Link &#8211; Nosso Andar Diário</p>
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		<title>Orar</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 20:45:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Reichel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mauro Pellegrini]]></category>

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		<description><![CDATA[ORAR NÃO É O MUITO FALAR É normal o excesso de articulação verbal na pós-modernidade, o falar demais é uma marca cultural do nosso tempo – a tentativa de argumento a todo custo, para fazer valer uma determinada opinião. Porém lendo o Evangelho da Graça de Deus – segundo o relato de Mateus 6: 6-7 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>ORAR NÃO É O MUITO FALAR</strong></p>
<p>É normal o excesso de articulação verbal na pós-modernidade, o falar demais é uma marca cultural do nosso tempo – a tentativa de argumento a todo custo, para fazer valer uma determinada opinião.</p>
<p>Porém lendo o <strong>Evangelho da Graça de Deus</strong> – <strong>segundo o relato de Mateus 6: 6-7</strong> , a gente descobre que o olhar de Deus para conosco NÃO vai depender das nossas muitas repetições ou do nosso muito falar, muito pelo contrário, o MISTÉRIO DA ORAÇÃO está na EXPERIÊNCIA DO SECRETO, do coração que ultrapassa as limitadas palavras, o que o texto chama de “entrar no aposento”, um verdadeiro mergulho de coração em intimidade com Deus, e aí sim, o Pai que está em secreto estará nos vendo.     </p>
<p><strong>ORAR É UM EXERCÍCIO DE COMUNHÃO</strong></p>
<p>Ter intimidade com Deus, não quer dizer, que seremos indiferentes ao próximo, assim estar bem próximo e pessoal com o Altíssimo não exclui a nossa interação com o outro. Dois ou três reunidos em nome Dele, devem (como mandamento recíproco) cultivar uma vida de oração comunitária – entrando na dor e na alegria do irmão em Cristo, conforme: <strong>Tiago 5.16</strong>.    </p>
<p><strong>ORAR NÃO É APENAS MAIS UM INSTRUMENTO</strong></p>
<p><strong>A carta de Paulo aos Efésios 6: 10 – 17</strong> é um texto bastante rico, que fala da armadura de Deus, mas ultimamente por ter sido muito pregado nas igrejas, também foi de certa forma muito vulgarizado pela “teologia de batalha espiritual” &#8230; penso que ele deve ser sempre ligado ao contexto do <strong>versículo 18</strong>  &#8211; onde a oração não é descrita como mais um item instrumental do paramento beligerante, e sim como todo o processo no qual nos envolvemos, a oração portanto, é toda a batalha (em todo tempo) e não só mais uma arma em nossas mãos.    </p>
<p><strong>ORAR É UMA OPORTUNIDADE DE INTERCESSÃO</strong></p>
<p>Ainda em <strong>Efésios, no versículo 19</strong>, o apostolo Paulo, pede a oração da igreja como intercessão pelo seu ministério. Nisso, nota-se sua sabedoria, primeiro em admitir, mesmo sendo ministro, que carece de oração como qualquer um carece, e também por ensinar a comunidade cristã, que quando a mesma toma a causa evangelistica de um ministro para si, como se fora a sua própria causa, homologa <strong>João 14:12</strong> – quando na reunião de todos os discípulos de Cristo no Corpo, somos juntos a sua expressão viva  para “obras ainda maiores”.</p>
<p>AMÉM!</p>
<p>PELLEGRINI  &#8211; Pellegrino / Peregrinus<br />
“Sou peregrino na terra” Salmo 119.19a”</p>
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		<title>Kit Gay: Nota e Abaixo Assinado contra distribuição nacional.</title>
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		<pubDate>Sun, 22 May 2011 05:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
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		<description><![CDATA[Nota: O website Caminho Cristão, defende a proibição da divulgação do tal &#8220;Kit Gay&#8221; a ser distribuído em Escolas Estaduais e Municipais de todo Brasil. Somos terminantemente contra toda forma filosófica que apoiam as idéias do &#8220;homossexualismo&#8221; e suas práticas que fogem ao padrão estabelecido originalmente por Deus, quando Homem e Mulher os criou para se amarem mutuamente, tendo a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nota: O website Caminho Cristão, defende a proibição da divulgação do tal &#8220;Kit Gay&#8221; a ser distribuído em Escolas Estaduais e Municipais de todo Brasil. Somos terminantemente contra toda forma filosófica que apoiam as idéias do &#8220;homossexualismo&#8221; e suas práticas que fogem ao padrão estabelecido originalmente por Deus, quando Homem e Mulher os criou para se amarem mutuamente, tendo a benção de gerar filhos em sua nata constituição fisiológica, tendo o privilégio de viverem juntos nesta instituição divina vivendo em família preservando a célula máter da sociedade.</p>
<p>Em detrimento de todo esse assunto controverso, vale ressaltar que  refutamos qualquer disseminação de ideologias do homossexualismo, entretanto, nós os cristão, devemos amar e respeitar a pessoa homossexual incondicionalmente, pelos quais Jesus Cristo também morreu e os inclui prontamente em sua maravilhosa Graça a aqueles que o querem como Deus e Senhor.</p>
<p>Segue link para Assinatura neste Abaixo Assinado:  ﻿</p>
<p>Acesse &#8211; ﻿﻿<a href="http://www.peticaopublica.com.br/?pi=PROL">http://www.peticaopublica.com.br/?pi=PROL</a></p>
<p>Pariticipe e divulgue a todos os seus contatos !,</p>
<p>Deus te abençoe !.</p>
<p>por Equipe do Caminho Cristão</p>
<p>*********************************************************************</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>PLC 122-2006 &#8220;A verdadeira face desta Lei&#8221;.</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 00:49:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[leitura recomendada]]></category>
		<category><![CDATA[manifesto]]></category>
		<category><![CDATA[protestante]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[vida cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resistem à ordenação de Deus.” Rm 13.1,2  Se Vossas excelencias foram constituidas por Deus, da mesma forma obedeceram a vontade de Quem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resistem à ordenação de Deus.” Rm 13.1,2</strong></p>
<p> <strong>Se Vossas excelencias foram constituidas por Deus, da mesma forma obedeceram a vontade de Quem vos constituiu&#8230; O Deus Todo Poderoso.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span id="more-1158"></span></strong></p>
<p> <br />
Venho atraves deste destacar a  inconstitucionalidade do PL 5003-b/2001, oriundo da Câmara dos Deputados, e que passou a ser designado, no Senado, por PLC (Projeto de Lei da Câmara) n.º 122/2006.Esse projeto de lei acaba com a liberdade de pensamento e de crença, e que leva  pena de reclusão de até cinco anos para qualquer manifestação, ainda que de ordem <strong><span style="text-decoration: underline;">religiosa</span></strong> ou <strong><span style="text-decoration: underline;">filosófica</span></strong>, de oposição ao homossexualismo.<br />
 <br />
O projeto de lei referido não é neutro, científico ou imparcial, mas alicerçado na ideologia marxista; que ele conta com o apoio decisivo do governo federal e dos partidos de esquerda. Diante disso, sublinho, é compreensível a hostilidade dos seus defensores a valores próprios da civilização ocidental, judaico-cristã.<br />
 <br />
O que está por trás realmente do projeto de lei de homofobia? A resposta é bem simples,  a tentativa de impor a todos o dogma da moralidade ou naturalidade do homossexualismo, que não é científico, mas de origem ideológica, marxista, tornando-se penalmente punível a contestação a essa pretensa verdade. Nada mais truculento. Nada mais inadmissível. Trata-se de evidente policiamento ideológico.<br />
Ocorre, porém, que muitos juristas e parte significativa da sociedade já incorporaram, inconscientemente, após anos e anos de bombardeio dos deformadores da opinião pública, o modo de pensar da Escola de Frankfurt, de sorte que julgam tratar-se a moralidade e naturalidade do homossexualismo verdades de fé absolutas, incontrastáveis, até mesmo no campo das idéias ou das crenças. Por certo, a lei não poderia obrigar quem quer que fosse a aceitar o dogma da infalibilidade papal. Todavia, almeja-se impor aos brasileiros o dogma da infalibilidade de Erich Fromm e Herbert Marcuse.<br />
Assinalo que já reputo inconstitucional a Lei 7.716, de 1989, com as alterações procedidas pela Lei 9.459, de 13 de maio de 1997, ao tratar da mesma forma o racismo e a discriminação por motivos religiosos. Com efeito, na Constituição <sup>[03]</sup>, o racismo mereceu um tratamento severíssimo, não podendo outras formas de discriminação serem a ele igualados. Os crimes de racismo são inafiançáveis e imprescritíveis, sempre punidos com reclusão.<br />
Ocorre que a não-aceitação da prática homossexual como moral e natural, por razões de ordem religiosa e filosófica, não configura um preconceito. Preconceituoso é tachar de preconceito visões amadurecidas, sopesadas ao longo de milênios, sobre a homossexualidade. <br />
 <br />
 As crenças e convicções filosóficas dos grupos homossexuais não devem gozar do privilégio da infalibilidade, da imutabilidade, da intangibilidade. Todos podem ser passíveis de crítica, inclusive os homossexuais. Todas as crenças e convicções filosóficas e éticas merecem idêntico tratamento pelo direito positivo. A lei não deve impor a todos o modo marxista de enxergar o mundo.<br />
Aliás, não creio que haja suporte jurídico e moral para a realização das paradas gays ou paradas do orgulho gay, mormente com dinheiro público. Trata-se de promoção explícita e irresponsável da imoralidade. Concordem ou não, a Constituição assegura-me o direito de pensá-lo e afirmá-lo, sem ser punido por isso.<br />
 <br />
Acrescente-se que o entendimento da Organização Mundial de Saúde acerca da homossexualidade não é critério decisivo para defini-la ou não como doença (e, muito menos, como moral ou imoral). Primeiro, porque em ciências biológicas não existem verdades definitivas. Segundo, porque tal entendimento não é unânime entre os especialistas . Terceiro, porque as causas da homossexualidade ainda não são suficientemente conhecidas. Quarto, porque é evidente o lobby dos militantes gays e da esquerda internacional nos organismos internacionais, como o é para a aprovação do projeto de lei de que se cuida.<br />
Somente no dicionário dos militantes gays<strong> pederastia e homossexualismo não são sinônimos</strong>.<br />
 <br />
Servindo-se de um método dos pensadores de esquerda, o desconstrucionismo, Com efeito, no desconstrucionismo, destrói-se o sentido original de um texto, para, em seguida, conferir-lhe o sentido desejado ou almejado. Foi o que os teólogos da libertação fizeram com os textos bíblicos, desconstituindo o seu sentido original para imprimir-lhes uma chave de interpretação marxista.<br />
 <br />
Ora, alterando-se o significado das palavras e dos textos, de acordo com o que é conveniente, pode-se justificar qualquer coisa.<br />
É utilizando-se o desconstrucionismo que os defensores da causa gay, servindo-se dos princípios da igualdade, da dignidade humana etc., destruindo o seu conteúdo e sentido real, atribuem-lhes o significado que lhes interessa, para abonar as suas propostas de inovação legislativa. Prossegue o texto da:</p>
<p><strong>&#8220;Para o marxista cultural, o método é o desconstrucionismo. O desconstrucionismo remove todo o sentido de um texto, substituindo-o por qualquer sentido desejado. Então se descobre, por exemplo, que toda a obra de Shakespeare é sobre a opressão das mulheres, ou a Bíblia é sobre raça e sexo. Todos esses textos tornaram-se úteis para provar que ´´toda a História é sobre quais grupos têm poder sobre os outros´´.&#8221;  </strong><strong>Dra. Marli Nogueira </strong></p>
<p>  De todo pertinentes, portanto, as seguintes ponderações da:</p>
<p><strong>&#8220;Daí a natureza ideológica e potencialmente totalitária dessas manifestações. Totalitária porque a essência de todas as ideologias consiste em espremer a realidade para dentro de uma teoria – como ocorre, por exemplo, com a idéia de que toda a história de nossa cultura se resume à opressão das mulheres. Como a realidade contradiz essa teoria, ela mesma deve ser proibida, o que é feito pelos Estados que se tornaram reféns das ideologias. É por isso que as ideologias são potenciais geradoras de Estados totalitários.&#8221; </strong><strong>Dra. Marli Nogueira </strong><br />
 <br />
<strong><span style="text-decoration: underline;">O que a Biblia Diz a respito da homossexualidade</span></strong><br />
 <br />
<strong>A Criação da Ordenança do Casamento </strong></p>
<p>Ao invés de se ter um entendimento próprio da sexualidade humana, é preciso voltar à origem da humanidade. No princípio Deus criou um homem (Adão) e uma mulher (Eva). Deus não criou dois homens (e.g., Adão e Antônio) ou duas mulheres (e.g., Eva e Tereza). Deus criou primeiro Adão do pó da terra; Então criou Eva da costela de Adão. Eva foi criada para ser esposa de Adão. A Bíblia diz que eles estavam nus e contudo não se envergonhavam. A criação de Deus de um homem e uma mulher para serem marido e esposa é o padrão ou paradigma para a sanção de Deus das relações sexuais normais, morais e abençoadas. “A união do matrimônio é ordenada por Deus, e estes preceitos sagrados não devem ser poluídos pela intromissão de uma terceira parte, de qualquer sexo” (F.F. Bruce).</p>
<p>Jesus Cristo citou Gênesis 2:24 como uma prova clara de que a poligamia (ter mais de uma esposa) e o divórcio (exceto em caso de adultério) são condenados por Deus (Mt. 19:5). O apóstolo Paulo, escrevendo sob inspiração do Espírito Santo, disse que há somente uma saída moral e legítima para o caminho deixado por Deus para o sexo – o casamento (1 Cor. 7:2). Monogâmico e heterossexual, o casamento é a única maneira de se ter sexo sem pecado e culpa. “Honrado entre todos seja o matrimônio, e o leito [matrimonial] sem mácula; mas Deus irá os fornicadores e adúlteros” (Heb. 13:4 [todas as versões NKJV]). Qualquer coisa contrária a ordenança da criação do casamento entre um homem e uma mulher é pecaminoso e inaceitável perante Deus. A Bíblia condena toda atividade sexual fora do casamento monogâmico e heterossexual: homossexualismo, sexo antes do casamento, poligamia, adultério, bestialismo e assim por diante. “Não deixeis que vos enganem com palavras vãs,” diz Paulo, “porque é em razão destas coisas sobrevêm a ira de Deus sobre os filhos da desobediência” (Ef. 5:6).<br />
<strong>A Lei de Deus </strong></p>
<p>A lei moral de Deus claramente condena todo tipo de homossexualismo: “Não te deitarás com um homem como se fosse uma mulher. Isto é abominação&#8230; Se um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável. Devem ser mortos. Seu sangue cairá sobre eles” (Lev. 18:22, 20:13). Defensores do homossexualismo tentam evitar as claras e inequívocas declarações da lei de Deus com desculpas esfarrapadas e descarada distorção da Bíblia.</p>
<p>Alguns questionam se a lei de Deus condena o homossexualismo; eles ensinam que a lei de Deus é só um escrito humano com antigos costumes judaicos preconceituosos. Essas pessoas condenam a autoria mosaica da lei e são relativistas éticos. Seus argumentos devem ser rejeitados porque Cristo e os apóstolos aceitaram a autoria divina, infalibilidade e absoluta autoridade do Velho Testamento (Mt. 22:39-40; Jo. 10:35; 2 Tim. 3:16-17). Se você rejeitar a lei de Deus alegando que ela não passa de idéias humanas de judeus antigos, então você não pode reivindicar que Cristo é seu salvador. Você deve pensar que ou Jesus se enganou em Sua visão da lei de Deus ou que Ele era um mentiroso. Não esqueça: Jesus Cristo é Deus (Jo 1:1; 8:58-59); Ele não pode se enganar ou mentir (Num. 23:19).</p>
<p>Outros ensinam que as leis que condenam o homossexualismo se aplicavam somente à nação de Israel. As leis do Velho Testamento caducaram com a vinda de Jesus Cristo. Essa visão é popular entre aqueles que reivindicam ser “homossexuais evangélicos.” Essa visão é totalmente anti-bíblica. Quando o Novo Testamento diz que os cristãos estão mortos para a lei, significa que Cristo cumpriu a lei (o pacto das obras) pelos crentes, e removeu a maldição da lei por meio de Sua morte sacrificial. Cristãos que estão unidos a Jesus Cristo em Sua vida perfeita sem pecado e Sua morte sacrificial são elevados com Cristo e capacitados por Seu Espírito a viver para Deus. Paulo disse que “a lei é santa, e o mandamento santo e justo e bom” (Rom. 7:12). Cristo não liberta da lei moral. Ele obedeceu a ela perfeitamente para os crentes. Ele morreu para remover a culpa do pecado e enviou o Espírito Santo para que os crentes tenham poder para obedecer à lei de Deus. Se Cristo abolisse a lei no sentido que os apologistas do homossexualismo afirmam, então Ele precisaria morrer, porque se não há lei, não há pecado nem culpa. As únicas leis que não possuem mais validade são as que estão atreladas especificamente à terra de Israel (e.g., o jubileu) e as leis cerimoniais. As leis cerimoniais apontavam para Jesus Cristo e Sua obra por meio de tipos e figuras. A lei moral de Deus e o caso das leis civis baseadas sob a lei moral ainda estão em vigor. A lei de Deus é baseada sob Sua natureza e caráter; portanto, é absoluta, imutável e eterna.</p>
<p>É óbvio que a proibição contra o homossexualismo nada tem a ver com o sistema sacrificial; ela claramente não é cerimonial em sua natureza. Além do mais, se as leis contra o homossexualismo foram somente restritas à nação de Israel, então porque o homossexualismo é condenado em Sodoma, cerca de quatrocentos anos antes de a nação de Israel existir: “como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregado à imoralidade sexual e seguindo após outra carne [homossexualismo], foram postos para exemplo, sofrendo a vingança do fogo eterno” (Judas 7)? Embora Sodoma fosse genericamente caracterizada pela maldade, Gênesis 19 apresenta o homossexualismo como o último estágio da devassidão. Os homens de Sodoma desejaram ter relações homossexuais com os convidados de Ló e estavam dispostos a estuprá-los, se necessário. Deus enviou total destruição sobre Sodoma. Sodoma não foi destruída porque seus habitantes não eram hospitaleiros, como alguns afirmam. Simplesmente não ser hospitaleiro não explicaria um tal julgamento de Deus. Deus aniquilou a cidade; somente Ló e sua família foram poupados.</p>
<p>Alguns apologistas do homossexualismo argumentam que a lei de Deus condena somente a prostituição ritual masculina. Eles argumentam que o moderno homossexualismo não tem nada a ver com o homossexualismo pagão e idólatra praticado nos tempos antigos. Deus claramente condena a prostituição masculina e os ritos culticos de fertilidade associados a ela; Deuteronômio 23:17-18 se aplica à prostituição cultica. Mas Levítico 18:22 e 20:13 não mencionam a prostituição cultica em lugar algum. “se um homem se deitar com outro homem como se fosse mulher, ambos cometeram abominação. Devem ser mortos. Seu sangue cairá sobre eles” (Lev. 20:13).</p>
<p>A tentativa de consolidar todas as proibições contra o homossexualismo dentro de algo que somente concorde com a antiga prostituição cultica revela um óbvio viés pró-homossexual por parte destes intérpretes. Eles forçam o texto bíblico à um molde pró-homossexual. Eles estão sendo desonestos com a clara intenção da Palavra de Deus. Eles estão lendo suas próprias pressuposições pró-homossexuais na lei de Deus. É ilegítimo condensar três proibições distintas (Lev. 18:22, 20:13; Dt. 23:17-18) em apenas uma. Interpretes pró-homossexuais sabem disto mas não se importam, porque eles não estão interessados na verdade; eles estão interessados somente em justificar seu comportamento mau e pervertido. Além disso, sua interpretação pode ser usada para justificar a relação sexual com ovelhas e cabras, porque a bestialidade também era parte dos ritos culticos de fertilidade. Não se engane. Deus é contra o homossexualismo em todas as suas formas, tanto ritual quando pessoal.</p>
<p>Os argumentos em favor do homossexualismo são nada mais que lamentáveis desculpas para um comportamento que Deus condena e irá claramente julgar. “Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis. Nem fornicadores, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais , nem somoditas , nem ladrões, avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus” (1 Cor. 6:9-10). Homossexualismo foi condenado por Deus, séculos antes da chegada da lei (e.g., Gen. 19). Ele é explicitamente condenado pela lei de Deus (Lev. 18:22, 20:13). Como será mostrado, ele é também claramente condenado no Novo Testamento pelo apóstolo Paulo.<br />
<strong>O Novo Testamento </strong></p>
<p>O Novo Testamento concorda com, e confirma, a condenação do Velho Testamento da homossexualidade. Alguma passagem da Bíblia pode ser mais clara na condenação do homossexualismo do que a afirmação de Paulo encontrada no primeiro capítulo de Romanos: “Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e adoraram e serviram a criatura mais do que o Criador, o qual é bendito eternamente. Amém. Por essa razão Deus os entregou a paixões infames. Pois até mesmo as mulheres mudaram o modo natural pelo que é contra a natureza. Do mesmo modo os homens, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, homens com homens cometendo o que é torpe, e recebendo em si mesmos a penalidade devida pelo seu erro. E por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes&#8230; os quais, sabendo do justo juízo de Deus, de que aqueles que praticam tais coisas são passíveis de morte, não somente as fazem, mas também aprovam os que as praticam” (Rom. 1:24-28,32).</p>
<p>Defensores do comportamento homossexual tentam driblar Romanos 1 alegando que Paulo estava condenando somente a luxúria e promiscuidade homossexual e não as amáveis e monogâmicas relações homossexuais. O problema com essa interpretação pró-homossexual é que Paulo nem sequer sugere tal idéia no texto. Essa idéia, que era pra estar no texto, claramente não está lá. Paulo era um expert em complexos problemas éticos. Sua condenação abrange todas as formas de comportamento homossexual: seja promiscuo, seja monogâmico. Se a homossexualidade é permissível sob certas condições, então a mentira, assassinato, difamação, e outros pecados listados por Paulo também são permitidos sob certas condições? Poderia um apologista do homossexualismo argumentar que o sexo com cabras e ovelhas é permitido desde que o relacionamento seja amoroso e monogâmico?</p>
<p>Outros apologistas dizem que Paulo estava somente se referindo à prostituição cultica grega. Mas o texto não diz nada sobre a prostituição cultica grega. Paulo estava focado sobre o que acontece quando as pessoas enxotam Deus de seus pensamentos e adoram ídolos. Paulo estava discutindo o comportamento pessoal moral. Quando as pessoas abandonam Deus, seu comportamento pessoal se torna perverso. Se Paulo condenou somente a prostituição ritual grega, então porque a igreja primitiva condenou todas as formas de homossexualismo? Por que é que toda congregação de igreja cristã e todas as denominações cristãs condenaram todas as formas de homossexualismo durante quase dois mil anos? Foi só nos anos 1970 que o homossexualismo começou a receber aceitação na sociedade. E não é acidental que as igrejas que mudaram suas visões geralmente façam parte de denominações liberais que rejeitaram a autoridade divina da Bíblia. Se Cristo e os apóstolos aceitaram a homossexualidade monogâmica, então por que ela foi universalmente condenada na igreja apostólica?<br />
<strong>A Teoria da Pederastia </strong></p>
<p>A tentativa mais sagaz de repudiar a condenação de Paulo da homossexualidade é a teoria da pederastia. Essa visão afirma que Paulo, seguindo a cultura grega, somente estava condenando a exploração sexual e emocional de jovens por parte de homens. Esta visão assume que Paulo era somente um produto da cultura grega pagã de seu tempo. Mas a Bíblia claramente ensina que Paulo escreveu sob a sobrenatural direção do Espírito Santo (2 Pe. 3:15-16). Para entender a visão de mundo de Paulo, não se deve olhar para a Grécia ou Roma pagãs, mas para o Velho Testamento, os ensinos de Jesus Cristo e dos outros apóstolos. A condenação de Paulo da homossexualidade é totalmente consistente com, e uma continuação da, lei de Deus revelada a Moisés. A pederastia é errada e é condenada por Deus porque é uma forma ou tipo de homossexualidade. É também pecaminosa e perversa porque é uma forma de sexo fora dos laços do matrimônio legal, monogâmico e heterossexual. O homossexualismo é perverso, não interessa a idade dos participantes. A idéia de que pelo fato de dois homens terem alcançado a idade de 18 anos, Deus aprova o sexo oral e anal que eles fazem é absurda. Paulo condena tal pensamento perverso e tolo há muito tempo: “Mas sabemos que a lei é boa e aquele que a utiliza de modo legítimo, mas sabeis disto: que a lei não foi feita para o que é íntegro, mas para os transgressores e rebeldes, para os irreverentes e pecadores, para os ímpios e profanos, para os assassinos de pais e mães, homicidas, para os fornicadores, para os sodomitas , raptores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para tudo quanto seja contrário à sã doutrina” (1 Tim 1:8-10).<br />
<strong>Ato e Orientação </strong></p>
<p>Qualquer discussão da homossexualidade será incompleta sem estabelecer a diferença entre ato e orientação. Muitos homossexuais irão dizer, “Eu nasci homossexual – Deus me faz assim; por isso, meus pensamentos, desejos, e modo de vida não devem ser condenados.” Se algumas pessoas nascem com uma predisposição para o comportamento homossexual, isto faz de alguma forma os desejos e o comportamento homossexual deles aceitável a Deus? Absolutamente não!</p>
<p>A doutrina bíblica do pecado original ensina que todos os homens nascem com uma natureza ou disposição pecaminosa. O primeiro homem, Adão, era o cabeça do pacto e representante de toda a raça humana perante Deus. Quando Adão pecou, a culpa e poluição do pecado passaram à toda a raça humana (Rom. 5:12, 17, 19). Cada pessoa (exceto Jesus Cristo que foi concebido pelo Espírito Santo) é nascida com uma natureza pecaminosa. É errado dizer, “Deus me faz um homossexual (ou um mentiroso, ou um assassino),” porque o pecado não se originou com Deus, mas com o homem (i.e., Adão, nosso antepassado).</p>
<p>O fato de que todos os seres humanos nascem com um orientação (ou inclinação) para o pecado não justifica desejos ou comportamento pecaminosos. A Bíblia diz que todos os homens nascem mentirosos (Sl. 58:3). A Bíblia também diz que mentir é pecado (Ex. 20:16, Dt. 5:20); e adiante diz que os mentirosos não entrarão no reino de Deus (Ap. 21:27). Se algumas pessoas nascem com uma inclinação para o roubo, homossexualismo, assassinato, bestialidade, sadomasoquismo, mutilação, etc., isto de forma alguma justifica seu comportamento pecaminoso. O argumento de que a orientação para a homossexualidade de alguma forma a faz aceitável a Deus pode ser usado para justificar qualquer comportamento pecaminoso. Um tal argumento destrói a responsabilidade pessoa; ele tornaria a lei de Deus sem sentido e desnecessária a salvação por meio de Cristo. Todos os homens certamente serão responsabilizados perante Deus por cada pensamento, palavra e ação pecaminosas que cometam, sem importar suas orientações. Culpar Deus pelo comportamento pecaminoso de alguém pode fazer o homossexual se sentir melhor, mas isto irá ser ineficiente no dia do juízo, quando todos os impenitentes homossexuais serão lançados no inferno (1 Cor. 6:9-10, Ap. 21:27). Além disto a Bíblia ensina que nenhum homem pode culpar Deus por seu comportamento pecaminoso, porque Deus não pode tentar o homem. O homem é tentado por seus próprios desejos: “Ninguém ao ser tentado diga, “Fui tentado por Deus&#8217;; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, nem a ninguém tenta. Mas casa um é tentado quando engodado e atraído por seus próprios desejos. Então, quando o desejo concebe dá à luz ao pecado, que quando consumado, gera a morte. (Tg. 1:13-15).</p>
<p>Alguns afirmam que os atos homossexuais são de fato imorais, mas sentimentos e desejos homossexuais para alguns são inatos e, portanto, inevitáveis e não pecaminosos. A Bíblia ensina que não é pecado ser tentado (Cristo foi tentado, embora nunca tenha cometido pecado, Heb. 2:18). O que é pecaminoso é quando uma pessoa abriga aquilo que o tenta, fantasia e faz planos para praticar aquele comportamento pecaminoso. A Bíblia claramente ensina que não somente é um pecado cometer atos maus, mas é também pecado ter desejos e pensamentos imorais, luxuriosos.</p>
<p>Jesus Cristo proibiu a luxúria heterossexual em Mateus 5:27-29. Jesus disse que quando um homem olha para uma mulher com desejo lascivo, ele já cometeu adultério com ela em seu coração (Mt. 5:28). A idéia de condenar só o ato externo mas não a luxúria interna era uma doutrina dos Fariseus; Cristo condenou veementemente esse falso ensino (Mt. 5:21-22, 15:19-20). O apóstolo Paulo proibiu fantasias perversas, luxúria, e maus desejos (Col. 3:5). Paulo disse que os cristãos devem santificar (i.e., fazer santo) os seus próprios pensamentos (Fl. 4:8). Tiago disse que se os desejos não forem controlados, o pecado irá seguí-lo (Tg. 4:1). O desejo homossexual está condenado dentro de Romanos 1:24, 26, 27. O profeta Isaías disse que o arrependimento de alguém deve ser estendido aos “pensamentos” e aos “caminhos” (Is. 55:7). Uma vez que a Bíblia condena os desejos e atos pecaminosos, não pode existir tal coisa como um cristão homossexual – ou um cristão assassino ou um cristão ladrão. Se um homossexual se torna um cristão, ele deve deixar de lado tanto atos quanto pensamentos homossexuais; portanto, quando se torna um cristão, ele deixa de ser um homossexual. Ele deve ainda às vezes ser tentado mas ele se recusa a abrigar, a flertar com, e a cometer tais ações abomináveis. “Finalmente, irmão, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é digno de honra, tudo o que é justo, todo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude e se algum louvor existe; pense sobre estas coisas” (Fl. 4:8). “Não devemos cobiçar as coisas más, como eles também cobiçaram” (1 Cor. 10:6).<br />
<strong>Conclusão </strong></p>
<p>A condenação bíblica da homossexualidade é muito clara e bastante forte. Deus disse que o homossexualismo é uma “abominação”; o que significa que Deus aborrece, odeia e detesta completamente o comportamento homossexual. O Antigo Testamento ensina que as pessoas que são condenadas pelo crime de se envolver em um procedimento homossexual deve ser mortas (Lev. 18:22, 20:13). O Novo Testamento está em total acordo: o apóstolo Paulo disse que o comportamento homossexual é “digno de morte” (Rom. 1:32). Essa não é a opinião do homem, mas é o claro ensino da Palavra de Deus.</p>
<p>As pessoas que reivindicam serem compassivas com os homossexuais pela justificativa e aprovação de seu comportamento perverso são mentirosos e falsos mestres. Suas tentativas de reinterpretar a Bíblia para fazê-la aceitar o homossexualismo são nada mais que desculpas esfarrapadas criadas para aqueles que não querem se arrepender. Eles estão conduzindo os homossexuais ao caminho que leva à destruição (Mt. 7:13). Eles são os verdadeiros inimigos da comunidade homossexual.</p>
<p>Sua única esperança é aceitar o que Deus diz com respeito ao seu comportamento pecaminoso. Se você for se arrepender dos seus pecados e crer em Jesus Cristo, você deve se convencer de que seu procedimento é errado, perverso e digno de juízo. Depois de dizer que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, Paulo diz, “Tais foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, mas vocês foram santificados, mas vocês foram justificados em o nome do Senhor Jesus e pelo Espírito do nosso Deus” (1 Cor. 6:11). Havia cristãos na igreja de Corinto que rejeitavam seu anterior estilo de vida homossexual e abandonaram seus pecados. Eles se arrependeram e creram em Jesus Cristo.</p>
<p>Jesus Cristo, como Ele é apresentado nas Escrituras, é a única esperança de salvação dos pecadores: “Nem há salvação em nenhum outro, pois não há nenhum outro nome debaixo do céu, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (At. 4:12). Se você crê nEle, todos os seus pecados serão perdoados. “Se com a boca confessares o Senhor Jesus e creres em teu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, você será salvo. Porque com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. Porque a Escritura diz, ‘Qualquer que crê nEle não será confundido&#8217;” (Rom. 10:9-11).</p>
<p>O sangue sem pecado de Cristo removeu a culpa e a maldição do pecado. Sua vida perfeita e sem pecado é dada como um presente àqueles que crêem nEle. Quando os cristãos se apresentarem perante Deus no dia do julgamento, eles serão vestidos com a perfeita justiça de Cristo. Os crentes irão para o céu tão-somente em razão dos méritos de Jesus Cristo. Quando Cristo ascendeu da morte ao terceiro dia, isto provou que Seu sacrifício era aceitável a Deus o Pai. Cristo ascendeu vitorioso sobre o pecado, a culpa, a morte e o inferno para todos que põe sua confiança nEle. Após sua ressurreição, Cristo, como o mediador divino-humano, foi feito rei e Senhor sobre todas as coisas no céu e na terra. “Arrependei-vos, portanto, e convertei-vos, para que seus pecados possam ser cancelados, a fim de que tempos de refrigério possam vir da presença do Senhor” (At. 3:19-20a).</p>
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		<title>Ele está &#8220;as portas&#8221;, vamos em frente !.</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 20:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;..E, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz.&#8221; (Colossenses 2.15).Não erramos ao constatar que nossas tentações e provações, tanto no sentido físico como na área emocional se intensificam grandemente nos últimos tempos. E nem pode ser de outra forma, pois, com a aproximação da vinda do Senhor, as ondas da atmosfera celestial se movimentam em direção à terra. Assim &#8220;os principados e potestades&#8230; dominadores deste mundo tenebroso &#8230;as forças espirituais do mal nas regiões celestes&#8221; (Ef 6.12) têm cada vez menos espaço e são tomados de claustrofobia, se rebelam contra essa situação, porém continuam sendo os senhores do espaço físico aéreo. Esses movimentos no mundo invisível são percebidos especialmente pelos santos em Cristo. Agora urge mais do que nunca direcionar firme e constantemente nosso olhar cheio de fé para nosso Senhor Jesus. Como membros da Igreja de Jesus, estamos hoje muito próximos da nossa transformação e arrebatamento. Em vão, Satanás se opõe a isso, e por essa razão os verdadeiros filhos de Deus se encontram progressivamente em fortes tentações e provações. Mas seja confiante e resoluto, pois a eterna transformação da nossa personalidade espiritual está por acontecer quando Jesus vier! Continue firme! Pois assim diz o Senhor: &#8220;&#8230;aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo.&#8221;</p>
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		<title>Jesus Cristo: A verdadeira razão da Páscoa.</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Apr 2011 05:39:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Fonseca</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Não negue a Jesus.</p>
<p>Nessa páscoa, aproveite para fazer o que muitos não fizeram quando tiveram a oportunidade, na crucificação de Jesus. Não faça parte da mesma multidão que preferiu Barrabás, ao invés de nosso Mestre (João 18.40) Lembre-se de que tudo aquilo que não vem da fé, não edifica, e tudo o que não edifica destrói. O mundo diz que a páscoa é para se confraternizar, e presentearmos uns aos outros com chocolates e etc. mas não é isso que a Bíblia nos ensina&#8230;não é isso que Deus nos passa (pois a Bíblia é a pura palavra dele). A palavra Dele diz que na páscoa Jesus realizou a ceia, foi crucificado e ao terceiro dia ressuscitou, não é isso? Então QUALQUER palavra que vá contra isso, vai contra a palavra de nosso Pai, e se nós aceitamos o ganhar e receber chocolates  como verdade principal,ou seja, se por um momento deixamos isso ser superior ao que o nosso próprio Criador nos fez questão de deixar, é porque estamos indo contra a palavra de Deus, e ir contra, meu amado, é negar. Quantas vezes em nossas vidas deixamos Jesus em primeiro lugar? Não sei, porém te suplico uma coisa, em nome de nosso salvador, não deixe de lembrar o que Jesus Cristo fez por nós, não vire as costas para a sua palavra e por fim:</p>
<p>NÃO DEIXE AS VERDADES DO MUNDO SEREM MAIS FORTES DO QUE A VERDADE DE DEUS NA SUA VIDA, se não fez, comece a fazer nessa páscoa, e QUE DEUS TE ABENÇOE.</p>
<p>Texto de autoria de Silair Rosa Junior.</p>
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